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  • Sebrae-SP fortalece empreendedorismo na Hortitec 2025

    Sebrae-SP fortalece empreendedorismo na Hortitec 2025

    O Sebrae-SP reafirmou seu compromisso com o fortalecimento do empreendedorismo rural ao marcar presença de forma estratégica na 30ª edição da Hortitec, em Holambra. Com um estande movimentado até esta sexta-feira (27), a instituição apresentou uma série de ações voltadas ao desenvolvimento de pequenos negócios, com foco especial na inovação e na conexão com o mercado.

    Presente no segundo dia da feira, o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Nelson Hervey Costa, destacou a relevância do evento para os objetivos da instituição. “Estamos mais uma vez na Hortitec, uma grande feira muito conectada ao pequeno produtor, nosso cliente. Temos aqui startups trazendo soluções tecnológicas, inovações e muitos produtores. É assim que reafirmamos nosso compromisso com quem empreende no campo.”

    Startups, pitchs e muito conteúdo técnico

    O estande recebeu uma programação intensa de painéis e encontros técnicos. Apenas nos dois primeiros dias foram realizados dez painéis temáticos, e o encerramento conta com atrações voltadas à inovação, incluindo pitchs de startups do agronegócio. Entre os destaques da sexta-feira estão a apresentação da N&P sobre tecnologia farmacêutica aplicada à hortifruticultura, da FertiSense com foco em adubação inteligente, e uma palestra da Nutralis sobre resistência das plantas ao estresse climático.

    Nilcio Freitas, gerente regional do Sebrae-SP em Campinas, reforçou a importância desse espaço para fomentar o ecossistema agro. “Fomentar o empreendedorismo é uma das nossas missões. Selecionamos negócios para dividir esse espaço conosco, dando visibilidade e acesso a um público estratégico.”

    Caso de sucesso: Tchê Jardins!!! transforma negócio com apoio do Sebrae-SP

    Entre os expositores que passaram pelo espaço, um exemplo se destaca pela trajetória inspiradora: Joel Alexandre Schmitt, proprietário da Tchê Jardins!!!, distribuidora de acessórios para jardinagem e paisagismo de Holambra. Participando pela segunda vez da Hortitec, Joel relata que o evento é uma vitrine fundamental para alcançar novos públicos e reforçar parcerias comerciais. “Mais do que vendas, a feira facilita o relacionamento com fornecedores e clientes, impulsionando a consolidação da nossa marca.”

    Joel Alexandre Schmitt, proprietário da Tchê Jardins – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    A história da empresa se entrelaça com a do Sebrae-SP. Foi a partir de eventos, consultorias e do programa Empretec que Joel começou a se reconhecer como empreendedor. A mudança de postura resultou em avanços significativos: registro da marca, expansão do portfólio com seis produtos próprios, mais de mil itens em catálogo e uma estrutura produtiva com mil metros quadrados.

    “O apoio do Sebrae foi decisivo. Hoje a empresa é mais estratégica, sistemática e alinhada às demandas do mercado”, afirmou Joel, que agora aposta em novos equipamentos e investimentos para consolidar ainda mais sua presença no setor.

    A Hortitec 2025 segue até esta sexta-feira com expectativa de receber mais de 30 mil visitantes. A atuação do Sebrae-SP no evento evidencia como o suporte técnico e a valorização do pequeno produtor podem se traduzir em crescimento, inovação e impacto real no campo.

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  • Poços artesianos ganham espaço como solução hídrica no agro

    Poços artesianos ganham espaço como solução hídrica no agro

    Água é insumo essencial para qualquer cadeia produtiva do campo — e garantir seu acesso contínuo tem se tornado um dos grandes desafios da agricultura moderna. Apostando nesse cenário, a Edisonda Poços Artesianos marcou presença na 30ª Hortitec, realizada em Holambra, com soluções que vão além da perfuração: a empresa lançou sistemas de tratamento para tornar a água de poços potável, expandindo seu portfólio de serviços para produtores rurais.

    “O produtor precisa de independência hídrica, principalmente em regiões onde o custo da água fornecida pelas concessionárias é elevado ou o abastecimento não chega”, afirma Leticia Daleffe, representante da empresa na feira. Segundo ela, os poços artesianos são uma alternativa confiável e econômica para garantir o uso racional e contínuo da água no campo.

    Nova tecnologia para tratar a água dos poços

    Fundada em 1965, com base em conhecimento técnico e precisão geológica, a Edisonda atua desde o planejamento da perfuração até a legalização, manutenção e instalação de bombas. Este ano, porém, o destaque ficou por conta dos novos sistemas de filtragem, voltados ao tratamento da água captada. “Caso alguma análise indique que a água está fora dos padrões, oferecemos filtros para que ela se torne potável e segura”, explica Leticia.

    Fernando Daleffe; Letícia Daleffe; Giovanne Daleffe; Sara Giandomingo e Caio Mitone – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    A empresa atende propriedades em todo o estado de São Paulo e no sul de Minas Gerais, cobrindo desde fazendas de grande escala até produtores familiares. Durante a Hortitec, o objetivo foi, também, ampliar contatos comerciais. “A feira é um momento importante para retomar conversas com clientes de Holambra e região, além de captar novos negócios. A visibilidade que ganhamos aqui é estratégica”, completa.

    No Brasil, as águas subterrâneas desempenham papel vital no abastecimento agrícola, industrial e doméstico. Confinadas em aquíferos formados há bilhões de anos, essas reservas naturais representam uma das fontes mais seguras de captação, desde que manejadas com conhecimento técnico e responsabilidade ambiental. E é justamente esse elo entre tecnologia, geociência e sustentabilidade que a Edisonda vem consolidando como referência.

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  • Armazenar energia solar vira aposta do agronegócio

    Armazenar energia solar vira aposta do agronegócio

    Na contramão dos apagões e da instabilidade elétrica que afetam áreas rurais em diversas regiões do país, empresas de energia solar têm apostado em soluções voltadas especificamente para o agronegócio. Durante a 30ª Hortitec, feira realizada em Holambra (SP), a Alba Energia apresentou tecnologias que ampliam a autonomia energética do produtor rural, com foco no armazenamento de energia solar e na redução da dependência da rede elétrica.

    Entre os destaques, estão os sistemas híbridos com baterias, capazes de armazenar o excedente da energia gerada durante o dia e reaproveitá-lo em momentos estratégicos, como falhas da rede, horários de pico ou em processos que exigem fornecimento contínuo.

    “A energia que antes era injetada na rede pode agora ser guardada para ser usada quando realmente for necessário”, afirma Samuel José Couto, coordenador de marketing da empresa. Segundo ele, a medida não apenas garante segurança no fornecimento, mas também proporciona economia no longo prazo, com retorno do investimento estimado entre cinco e sete anos.

    Busca por autonomia energética cresce no agro

    Com as novas exigências de sustentabilidade e o avanço da regulação, produtores têm buscado alternativas mais limpas e eficientes. A energia solar passou a ser encarada como decisão estratégica, com impacto ambiental e financeiro.

    “Quando o produtor opta pela energia solar, ele evita a emissão de carbono e, ao mesmo tempo, agrega economia ao seu negócio”, diz Couto. Segundo ele, o dinheiro economizado pode ser reinvestido em outras etapas da produção.

    Samuel José Couto e Brenda Tibúrcio – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    A instabilidade da rede elétrica nas áreas rurais é hoje um dos principais motivos que impulsionam a procura por tecnologias híbridas. Em regiões com infraestrutura deficiente ou com alto consumo energético, o sistema permite que a propriedade continue funcionando mesmo em situações de emergência.

    “Esse movimento representa uma nova fase para o setor, comparável ao primeiro ‘boom’ da energia solar no país”, afirma o executivo.

    Expansão para além do campo

    Embora o foco esteja no produtor rural, as soluções da Alba também vêm sendo adotadas por indústrias e comércios. Desde 2010, a empresa já instalou mais de 2.500 sistemas fotovoltaicos, com estimativa de redução mensal superior a 8 mil toneladas de CO₂ emitidas.

    Segundo os representantes da companhia, o objetivo é fortalecer o uso de fontes renováveis no Brasil, ampliando a segurança energética e contribuindo para um futuro mais limpo.

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  • Korin aposta em bioinsumos para além do frango orgânico

    Korin aposta em bioinsumos para além do frango orgânico

    Pioneira na produção de alimentos orgânicos no Brasil, a Korin decidiu usar a 30ª Hortitec, realizada em Holambra (SP), para mostrar que sua atuação vai além do frango e dos ovos. Embora esses produtos tenham consolidado a marca no mercado, a empresa trabalha, há mais de três décadas, com bioinsumos aplicados tanto na agricultura quanto na produção animal.

    Segundo o presidente Edson Matsui, a base da tecnologia vem da filosofia de Mokiti Okada, pensador japonês que influenciou a criação da Korin. Em entrevista ao Agro em Campo, ele afirmou que a empresa começou a comercializar os bioinsumos desenvolvidos internamente há cerca de sete anos, após utilizá-los com exclusividade por um longo período.

    Apesar de o frango ainda ser o carro-chefe da empresa, Matsui ressaltou que essa imagem não reflete toda a atuação da Korin. “Nosso foco está em soluções sustentáveis, adaptáveis a diferentes culturas e modelos de produção. Atuamos com agricultura regenerativa e buscamos sempre o equilíbrio entre produtividade e preservação ambiental”, disse.

    Bioinsumos ganham força no campo e na aquicultura

    Com mais de 600 clientes espalhados pelo Brasil, a Korin atende hoje uma área superior a 400 mil hectares. Em regiões como Petrolina (PE), por exemplo, produtores já utilizam os bioinsumos da empresa na produção de uvas para consumo e vinificação.

    Além disso, Matsui citou a aplicação dos insumos na recuperação ambiental. Em Maricá (RJ), a Korin participou de ações de despoluição de lagoas e rios, usando produtos biológicos que regeneram a água sem causar impactos negativos.

    A atuação da empresa também chegou à aquicultura. Os bioinsumos são aplicados diretamente nos tanques, promovendo um ambiente mais saudável para os peixes. Isso, segundo Matsui, reforça o compromisso da marca com uma cadeia produtiva responsável. “Desde o início, defendemos o respeito à vida — humana, animal e vegetal. Por isso, investimos em tecnologia com propósito”, afirmou.

    Edson Matsui, de preto, ao centro, com equipe Korin, clientes e fornecedores – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Certificação em pescados e expansão para novos mercados

    Reconhecida por ter sido a primeira empresa brasileira a conquistar o selo de bem-estar animal, a Korin ampliou recentemente esse modelo para o setor de pescados. Uma produtora da Patagônia chilena procurou a companhia para certificar a criação de um salmão cultivado em águas frias e naturais, sem o uso de antibióticos ou carrapaticidas.

    De acordo com Matsui, o processo foi avaliado com rigor técnico e aprovado. “Hoje, esse salmão já é vendido com a marca Korin. Isso mostra que é possível combinar exigência sanitária com respeito ao meio ambiente”, disse o executivo.

    Para ele, a saúde humana está diretamente ligada à qualidade dos alimentos. “Acreditamos que uma alimentação inadequada está na origem de muitos problemas de saúde. Por isso, buscamos produzir alimentos que contribuam para o bem-estar de quem consome e também de quem produz.”

    Por fim, Matsui destacou que o conceito de ESG sempre esteve presente na história da empresa, mesmo antes de o termo se tornar tendência global. “A filosofia de Mokiti Okada já nos guiava, nos anos 1930, a cuidar do solo, dos animais e das pessoas. Esse é o verdadeiro DNA da Korin”, concluiu.

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  • BASF apresenta tomate com resistência inédita e melancia adaptada ao consumidor na Hortitec 2025

    BASF apresenta tomate com resistência inédita e melancia adaptada ao consumidor na Hortitec 2025

    A BASF Soluções para Agricultura marcou presença na 30ª edição da Hortitec, em Holambra (SP), com uma proposta clara: unir inovação genética à sustentabilidade e à inteligência de mercado. Representada pela Nunhems, sua divisão de sementes de hortaliças, a empresa apresentou o Strongton, novo híbrido de tomate com resistência a múltiplas viroses, e reforçou a campanha da melancia Pingo Doce, uma fruta de menor porte pensada para atender ao consumidor moderno e conectar todos os elos da cadeia produtiva.

    Segundo Golmar Beppler, gerente de vendas da marca, a Hortitec é o evento mais estratégico do ano para a BASF no segmento hortifrúti. “É o momento em que conseguimos reunir nossas soluções e escutar, diretamente do produtor, os principais desafios enfrentados no campo. E isso nos orienta no desenvolvimento de tecnologias cada vez mais adaptadas às necessidades reais da lavoura”, afirmou.

    Golmar Beppler, Gerente de Vendas da Nunhems, marca de sementes e hortaliças da BASF – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Strongton: resistência genética para um futuro imprevisível

    Entre os destaques da BASF na feira está o Strongton, híbrido de tomate com pacote genético completo de resistências — incluindo ao vírus do rugoso do tomateiro, patógeno que ainda não chegou ao Brasil, mas já preocupa produtores de países como Argentina, México, Turquia e Espanha. A variedade também conta com resistência ao vira-cabeça e aos Gemini vírus, protegendo a lavoura desde o início do ciclo.

    “A gente percebe que o clima está ficando cada vez mais imprevisível, e queremos oferecer mais segurança ao nosso cliente produtor”, destacou Golmar. Segundo ele, além da parte aérea da planta, a BASF também investe em porta-enxertos que conferem resistência radicular, ampliando a proteção contra doenças de solo — um ponto crucial para manter o vigor e a produtividade da lavoura.

    Pingo Doce conecta campo, varejo e consumidor final

    A Pingo Doce, melancia de casca escura, formato reduzido (de 6 a 8 kg) e poucas sementes comestíveis, é outro case de inovação da BASF, com foco em conveniência e alto valor de mercado. “É uma solução que parte do campo, mas pensa no consumidor. A cadeia inteira se beneficia: produtor, distribuidor e varejo”, explicou Beppler.

    Pingo Doce é melancia de casca escura, formato reduzido (de 6 a 8 kg) e poucas sementes comestíveis – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Com alto teor de BRIX — indicador de doçura — e excelente aceitação comercial, a melancia vem sendo promovida como uma alternativa rentável ao modelo tradicional, que priorizava frutos de até 20 kg. “A Pingo Doce representa um reposicionamento no mercado, valorizando o quilo da fruta e oferecendo algo mais prático para o consumidor urbano”, completou.

    Portfólio químico reforça manejo contra viroses e doenças

    Além das sementes, a BASF também apresentou soluções químicas para o controle de pragas e doenças em hortifrúti. O inseticida Vinquo, com ingrediente ativo Inscalis, atua no manejo de pragas sugadoras, como a mosca-branca no tomate e o pulgão-verde na batata, ajudando a interromper o ciclo de viroses nas lavouras.

    No controle de doenças fúngicas, os fungicidas Mibelya e Melyra, ambos formulados com Revysol, foram reforçados como tecnologias com absorção rápida e ação adaptativa contra mutações de fungos. As soluções atendem cultivos como tomate, batata e citros, ampliando o leque de estratégias para a proteção fitossanitária com foco em produtividade e sustentabilidade.

    A BASF também adiantou que novas tecnologias estão sendo testadas no campo, especialmente voltadas ao combate ao greening na citricultura, uma das maiores preocupações dos produtores atualmente.

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  • Satis destaca tecnologia de aplicação e soluções consagradas para o hortifruti na Hortitec 2025

    Satis destaca tecnologia de aplicação e soluções consagradas para o hortifruti na Hortitec 2025

    Durante a 30ª edição da Hortitec, que acontece até esta sexta-feira (27) em Holambra (SP), a Satis reforçou seu compromisso com a agricultura sustentável e de alta performance, com foco especial na tecnologia de aplicação. A empresa apresentou ao público o Programa Aplik+, iniciativa técnica voltada a orientar produtores sobre boas práticas na pulverização agrícola — desde a elaboração da calda até a regulagem de equipamentos e adequação às condições climáticas.

    Além disso, o adjuvante Liq-D, desenvolvido para garantir estabilidade em caldas de baixo volume e aumentar a eficiência das aplicações, ganhou destaque entre as soluções da marca. O produto tem se mostrado especialmente eficaz em cenários de pulverização via drone e em culturas que exigem precisão no manejo, como as hortaliças.

    Programa Aplik+ leva técnica e segurança para o produtor

    Voltado à prática de campo, o Aplik+ traz uma abordagem completa para o momento da pulverização, incluindo pontos como a compatibilidade dos produtos, o tipo de bico utilizado, velocidade da máquina, pressão de trabalho e formação de gotas. “São detalhes que fazem diferença na entrega de nutrientes e defensivos, evitando perdas por deriva ou entupimento do pulverizador”, explica a equipe técnica da Satis.

    No estande da empresa, os visitantes puderam conversar com especialistas e esclarecer dúvidas sobre como melhorar a eficiência da aplicação, reduzir desperdícios e assegurar um manejo mais seguro e sustentável. O objetivo é garantir que os insumos usados no campo cheguem à planta de forma eficaz, evitando impactos ambientais e otimizando o investimento do produtor.

    Décio Shigihara, engenheiro agrônomo e Coordenador técnico da Satis – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Portfólio reúne eficiência agronômica e atuação nacional

    Na entrevista concedida à reportagem, o engenheiro agrônomo Décio Shigihara, coordenador técnico da Satis, destacou a força do portfólio da empresa para o segmento HF (hortifrúti). “Estamos trazendo para a feira produtos já consagrados, como o Mathury, Tatic e Vitan, que têm demonstrado excelentes resultados nas culturas de hortaliças”, afirmou.

    Sobre a presença na Hortitec, Shigihara ressaltou a importância do evento como espaço de relacionamento e troca técnica. “É uma oportunidade de atender nossos parceiros, conversar com produtores e empresas do setor, ouvir as demandas do campo e compartilhar soluções com muito carinho”, disse. Para ele, o momento é também de consolidar a imagem da Satis como uma empresa próxima do agricultor, com suporte técnico e presença nacional.

    Inovação e preparo técnico diante dos desafios do agro

    Mesmo em um cenário desafiador, o agronegócio brasileiro se mantém promissor, segundo o engenheiro. “Apesar dos pesares, estamos preparados para enfrentar os obstáculos. Temos uma equipe técnica altamente capacitada, que atua em todo o país com foco em diversas culturas: frutas, hortaliças, cereais”, explicou Shigihara. A proposta, segundo ele, é levar tecnologia ao campo com respaldo técnico, oferecendo mais do que produtos — um manejo completo, adaptado a cada realidade.

    A Satis atua há 25 anos no mercado e mantém seu centro de pesquisa em Araxá (MG), onde desenvolve soluções em nutrifisiologia e adjuvantes. A cultura da inovação orienta o desenvolvimento de tecnologias que visam melhorar a absorção de nutrientes e a saúde das plantas desde as raízes até as folhas. O conceito “Lavoura saudável. Negócio sustentável” traduz o propósito da marca: impulsionar a produtividade sem comprometer o meio ambiente.

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    + Agro em Campo: Primeiro dia da Hortitec reúne 10 mil visitantes e destaca força do hortifrúti nacional

  • Primeiro dia da Hortitec reúne 10 mil visitantes e destaca força do hortifrúti nacional

    Primeiro dia da Hortitec reúne 10 mil visitantes e destaca força do hortifrúti nacional

    Cerca de 10 mil visitantes passaram pelo Parque da Expoflora, em Holambra (SP), nesta quarta-feira (25), durante o primeiro dia da 30ª edição da Hortitec, a principal feira de horticultura da América Latina. Realizado até sexta (27), o evento reúne mais de 500 empresas expositoras e deve atrair cerca de 32 mil pessoas nos três dias, movimentando cerca de R$ 600 milhões em negócios, segundo a organização.

    Com foco em tecnologias voltadas ao cultivo protegido, horticultura, fruticultura e floricultura, a Hortitec 2025 consolida seu papel como plataforma estratégica de inovação e conexão entre produtores, empresas, técnicos e instituições do setor. A feira ocupa uma área de 30 mil metros quadrados e conta com ampla estrutura de recepção, incluindo novo pavilhão, estacionamento ampliado e acesso extra para facilitar a circulação dos visitantes.

    Visitantes durante o primeiro dia de Hortitec – Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Inovação, capacitação e crédito rural movimentam o setor

    Além da exposição comercial, a programação inclui painéis técnicos e atividades de capacitação. Um dos destaques deste ano é o debate sobre resiliência climática na horticultura, organizado pela Embrapa Hortaliças e pelo Instituto Brasileiro de Horticultura (Ibrahort), que reúne especialistas para discutir os impactos das mudanças no campo e as estratégias de adaptação tecnológica.

    Outro ponto forte da feira é a presença de instituições financeiras com linhas de crédito rural e soluções de financiamento voltadas à agricultura intensiva. O objetivo é incentivar investimentos em genética, irrigação, automação e insumos biológicos — áreas cada vez mais estratégicas para garantir produtividade e sustentabilidade no setor.

    Hortinov reforça papel da genética e dos biológicos no futuro do agro

    Durante os três dias, os visitantes terão acesso a lançamentos em sementes, mudas, substratos, defensivos, maquinários, estufas e sistemas inteligentes de produção. O evento também conta com a Hortinov, feira paralela dedicada exclusivamente à inovação genética e aos produtos biológicos, com transporte gratuito entre os espaços.

    A Hortitec se tornou um ponto de encontro tradicional do agronegócio, especialmente para os segmentos de frutas, verduras e flores, com crescente presença internacional. Para os expositores, é uma oportunidade de reforçar a presença no mercado, estabelecer parcerias e apresentar soluções integradas do campo à mesa do consumidor.

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    + Agro em Campo: Bayer destaca genética, controle de doenças e incentivo ao consumo de hortaliças na 30ª Hortitec

  • Bayer destaca genética, controle de doenças e incentivo ao consumo de hortaliças na 30ª Hortitec

    Bayer destaca genética, controle de doenças e incentivo ao consumo de hortaliças na 30ª Hortitec

    Com um estande movimentado e repleto de lançamentos, a Bayer participa da 30ª Hortitec, realizada entre os dias 25 e 27 de junho, em Holambra (SP), destacando suas estratégias para impulsionar o setor de hortaliças no Brasil. A empresa apostou na força da marca Seminis — linha de sementes de hortaliças da divisão Vegetables by Bayer — e em dois novos defensivos agrícolas com moléculas inéditas, voltados para o controle de doenças em culturas de alto valor agregado.

    A presença da Bayer na feira também envolveu iniciativas voltadas ao consumidor final. Com a campanha “Raízes do Sabor”, a empresa levou chefs de cozinha para preparar receitas com hortaliças durante o evento, reforçando a conexão entre alimentação saudável e o trabalho no campo. “A alimentação saudável vai de encontro com a missão da Bayer, que é ‘Saúde para todos, fome para ninguém’”, ressaltou Rafael Teixeira, gerente de contas da Seminis no Brasil.

    Portfólio Seminis aposta em resistência, produtividade e novos hábitos de consumo

    O portfólio da Seminis no Brasil conta atualmente com cerca de 120 variedades de sementes, distribuídas em 20 culturas. Durante a Hortitec, a marca apresentou soluções tanto para o agricultor quanto para as novas demandas do mercado consumidor. “As soluções para o agricultor em campo começam através de uma boa genética, que entrega produtividade, resistência a doenças e rusticidade. São essas características que o portfólio Seminis Bayer traz”, destacou Rafael.

    Rafael Teixeira e Fábio Maia – Foto: Agro em Campo/Pedro H. Lopes

    Entre os principais lançamentos está o tomate ComandanTY, desenvolvido com resistência à virose TYLCV (Tomato Yellow Leaf Curl Virus), uma das doenças mais preocupantes para a cultura. Para o Nordeste do país, a Bayer aposta no pimentão Landau, com alta rusticidade e tolerância à pressão bacteriana. Outro destaque é a cebola Codal, indicada para cultivo no fim do ano, especialmente em áreas de clima quente e seco.

    Além das soluções para o campo, a empresa apresentou produtos com foco direto no consumidor. Um deles é o “Bom de Mays”, milho doce tipo americano, voltado ao consumo fresco e ideal para churrascos. “Chamamos de milho americano pois é um milho que se usa para churrasco em outros países e que a gente quer fomentar no Brasil. É um milho extremamente saboroso e com apelo visual muito forte”, afirmou Rafael.

    Melão Orange Candy – Foto: Agro em Campo/Pedro H. Lopes

    Outro produto em evidência foi o melão Orange Candy, com casca amarela e polpa alaranjada. “É um melão muito doce, muito saboroso, de alta qualidade visual e sensorial. Boa parte do melão consumido na Europa é produzido no Rio Grande do Norte e Ceará. Com o Orange Candy, queremos trazer esse padrão premium também para o mercado nacional”, completou.

    Lançamentos em defensivos ampliam o controle de doenças difíceis no hortifrúti

    Na divisão de proteção de cultivos, a Bayer lançou dois fungicidas com propostas complementares e abrangência para várias culturas hortícolas. O Xivana Smart é indicado para o controle da requeima e do míldio, doenças que comprometem seriamente culturas como batata, tomate, cebola, uva e alface. O produto combina dois modos de ação distintos, o que aumenta a eficácia e a resistência das plantas.

    Já o Valpura tem ação sobre pintas bacterianas em batata e tomate, além de atuar contra oídio em uva, sarna em maçã e mal de sigatoka em banana — enfermidades que frequentemente desafiam os produtores. “A gente entende que essas duas inovações vão contribuir muito com o manejo do agricultor, porque são produtos com moléculas inovadoras. Isso significa uma performance de controle superior, é isso que o agricultor espera”, explicou Fábio Maia, gerente de portfólio de Frutas e Vegetais da Bayer.

    Foto: Agro em Campo/ Pedro H. Lopes

    Segundo ele, os lançamentos fazem parte de uma visão mais ampla da empresa sobre inovação no agro. “A tecnologia vem desde a semente até a pesquisa e desenvolvimento de moléculas para o manejo de pragas e doenças. Hoje, nosso portfólio tem mais de 50 produtos voltados ao hortifrúti, cobrindo mais de 40 culturas. Essa amplitude faz com que a gente consiga oferecer soluções reais para os desafios do dia a dia no campo”, afirmou.

    Durante a feira, o estande da Bayer também serviu como espaço de troca entre técnicos, pesquisadores, produtores e representantes comerciais. A empresa reforçou a importância de oferecer um pacote tecnológico completo, que vá da escolha da semente ao controle de pragas e à entrega de alimentos saudáveis ao consumidor final.

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  • Satis leva à Hortitec soluções para pulverização de alta performance

    Satis leva à Hortitec soluções para pulverização de alta performance

    A Satis apresenta na Hortitec 2025, que começa nesta quarta-feira (25) em Holambra (SP), seu programa Aplik+, voltado à correta aplicação de insumos agrícolas. Com foco em sustentabilidade e aumento da eficiência produtiva, a iniciativa oferece suporte técnico sobre como aplicar nutrientes e defensivos de forma mais precisa e segura, reduzindo perdas e riscos ao meio ambiente.

    No estande da empresa mineira, visitantes poderão interagir com uma equipe especializada que detalha desde a formação ideal da calda até questões como velocidade, pressão e tipo de bico de pulverização. “Queremos ajudar o produtor a aplicar os produtos da maneira certa, com qualidade e eficiência”, afirma a equipe técnica da Satis.

    Pulverização eficaz evita perdas e protege o equipamento

    Um dos pontos centrais do Aplik+ é a compatibilidade da calda: misturas incorretas podem causar entupimentos, sedimentações e danos ao pulverizador. O programa também orienta práticas para evitar a deriva, quando o produto aplicado é desviado pelo vento e atinge culturas vizinhas, com prejuízo à produção e risco ambiental.

    Durante a feira, será apresentado o adjuvante Liq-D, desenvolvido para estabilizar a calda e potencializar os resultados no campo. A solução faz parte do portfólio do Aplik+, alinhando tecnologia e praticidade para os principais cultivos do Brasil.

    Com 25 anos de atuação, a Satis é referência em nutrifisiologia e adjuvantes agrícolas, com sede em Araxá (MG). A empresa mantém um campo experimental próprio, onde realiza pesquisas voltadas à inovação e ao fortalecimento das lavouras, da raiz às folhas. Seus produtos atendem culturas como milho, soja, café, feijão, trigo, cana, algodão e horticultura.

    “A lavoura saudável é o primeiro passo para um negócio sustentável. E isso só é possível com técnicas adequadas, aplicação eficiente e foco em rentabilidade aliada ao cuidado com o meio ambiente”, reforça a marca.

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  • Bayer leva inovações em proteção de cultivos e genética à Hortitec

    Bayer leva inovações em proteção de cultivos e genética à Hortitec

    A Bayer marca presença na 30ª edição da Hortitec, que começa nesta quarta-feira (25), em Holambra (SP), com dois novos fungicidas e cultivares inéditas voltadas ao mercado hortifrúti. Com foco em produtividade, sustentabilidade e inovação genética, a empresa apresenta soluções integradas para o campo e também para o consumidor final.

    Entre os destaques estão os fungicidas Valpura e Xivana Smart, desenvolvidos para o controle de doenças que afetam a rentabilidade nas lavouras. O Valpura combate a pinta preta na batata e no tomate, oídio em uva, sarna em maçã e mal de sigatoka em banana. Já o Xivana Smart atua contra requeima e míldio em culturas como cebola, tomate, alface, batata e uva. “São ferramentas que reforçam nossa missão de promover uma agricultura mais sustentável e eficiente”, afirma Fabio Maia, Gerente de Portfólio Frutas e Vegetais da Bayer.

    Genética avançada para frutas e hortaliças

    No estande da marca Seminis, braço de sementes da Bayer, os visitantes encontram o melão Orange Candy, de casca amarela, polpa crocante e alto teor de açúcar, e o milho doce Bom de Mays, voltado ao consumo in natura. Ambos combinam sabor, resistência a doenças e facilidade no manejo. “Essas cultivares mostram como a inovação genética pode transformar a horticultura brasileira”, diz Franco Valdivieso, Gerente de Marketing de Clientes da Seminis.

    O portfólio ainda inclui o tomate ComandanTY, tolerante à virose TY, alface Eneida, que evita pendoamento precoce, cenoura Catânia, adaptada ao inverno, e a cebola Codal, com vigor de planta e uniformidade.

    Campo à mesa com experiência sensorial

    Além das tecnologias, a Bayer promove a ação “Raízes do Sabor”, conduzida pelo chef John Leon. O público pode experimentar pratos preparados com os ingredientes cultivados com o apoio das soluções da marca, como o melão Orange Candy e o milho doce Bom de Mays. “Queremos que o público experimente o sabor da inovação”, afirma Rafael Texeira, Gerente de Contas da Seminis.

    A Hortitec 2025 segue até sexta-feira (27), reunindo os principais nomes do agronegócio hortifrúti da América Latina.

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