Tag: hamburguer

  • JBS lidera mercado de hambúrgueres no Brasil

    JBS lidera mercado de hambúrgueres no Brasil

    A JBS atingiu 45,6% de participação no mercado brasileiro de hambúrgueres, somando as marcas Friboi e Seara, segundo dados da Nielsen.

    O hambúrguer está presente em cerca de 70% dos lares brasileiros e cresce em média 5% em volume e 7% em valor ao ano, segundo dados de mercado. A expansão é impulsionada pela busca por praticidade e consumo dentro de casa.

    Seara e Friboi impulsionam inovação

    A Seara vem ampliando seu portfólio com produtos de maior valor agregado, incluindo a linha Blend Burger Seara Gourmet, com versões de cortes Angus e combinações especiais.

    A marca também lançou hambúrguer para Air Fryer e mini-hambúrguer voltado ao churrasco, ampliando o consumo em novas ocasiões.

    Já a Friboi fortaleceu sua atuação com a linha Maturatta, voltada ao churrasco, com hambúrgueres de cortes como picanha, costela e fraldinha, ampliando a presença no segmento premium.

    Varejo e experiência de compra

    Além da inovação em produtos, o grupo investe em execução no ponto de venda, com espaços dedicados como o “Espaço Burger”, criado para aumentar visibilidade e facilitar a jornada de compra do consumidor.

    As ações incluem organização de sortimento, exposição estratégica e estímulo à compra por impulso, reforçando a presença das marcas no varejo alimentar.

  • Dia do Hambúrguer: conheça a origem da data e 3 receitas irresistíveis para fazer em casa

    Dia do Hambúrguer: conheça a origem da data e 3 receitas irresistíveis para fazer em casa

    Celebrado em 28 de maio, o Dia do Hambúrguer homenageia um dos alimentos mais populares do planeta. Embora muita gente associe o prato aos Estados Unidos, sua origem começou muito antes, na cidade de Hamburgo, na Alemanha, onde era comum o consumo de carne moída temperada moldada em formato de disco.

    Com a imigração europeia para os EUA durante o século XIX, especialmente de alemães, a receita ganhou uma nova versão. Aos poucos, a carne passou a ser servida entre pães e se transformou no hambúrguer conhecido atualmente. Além disso, o prato se tornou símbolo da cultura do fast food e conquistou espaço em diversos países graças à expansão das redes de lanchonetes.

    No Brasil, o hambúrguer começou a se popularizar entre as décadas de 1950 e 1960, impulsionado por restaurantes inspirados no modelo americano. Desde então, o prato ganhou releituras criativas e versões gourmet, vegetarianas e até à base de peixe.

    Para entrar no clima da data, selecionamos três receitas especiais para preparar em casa e celebrar o Dia do Hambúrguer com muito sabor.

    Hambúrguer de prato com batatas

    Ingredientes do hambúrguer

    • 200 g de patinho moído;
    • 1 colher (sopa) de azeite;
    • 1 colher (sopa) de mostarda de Dijon;
    • 2 colheres (sopa) de creme de leite;
    • 1 colher (sopa) de leite;
    • Sal e pimenta-do-reino moída na hora a gosto.

    Modo de preparo

    Misture a carne com o azeite, o sal e a pimenta-do-reino usando as mãos. Em seguida, modele uma bola e aperte delicadamente até formar o hambúrguer.

    Depois, aqueça uma frigideira antiaderente em fogo alto. Quando estiver bem quente, adicione um fio de azeite e coloque os hambúrgueres. Deixe dourar por cerca de 1 minuto de cada lado.

    Caso prefira a carne mal passada, cozinhe por aproximadamente 4 minutos no total, virando de minuto em minuto. Já para um ponto mais firme, deixe por cerca de 6 minutos.

    Retire os hambúrgueres da frigideira e reserve sobre as batatas. Logo depois, sem lavar a panela, acrescente os ingredientes do molho e cozinhe em fogo médio até engrossar. Finalize regando o molho sobre a carne.

    Ingredientes das batatas

    • 1 batata;
    • 2 colheres (sopa) de creme de leite;
    • 1 colher (sopa) de leite;
    • Sal e pimenta-do-reino a gosto;
    • Noz-moscada a gosto.

    Modo de preparo

    Lave bem a batata, descasque e corte em rodelas finas. Em seguida, coloque em um recipiente próprio para micro-ondas, cubra com água e tempere com sal.

    Leve ao micro-ondas por 10 minutos. Depois, escorra a água com cuidado. Acrescente o creme de leite e o leite, misture e tempere com sal, pimenta-do-reino e noz-moscada.

    Retorne ao micro-ondas por mais 5 minutos. Por fim, organize as fatias em formato circular para servir.

    Hambúrguer de faláfel

    Ingredientes

    • 1¼ de xícara (chá) de grão-de-bico seco (250 g);
    • ½ cebola;
    • ¼ de xícara (chá) de folhas de salsinha;
    • ¼ de xícara (chá) de folhas de coentro;
    • 1 dente de alho;
    • ½ colher (chá) de bicarbonato de sódio;
    • 1½ colher (sopa) de farinha de trigo;
    • 1 colher (chá) de cominho em pó;
    • 1 colher (chá) de pimenta síria;
    • ¼ de colher (chá) de canela em pó;
    • 1 colher (chá) de sementes de coentro;
    • 1 colher (chá) de sal;
    • Noz-moscada e pimenta-do-reino a gosto;
    • 2 xícaras (chá) de óleo para fritar.

    Modo de preparo

    Coloque o grão-de-bico em uma tigela com bastante água e deixe de molho por 24 horas. Depois desse período, escorra bem e seque os grãos com um pano limpo. Esse processo ajuda a evitar que os hambúrgueres se quebrem durante a fritura.

    Na sequência, descasque a cebola e o alho. Lave e seque as ervas. Bata tudo no processador até triturar bem.

    Adicione os grãos de grão-de-bico aos poucos e processe novamente, deixando a massa levemente granulada. Em seguida, misture o bicarbonato e a farinha.

    Divida a massa em 6 partes e modele os hambúrgueres pressionando bem para deixá-los compactos.

    Aqueça o óleo em fogo médio até atingir aproximadamente 190 ºC. Depois, frite os hambúrgueres por cerca de 5 minutos, virando na metade do tempo para dourar dos dois lados.

    Por fim, escorra em papel-toalha e sirva acompanhado de batatas rústicas e queijo de iogurte.

    Hambúrguer de salmão

    Ingredientes

    • 600 g de filé de salmão sem pele;
    • Raspas de 1 limão;
    • Caldo de ½ limão;
    • ½ xícara (chá) de farinha de rosca;
    • Azeite a gosto;
    • 1½ colher (chá) de sal;
    • Pimenta-do-reino moída na hora a gosto.

    Modo de preparo

    Corte o salmão em pedaços e bata no processador usando o modo pulsar até triturar bem.

    Transfira o peixe para uma tigela e acrescente as raspas e o caldo de limão. Depois, adicione azeite, sal e pimenta-do-reino e misture até incorporar os ingredientes.

    Divida a massa em 4 partes iguais. Em seguida, modele os hambúrgueres pressionando bem com as mãos para manter o formato firme.

    Passe cada hambúrguer na farinha de rosca dos dois lados para empanar levemente.

    Aqueça uma chapa ou frigideira antiaderente em fogo médio. Quando estiver quente, adicione azeite e grelhe os hambúrgueres por cerca de 3 minutos de cada lado. Vire apenas quando a superfície estiver dourada e soltar facilmente da chapa.

    Sirva imediatamente.

  • Farinha de castanha supera proteína do trigo em 60%

    Farinha de castanha supera proteína do trigo em 60%

    A farinha de castanha-do-brasil tem teor de proteína 60% maior que o da farinha de trigo. Pesquisas da Embrapa comprovam o potencial desse ingrediente para o mercado de proteínas vegetais no Brasil. Além disso, a Embrapa desenvolveu farinha parcialmente desengordurada e concentrado proteico da castanha-do-brasil.

    Os pesquisadores aplicaram os ingredientes em hambúrguer, quibe e proteína vegetal texturizada. Como resultado, os produtos tiveram boa avaliação de sabor, textura e aparência. Agora, a Embrapa destaca que a tecnologia está pronta para testes em escala comercial.

    Segundo a pesquisadora Ana Vânia Carvalho, o Brasil precisa diversificar fontes nacionais de proteína vegetal.
    Por isso, os estudos focam no uso sustentável da biodiversidade brasileira. Além disso, as pesquisas incentivam geração de renda e novos ingredientes para a indústria alimentícia. O trabalho integra o Programa Biomas do The Good Food Institute Brasil. O projeto recebeu financiamento do Fundo JBS pela Amazônia.

    Castanha revela alto valor nutricional

    Os pesquisadores conduziram os estudos no Laboratório de Agroindústria da Embrapa Amazônia Oriental, no Pará. Primeiramente, a equipe analisou profundamente a composição da castanha-do-brasil. O alimento possui cerca de 15% de proteína e alto valor energético. Além disso, contém 67% de gorduras e sete por cento de carboidratos. Assim, os especialistas consideram a castanha promissora para proteínas alternativas.

    Para Carvalho, a castanha simboliza a sociobiodiversidade amazônica. Além disso, a oleaginosa pode fortalecer cadeias produtivas regionais. Consequentemente, a inovação valoriza pequenos produtores e indústrias locais.

    Subproduto industrial vira ingrediente proteico

    A indústria cosmética utiliza o óleo da castanha-do-brasil como principal matéria-prima. No entanto, a extração do óleo gera torta rica em nutrientes. Essa torta serviu como base para os novos ingredientes desenvolvidos pela Embrapa.

    Além disso, os pesquisadores aproveitaram castanhas quebradas ou fora do padrão comercial. Assim, o processo reduziu desperdícios e ampliou o aproveitamento da matéria-prima. Após a retirada do óleo, a farinha atingiu 32,4% de proteína. Isso representa aumento de 116% em relação ao teor original.

    Enquanto a farinha de trigo tem cerca de 13 gramas por 100 gramas. Já a farinha de castanha reúne quase 33 gramas de proteína. Portanto, a versão amazônica supera o trigo em cerca de 60%. A partir da farinha, a Embrapa produziu concentrado proteico com até 56% de proteína. Em seguida, os cientistas formularam produtos para o consumidor final. Eles testaram hambúrguer e quibe com farinha e concentrado proteico. Também produziram proteína texturizada com concentrado e proteína de soja.

    Embrapa desenvolve quibe e hambúrguer vegetais

    Foto: divulgação – Embrapa/Kadijah Suleiman

    A Embrapa Agroindústria de Alimentos, no Rio de Janeiro, desenvolveu os dois produtos vegetais. Segundo os pesquisadores, sabor, textura e aparência se assemelham aos produtos de origem animal. A instituição publicou o estudo e disponibilizou o material para download. A equipe utilizou farinha e concentrado proteico nas receitas. Segundo Janice Lima, o projeto transforma coproduto em alimento direto ao consumidor.

    Além disso, a proposta atende públicos vegetarianos, veganos e flexitarianos. No quibe, a farinha contém seis por cento de óleo e 32% de proteína. Também apresenta dez por cento de fibras. Os demais ingredientes são facilmente encontrados no comércio. O produto pode ser consumido logo após o preparo. Na indústria, a fabricação inclui embalagem e congelamento.

    O fabricante pode comercializar em versão crua, pré-assada ou congelada. No hambúrguer vegetal, os pesquisadores indicam o concentrado proteico. O ingrediente apresenta sete por cento de óleo e 56% de proteína. Além disso, oferece 13% de fibras. Após moldagem, o produto deve ser embalado e congelado.

    Produtos recebem classificação nutricional da Anvisa

    A Anvisa classifica o quibe como alimento de alto teor de fibras. Cada 80 gramas oferecem 6,8 gramas de fibras.
    Já o hambúrguer é fonte de fibras, com 4,5 gramas por porção. A avaliação considera a Instrução Normativa número 75, de 2020.

    Texturizado se assemelha à proteína de soja

    Foto: divulgação – Embrapa/Kadijah Suleiman

    Além dos alimentos, a Embrapa desenvolveu proteína texturizada vegetal de castanha e soja. O ingrediente contém cerca de 56% de proteína. O uso é semelhante ao da proteína texturizada de soja tradicional. Segundo Melicia Galdeano, o produto amplia fontes proteicas nacionais. Além disso, a inovação fortalece o mercado plant-based brasileiro. Atualmente, soja e ervilha dominam o setor de proteínas vegetais. No entanto, a castanha surge como alternativa sustentável. Portanto, a pesquisa incentiva plantio e beneficia comunidades locais.

    Consumidores aprovam novos produtos

    Os pesquisadores realizaram testes sensoriais com consumidores. Os participantes avaliaram quibe, hambúrguer e proteína texturizada vegetal. O público aprovou aparência, sabor e textura dos produtos. Segundo Daniela Freitas de Sá, os alimentos reproduzem padrões tradicionais. Assim, os coprodutos da castanha mostram alto potencial industrial. Consequentemente, o setor plant-based ganha nova alternativa nacional.

  • Carne bovina atinge preços recordes nos EUA

    Carne bovina atinge preços recordes nos EUA

    Os preços da carne bovina nos Estados Unidos alcançaram níveis recordes em agosto de 2025, com a carne moída atingindo US$ 6,34 por libra em julho. Enquanto bifes não cozidos também bateram máxima histórica de US$ 11,88 por libra.

    O Departamento de Agricultura americano (USDA) registra o menor rebanho bovino desde a década de 1950. Sâo apenas 27,9 milhões de cabeças de gado para produção de carne, uma queda de 13% em relação a 2019. O preço médio do varejo para toda carne bovina fresca atingiu um recorde de US$ 8,50 por libra em abril de 2025, registrando 23 meses consecutivos de aumentos anuais.

    Bernt Nelson, economista agrícola da American Farm Bureau Federation, alerta que a oferta permanece limitada mesmo após o período tradicional de churrascos devido à redução histórica do rebanho e às secas nos principais estados produtores.

    Tarifas restringem importações brasileiras

    A situação se agrava com a política comercial restritiva do governo Trump. O presidente americano anunciou tarifas de 50% sobre produtos brasileiros em julho, adicionais aos 10% já impostos desde abril.

    Os dados da Secex/Brasil mostram o impacto imediato das tarifas: as exportações de carne bovina para os EUA despencaram de 48 mil toneladas em abril para 18 mil toneladas em junho, uma queda de 62%.

    O Brasil representava parcela significativa das importações americanas de carne bovina. Mas enfrentava anteriormente uma cota anual de 65 mil toneladas com tarifa zero, que agora passa a ter tarifa mínima de 10%.

    Projeções indicam pressão contínua nos preços

    O USDA ajustou para cima as projeções de preços para 2025 com base nos dados reais até junho, mantendo inalterada a previsão para 2026. A CattleFax projeta que o mercado de bezerros deve ter média de US$ 3,30 a US$ 3,40 por bezerro macho em 2025, comparado aos US$ 3,10 de 2024.

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    Para 2025, o déficit comercial americano de carne bovina deve atingir 1,8 bilhão de libras. O maior desde 2006, quando as exportações ainda se recuperavam de restrições comerciais temporárias.

    Empresas enfrentam desafios operacionais

    Para empresas do setor alimentício e redes varejistas, o cenário atual representa desafios complexos no gerenciamento de preços, disponibilidade de produtos e composição do mix de proteínas oferecidas aos consumidores.

    Dados do setor mostram que o americano médio deve consumir 59,1 libras de carne bovina em 2025, comparado a 102,5 libras de frango e 50,3 libras de suíno. Indicando que a demanda permanece robusta apesar dos preços elevados.

    A nova tarifa de 50% deve reduzir drasticamente as importações brasileiras. E forçar compradores americanos a buscar fornecedores alternativos no Mercosul, incluindo Argentina, Uruguai e Paraguai.

    A combinação de oferta doméstica restrita, política comercial protecionista e demanda sustentada mantém o setor sob pressão inflacionária. Com perspectivas de que os preços recordes persistam ao longo do segundo semestre de 2025.

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