Tag: Geraldo Alckimin

  • Governo lança R$ 10 bilhões em crédito para máquinas agrícolas na Agrishow 2026

    Governo lança R$ 10 bilhões em crédito para máquinas agrícolas na Agrishow 2026

    O governo federal usou a abertura da 31ª Agrishow, neste domingo (25), em Ribeirão Preto (SP), para anunciar R$ 10 bilhões em crédito destinado à compra de máquinas e implementos agrícolas. O vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, comandaram o lançamento da nova fase do MOVE Brasil, batizada de Move Agricultura, e reforçaram compromissos com o seguro rural e a renegociação de dívidas do setor.

    Foto: MAPA

    “O governo está liberando recursos para o setor de máquinas. Serão R$ 10 bilhões, com juros bem mais baixos, para financiar tratores, implementos e colheitadeiras, fortalecendo a modernização do campo”, afirmou Alckmin durante a cerimônia.

    Como funciona o Move Agricultura

    Os financiamentos contam com taxas de juros de um dígito e chegam ao produtor por meio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), com participação do Banco do Brasil, cooperativas e instituições financeiras privadas.

    A nova fase segue o modelo da primeira etapa do programa, voltada ao setor de caminhões, cujos recursos se esgotaram em cerca de 90 dias, evidenciando a alta demanda por crédito no segmento.

    Alckmin também anunciou outras medidas de apoio à produção: R$ 15 bilhões pelo programa Brasil Soberano, direcionado a segmentos afetados no comércio exterior, e mais R$ 10 bilhões para financiamento de bens de capital.

    Seguro rural e renegociação de dívidas na pauta

    André de Paula destacou três prioridades do Ministério da Agricultura para os próximos meses: um novo recorde no Plano Safra com taxas compatíveis à realidade dos produtores, a aprovação do projeto de lei do seguro rural e uma nova proposta de renegociação de títulos rurais.

    Foto: Rodarte/Agro em Campo

    “Mais importante do que assegurar um valor expressivo de recursos é conseguir trabalhar com uma taxa compatível. E que viabilize o acesso dos nossos produtores”, disse o ministro.

    Alckmin reforçou que a renegociação de dívidas vale tanto para produtores inadimplentes quanto para os adimplentes. Ele também citou as mudanças climáticas como fator que torna o seguro rural ainda mais urgente. “É evidente que as mudanças climáticas criam uma insegurança muito maior. Há necessidade de integração e apoio para melhorarmos o seguro rural”, afirmou.

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    O deputado federal Arnaldo Jardim, vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), acompanhou os anúncios e cobrou avanço na renegociação. “Nós precisamos de um projeto de renegociação das dívidas para que o produtor possa retomar a sua produção e restabelecer a sua capacidade produtiva. Isso é indispensável”, disse.

    Ribeirão Preto como símbolo do agro nacional

    André de Paula aproveitou o palco da Agrishow para ressaltar o peso estratégico do agronegócio brasileiro, responsável por 25% do PIB e 49% da pauta de exportações. E destacar Ribeirão Preto como polo de referência nacional.

    “A região reúne alta produtividade, inovação e integração entre produção e indústria. Simboliza o Brasil que produz energia limpa, alimento e desenvolvimento”, afirmou o ministro, lembrando que a área concentra uma das maiores produções mundiais de açúcar e etanol.

    Agrishow 2026: confiança e tecnologia

    Uma das maiores feiras de tecnologia agrícola do mundo, a Agrishow reúne anualmente produtores rurais, fabricantes de máquinas, startups e instituições do setor. Em 2025, o evento recebeu cerca de 197 mil visitantes e movimentou R$ 14,6 bilhões em negócios.

    Foto: Rodarte/Agro em Campo

    O presidente da feira, João Carlos Marchesan, colocou a edição de 2026 como um sinal de otimismo do setor. “O mundo espera que o Brasil aumente a oferta de alimentos em 40% até 2050. Isso não é apenas uma pressão, é uma oportunidade soberana”, afirmou.

    A equipe do Agro em Campo estará presente na feira, com uma cobertura especial do evento.

  • Governo apresenta planos para isentar café das tarifas americanas

    Governo apresenta planos para isentar café das tarifas americanas

    O governo brasileiro trabalha com duas estratégias para proteger o café das tarifas que os Estados Unidos impõem aos produtos brasileiros. A informação veio à tona durante reunião entre o vice-presidente Geraldo Alckmin e representantes do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), realizada nesta quarta-feira, 22 de outubro, em Brasília.

    Foto: Wenderson Araujo/Trilux/Sistema CNA/Senar

    O diretor-geral do Cecafé, Marcos Matos, e o diretor técnico Eduardo Heron apresentaram ao ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) um panorama atualizado da cafeicultura nacional e mundial. Incluindo dados sobre produção, exportação e consumo nos principais mercados.

    Duas frentes de ação em andamento

    Alckmin detalhou as negociações em curso com autoridades americanas e revelou as duas alternativas que o Brasil propõe para o café. A primeira prevê a suspensão de todas as tarifas sobre produtos brasileiros enquanto os dois países negociam um acordo comercial bilateral. A segunda mantém o café na lista de isenção produto a produto. Conforme estabelece a ordem executiva que o presidente Donald Trump assinou em 5 de setembro.

    “O governo brasileiro já formalizou a primeira proposta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. E também aos demais secretários americanos do Comércio e ao USTR, representante de Comércio dos Estados Unidos. A administração Trump agora avalia a solicitação”, explica Matos.

    O vice-presidente garantiu que, caso a suspensão geral não aconteça, o café encabeça a lista de produtos que Brasil e Estados Unidos querem incluir no anexo 2 da ordem executiva, com isenção total de tarifas. Outros produtos, como celulose e algumas madeiras, já conquistaram esse benefício e não pagam nem os 10% da tarifa-base estabelecida em abril.

    Reunião entre presidentes acontece no domingo

    Os ministérios das Relações Exteriores, da Agricultura e Pecuária, da Fazenda e o próprio MDIC, através da Câmara de Comércio Exterior (CAMEX), trabalham intensamente nos preparativos para o encontro entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump, marcado para domingo, 26 de outubro, na Malásia.

    “Alckmin nos informou que solicitou diretamente ao presidente Lula para abordar a possibilidade de suspensão das tarifas até a conclusão do acordo bilateral nessa conversa”, revela o diretor-geral do Cecafé.

    O vice-presidente enfatizou que a reunião entre os mandatários priorizará temas econômicos, com senso de urgência. Alckmin também manifestou interesse em manter contato permanente com o Cecafé para avaliar cenários e resolver outros desafios que as exportações de café enfrentam nos Estados Unidos e em outros mercados internacionais.

    Foto: Divulgação Cecafé

    Participaram do encontro, além de Matos e Heron, a secretária de Comércio Exterior Tatiana Prazeres, o secretário de Desenvolvimento Industrial, Inovação, Comércio e Serviços Uallace Lima e o secretário-executivo da CAMEX Rodrigo Loureiro.

  • Alckmin promete atenção ao Plano Safra e comenta tarifas de Trump na Agrishow

    Alckmin promete atenção ao Plano Safra e comenta tarifas de Trump na Agrishow

    Durante a abertura da 30ª edição da Agrishow, o vice-presidente Geraldo Alckmin afirmou que as tarifas impostas por Donald Trump impulsionarão o acordo Mercosul-União Europeia. O evento, considerado a maior feira de tecnologia agrícola da América Latina, começou neste domingo, 27, em Ribeirão Preto (SP). Ao mesmo tempo, Alckmin destacou que o Brasil buscará o diálogo com os Estados Unidos. “Se for olho no olho, todos ficam cegos”, afirmou, ao comentar os impactos da política tarifária norte-americana.

    Além disso, com tom bem-humorado, o vice-presidente apresentou medidas recentes para fortalecer o agronegócio. Ele citou o aumento da mistura de etanol na gasolina para 30%, com previsão de chegar a 35%. Também destacou a adoção de 14% de biodiesel no diesel comum. Alckmin relembrou o lançamento do programa Nova Indústria Brasil (NIB) no ano passado. Em resumo, a iniciativa oferece financiamento para inovação em diversos setores, inclusive o agro, com juros de 4,5% ao ano. Segundo Alckmin, Ribeirão Preto virou o centro das atenções do país. O vice-presidente ressaltou que as medidas representam novas oportunidades, especialmente para a indústria da cana-de-açúcar.

    Setor agropecuário faz cobranças ao governo

    Apesar do clima de celebração, o setor agropecuário cobrou ações mais concretas do governo federal. Alckmin recebeu uma homenagem da organização da Agrishow, mas enfrentou críticas durante os discursos. O deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), pediu um Plano Safra 2025/26 mais robusto. Ele defendeu mais investimentos no seguro rural e no Fundo de Investimento do Agronegócio (Fiagro). “Queremos um Fiagro sem taxação”, afirmou Lupion. Em resposta, Alckmin prometeu levar as demandas ao governo. No entanto, ele evitou falar em valores, pois os recursos dependerão da taxa Selic, atualmente em 14,25%. “Espero que a Selic não suba”, disse, durante coletiva de imprensa.

    Discursos ganharam tom eleitoral

    Foto: Agro em Campo – Henrique Rodarte

    O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), elevou o tom político na abertura da feira. Ele declarou que, ao lado de Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, forma a melhor safra de governadores da história. Caiado, que lançou pré-candidatura à Presidência da República, projetou vitória nas próximas eleições. Zema, por outro lado, evitou o tema e destacou apenas as ações do governo mineiro em apoio ao agronegócio.

    Agrishow espera movimentar R$ 15 bilhões

    A Agrishow começa oficialmente nesta segunda-feira, 28, e vai até sexta-feira, 2. Em geral, a organização espera receber mais de 200 mil visitantes e gerar R$ 15 bilhões em negócios. Ou seja, o valor representa alta de 10,3% em comparação com a edição anterior.

    O secretário de Agricultura de São Paulo, Guilherme Piai, elogiou o impacto da feira no agro brasileiro. “Se deixamos de ser importadores para nos tornarmos exportadores de alimentos, devemos isso à Agrishow”, afirmou. Além disso, Piai também destacou ações recentes do governo estadual. Entre elas, a concessão de títulos de posse em assentamentos e a construção de 722 moradias populares. Além disso, o estado promete concluir 200 mil Cadastros Ambientais Rurais (CAR) até o final deste ano, o que corresponderá a metade das propriedades paulistas.

    Agrishow foca em tecnologia e inclusão

    O presidente da Agrishow, José Carlos Marchesan, destacou os investimentos feitos para melhorar a infraestrutura do evento. Segundo ele, mais de R$ 5 milhões foram aplicados no asfaltamento das avenidas. “Para o ano que vem, vamos terminar todas as ruas”, prometeu. Em resumo, Marchesan afirmou que a edição deste ano será marcada pela tecnologia de ponta. Entre as novidades, estão equipamentos com inteligência artificial, a ampliação da participação feminina e a integração com pequenos produtores.

    Ao todo, 800 expositores ocupam 520 mil metros quadrados de feira. O espaço reúne 40 startups voltadas para inovação no agronegócio. Durante a cerimônia, a organização homenageou empresas e lideranças que ajudaram a consolidar a feira. Receberam homenagens Baldan, Marchesan, Jumil, Jacto e outras sete marcas que participaram de todas as edições da Agrishow.

    Feira impulsiona economia de Ribeirão Preto

    O prefeito de Ribeirão Preto, Ricardo Silva (PSD), estimou que a Agrishow movimentará R$ 500 milhões na economia local. Ele prevê a geração de sete mil empregos diretos e indiretos. Ao mesmo tempo, Silva também anunciou uma obra de acesso da Avenida Independência à Rodovia Antônio Duarte Nogueira. O projeto foi aprovado e será integrado ao novo complexo do Hospital das Clínicas (HC), que o governo paulista construirá na região.

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  • Indústria de alimentos anuncia R$ 120 bilhões em investimentos até 2026

    Indústria de alimentos anuncia R$ 120 bilhões em investimentos até 2026

    Em reunião no Palácio do Planalto, a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (ABIA) confirmou um investimento de R$ 120 bilhões até 2026. O vice-presidente Geraldo Alckmin destacou a importância do setor, que gera 2 milhões de empregos diretos e 8 milhões indiretos, além de ser um líder global em exportações de alimentos industrializados.

    “O setor é campeão de investimentos e exportações”, afirmou Alckmin. O presidente Lula também expressou otimismo: “Eu duvido que tenha um brasileiro mais otimista do que eu em relação ao Brasil”.

    Rui Costa, ministro-chefe da Casa Civil, ressaltou a intenção do governo de facilitar o crescimento econômico: “Nós queremos ser facilitadores para que vocês possam atuar e fazer este país crescer”. Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário, comentou: “Os dados de investimentos dão clareza que o Brasil é o lugar no mundo do crescimento sustentável”.

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    João Dornellas, presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos, destacou a capacidade de exportação do setor: “Além de abastecer a mesa do brasileiro, exportamos 26% do que produzimos para 190 países”. Carlos Fávaro, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, reforçou a segurança do investimento no setor.

    Participaram da reunião outros ministros, representantes do BNDES, e empresários de grandes empresas como Nestlé, Mondelez, Unilever, Cargill, e Coca-Cola. A ABIA, junto com esses líderes, pretende continuar impulsionando a economia brasileira através do setor alimentício.

  • Café: ApexBrasil fecha acordo com grupo chinês Luckin Coffe

    Café: ApexBrasil fecha acordo com grupo chinês Luckin Coffe

    Durante a visita do vice-presidente Geraldo Alckmin à China, a Agência Brasileira de Promoção à Exportação (ApexBrasil) firmou um acordo significativo para venda de café com a Luckin Coffee, a maior rede de cafeterias do país asiático. O acordo, alcançado durante o Seminário Econômico Brasil-China, envolve a exportação de 120 mil toneladas de café brasileiro, totalizando um valor de meio bilhão de dólares. Do mesmo modo, este contrato impulsiona a presença do café brasileiro na China, onde a Luckin Coffee, com mais de 16 mil lojas, emergiu como a principal importadora do produto.

    A crescente demanda por café na China, que tradicionalmente consome chá, reflete uma mudança cultural e econômica. Em 2022, a China importou US$ 80 milhões em café brasileiro, e este número saltou para US$ 280 milhões em 2023. Deste modo, com o novo acordo espera-se um aumento ainda maior no consumo de café. De acordo com dados do Hongqiao International Coffee Hub a indústria de café chinesa cresceu 17% ao ano de 2020 a 2023. Estima-se que esse mercado pode atingir um valor de US$ 36 bilhões em 2024.

    Vinicius Estrela, diretor executivo da Associação Brasileira de Cafés Especiais (BCSA), destacou que este acordo representa uma oportunidade para o Brasil consolidar sua posição como principal fornecedor de café em um mercado chinês em rápida expansão. As relações econômicas entre Brasil e China, que completam 50 anos em 2024, têm se intensificado nas últimas duas décadas. Como resultado, o Brasil registrando um superávit comercial de US$ 51,1 bilhões com a China em 2023.

    Exportação de Café do Brasil para a China em 2023

    Em 2023, o Brasil exportou um volume significativo de café para a China, totalizando US$ 280 milhões. É um aumento expressivo em relação aos US$ 80 milhões de 2022. E reflete a crescente demanda por café no mercado chinês, impulsionada por acordos como o firmado com a Luckin Coffee. Além disso, a expansão do mercado chinês de café,  projeta um valor de mercado de US$ 36 bilhões em 2024. Um crescimento a uma taxa de 17% ao ano,

    Breve História da Luckin Coffee

    A Luckin Coffee, fundada em 2017, rapidamente se tornou a maior rede de cafeterias na China, superando gigantes como a Starbucks em número de lojas. Com mais de 16 mil estabelecimentos em todo o país, a Luckin Coffee focou em uma estratégia de expansão agressiva e marketing digital. Por fim, em 2019, a empresa abriu capital na NASDAQ. E também enfrentou um escândalo financeiro em 2020, envolvendo a manipulação de receitas. Por último, após uma reestruturação, a Luckin Coffee voltou a crescer, consolidando sua posição como líder no mercado de café chinês.

  • Plano Safra 2024/2025 deve ser recorde

    Plano Safra 2024/2025 deve ser recorde

    O anuncio do Plano Safra Brasil 2024-2025 está gerando grande expectativa entre os produtores e a indústria do agronegócio. Esse plano é essencial para definir as diretrizes de financiamento e apoio ao setor agrícola no próximo ciclo.

    O governo federal prometeu um valor recorde para os agricultores, com taxas de juros mais baixas do que as aplicadas no ciclo anterior. O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, informou que o volume de recursos a serem oferecidos deve representar um novo recorde e que a expectativa é que o Plano Safra seja maior e eficiente, trazendo mais oportunidades no campo.

    Recursos estão sendo negociados entre os ministérios da Agricultura e da Fazenda, e devem superar os trezentos e sessenta bilhões do ano passado, um aumento de mais de trinta por cento.

    Os deputados da Frente Parlamentar da Agropecuária se reuniram ontem em Brasília, e o encontro foi momento para o debate sobre as expectativas dos produtores para esse anuncio. Além do valor maior que do ano passado, também é esperado a confirmação de um seguro de pelo menos três bilhões de reais.

    O setor aguarda apoio para a adoção de novas tecnologias, incluindo agricultura de precisão e biotecnologia, para aumentar a produtividade e a eficiência. O plano deve reforçar a segurança alimentar, assegurando que os agricultores tenham acesso a recursos e insumos necessários para manter a produção. Programas como o Moderfrota e InovAgro terão juros quase trinta por cento menos que no ano passado.

    Isso tudo baseado na fala do Ministro da Agricultura e também do Vice Presidente da República, Geraldo Alckimn, na última edição da Agrishow, de que os planos do governo devem ajudar a modernização da frota, maquinários e equipamentos utilizados no agronegócios, para aumentar a produtividade.

    Espera-se também que o plano contemple medidas para apoiar pequenos agricultores e comunidades rurais, promovendo a inclusão social e econômica. É esperado também um anuncio de um pacote de medidas de ajuda aos agricultores gaúchos, por conta dos impactos das chuvas que arrasaram o estado.

    Esses pontos são cruciais para garantir a competitividade do agronegócio brasileiro no mercado global e a sustentabilidade do setor a longo prazo.

    Além do valor, a expectativa também é em relação aos juros, depois da fala do Ministro Carlos Fávaro na última edição da Agrishow, que “devido a uma safra difícil por mudanças climáticas, a prioridade seria o plano safra e oferta de juros mais compatíveis”.

    O plano safra deve ser anunciado na segunda quinzena de junho.