Tag: frente fria

  • Ventania e tempestades: os últimos eventos extremos do clima têm relação com o El Niño?

    Ventania e tempestades: os últimos eventos extremos do clima têm relação com o El Niño?

    Rajadas de vento acima de 120 km/h, enchentes, temporais e até um tornado chamaram a atenção dos brasileiros nos últimos dias. Diante da sequência de ocorrências, uma dúvida passou a ganhar força: tudo isso tem relação com o El Niño?

    A resposta dos especialistas é mais complexa do que parece.

    Segundo meteorologistas, o El Niño já está ativo no Oceano Pacífico, mas ainda não é o principal responsável pelos eventos registrados nesta semana no Sudeste. No entanto, o fenômeno pode aumentar o risco de extremos climáticos nos próximos meses.

    O que causou a ventania em São Paulo e no Rio de Janeiro?

    As rajadas que atingiram os dois estados foram provocadas principalmente pela chegada de uma frente fria após um período marcado por calor intenso e tempo seco.

    O contraste entre massas de ar com características muito diferentes gerou uma situação conhecida como frente de rajada, capaz de produzir ventos extremamente fortes.

    De acordo com especialistas do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), esse tipo de ocorrência é raro durante o inverno no Sudeste.

    Embora o El Niño esteja presente no Pacífico, os meteorologistas afirmam que não existe uma ligação direta entre o fenômeno e os ventos registrados recentemente.

    Onde o El Niño já influencia o clima?

    No Sul do Brasil, a situação é diferente.

    Os temporais que atingiram diversas cidades do Rio Grande do Sul ocorreram em um contexto climático mais favorável à atuação do El Niño.

    Historicamente, o fenômeno altera os padrões atmosféricos e aumenta a frequência de episódios de chuva acima da média na região.

    Além das enchentes, as condições mais quentes da atmosfera favorecem a formação de tempestades severas, granizo e até tornados.

    Alterações no clima

    O El Niño acontece quando as águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial ficam mais quentes do que o normal.

    Esse aquecimento modifica a circulação da atmosfera e afeta os regimes de chuva e temperatura em várias partes do planeta.

    Imagens do satélite mostram variações no nível do mar em junho de 2026; áreas em vermelho indicando águas mais elevadas no Pacífico equatorial, sinal típico associado ao desenvolvimento do El Niño — Foto: Sentinel-6 Michael Freilich/NASA/NOAA

    No Brasil, os principais impactos costumam incluir:

    Aumento das chuvas no Sul;

    Redução das precipitações em áreas do Norte e Nordeste;

    Maior irregularidade climática no Sudeste e Centro-Oeste.

    O que esperar nos próximos meses?

    A Organização Meteorológica Mundial (OMM) e a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) apontam que o El Niño deve ganhar força ao longo do segundo semestre.

    As projeções indicam que o aquecimento do Pacífico poderá atingir níveis compatíveis com um episódio forte, elevando o risco de secas, ondas de calor, enchentes e outros eventos extremos em diferentes regiões do mundo.

    “O El Niño já está em curso e deve se fortalecer rapidamente, transformando-se em um evento forte”, afirmou a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo.

    Especialistas ressaltam, porém, que o El Niño não atua sozinho.

    O aquecimento global continua sendo considerado o principal fator por trás do aumento da frequência e da intensidade dos eventos climáticos extremos observados nas últimas décadas.

    Histórico

    • 2006–2007: El Niño fraco a moderado.
    • 2009–2010: El Niño moderado.
    • 2014–2016: El Niño muito forte, ligado a recordes de calor e extremos mais frequentes.
    • 2018–2019: El Niño fraco a moderado, mais curto e com impactos mais limitados.
    • 2023–2024: El Niño forte, um dos mais intensos já registrados, associado a novos recordes de calor.
  • Frente fria provoca morte de 83 bovinos em Mato Grosso do Sul

    Frente fria provoca morte de 83 bovinos em Mato Grosso do Sul

    A primeira frente fria de 2026 já trouxe prejuízos para produtores rurais de Mato Grosso do Sul. Segundo a Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), cinco propriedades registraram mortes de bovinos por hipotermia, totalizando 83 animais mortos neste mês.

    De acordo com o diretor-presidente da instituição, Daniel Ingold, o problema ocorre quando há uma queda brusca de temperatura acompanhada de chuva, garoa e ventos fortes em poucas horas.

    “Em poucas horas, a temperatura pode cair de 32 °C para 5 °C. Nessas condições, os animais mais vulneráveis são aqueles que já estão debilitados, magros ou estressados, como bois que passaram por transporte recentemente”, explica.

    Segundo Ingold, esses animais ficam mais suscetíveis à hipotermia, principalmente em regiões abertas do Pantanal, onde há pouca vegetação para servir de abrigo contra o vento gelado.

    “Nessa região existem grandes áreas abertas, sem mata ou vegetação para servir de abrigo. Com isso, o animal fica totalmente exposto ao vento gelado, e a sensação térmica acaba sendo muito menor do que a temperatura registrada”, afirma.

    Mortes já ocorreram em outros anos

    O diretor-presidente da Iagro destaca que episódios semelhantes já foram registrados anteriormente no Estado. Em 2010, cerca de 5 mil bovinos morreram em decorrência do frio. Já em 2023, o número chegou a aproximadamente 3 mil animais.

    Neste ano, porém, as notificações somam 83 mortes até o momento.

    “Não dá para dizer que isso é normal, mas também não é algo inédito. O cenário de 2023, por exemplo, foi muito mais grave e chegou a configurar uma emergência sanitária”, diz Ingold.

    Segundo ele, um único produtor da região de Corumbá perdeu 386 cabeças de gado em 2023.

    Manejo adequado pode reduzir prejuízos

    Para minimizar as perdas, a Iagro recomenda reforçar o manejo do rebanho durante períodos de frio intenso. A orientação é manter os animais mais frágeis em áreas protegidas e evitar locais abertos ou próximos de rios e córregos, onde a sensação térmica costuma ser menor.

    Além disso, a suplementação alimentar também ajuda a fortalecer o gado, especialmente porque o frio reduz a qualidade das pastagens e aumenta o déficit nutricional dos animais.

    “Muitas vezes o animal simplesmente deita e morre”, alerta Ingold ao explicar que a hipotermia pode agir rapidamente e sem sinais clínicos evidentes.

    O diretor também afirma que a tecnologia permite prever a chegada das massas de ar frio, o que ajuda os produtores a se prepararem com antecedência.

    Iagro monitora casos para descartar doenças

    Sempre que ocorre uma mortalidade elevada, equipes da Iagro visitam as propriedades para confirmar se a causa das mortes foi realmente hipotermia ou alguma enfermidade.

    Segundo Ingold, o monitoramento é essencial porque Mato Grosso do Sul possui status sanitário de livre de febre aftosa sem vacinação, condição importante para o mercado internacional.

    Ele reforça ainda que os produtores devem comunicar imediatamente os casos à agência para facilitar o acompanhamento e a orientação técnica.

  • Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    Calor perde força e chuvas avançam no Brasil

    A semana começa com temperaturas elevadas em grande parte do Brasil. No entanto, mudanças no clima devem ocorrer nos próximos dias. Uma frente fria e um ciclone extratropical devem provocar queda nas temperaturas e aumento das chuvas. Esses sistemas devem ganhar força a partir do meio da semana.

    Nesta segunda-feira, o tempo segue quente em várias regiões do país. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as máximas chegam a 26°C em Porto Alegre.

    Em São Paulo e Belo Horizonte, os termômetros devem marcar até 28°C. Já em Goiânia e Palmas, as máximas podem chegar a 32°C. Em Cuiabá, a temperatura pode atingir 37°C. Além disso, podem ocorrer chuvas isoladas em diferentes pontos. No interior paulista, o dia começa com céu claro a parcialmente nublado. Além disso, não há previsão de chuva durante a manhã na maior parte do estado.

    Na terça-feira, o calor ainda predomina em várias regiões. Porém, uma frente fria avança da Argentina e do Uruguai rumo à Região Sul. Esse sistema deve provocar tempestades, principalmente no Sul do país.
    No interior de São Paulo, podem ocorrer chuvas isoladas e, às vezes, intensas.

    A partir de quarta-feira, uma massa de ar frio deve avançar sobre o Sul e São Paulo. Com isso, os termômetros devem registrar queda mais acentuada nas temperaturas.

  • Atenção produtor:  ciclone traz chuvas intensas ao Sudeste a partir de sexta

    Atenção produtor: ciclone traz chuvas intensas ao Sudeste a partir de sexta

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a formação de um ciclone no Sudeste a partir de sexta-feira (30). O sistema deve se formar no litoral e provocar grandes volumes de chuva em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Segundo o Inmet, os acumulados podem superar 100 milímetros na Serra da Mantiqueira. Além disso, o litoral paulista pode registrar volumes acima de 60 milímetros.

    O ciclone também deve intensificar tempestades na cidade de São Paulo durante a sexta-feira. Com isso, há risco de granizo em grande parte do estado paulista. Além disso, municípios vizinhos de Minas Gerais podem registrar granizo, especialmente na região do Triângulo Mineiro.

    No sábado (31), as áreas de chuva devem se concentrar entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro. Nesse período, os acumulados podem superar 100 milímetros em 24 horas. Ao mesmo tempo, há previsão de tempestades localizadas no norte de Santa Catarina, no leste do Paraná e no sul de São Paulo.

    Até o momento, o Inmet indica que o ciclone deve atuar até o início da próxima semana. Assim, o sistema pode favorecer a formação de um canal de umidade entre Espírito Santo e Mato Grosso.

    Frente fria aumenta risco no Sul

    Antes disso, a partir desta quinta-feira (29), a passagem de uma frente fria deve provocar chuvas intensas no Sul.
    O sistema pode causar tempestades isoladas no Paraná e em Santa Catarina. As áreas com maior risco incluem a região metropolitana de Curitiba, o norte catarinense e o Vale do Itajaí. Além disso, a região serrana de Santa Catarina pode registrar raios, granizo e acumulados de até 100 milímetros em 24 horas.

  • Frente fria mantém temporais no fim de semana; confira

    Frente fria mantém temporais no fim de semana; confira

    Uma frente fria avança e mantém o fim de semana instável em várias regiões do país. O Sul sente os efeitos com maior intensidade. O Inmet alerta para pancadas fortes no litoral gaúcho, na Região Metropolitana de Porto Alegre e na faixa norte do estado.

    Instabilidades atingem SC e PR

    Em Santa Catarina, a instabilidade avança pelo leste e traz risco de temporais no sábado (22/11). No Paraná, o leste, o litoral e o sul registram chuva forte e rajadas que chegam a 40 km/h.

    Região Sul enfrenta calor e baixa umidade

    As temperaturas seguem elevadas no Paraná, no extremo norte catarinense e no oeste gaúcho. A umidade no norte paranaense cai abaixo dos 30%.

    Calor e cavado meteorológico reforçam chuvas no Sudeste

    O sul, o litoral e parte do interior paulista registram chuva moderada a forte. O sul de Minas, o Triângulo Mineiro e o oeste do estado também recebem pancadas devido ao calor, à umidade e a um cavado meteorológico. O Sudeste enfrenta dias quentes, com máximas acima de 30°C. No domingo (23/11), a capital paulista pode ter clima mais ameno, com máxima de 24°C.

    Centro-Oeste tem calor, umidade e pancadas fortes

    Mato Grosso, Goiás e parte de Mato Grosso do Sul recebem pancadas fortes por causa do calor, da umidade e da baixa pressão vinda do Paraguai. Apenas o sul sul-mato-grossense mantém tempo seco, com máxima de 35°C.

    Norte mantém temporais e instabilidade

    Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima registram temporais durante o fim de semana. Tocantins e Pará também têm instabilidades, porém com menor intensidade.

    Nordeste registra chuva e baixa umidade

    A Bahia registra chuva na maior parte do estado, sobretudo ao sul de Salvador. Maranhão, Piauí, Sergipe e Pernambuco também têm pancadas fortes. Algumas áreas do Rio Grande do Norte, Paraíba, Ceará e Pernambuco têm umidade abaixo de 30%.

     

     

  • Frente fria provoca alerta de perigo intenso; confira

    Frente fria provoca alerta de perigo intenso; confira

    Uma frente fria atinge o Sul do Brasil e causa instabilidade em várias regiões. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu oito alertas meteorológicos. Destes, um apresenta classificação de perigo intenso por tempestades.

    Sistema avança pelo Sul

    O sistema frontal entrou no Rio Grande do Sul neste domingo (16/11). Antes disso, provocou temporais fortes na Argentina e no Uruguai. Nesta segunda-feira (17/11), a frente segue em direção a Santa Catarina e Paraná.

    A frente fria perdeu força ao atravessar o território gaúcho. Isso reduziu a possibilidade de temporais generalizados na região. Porém, ainda favorece episódios isolados de vento forte e granizo.

    Previsão para o Rio Grande do Sul

    A madrugada desta segunda-feira traz chuva no Norte e Leste gaúcho. Há chance de precipitação forte em pontos isolados, segundo o portal MetSul. As condições climáticas exigem atenção dos moradores dessas áreas.

    Santa Catarina e Paraná sob alerta

    Em Santa Catarina, a passagem da frente mantém chuva generalizada. O estado enfrenta risco de temporais isolados durante o dia. As mesmas condições também alcançam áreas do Paraná.

    Alertas de perigo por tempestades

    O Inmet mantém aviso de perigo para cinco estados brasileiros. O alerta abrange Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mato Grosso do Sul. Também inclui o sul e centro-oeste de São Paulo.

    A previsão indica chuva de 30 a 60 mm/h. O volume diário pode atingir entre 50 e 100 mm. Além disso, os ventos variam entre 60 e 100 km/h. Há possibilidade de queda de granizo nas regiões afetadas.

    Alerta de perigo intenso

    Um segundo aviso apresenta classificação mais grave de perigo intenso. A área de risco abrange o centro-oeste gaúcho e Santa Catarina. Também inclui todo o Paraná e o sul do Mato Grosso do Sul.

    O alerta permanece válido até as 3h desta segunda-feira. A previsão aponta chuva superior a 60 mm/h nas regiões. Os acumulados diários podem ultrapassar 100 mm de precipitação. Os ventos têm potencial para superar 100 km/h.

    Queda de temperatura no Sul

    O Sul e Sudoeste gaúcho enfrentam alerta de perigo potencial. A temperatura deve cair entre 3°C e 5°C nas próximas horas. Os moradores devem se preparar para o frio intenso.

    Ventos costeiros intensificam

    O litoral gaúcho e catarinense permanece sob aviso de perigo. O alerta para ventos costeiros segue ativo até 18h desta segunda. A intensificação do vento pode causar movimentação de dunas litorâneas.

    Situação na Região Norte

    No Amazonas, a porção oeste mantém alerta de perigo ativo. A região enfrenta chuva intensa com volumes entre 30 e 60 mm/h. O acumulado diário pode chegar até 100 mm de precipitação. Os ventos variam de 60 a 100 km/h na área.

    Outras regiões em atenção

    Várias áreas apresentam instabilidade moderada com alerta de perigo potencial. No Sudeste, o norte de São Paulo e todo Rio de Janeiro estão incluídos. O sul do Espírito Santo também entra na lista de atenção.

    Em Minas Gerais, o centro-sul e Triângulo Mineiro receberam alertas. No Centro-Oeste, o centro-sul de Goiás está sob monitoramento. Mato Grosso também integra a área de atenção meteorológica.

    Na Região Norte, Rondônia e Acre apresentam instabilidade climática. A parte central do Amazonas e Roraima completam as áreas monitoradas.

    Previsão para áreas de perigo potencial

    Nessas regiões, a chuva varia entre 20 e 30 mm/h. O volume diário pode atingir até 50 mm de precipitação. Os ventos sopram de 40 a 60 km/h nas áreas. Há chance isolada de granizo com risco baixo de danos.

    As autoridades recomendam que a população acompanhe as atualizações meteorológicas. Em caso de temporais, deve-se evitar áreas abertas e buscar abrigo seguro.

  • Ciclone se afasta e chuva atinge o Centro do país

    Ciclone se afasta e chuva atinge o Centro do país

    O ciclone extratropical se afastou do Brasil neste domingo (9) e avançou para o oceano Atlântico. O fenômeno perdeu força e reduziu as chuvas e ventanias no Sul.

    Mesmo assim, a frente fria segue ativa sobre o continente e provoca chuva no Espírito Santo, norte de Minas Gerais e Goiás. O sistema também influencia o clima na Bahia. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta laranja de perigo para tempestade. A previsão indica chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou até 100 milímetros em um dia.

    Os ventos podem variar entre 60 e 100 km/h, com risco de queda de granizo. O Inmet alerta para possíveis alagamentos, queda de árvores, estragos em plantações e falhas no fornecimento de energia elétrica.
    As áreas sob risco incluem o leste, norte, centro, oeste, noroeste e sul de Goiás; norte e noroeste de Minas Gerais; centro-sul da Bahia, Vale do São Francisco e o Distrito Federal.

    Com o afastamento do ciclone, o ar mais seco e frio de alta pressão predomina no Sul. Nesta segunda-feira (10), o tempo fica firme no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, mas com queda de temperatura e madrugadas frias.

    A chuva deve retornar à região na quarta-feira (12), de forma irregular e com baixos volumes, mas sem risco de tempo severo. Na terça-feira (11), as precipitações alcançam o Matopiba — Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Ao mesmo tempo, uma nova frente fria se forma no Sul e leva chuva para São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

  • Frente fria traz chuva e frio ao Sul e Sudeste

    Frente fria traz chuva e frio ao Sul e Sudeste

    O avanço de uma frente fria no litoral sul do país provoca nuvens carregadas e chuva fraca em áreas da região Sul. A massa de ar polar associada derruba as temperaturas, com mínima de 6 °C em Curitiba, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Além disso, pela manhã, cidades da campanha e serra gaúcha, serra catarinense e sul paranaense registram geada.

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    Sudeste

    No Sudeste, a frente fria causa chuvas no litoral de São Paulo e do Rio de Janeiro.
    Raias de vento atingem o litoral paulista e fluminense. O frio persiste em São Paulo, que deve registrar mínima de 10 °C.

    Centro-Oeste

    No Centro-Oeste, as temperaturas mais baixas se concentram em Mato Grosso do Sul.
    O restante da região mantém clima quente e seco, com alerta do Inmet para todas as capitais.

    Nordeste

    No Nordeste, a umidade marítima provoca chuva no litoral, principalmente à tarde.
    Nas demais áreas, o tempo firme predomina, com calor intenso e baixa umidade.

    Norte

    No Norte, o Amazonas, Pará, Roraima e Amapá registram chuva e calor.
    A previsão indica possibilidade de temporais localizados ao longo do dia.

  • Frente fria provoca chuva no litoral do Sudeste

    Frente fria provoca chuva no litoral do Sudeste

    A frente fria avança pelo Sudeste nesta quarta-feira (6) e provoca chuvas no litoral, segundo o Inmet.

    No Sul, as chuvas cessam em quase todas as áreas. Porém, o norte do Rio Grande do Sul e oeste catarinense ainda registram garoas à tarde.

    No Sudeste, a instabilidade se concentra entre os litorais de São Paulo e Espírito Santo. No interior paulista e em Minas Gerais, o ar seco predomina.

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    As condições mantêm alerta para baixa umidade nessas áreas. No Centro-Oeste, o tempo segue ensolarado e seco, com índices abaixo de 20% em Goiás e no norte de Mato Grosso.

    No Norte, instabilidades continuam sobre Amazonas, Roraima e Amapá. Nessas áreas, pancadas podem acumular até 50 milímetros.

    Ao mesmo tempo, no Nordeste, ventos marítimos trazem chuva para o litoral da Bahia e do Rio Grande do Norte.

  • Frente fria atinge sete estados com ventos e chuvas

    Frente fria atinge sete estados com ventos e chuvas

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alertou para uma onda de frio que atinge sete estados nesta segunda-feira (30).  Além do frio intenso, o Inmet emitiu dois alertas laranja por causa dos ventos fortes. Eles valem para o litoral do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

    Os alertas indicam risco de grandes danos, como movimentação de dunas sobre imóveis da orla. O nível laranja é o segundo mais grave da escala do Inmet.

    Frente fria

    A previsão indica rajadas intensas e queda brusca de temperatura até as 23h59 de hoje. O frio deve atingir o Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rondônia.

    De acordo com o Inmet, a formação de uma nova frente fria neste domingo (29) reforçou as instabilidades no Sul do país. Portanto, chove forte em grande parte do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. Os acumulados podem ultrapassar 100 milímetros em algumas áreas. Além disso, também são esperadas rajadas de vento e descargas elétricas em toda a região Sul. As instabilidades devem avançar, à noite, sobre Santa Catarina, Paraná e sul de Mato Grosso do Sul.

    Enquanto isso, as chuvas tendem a perder força no Rio Grande do Sul, mas continuam no Paraná, Santa Catarina, sul de São Paulo e Mato Grosso do Sul. O Inmet prevê o retorno das instabilidades ao Rio Grande do Sul entre terça-feira (1º) e quarta-feira (2).

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