Tag: etanol anidro

  • Preço do etanol hidratado sobe pela oitava semana seguida

    Preço do etanol hidratado sobe pela oitava semana seguida

    O preço do etanol hidratado mantém alta no mercado spot paulista desde meados de outubro. Na última semana, o Indicador CEPEA/ESALQ subiu pela oitava vez seguida.

    Os pesquisadores do Cepea afirmam que a menor oferta e a demanda aquecida sustentam essa valorização. O número de usinas que encerrou a safra 2025/26 na região Centro-Sul aumentou, segundo a Unica. Nesta temporada, 120 unidades já finalizaram a moagem, contra 70 no mesmo período do ano passado.

    Entre 1º e 5 de dezembro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado em São Paulo fechou em R$ 2,8853 por litro, valor líquido de ICMS e PIS/Cofins. O preço representa alta de 0,7% frente ao período anterior.
    No caso do anidro, o Indicador CEPEA/ESALQ registrou R$ 3,3128 por litro, sem PIS/Cofins. O valor subiu 0,38% na mesma comparação.

  • Alívio no bolso: preço do etanol hidratado cai após nove semanas de alta

    Alívio no bolso: preço do etanol hidratado cai após nove semanas de alta

    O preço do etanol hidratado recuou no mercado spot de São Paulo após nove semanas consecutivas de alta. Segundo o Cepea, a queda ocorreu devido à menor demanda das distribuidoras e à necessidade de venda de algumas usinas, que se preparam para o fechamento do ano-safra. Ou seja, nem mesmo o recesso de Carnaval impulsionou a procura pelo biocombustível.

    Levantamento do preço

    Em geral, entre 17 e 21 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou em R$ 2,8503 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), uma leve queda de 0,13% em relação à semana anterior. Já o etanol anidro registrou R$ 3,1780 por litro, líquido de impostos (sem PIS/Cofins), com recuo de 2,53% no mesmo período.

    Açúcar cristal no mercado interno segue mais vantajoso que exportações

    As vendas domésticas de açúcar cristal continuam mais rentáveis que as exportações, tendência observada desde outubro de 2024. De 17 a 21 de fevereiro, o Indicador do Açúcar Cristal CEPEA/ESALQ, cor Icumsa de 130 a 180, registrou média de R$ 141,49 por saca de 50 kg.

    No mesmo período, o contrato nº 11 da ICE Futures, com vencimento em março de 2025, ficou em R$ 141,00 por saca. Assim, o mercado interno remunerou 0,34% a mais que as vendas externas. O cálculo considerou custos de fobização em US$ 59,99 por tonelada, prêmio de qualidade de US$ 58,68 por tonelada e dólar a R$ 5,7110.

    Apesar da vantagem, os preços no mercado doméstico perderam sustentação, já que algumas usinas seguem reduzindo seus valores. A média do Indicador CEPEA/ESALQ recuou 1,95% nas últimas duas semanas.

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  • Vendas de etanol no Centro-Sul crescem 2,07% em janeiro de 2025

    Vendas de etanol no Centro-Sul crescem 2,07% em janeiro de 2025

    As vendas de etanol pelas unidades produtoras do Centro-Sul do Brasil apresentaram um desempenho positivo em janeiro de 2025, totalizando 3,06 bilhões de litros. Esse volume representa um crescimento de 2,07% em comparação ao mesmo período da safra 2023/2024, conforme dados divulgados pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA).

    No mercado interno, as vendas de etanol hidratado atingiram 1,83 bilhão de litros, com um crescimento de 3,90% em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o etanol anidro registrou um aumento ainda maior, somando 1,09 bilhão de litros e um avanço de 5,34%. Luciano Rodrigues, diretor de Inteligência Setorial da UNICA, destacou que “na segunda quinzena de janeiro, o volume de etanol hidratado vendido superou 1 bilhão de litros pela primeira vez nesta safra, o maior valor desde a segunda quinzena de julho da safra 2019/2020”.

    Acumulado da safra e impactos na produção

    Desde o início da safra 2024/2025 até 1º de fevereiro, a comercialização totalizou 29,83 bilhões de litros, representando um crescimento acumulado de 10,73%. O volume de etanol hidratado chegou a 19,21 bilhões de litros (+18,18%), enquanto o anidro somou 10,62 bilhões de litros (-0,60%).

    Rodrigues explicou que a oferta de etanol cresceu apesar da retração na moagem devido ao aumento na produção a partir do milho e à redução nas exportações do biocombustível. “Esses fatores permitiram um avanço significativo nas vendas no mercado interno”, afirmou.

    Desempenho da moagem e produção

    Na segunda quinzena de janeiro, as unidades do Centro-Sul processaram apenas 239,37 mil toneladas de cana-de-açúcar, uma queda significativa em relação às 709,8 mil toneladas do mesmo período da safra anterior. No acumulado desde o início da safra até 1º de fevereiro, a moagem totalizou 614,16 mil toneladas.

    A produção de açúcar na segunda quinzena foi limitada a apenas 7,3 mil toneladas. No entanto, a fabricação total desde o início da safra alcançou 39,80 milhões de toneladas, uma queda de 5,52% em comparação com o ciclo anterior.

    Produção aumentada de etanol a partir do milho

    O destaque ficou por conta da produção de etanol a partir do milho. Na segunda quinzena de janeiro, foram produzidos 387,67 milhões de litros desse biocombustível. Desde o início da safra até agora, a produção totalizou 6,78 bilhões de litros. Isso representa um aumento significativo de 31,23% em relação ao mesmo período do ano passado.

    Rodrigues ressaltou que a produção atual já supera o volume total registrado durante toda a safra anterior. “Estamos estabelecendo um recorde na produção de etanol a partir do milho no Centro-Sul”, concluiu.

    Com essas informações e dados positivos sobre as vendas e produção do etanol no Brasil, o setor se mostra otimista para os próximos meses.

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  • Etanol hidratado mantém valorização desde dezembro

    Etanol hidratado mantém valorização desde dezembro

    Os preços do etanol hidratado e anidro continuam em alta no Centro-Sul do Brasil durante a entressafra. Dados do Cepea indicam que a valorização do hidratado em São Paulo ocorre desde a segunda quinzena de dezembro, enquanto o anidro registra alta desde o início do ano. 

    Pesquisadores do Cepea atribuem o aumento à demanda aquecida e à postura firme dos vendedores. Ou seja, as usinas consultadas pelo Cepea elevam os preços de comercialização do biocombustível e conseguem sucesso nas negociações. No mercado spot paulista, a oferta reduzida também contribui para a valorização.

    Entre 3 e 7 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou em R$ 2,8337 por litro, líquido de ICMS e PIS/Cofins, alta de 0,39% em relação à semana anterior. Já o etanol anidro alcançou R$ 3,2882 por litro, sem PIS/Cofins, avanço de 2,09% no mesmo período.

     Vale lembrar que 2024 ficou marcado como o período de maior oferta de etanol da história. A União da Indústria de Cana-de-Açúcar e Bioenergia (Unica) afirma que o volume gerado atingiu 36,83 bilhões de litros, 4,4% acima do registrado em 2023. De acordo com a entidade, os indicadores consolidam o Brasil como o segundo maior produtor do mundo no ranking liderado pelos Estados Unidos. 

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  • Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Preço do etanol cai em agosto, aponta Cepea

    Os preços do etanol hidratado e anidro caíram em agosto no estado de São Paulo. Segundo o Cepea, a produção aumentou ligeiramente, o que elevou a oferta no mercado spot paulista. Mesmo com a demanda firme ao longo do mês, a oferta mais alta pressionou os preços para baixo.

    Preço do etanol cai

    Em agosto, período de pico da safra de cana-de-açúcar na região Centro-Sul, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado registrou uma média de R$ 2,5827/litro, queda de 0,78% em relação a julho. Para o etanol anidro, na modalidade spot, a média de agosto foi de R$ 2,9526/litro, uma redução de 1,2% no mesmo período.

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    Pesquisadores do Cepea alertam para os efeitos do clima seco, que afetam o volume e a qualidade da safra de cana-de-açúcar 2025/26. Ou seja, queimadas em áreas de cana em pé e em fase de rebrota também preocupam o setor. Algumas usinas ainda estão contabilizando os prejuízos no campo, segundo o levantamento do Cepea.

    Produção de cana

    A produção de cana já começa a sentir os efeitos das mudanças climáticas. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB) estima uma redução de 3,8% na safra de 2024/25, causada pela baixa pluviosidade e altas temperaturas na região Centro-Sul. Além disso, a redução da quantidade e frequência de chuvas é o principal fator que afeta a produção de cana, superando até a elevação das temperaturas.

  • Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Preços do etanol caem novamente no mercado paulista

    Os preços do etanol caíram novamente na última semana no mercado paulista, de acordo com levantamento do Cepea. O etanol hidratado registrou média de R$ 2,5977 por litro entre 12 e 16 de agosto, um recuo de 1,35% em comparação com a semana anterior. O etanol anidro também teve queda, com o preço a R$ 2,9473 por litro, uma baixa de 2,15% no mesmo período.

    Análise dos preços do etanol no mercado paulista

    Pesquisadores do Cepea afirmam que as distribuidoras agiram com cautela, priorizando a retirada de volumes negociados anteriormente. Em resumo, quando participavam do mercado, buscavam valores mais baixos. Do lado dos vendedores, a atenção estava voltada para as condições climáticas que afetam a cana-de-açúcar, especialmente com o retorno das altas temperaturas e do clima seco.

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    Embora o ritmo das negociações tenha sido lento, dados monitorados pelo Cepea mostram que a quantidade de etanol hidratado vendida em agosto já é mais de 100% superior ao volume negociado no mesmo período em 2023.

    Etanol hidratado

    Os pesquisadores do Cepea observaram um movimento de alta há pouco tempo. Entre os dias 29 de julho e 2 de agosto, as vendas de etanol hidratado em São Paulo ultrapassaram os 100 milhões de litros. Ou seja, marcou o segundo maior volume negociado na temporada 2024/25. O recorde deste ciclo foi registrado na semana de 12 de abril. Portanto, o acumulado do ciclo, que vai de 1º de abril a 3 de agosto, houve um crescimento de 113,5% nas vendas em comparação ao mesmo período de 2023.

  • Preços dos etanóis: hidratado sobe mais 5% e anidro 6% em SP

    Preços dos etanóis: hidratado sobe mais 5% e anidro 6% em SP

    Os preços dos etanóis subiram novamente na última semana no mercado spot do estado de São Paulo. Entre 8 e 12 de julho, o Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado aumentou 4,83%, chegando a R$ 2,6562 por litro, líquido de ICMS e PIS/Cofins. O etanol anidro teve um aumento de 6% no mesmo período, com o Indicador a R$ 3,0809 por litro, líquido de PIS/Cofins.

    Preços dos etanóis: entenda o movimento do mercado

    Pesquisadores do Cepea afirmam que, apesar do enfraquecimento da demanda, os vendedores mantiveram firmes os preços pedidos. O aumento de 20 centavos por litro no preço da gasolina A, anunciado pela Petrobras na segunda-feira, 8, fortaleceu essa postura. A valorização do combustível fóssil tende a tornar o etanol mais atrativo.

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    De maneira geral, o ritmo de comercialização diminuiu. Distribuidoras adquiriram volumes limitados. No campo, chuvas em algumas regiões produtoras de São Paulo causaram paralisações pontuais na moagem.

  • Volume e preço do etanol aumentam em usinas paulistas

    Volume e preço do etanol aumentam em usinas paulistas

    Entre 10 e 14 de junho, o volume de etanol hidratado negociado por usinas paulistas cresceu 15%, de acordo com um levantamento do Cepea. Esse aumento no volume negociado resultou na elevação dos preços.

    O Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado fechou a semana com um valor de R$ 2,3378 por litro, líquido de ICMS e PIS/Cofins, representando uma alta de 1,37% em relação à semana anterior. O etanol anidro também registrou um aumento de 0,65%, com o Indicador CEPEA/ESALQ atingindo R$ 2,6340 por litro, líquido de PIS/Cofins.

    Análise do mercado de etanol

    Segundo pesquisadores do Cepea, os agentes das usinas mantiveram firmeza nos valores de negociação no mercado spot, atentos às cotações do açúcar no mercado externo. Do lado da demanda, as distribuidoras realizaram compras mais volumosas, especialmente no início da semana passada.

    Usinas paulistas e demanda

    Esse cenário reflete uma movimentação significativa no mercado de etanol, influenciada tanto pela oferta firme das usinas quanto pela crescente demanda das distribuidoras. A tendência de alta nos preços demonstra a dinâmica de mercado observada no período, com expectativas voltadas para as próximas semanas. Como foi notado, o Agro em Campo sempre traz as análises de mercado, acompanhando os impactos para o produtor rural. Além disso, observamos também toda a cadeia produtiva até o preço final de mercado.

  • Produção acelerada de Etanol impacta cotações em São Paulo

    Produção acelerada de Etanol impacta cotações em São Paulo

    Os preços do etanol no estado de São Paulo registraram uma queda em maio, segundo análise de pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). Apesar da demanda aquecida, a produção intensiva nas usinas ao longo do mês exerceu pressão sobre as cotações do biocombustível.

    De acordo com dados do Cepea, considerando as semanas completas de maio, a média do Indicador CEPEA/ESALQ do etanol hidratado ficou em R$ 2,3147 por litro, representando uma queda de 2,01% em relação ao mês anterior, abril. Já para o etanol anidro, considerando apenas o mercado spot, a média ficou em R$ 2,6489 por litro em maio, uma redução de 1,71%.

    Enquanto isso, as vendas de etanol hidratado no segmento produtor do estado de São Paulo mantiveram-se aquecidas em maio, registrando o terceiro mês consecutivo de desempenho positivo. Os pesquisadores do Cepea apontam que essa tendência é impulsionada pela vantagem comparativa do etanol em relação à gasolina C, o que tem consolidado a preferência dos consumidores pelo biocombustível nas bombas.

    A análise do Cepea reflete um cenário dinâmico no mercado de etanol, onde fatores como produção, demanda e preços são influenciados por uma série de variáveis econômicas e sazonais. A queda nos preços em maio, apesar da demanda robusta, evidencia a importância de um monitoramento contínuo para compreender as nuances desse mercado vital para a economia brasileira.