Tag: Estância das Oliveiras

  • Quantos dos melhores azeites do mundo estão no Brasil? País já tem 9 rótulos entre os principais do planeta

    Quantos dos melhores azeites do mundo estão no Brasil? País já tem 9 rótulos entre os principais do planeta

    O Brasil vem conquistando cada vez mais espaço no mercado internacional de azeites premium. Atualmente, o país possui nove azeites reconhecidos entre os 500 melhores do mundo no tradicional guia italiano Flos Olei, considerado a principal referência global do setor.

    Os rótulos brasileiros têm chamado atenção principalmente pela qualidade, frescor e baixa acidez. Grande parte da produção premiada está concentrada no Rio Grande do Sul, mas Minas Gerais e a Serra da Mantiqueira também aparecem entre os destaques.

    Confira os azeites brasileiros presentes no ranking internacional:

    • Fazenda do Azeite Sabiá (RS/SP) – 98 pontos
    • Prosperato (RS) – 97 pontos
    • Lagar H (RS) – 93 pontos
    • Estância das Oliveiras (RS) – 93 pontos
    • Capela de Santana (RS) – 90 pontos
    • Azeite Bem Te Vi (RS) – 89 pontos
    • Al-Zait & Co. (RS) – 87 pontos
    • Azeite Verolí (MG) – 86 pontos
    • Borriello (MG) – 81 pontos

    A maior pontuação já alcançada pelo Brasil no Flos Olei pertence à Fazenda do Azeite Sabiá, que recebeu 98 pontos.

    Azeite brasileiro também acumula premiações internacionais

    Além do reconhecimento no guia italiano, produtores nacionais seguem colecionando medalhas em algumas das principais competições do mundo.

    Um dos destaques recentes foi o azeite Estância das Oliveiras Frantoio, produzido em Viamão (RS). O rótulo recebeu nota máxima, 100 de 100, e conquistou o prêmio “Best in Show” no European International Olive Oil Competition (EIOOC), realizado na Suíça.

    Outras marcas brasileiras, como Prosperato, Lagar H e Azeite Sabiá, também aparecem frequentemente entre os vencedores de concursos internacionais.

    Azeite extravirgem brasileiro se destaca internacionalmente pelo frescor, baixa acidez e aromas intensos — Foto: MAPA

    Frescor brasileiro

    Especialistas apontam que um dos principais diferenciais do azeite brasileiro é o frescor.

    Como a colheita ocorre no outono do Hemisfério Sul, os produtos nacionais chegam ao mercado meses antes da nova safra europeia. Isso ajuda a preservar aromas, antioxidantes e níveis mais baixos de acidez.

    Além do Sul do país, produtores da Serra da Mantiqueira, entre Minas Gerais e São Paulo, também vêm se consolidando no segmento de azeites premium, com marcas reconhecidas internacionalmente.

  • Estância das Oliveiras: fazenda gaúcha é referência mundial de azeite

    Estância das Oliveiras: fazenda gaúcha é referência mundial de azeite

    A história começa com um ato de teimosia. Daqueles que parecem exagero no início — mas que, mais tarde, ali adiante, revelam visão. Foi assim com o engenheiro agrônomo Lucídio Morsch Goelzer, descendente de alemães, que decidiu apostar onde quase ninguém apostava: produzir azeite de oliva extravirgem de padrão internacional em pleno Rio Grande do Sul. Em Viamão. A apenas 28 quilômetros de Porto Alegre. No coração do clima subtropical. Difícil? Sim. Impossível? Ele jurava que não. Assim nasceu a história da premiada Estância das Oliveiras.

    O projeto nasceu há pouco mais de uma década, meio silencioso, meio ousado.  E, no começo, tudo parecia improvável. Lucídio importou oliveiras, testou variedades, perdeu noites. “Vai dar errado”, diziam. Não deu. Pelo contrário. Pouco a pouco, a propriedade virou laboratório, escola e vitrine.

    Transformou também o estado. Onde antes havia ceticismo, surgiu um polo. E, logo depois, surgiu outro. Um novo endereço de azeites premium no país.

    A Estância das Oliveiras cresceu. Cresceu mesmo. E não cresceu só no campo. A fazenda virou um conjunto elegante, quase cinematográfico.

    Um casarão histórico de 600 metros quadrados, assinado pelo arquiteto uruguaio Alberto Brizolara, domina a paisagem. É grande, imponente. Ali ao lado, quase colado, um lagar moderno extrai o azeite com precisão cirúrgica.

    E, sob a sombra de uma figueira centenária, visitantes descansam, conversam, respiram o lugar. Assim, com o tempo, a estância virou turismo. Virou gastronomia. Virou experiência.

    Potência em azeite brasileiro

    Depois vieram os prêmios. E vieram rápido. De início, em 2024, o “Oscar dos azeites” — o Mario Solinas Quality Award — colocou o nome de Viamão no mapa mundial. Logo depois, no ano seguinte, a vitória no Anatolian International Olive Oil Contest, na Turquia, levou a Estância ao topo do Brasil e ainda arrancou um Best in Class. Um feito raro.

    E, por fim, hoje o produtor é o azeite mais premiado do país e aparece como a quinta marca mais laureada do mundo. Sim, do mundo.

    Mas a história não termina no brilho das medalhas. Pelo contrário. A Estância também virou referência em sustentabilidade e vida comunitária. Promove eventos, celebra a gastronomia gaúcha, estimula práticas ecológicas. A cada safra, atrai mais gente. E, em 2025, sete de seus azeites receberam o selo Produtos Premium Origem e Qualidade RS. Outro carimbo, por exemplo, importante.

    No fim, o que fica é simples. A Estância das Oliveiras não é só uma fazenda. Nem só um caso de sucesso. É, acima de tudo, uma narrativa de insistência e excelência que redesenha o mapa do azeite brasileiro. E faz de Viamão, antes discreta, um destino obrigatório para quem quer entender o novo rosto do agro gaúcho.

  • Brasil tem 11 azeites entre os 100 mais premiados de 2025

    Brasil tem 11 azeites entre os 100 mais premiados de 2025

    O Brasil voltou a marcar presença no topo da olivicultura internacional. A edição 2025 do Evoo World Ranking, divulgada nesta sexta-feira, 14, confirmou 11 azeites brasileiros entre os 100 mais premiados do planeta. É um feito. É também um alerta. O país segue forte, mas já sente a respiração quente dos concorrentes.

    A lista é construída de um jeito simples e implacável: conta todos os prêmios conquistados em concursos internacionais ao longo do ano. Depois, soma tudo, cruza os resultados, organiza as posições. E pronto. Quem vence mais, sobe. Quem patina, desce. Às vezes rápido demais.

    E, neste ano, quem não patinou — nem de longe — foi a Estância das Oliveiras, de Viamão (RS). A fazenda, aliás, praticamente tomou a sala. Sete rótulos seus entraram no Top 100. Sete. Antes de qualquer coisa, isso já diz muito. Depois, confirma o que o setor comenta baixinho: é um domínio raro. E, por fim, mostra que o interior gaúcho segue empurrando a olivicultura brasileira para um patamar mais alto, passo a passo, safra a safra.

    O Coratina brilhou mais alto e garantiu a 22ª posição global. Logo atrás vieram o Signature (26º) e o Los Dos (29º). Curto, direto e incontestável: a Estância virou referência.

    Outros produtores também deixaram suas marcas. A Essenza Agroecológico, de Santo Antônio do Pinhal (SP), colocou três azeites da linha Mantikir na lista:
    — Summit Premium Blend de Campo (57º)
    — Coratina (71º)
    — Grappolo (91º)

    Na mesma cidade paulista, a Fazendas do Azeite Sabiá completou a presença brasileira com o Sabiá Blend de Terroir, na 88ª posição. Pequeno no número. Mas enorme no simbolismo.

    Recuo no ranking global

    A surpresa amarga veio no ranking de países. O Brasil caiu para a 6ª posição. Ficou atrás de Itália, Espanha, Turquia, Grécia e, agora, Portugal. Em 2024, os brasileiros tinham estreado no Top 5 — algo histórico. Mas Portugal avançou firme e ultrapassou.

    É queda? É. Mas é também parte do jogo. A olivicultura brasileira ainda é jovem. Cresce rápido.

    O Evoo World Ranking é uma das métricas mais respeitadas do setor. Junta resultados de dezenas de competições ao redor do mundo. É um espelho duro — às vezes ingrato —, mas necessário.

    E o reflexo de 2025 mostra um Brasil que segue relevante, criativo, competitivo. E que, apesar de escorregar um degrau, ainda disputa o andar de cima.

  • Flos Olei 2025: azeite brasileiro está entre melhores do mundo

    Flos Olei 2025: azeite brasileiro está entre melhores do mundo

    Duas marcas brasileiras de azeite, Fazenda do Azeite Sabiá e Prosperato, foram destacadas entre as melhores do mundo no ranking Flos Olei 2025, recebendo a impressionante pontuação de 97 pontos. Essa classificação é um reflexo da crescente qualidade dos azeites produzidos no Brasil, que se firmam no cenário internacional.

    O ranking Flos Olei, que analisa mais de 500 produções de azeite de oliva em 56 países, é considerado uma referência global na avaliação de azeites. Nesta edição, o Brasil teve 11 marcas reconhecidas, com a Fazenda do Azeite Sabiá, localizada em São Paulo, e a Prosperato, do Rio Grande do Sul, liderando a lista com suas altas pontuações. Outras marcas brasileiras também se destacaram, como:

    • Estância das Oliveiras (Rio Grande do Sul): 90 pontos
    • Azeite Bem te Vi (Rio Grande do Sul): 89 pontos
    • Azeite Puro (Rio Grande do Sul): 88 pontos

    Crescimento da indústria de azeite brasileiro

    A inclusão dessas marcas no ranking evidencia o crescimento e a evolução da indústria de azeites no Brasil. Em 2024, as exportações brasileiras de azeite alcançaram novos patamares, com um aumento significativo na demanda por produtos de alta qualidade. A Prosperato, por exemplo, já havia conquistado o quarto lugar geral no EVOO World Ranking, consolidando sua posição como uma das principais produtoras de azeite do Hemisfério Sul.

    Prosperato coleciona prêmios de qualidade para o azeite brasileiro. Reprodução Redes Sociais

    Os azeites brasileiros têm se destacado não apenas pela qualidade sensorial, mas também pela inovação em sabores. A Prosperato oferece uma linha de azeites condimentados com sabores como manjericão e pimenta jalapeño.

    Já os fundadores da Sabiá Azeites, além do axzeite, iniciaram uma nova empreitada. Vão produzir seu próprio espumante, o Cave Sabiá. Feito a partir de uvas chardonnay e pinot noir. A principal intenção por trás do novo produto é diversificar o catálogo da empresa.

    O reconhecimento das marcas brasileiras no Flos Olei 2025 reafirma o potencial do Brasil na produção de azeites de oliva de alta qualidade. Com investimentos contínuos em tecnologia e práticas sustentáveis, o país está se posicionando como um player relevante no mercado global de azeites. As conquistas recentes são um indicativo claro da evolução da indústria e da capacidade dos produtores brasileiros em atender às exigências do mercado internacional.

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  • Azeite brasileiro Sabiá é eleito o melhor do mundo

    Azeite brasileiro Sabiá é eleito o melhor do mundo

    O azeite brasileiro Sabiá Koroneike recebeu o prestigiado título de melhor azeite do mundo na categoria monovarietal frutado médio, que avalia azeites produzidos a partir de uma única variedade de azeitona, no renomado guia Flos Olei.

    Essa conquista não apenas destaca a qualidade do azeite brasileiro, mas também coloca o Brasil em evidência no cenário global, tradicionalmente dominado por potências como Itália, Espanha e Grécia.

    O azeite brasileiro Sabiá Koroneike é produzido na Fazenda do Campo Alto, na região da serra da Mantiqueira, em São Paulo. O azeite é feito com azeitonas koroneike, uma variedade originária da Grécia. Essas condições, entretanto, são fundamentais para a obtenção de um produto de qualidade excepcional.

    Além disso, o compromisso com práticas de manejo sustentável e um controle rigoroso ao longo do processo produtivo asseguram um padrão elevado de excelência.

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    O guia Flos Olei de 2025 destaca 11 marcas brasileiras, evidenciando a crescente presença do Brasil e refletindo um avanço significativo na olivicultura nacional. Os avaliadores, portanto, analisaram os azeites brasileiros com base em critérios rigorosos como frescor, equilíbrio e complexidade, essenciais para classificar produtos premium.

    Lista e pontuação dos azeites brasileiros:

    • Fazenda do Azeite Sabiá – 97 pontos (SP)
    • Prosperato – 97 pontos (RS)
    • Estância das Oliveiras – 90 pontos (RS)
    • Azeite Bem te Vi – 89 pontos (RS)
    • Azeite Puro – 88 pontos (RS)
    • Oliq Azeite Extravirgem – 87 pontos (SP)
    • Vinícola Essenza – 86 pontos (SP)
    • Verolí – 86 pontos (MG)
    • Al-Zait & Co. – 85 pontos (RS)
    • Olivas de Gramado – 85 pontos (RS)
    • Orfeu – 85 pontos (SP)

    Ou seja, a presença dos azeites brasileiros entre os melhores do mundo, com marcas classificadas entre os 500 produtores de 56 países, reafirma o excelente momento da produção nacional. Além disso, o reconhecimento é um reflexo dos investimentos contínuos no setor e abre perspectivas promissoras para o futuro do azeite brasileiro no mercado global.