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  • Avião a etanol da Embraer completa 1.700 unidades e domina mercado agrícola

    Avião a etanol da Embraer completa 1.700 unidades e domina mercado agrícola

    Na manhã desta segunda-feira (24), a Embraer marcou um momento especial na sua trajetória de mais de cinco décadas. A fabricante brasileira entregou o 1.700º avião Ipanema, modelo que se tornou referência absoluta na aviação agrícola nacional. O cliente, baseado em Imperatriz, no Maranhão, vai usar a aeronave para pulverizar diversas culturas na região.

    Foto: Divulgação Embraer

    A história do Ipanema se confunde com o próprio desenvolvimento da agricultura tecnificada no Brasil. Desde que a Embraer lançou o modelo, a aeronave conquistou aproximadamente 60% do mercado brasileiro de aviação agrícola. São números que impressionam e revelam a confiança dos produtores rurais no equipamento nacional.

    “A entrega da unidade 1.700 representa um marco importante na história desta aeronave que é sinônimo de alta produtividade, eficiência, baixo custo operacional e sustentabilidade no setor”, afirma Sany Onofre, líder da Aviação Agrícola da Embraer. O executivo não esconde o orgulho: “Sentimos um enorme orgulho em ver como o Ipanema continua contribuindo fortemente para o desenvolvimento do setor agrícola ao longo dos anos”.

    Potência que vem do etanol

    O diferencial do Ipanema 203 começa no tanque. A aeronave opera com etanol, um biocombustível produzido no próprio Brasil, o que garante sustentabilidade e independência energética para os produtores. Mas a inovação vai além da escolha do combustível.

    Com capacidade para pulverizar mais de 200 hectares por hora, o avião entrega uma performance que equivale ao trabalho simultâneo de quatro grandes pulverizadores terrestres. A diferença fica ainda mais evidente quando analisamos os resultados no campo: a aplicação aérea garante uma distribuição regular de altíssima qualidade, sem amassar o solo ou disseminar pragas por contato.

    Os números comprovam a eficiência. Produtores que adotam a pulverização aérea com o Ipanema conseguem um ganho de até 15 sacas a mais por hectare comparado com métodos tradicionais. Em tempos onde cada centavo conta na agricultura, essa diferença representa um impacto significativo na rentabilidade.

    Mercado aquecido

    O desempenho recente do Ipanema mostra que o mercado continua aquecido. Nos últimos três anos, a Embraer entregou mais de 180 unidades da aeronave. A demanda permanece forte, impulsionada pela necessidade dos produtores em otimizar custos e aumentar a produtividade.

    A fabricante não se limita apenas a vender aviões. A empresa participa ativamente dos principais eventos do setor agrícola, onde apresenta as novidades tecnológicas do Ipanema 203 e promove discussões sobre o futuro da aviação agrícola no país.

    Segurança em primeiro lugar

    Um dos pilares da estratégia da Embraer na aviação agrícola é a segurança operacional. A companhia desenvolve uma agenda intensa de iniciativas no campo, abordando temas como inspeções preventivas, ambiente seguro e boas práticas para pilotos, mecânicos e operadores.

    O investimento em capacitação é impressionante. Atualmente, 100% das turmas de formação de pilotos agrícolas do Brasil recebem palestras do time de suporte ao cliente Ipanema. A estratégia garante que a cultura da segurança seja compartilhada desde o início da vida profissional do piloto agrícola, reduzindo riscos e acidentes no setor.

    Gigante brasileira

    Fundada em 1969, a Embraer se consolidou como uma das líderes globais no setor aeroespacial. A empresa atua em quatro segmentos principais: Aviação Comercial, Aviação Executiva, Defesa & Segurança e Aviação Agrícola. Ao longo de sua história, a fabricante já entregou mais de 9 mil aeronaves.

    Os dados operacionais impressionam: em média, a cada 10 segundos, uma aeronave fabricada pela Embraer decola de algum lugar do mundo. Anualmente, mais de 150 milhões de passageiros voam em aviões da marca brasileira.

    A companhia lidera a fabricação de jatos comerciais de até 150 assentos e figura como a principal exportadora de bens de alto valor agregado do Brasil. Com presença global, a Embraer mantém unidades industriais, escritórios, centros de serviço e distribuição de peças nas Américas, África, Ásia e Europa.

    O Ipanema 1.700 representa mais um capítulo dessa trajetória de sucesso, provando que tecnologia nacional pode competir e vencer nos mercados mais exigentes do mundo.

  • Quanto custa um avião agrícola? Veja tabela com preços atualizados

    Quanto custa um avião agrícola? Veja tabela com preços atualizados

    De insumos ao céu, se o agronegócio brasileiro já lidera a produção global em várias culturas, a aviação agrícola, por sua vez, se tornou peça-chave para manter esse motor funcionando. Mais do que pulverizar, o avião agrícola passou a ser ferramenta estratégica na produtividade do campo, sobretudo em um cenário de alta nos custos e de crescente demanda por eficiência.

    Além disso, se você ainda acha que esses aviões estão restritos a gigantes do agronegócio, é importante saber que a realidade mudou. Com linhas de crédito específicas, leasing, financiamentos e até consórcios, a aviação agrícola, atualmente, é uma possibilidade real para produtores de diferentes portes. Dessa forma, o acesso a essa tecnologia não se limita mais às grandes operações.

    Atualmente, no Brasil, três modelos se destacam tanto nas lavouras quanto nos hangares: o brasileiro Ipanema, da Embraer, e os americanos Air Tractor e Piper Pawnee. Enquanto cada um atende perfis variados e necessidades específicas, eles são escolhidos por produtores que vão desde quem busca um avião de entrada, mais acessível, até aqueles que comandam grandes operações, com milhares de hectares e alta demanda de produtividade.

    Ipanema: financiamento facilitado e economia no combustível

    Foto: Divulgação – Embraer/Ipanema

    O Ipanema é, sem dúvida, o avião agrícola mais vendido no Brasil — são mais de 1.600 unidades entregues até hoje. Produzido pela Embraer, o modelo também se destaca mundialmente por ser o único avião certificado para operar exclusivamente com etanol, o que reduz tanto os custos operacionais quanto o impacto ambiental.

    • Preço médio: de R$ 2,5 a R$ 2,7 milhões

    • Capacidade: 950 litros de calda

    • Financiamento: disponível via BNDES Finame, Pronaf e linhas privadas, com taxas a partir de 1,2% ao mês e prazos que chegam a 10 anos

    • Custo operacional: entre R$ 1.300 e R$ 1.500/hora

    Portanto, o Ipanema se tornou a escolha ideal para pequenos e médios produtores que buscam uma operação eficiente, econômica e com manutenção relativamente simples.

    Air Tractor: leasing, financiamento e máxima produtividade

    Foto: Divulgação – Air Tractor

    Por outro lado, quando a operação exige volume, velocidade e grande cobertura diária, o nome mais citado no mercado é o Air Tractor, nas versões AT-502B e AT-802A. São aeronaves robustas, equipadas com motores turboélice, que conseguem pulverizar grandes áreas em muito menos tempo, além de serem amplamente utilizadas no combate a incêndios.

    • Preço AT-502B: cerca de R$ 6,5 milhões

    • Preço AT-802: acima de R$ 13 milhões

    • Capacidade: de 1.893 até 3.028 litros

    • Custo operacional: entre R$ 2.300 e R$ 3.200/hora

    Além disso, o financiamento de um avião agrícola é amplamente disponível no mercado. Bancos como Bradesco, Santander, Itaú e Banco do Brasil, bem como cooperativas de crédito e linhas oferecidas diretamente por fabricantes, oferecem opções de crédito e leasing. Isso permite que o produtor financie sem comprometer todo o seu capital de giro, ou ainda opte por trocar a aeronave após alguns anos, mantendo sempre modelos mais modernos.

    Piper Pawnee: o avião agrícola de entrada mais acessível

    Foto: Divulgação – Escola de Aeronáutica Civil/Pawnee
    • Preço: entre R$ 400 mil e R$ 600 mil (usado)

    • Capacidade: 450 litros

    • Custo operacional: cerca de R$ 1.000/hora

    Além disso, o Piper se destaca pela simplicidade operacional. A manutenção, embora mais constante em modelos antigos, é barata e há boa disponibilidade de peças no mercado paralelo e especializado. Entretanto, seu uso é recomendado apenas para propriedades menores, onde a capacidade de carga e a autonomia atendem à demanda.

    Tabela Comparativa: Preço, Custo Operacional e Capacidade

    Modelo Preço (R$) Capacidade Custo Hora Voo (R$) Perfil Ideal
    Ipanema EMB-203 2,5 a 2,7 milhões 950 L 1.300–1.500 Pequenas e médias fazendas
    Air Tractor AT-502B 6,5 milhões 1.893 L 2.300 Grandes operações agrícolas
    Air Tractor AT-802 13 a 14 milhões 3.028 L 3.200 Lavouras extensivas e incêndios
    Piper Pawnee (usado) 400 a 600 mil 450 L 1.000 Produtores de pequeno porte

    Atualmente, mais de 70% das aeronaves agrícolas adquiridas no Brasil são financiadas, segundo dados do setor. A boa notícia é que existem diversas linhas específicas, tanto públicas quanto privadas, que facilitam a compra.

    Principais opções de financiamento:

    • BNDES Finame Agrícola: financia até 100% do valor da aeronave, com prazos de até 120 meses e carência de até 24 meses.

    • Pronaf Mais Alimentos: para produtores da agricultura familiar, com taxas subsidiadas e condições diferenciadas.

    • Linhas privadas: oferecidas por bancos comerciais, com juros competitivos e possibilidade de amortização flexível.

    • Leasing: modalidade que vem crescendo, permitindo ao produtor utilizar a aeronave sem necessidade de compra imediata, além de trocar o modelo ao final do contrato.

    • Consórcios: alternativa interessante para quem pode aguardar contemplação, sem juros, pagando apenas a taxa de administração.

    Seguro aeronáutico: proteção obrigatória e estratégica

    Outro ponto fundamental no custo de operação é o seguro. Além do seguro da própria aeronave, é obrigatório no Brasil contratar o seguro de responsabilidade civil contra terceiros, que cobre eventuais danos fora da propriedade.

    • Custo médio: entre R$ 150 mil e R$ 250 mil por ano, variando conforme o modelo, a cobertura escolhida e a região de operação.

    • Principais seguradoras: Porto, Mapfre, HDI, Zurich e Bradesco Seguros, todas com produtos específicos para aviação agrícola.

    Além disso, é possível contratar seguros adicionais que protegem contra roubo, incêndio no hangar, danos ambientais e acidentes operacionais.

    Setor em expansão: tendências da aviação agrícola até 2026

    O crescimento da aviação agrícola no Brasil é uma realidade. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), a frota brasileira deve crescer entre 15% e 20% até 2026, impulsionada por vários fatores:

    • Crescente adoção de tecnologias embarcadas, como GPS de alta precisão, inteligência artificial e sistemas de controle de deriva.

    • Expansão do uso de drones integrados às operações de pulverização aérea, especialmente para áreas sensíveis ou mapeamento.

    • Maior acesso a linhas de crédito e financiamento, inclusive por meio de fintechs e bancos digitais voltados ao agro.

    • Valorização de práticas sustentáveis, que incluem aeronaves com menor consumo de combustível e menor impacto ambiental, como o próprio Ipanema a etanol.

    Portanto, seja com o robusto Air Tractor, com o versátil Ipanema ou com o econômico Piper Pawnee, investir em aviação agrícola deixou de ser uma aposta ousada e se tornou uma decisão estratégica.

    O produtor rural que busca produtividade, eficiência e competitividade encontra, atualmente, uma série de opções de financiamento, leasing, seguro especializado e tecnologia de ponta  em avião agrícola. Mais do que um custo, é hoje um investimento que voa alto no agronegócio brasileiro.

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  • Ipanema 203: avião agrícola da Embraer é destaque na Agrishow

    Ipanema 203: avião agrícola da Embraer é destaque na Agrishow

    A Embraer leva à Agrishow o Ipanema 203, principal referência da aviação agrícola no Brasil. Com mais de cinco décadas de produção ininterrupta, a aeronave representa uma combinação eficiente entre tradição e tecnologia. Desde seu surgimento, o modelo tem sido continuamente aperfeiçoado para atender às exigências dos produtores rurais, entregando precisão nas aplicações, segurança operacional e custo reduzido por hectare pulverizado.

    Desde 2005, o Ipanema é movido exclusivamente a etanol, tornando-se o primeiro avião da Embraer certificado para operar com energia renovável. O uso do biocombustível reduz significativamente a emissão de gases poluentes, contribuindo para uma agricultura mais sustentável. Esse diferencial ambiental, somado ao alto desempenho da aeronave, fortalece sua posição como a escolha número um dos agricultores brasileiros. “O Ipanema 203 é um forte aliado para produtores que buscam eficiência, precisão e economia nas aplicações agrícolas”, afirma Sany Onofre, líder da Aviação Agrícola da Embraer.

    Alta produtividade e versatilidade no campo

    A aeronave é capaz de pulverizar mais de 200 hectares por hora, com aplicação uniforme e sem causar danos ao solo, como amassamento ou compactação. Sua eficiência equivale ao trabalho simultâneo de até quatro pulverizadores terrestres. Além da pulverização, o Ipanema também pode ser utilizado na dispersão de sementes, controle de vetores e larvas, combate primário a incêndios e povoamento de rios, o que reforça sua versatilidade no campo.

    Série Ipanema já ultrapassou a marca de 1.600 aeronaves produzidas e entregues
    Foto: Pedro H. Lopes/ Agro em Campo

    Produzido na unidade da Embraer em Botucatu (SP), o modelo EMB-203 lidera o mercado nacional com aproximadamente 60% de participação. Desde o lançamento da nova versão, em 2020, o avião vem registrando crescimento contínuo nas vendas, com mais de 180 unidades comercializadas nos últimos três anos. A combinação de desempenho, robustez e tecnologia faz com que o modelo atenda não apenas grandes propriedades, mas também produtores de médio porte que desejam otimizar a operação agrícola.

    Ícone tecnológico da agricultura brasileira, a série Ipanema já ultrapassou a marca de 1.600 aeronaves produzidas e entregues, consolidando sua liderança histórica no setor e reafirmando seu papel como ferramenta estratégica para a produtividade no campo.

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  • Pecuarista sul-mato-grossense morre em acidente na Embraer

    Pecuarista sul-mato-grossense morre em acidente na Embraer

    O empresário e pecuarista de Campo Grande (MS) Neto Coelho faleceu neste sábado (26) durante a Driver Cup 2025, realizada na pista da Embraer, em Gavião Peixoto, interior de São Paulo. Neto participava da competição de superesportivos a bordo de um BMW M3 G80 quando perdeu o controle do veículo na pista molhada e sofreu uma colisão fatal.

    De acordo com informações de testemunhas, a pista estava escorregadia devido à chuva que atingia a região no momento da prova. Após rodar na pista, o carro de Neto foi atingido por outro veículo que retornava do trajeto, resultando em um forte impacto e capotamento. Apesar dos esforços de socorro, o empresário não resistiu aos ferimentos.

    Neto Coelho era conhecido tanto pelo trabalho no setor agropecuário quanto pela paixão pelo automobilismo amador. Em 2024, ele havia conquistado destaque nacional ao vencer as provas de 1 milha, atingindo 312 km/h, e de 2 milhas, alcançando 341 km/h, também na Driver Cup.

    Pista homologada

    Órgãos internacionais, incluindo a NASA, homologaram a pista onde ocorreu o acidente, reconhecendo-a como uma das mais seguras da América Latina. No entanto, a combinação de alta velocidade com as condições climáticas adversas contribuiu diretamente para o acidente.

    Amigos, empresários e outros competidores de Campo Grande acompanharam o acidente de perto. Muitos haviam se deslocado até Gavião Peixoto exclusivamente para prestigiar a competição, que reúne anualmente entusiastas do automobilismo e veículos de alto desempenho de diversas regiões do país.

    Neto Coelho construiu uma trajetória de destaque no agronegócio após assumir os negócios da família ainda jovem. Além de sua atuação no campo, tornou-se uma figura querida nos círculos sociais e esportivos de Mato Grosso do Sul. Ele deixa esposa e um legado marcado pela dedicação ao setor agropecuário e pela paixão pela velocidade.

    Até o momento, a organização da Driver Cup 2025 não divulgou nota oficial sobre o acidente.

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  • Brasil atinge 2,7 mil aeronaves agrícolas em operação no país

    Brasil atinge 2,7 mil aeronaves agrícolas em operação no país

    O Brasil inicia 2025 com 2.722 aeronaves agrícolas em operação, registrando um crescimento de 7,21% em comparação ao ano anterior. Essa frota inclui 2.088 aviões, que representam 77% do total, e 634 helicópteros, equivalentes a 23%. O país permanece na segunda posição mundial em número de aeronaves agrícolas, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e superando nações como Canadá e Argentina.

    Segundo Gabriel Colle, diretor-executivo do Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag), esse aumento reflete o dinamismo do setor no país. “Mas é uma tendência que ainda precisamos conhecer melhor”, observa Colle sobre as inovações tecnológicas que vêm transformando a aviação agrícola.

    No ranking estadual, Mato Grosso lidera com 749 aviões agrícolas, seguido pelo Rio Grande do Sul, que soma 385 aeronaves. São Paulo, com 320 unidades, Goiás, com 307, e Bahia, com 173, completam a lista dos principais estados com frota expressiva. Além disso, cerca de metade das aeronaves pertence a produtores rurais ou cooperativas (TPP), enquanto as empresas aeroagrícolas (SAE) administram aproximadamente dois terços desses equipamentos.

    Embraer

    O Brasil também se destaca na fabricação nacional de aeronaves agrícolas. Mais da metade da frota vem de modelos produzidos internamente, com ênfase no Ipanema, da Embraer. Desde 2004, o país tem apostado em aviões movidos a biocombustível, que hoje representam cerca de um terço da frota nacional. Ao mesmo tempo, cresce o uso de aviões turboélice importados dos Estados Unidos, considerados mais potentes e eficientes.

    Foto: Divulgação – Sindag/Castor Becker/C5NewsPress

    As inovações tecnológicas seguem ganhando espaço no setor. O Sindag planeja realizar nos próximos meses um levantamento detalhado sobre os drones não tripulados e aeronaves autônomas em operação no Brasil.

    Segundo Colle, os dados oficiais do Ministério da Agricultura e da Anac não refletem portanto totalmente a realidade do mercado. “Há uma estimativa significativa de mais drones em uso real do que aqueles registrados oficialmente”, destaca. Para aprimorar esse mapeamento, o sindicato pretende cruzar informações de importações obtidas via Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex).

    Além disso, uma das inovações mais promissoras vem dos Estados Unidos. A Pyka desenvolveu um drone autônomo capaz de transportar até 300 quilos sem piloto humano, que já é utilizado, por exemplo, em voos noturnos na América Central. “Mas é uma novidade que ainda precisamos conhecer melhor”, ressalta Colle sobre essa tecnologia avançada, cuja apresentação oficial está prevista para março próximo.

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