Tag: dieta

  • Fruta queridinha de Bruna Marquezine regula o intestino e dá energia

    Fruta queridinha de Bruna Marquezine regula o intestino e dá energia

    Bruna Marquezine já revelou que o açaí está no seu ranking de comidas favoritas. Em uma participação no canal americano First We Feast, a atriz apresentou alimentos brasileiros ao público estrangeiro e falou sobre a forma como gosta de consumir a fruta, inclusive com leite em pó.

    “É açaí, não é ‘açái’. ‘Eu vou querer uma tigela de ‘açái’… É açaí, ok? (risos). Alguns tomam com canudo, mas eu prefiro com colher. No Brasil, se come com o que você quiser, granola, frutas… Mas eu gosto com isso (leite em pó). Deve parecer nojento, mas é muito bom.”

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    Quais são os benefícios do açaí?

    O açaí, especialmente na forma de polpa, contém fibras, lipídios e compostos fenólicos, além de antocianinas, pigmentos responsáveis pela coloração característica do fruto.

    A composição, entretanto, pode variar de acordo com a espécie, o genótipo e o processamento. Pesquisas da Embrapa encontraram diferenças importantes entre amostras de polpas comerciais.

    Ajuda no intestino!

    As fibras presentes no açaí podem contribuir para o funcionamento intestinal quando fazem parte de uma alimentação equilibrada e de uma ingestão adequada de líquidos.

    Além disso, o fruto possui antocianinas e outros compostos fenólicos associados à atividade antioxidante.

    Cuidado com os acompanhamentos

    O perfil nutricional da preparação pode mudar bastante dependendo dos ingredientes adicionados.

    Polpa de açaí sem grandes quantidades de açúcar é diferente de uma tigela preparada com xarope, leite condensado, chocolates, caldas e outros produtos açucarados.

    Por isso, o cuidado não precisa ser com o fruto em si, mas principalmente com a quantidade consumida e os acompanhamentos escolhidos.

    Frutas frescas, sementes ou outros ingredientes pouco processados podem ser alternativas para complementar a preparação.

  • Fruta de quintal de vó, rica em vitamina C, é favorita de Mariana Ximenes

    Fruta de quintal de vó, rica em vitamina C, é favorita de Mariana Ximenes

    A carambola é uma das frutas favoritas de Mariana Ximenes. Aos 45 anos, a atriz de Quem Ama Cuida compartilhou fotos nas redes sociais em que aparece colhendo carambolas diretamente do pé.

    Na publicação, Mariana escreveu: “Carambola direto do pé – Aceitam?!”. O registro chamou atenção justamente pelo hábito de consumir uma fruta bastante associada aos afetivos quintais de vó brasileiros.

    Foto: Reprodução/Instagram/@marianaximenes

    A carambola tem formato de estrela quando cortada e apresenta sabor que pode variar do ácido ao doce. Além disso, é uma fruta com água, fibras e vitamina C em sua composição.

    Carambola tem vitamina C e fibras

    A carambola (Averrhoa carambola) pertence à família Oxalidaceae e é comum em regiões tropicais, incluindo o Brasil.

    Entre os nutrientes presentes na fruta estão vitamina C, fibras e minerais, como o potássio. A vitamina C exerce função antioxidante e participa de processos importantes do organismo, enquanto as fibras contribuem para o funcionamento intestinal e podem aumentar a sensação de saciedade.

    Fruta de quintal também exige cuidados

    Apesar de nutritiva, a carambola merece atenção em algumas situações. Pessoas com doença renal crônica devem evitar o consumo da fruta, devido ao risco de intoxicação.

    O motivo está relacionado à caramboxina, uma neurotoxina presente na carambola. Em pessoas com função renal comprometida, a substância pode não ser eliminada adequadamente pelo organismo e atingir o sistema nervoso central.

  • Dieta nórdica: é anti-inflamatória, pode ajudar a dormir melhor e viver mais

    Dieta nórdica: é anti-inflamatória, pode ajudar a dormir melhor e viver mais

    Quando o assunto é alimentação saudável, os países mediterrâneos costumam ser os primeiros a vir à mente. Contudo, a dieta nórdica desponta como uma forte candidata ao título de melhor dieta do planeta. Os padrões alimentares tradicionais da Dinamarca, Islândia, Finlândia, Noruega e Suécia oferecem benefícios tão expressivos quanto os da dieta mediterrânea, e a ciência tem acumulado evidências para comprovar isso.

    “É basicamente a prima da dieta mediterrânea, adaptada a climas mais frios”, afirma Dawn Jackson Blatner, nutricionista e autora do livro The Superfood Swap. Um grupo de nutricionistas, cientistas e chefs criou a chamada “nova dieta nórdica” em 2004, baseando-a em alimentos locais e sazonais, com ênfase em saúde, sabor e sustentabilidade. Para David L. Katz, especialista em medicina preventiva e coautor do livro How to Eat, a proposta não é nova: “Todas as boas dietas são compostas de comida de verdade, principalmente de origem vegetal. A dieta nórdica é uma variação desse mesmo tema, e seus benefícios se traduzem em vitalidade e longevidade.”

    Os dados científicos reforçam essa visão. Uma análise de 47 estudos publicada em outubro de 2025 no European Journal of Nutrition mostrou que pessoas com alta adesão à dieta nórdica apresentaram risco 22% menor de morte prematura por qualquer causa, 16% menor de morte por doença cardiovascular e 14% menor de morte por câncer. Por trás desses números está a combinação de alimentos ricos em anti-inflamatórios, antioxidantes, fibras e gorduras saudáveis.

    O que a dieta nórdica inclui?

    A dieta nórdica é rica em vegetais, peixes e grãos integrais e prioriza ingredientes locais, frescos e de origem sustentável, focando na “comida de verdade” com forte ação anti-inflamatória e antioxidante.

    Vegetais como batata, cenoura, beterraba, couve-flor e repolho entram no cardápio. Frutas vermelhas como maçã, pera, amora e morango se destacam pelo poder antioxidante. Além disso, cereais integrais, peixes, frutos do mar, óleos (como o óleo de canola, que substitui o azeite de oliva) e lacticínios magros fazem parte do estilo alimentar.

    Benefícios comprovados pela ciência

    As evidências científicas a favor da dieta nórdica crescem de forma consistente. Pesquisas associam sua adoção à redução do risco de doenças cardíacas, AVC e diabetes tipo 2, além de queda nos níveis de colesterol LDL e da pressão arterial. Um estudo de 2024 na revista Scientific Reports identificou risco 58% menor de doença hepática gordurosa entre os adeptos, enquanto uma pesquisa de 2025 na Frontiers in Endocrinology apontou redução equivalente no risco de diabetes tipo 2.

    Além dos efeitos de longo prazo, a dieta também traz benefícios perceptíveis no dia a dia. Um estudo de 2022 demonstrou melhora na qualidade do sono entre os participantes, e outra pesquisa observou que mulheres idosas adeptas do padrão alimentar apresentaram desempenho físico superior em testes como caminhada, flexões e levantar de uma cadeira, indicando potencial para reduzir o risco de incapacidade na terceira idade. Embora não seja voltada ao emagrecimento, um estudo também registrou melhoras no peso corporal entre os que seguiram a dieta.

    Por que funciona: anti-inflamação, fibras e equilíbrio hormonal

    O potencial protetor da dieta nórdica está diretamente ligado ao perfil anti-inflamatório dos alimentos que a compõem. Frutas e vegetais fornecem antioxidantes em abundância; grãos integrais como centeio e cevada têm índice glicêmico mais baixo, favorecendo a regulação do açúcar no sangue; e os peixes oleosos entregam ácidos graxos ômega-3, benéficos para o coração e o cérebro.

    Além disso, as fibras presentes em grãos, leguminosas e vegetais aumentam a saciedade e promovem o equilíbrio da microbiota intestinal. Somado a isso, segundo Katz, a dieta ainda contribui para a regulação de hormônios como insulina, cortisol, grelina e leptina. “O que torna a dieta nórdica tão saudável é que há muitos fatores trabalhando juntos”, resume Joan Salge Blake, nutricionista da Universidade de Boston.

  • Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? Especialistas respondem

    Quantos ovos comer por dia sem aumentar o colesterol? Especialistas respondem

    Durante décadas, muitas pessoas evitaram consumir gemas de ovo por medo do colesterol. No entanto, a ciência começou a mudar essa visão. Especialistas agora afirmam que o colesterol presente nos alimentos tem menos impacto na saúde cardiovascular do que se imaginava anteriormente.

    A partir dos anos 1960, recomendações médicas orientavam limitar o consumo diário de colesterol a 300 mg. Como as gemas concentram grande parte dessa substância, elas passaram a ser vistas como inimigas da dieta saudável.

    Porém, em 2016, as diretrizes alimentares retiraram oficialmente essa restrição. Estudos mais recentes mostraram que a gordura saturada exerce influência muito maior sobre os níveis de colesterol no sangue do que o colesterol alimentar.

    Uma pesquisa publicada em 2025 no The American Journal of Clinical Nutrition reforçou essa ideia. O estudo revelou que consumir dois ovos por dia dentro de uma dieta pobre em gordura saturada ajudou a reduzir o colesterol LDL, conhecido como “colesterol ruim”.

    O que realmente aumenta o colesterol?

    Segundo especialistas, o próprio fígado produz a maior parte do colesterol presente no organismo. Além disso, fatores genéticos influenciam diretamente a forma como cada pessoa absorve e elimina essa gordura.

    O nutricionista Keith Ayoob explica que a gordura saturada continua sendo o principal fator alimentar ligado ao aumento do colesterol LDL. Isso acontece porque ela dificulta a remoção do colesterol pelo fígado e aumenta a circulação de partículas gordurosas no sangue.

    Por isso, médicos recomendam moderar alimentos ricos em gordura saturada, como frituras, carnes processadas e excesso de manteiga, em vez de demonizar os ovos.

    Além disso, eliminar a gema significa perder nutrientes importantes. A maior parte das vitaminas e minerais do ovo está justamente nessa parte, incluindo vitamina D, colina, selênio, ômega-3 e antioxidantes.

    Afinal, quantos ovos é possível consumir?

    Os especialistas afirmam que pessoas saudáveis podem consumir de um a dois ovos por dia com segurança. Ainda assim, quem possui colesterol alto ou histórico familiar da condição deve acompanhar os exames e adaptar a alimentação conforme orientação médica.

    Nutricionistas recomendam preparar os ovos com azeite ou óleo vegetal e combiná-los com alimentos ricos em fibras, como pão integral, feijão e vegetais. As fibras ajudam o organismo a controlar melhor os níveis de colesterol.

    Com a mudança no entendimento científico, os ovos voltaram a ganhar espaço em dietas equilibradas. Além de nutritivos, eles oferecem proteína de qualidade, são versáteis e possuem custo acessível, tornando-se aliados de uma alimentação saudável quando consumidos com equilíbrio.