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  • Imagens aéreas mostram incêndios destruindo vegetação em diferentes áreas do DF

    Imagens aéreas mostram incêndios destruindo vegetação em diferentes áreas do DF

    Imagens aéreas divulgadas pelo Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) mostram a dimensão de grandes incêndios florestais registrados nesta quinta-feira (20/8) nas regiões do Paranoá e de Santa Maria, no Distrito Federal.

    O intervalo entre 11h e 16h concentrou a maior quantidade de acionamentos e exigiu reforço na mobilização das equipes operacionais. Além dos veículos terrestres, o CBMDF utilizou o avião Nimbus, do modelo Air Tractor, nas operações de combate.

    Para atender às ocorrências, o Corpo de Bombeiros empregou 53 viaturas ao longo do dia (Foto: CBMDF)

    No Paranoá, o combate às chamas ainda estava em andamento às 20h. De acordo com o CBMDF, duas equipes, formadas por 10 militares, permaneciam mobilizadas para controlar o incêndio.

    Já em Santa Maria, o fogo havia sido controlado. Ainda assim, as equipes do Corpo de Bombeiros continuavam realizando rondas na área. A medida tem como objetivo identificar e evitar o surgimento de novos focos.

    52 ocorrências chegaram aos bombeiros

    O Distrito Federal registrou um número elevado de ocorrências envolvendo fogo em áreas de vegetação. Segundo o CBMDF, até as 18h desta quinta-feira (20), foram contabilizadas 52 ocorrências de incêndio em vegetação em diferentes pontos do DF.

    A corporação informou que as condições ambientais continuam favorecendo a propagação rápida das chamas, principalmente em áreas com vegetação seca.

    O trabalho das equipes segue concentrado no controle dos focos e na prevenção de novos incêndios nas áreas atingidas.

  • Operação apreende mais de 82 toneladas de produtos irregulares usados na produção de café

    Operação apreende mais de 82 toneladas de produtos irregulares usados na produção de café

    Uma operação conjunta de fiscalização apreendeu mais de 82 toneladas de produtos irregulares utilizados na produção de café durante ações realizadas entre os dias 25 e 28 de maio. A iniciativa teve como foco combater a distribuição e comercialização de cafés torrados com indícios de irregularidade em diferentes estados do país.

    Ao todo, os órgãos responsáveis realizaram 84 fiscalizações e interditaram 19 estabelecimentos, número que representa 32,8% dos locais inspecionados.

    Segundo o balanço divulgado, os fiscais apreenderam 5.944 quilos de café torrado e moído e outros 76.070 quilos de matéria-prima utilizada na fabricação do produto.

    Operação envolveu sete estados e o Distrito Federal

    A ação integrou operações de fiscalização conduzidas pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) em parceria com a Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, além do Procon-MPMG e outros órgãos de defesa do consumidor.

    As fiscalizações ocorreram em estabelecimentos localizados em Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Goiás, Paraná, Espírito Santo e no Distrito Federal.

    Em Minas Gerais, equipes do Procon-MPMG atuaram especificamente nos municípios de Ervália e Viçosa, na Zona da Mata.

    Fiscalização mira fraudes e riscos à saúde

    De acordo com o Mapa, a fiscalização do café torrado segue critérios definidos pela Portaria SDA/Mapa nº 570/2022, que estabelece regras sobre identidade, qualidade, rotulagem e classificação do produto.

    Além disso, a operação também segue normas previstas na Lei nº 9.972/2000 e no Decreto nº 12.709/2025, que regulamentam a fiscalização de produtos de origem vegetal no Brasil.

    Segundo os órgãos envolvidos, algumas empresas utilizam ingredientes estranhos ao café para reduzir custos de produção. Entre os materiais encontrados podem estar cascas, paus, resíduos e outras substâncias utilizadas para adulterar o produto.

    Essa prática prejudica diretamente o consumidor, que acaba pagando por um item diferente do informado na embalagem. Além disso, afeta empresas que atuam dentro das normas e mantêm concorrência regular no mercado.

    Produtos adulterados também preocupam autoridades sanitárias

    As autoridades alertam ainda para os riscos à saúde pública relacionados à utilização de matérias-primas de baixa qualidade.

    Segundo os fiscais, produtos adulterados podem conter impurezas, resíduos e contaminantes. Em condições inadequadas de armazenamento e produção, também existe risco de proliferação de microrganismos.

    Os órgãos responsáveis informaram que uma nova operação nacional, desta vez envolvendo outros produtos, já está prevista para acontecer em junho.

  • Produtores do DF conhecem novas tecnologias no cultivo de peixes

    Produtores do DF conhecem novas tecnologias no cultivo de peixes

    Mais de 80 piscicultores e produtores rurais participaram, nesta semana, de um Dia de Campo promovido pela Emater-DF. O evento apresentou novas tecnologias e inovações no cultivo de peixes, com o objetivo de aumentar a produção e eficiência no Distrito Federal. Além disso, o encontro também atraiu iniciantes que buscam entrar no setor.

    Dia de Campo em Brasília

    Durante o Dia de Campo sobre Produção Intensiva de Peixes, os participantes passaram por quatro estações temáticas. A primeira demonstrou os benefícios das energias renováveis, destacando a energia solar como uma alternativa eficaz e econômica. Na segunda estação, os produtores aprenderam sobre o monitoramento da qualidade da água. Em seguida, conheceram o funcionamento dos filtros biológicos. Na etapa final, o foco foi o manejo dos sólidos na água, como restos de ração e dejetos dos peixes.

    Para a diretora-executiva da Emater-DF, Loiselene Trindade, o evento é uma oportunidade para aproximar os produtores das novas tecnologias. “Essa unidade demonstrativa é essencial para capacitarmos os produtores e tornarmos a aquicultura mais sustentável e eficiente”, afirma. Segundo ela, o objetivo é apoiar a produção com assistência técnica e extensão rural.

    Consumo de peixes no DF

    O investimento no setor tem mostrado resultados. O Distrito Federal é o terceiro maior mercado consumidor de peixes per capita no Brasil. Em 2023, a produção local bateu recordes, alcançando 2.039 toneladas de pescado, um aumento de 25% em comparação a 2019.

    Adalmyr Borges, responsável pelo programa de Aquicultura da Emater-DF, observa o crescimento do setor. “A aquicultura vem ganhando espaço no DF e tem despertado o interesse de novos produtores. Com um grande mercado consumidor, há muito a ser explorado”, comenta. Nos últimos cinco anos, o número de piscicultores no DF aumentou de 624 para 919. As maiores produções estão concentradas no Gama, Paranoá e Ceilândia.

    O presidente da Emater-DF, Cleison Duval, destacou a importância de futuras oportunidades, como a inclusão do pescado na alimentação escolar através do Programa Nacional da Alimentação Escolar (PNAE). “Se o edital for lançado, isso trará desafios, mas também uma grande oportunidade para os produtores. A Emater-DF está comprometida em apoiar vocês”, afirmou Duval durante o evento.

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    Guilherme Pereira, piscicultor há 10 anos, foi um dos participantes. Primeiramente, ele ressaltou a importância de se manter atualizado. “É sempre bom levar as novidades para o dia a dia. Afinal, o mercado muda e precisamos evoluir constantemente”, diz. Para ele, eventos como o Dia de Campo são essenciais para melhorar a produção, principalmente em um mercado cada vez mais competitivo.

    Produtores iniciantes também participaram do evento, como Mariza Matsui, de 65 anos. Em resumo, ela reconheceu a importância do aprendizado. “Tenho três tanques, mas ainda preciso aprimorar o manejo e a alimentação dos peixes. A Emater é uma grande parceira nesse desenvolvimento”, conclui.