Tag: defesa civil

  • Incêndios florestais: veja os descuidos mais comuns e como evitá-los

    Incêndios florestais: veja os descuidos mais comuns e como evitá-los

    Bitucas de cigarro mal apagadas, queima de resíduos, cinzas com brasas e churrasqueiras próximas à vegetação seca estão entre os principais riscos de incêndios florestais em áreas rurais de São Paulo.

    Durante a estiagem, a combinação de vegetação ressecada, baixa umidade e vento facilita a propagação das chamas. Um foco pequeno pode percorrer grandes distâncias em poucos minutos.

    A Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo listou os descuidos mais frequentes e as medidas que podem ajudar produtores rurais a reduzir os riscos.

    Mato seco e aceiros exigem atenção

    O mato alto funciona como combustível e pode facilitar a entrada do fogo na propriedade. A orientação é manter a vegetação roçada, principalmente nas divisas e áreas comuns.

    Os aceiros também precisam de manutenção durante toda a estiagem. Mesmo quando feitos no início da temporada, podem perder a eficácia à medida que o material combustível volta a se acumular.

    Cigarros, cinzas e churrasqueiras aumentam o risco

    Bitucas de cigarro e fósforos descartados no chão estão entre os principais perigos. Às margens de estradas, carreadores e áreas de pastagem seca, uma pequena fonte de calor pode iniciar um incêndio.

    O cigarro deve ser completamente apagado e descartado em recipiente apropriado.

    Outro cuidado envolve as cinzas de fogões a lenha e churrasqueiras. Mesmo quando parecem frias, elas podem manter brasas ativas por horas. O material deve ser descartado somente depois de resfriado, em local sem vegetação e, sempre que possível, umedecido.

    Churrasqueiras, fogueiras e velas próximas ao mato também representam risco. O vento pode transportar brasas e faíscas por vários metros. Em dias críticos, a recomendação é evitar qualquer tipo de fogo próximo à vegetação.

    Queima para limpeza pode provocar incêndios

    A queima de resíduos de poda, restos de culturas e lixo está entre as principais causas de incêndios florestais.

    O uso do fogo para fins agrossilvipastoris exige autorização prévia da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) ou da Defesa Agropecuária e pode ser suspenso em períodos críticos. Focos não autorizados configuram crime ambiental.

    A soltura e a fabricação de balões também são crimes ambientais. Além do risco para lavouras, pastagens e áreas de vegetação nativa, a prática pode provocar acidentes. Permitir a soltura de balões dentro da propriedade também configura crime.

    Máquinas podem gerar faíscas

    Roçadeiras, tratores e implementos agrícolas podem provocar faíscas ao atingir pedras, apresentar superaquecimento ou sofrer falhas de funcionamento.

    Por isso, é importante verificar escapamentos, motores e sistemas de abastecimento, além de evitar a operação nos horários mais quentes.

    Ao trabalhar em áreas secas, o produtor também deve manter equipamentos de combate ao fogo por perto.

    O que fazer ao identificar fumaça

    Ao perceber fumaça suspeita ou um princípio de incêndio na vegetação, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo 193 ou pelo aplicativo Bombeiros Emergência. A Defesa Civil também pode ser chamada pelo número 199.

    Os vizinhos devem ser avisados, e a recomendação é não tentar combater um incêndio florestal sozinho.

    O risco de incêndios pode ser acompanhado pelo Monitoramento de Risco de Incêndios da Defesa Civil, pelo Centro Integrado de Informações Agrometeorológicas (CIIAGRO) e pelos focos detectados por satélite no Painel do Fogo.

    Para receber alertas gratuitos da Defesa Civil no celular, basta enviar um SMS com o CEP para o número 40199.

     

  • Ondas de calor preocupam; saiba como evitar incêndios

    Ondas de calor preocupam; saiba como evitar incêndios

    A onda de calor que atinge o Estado de São Paulo deve permanecer pelo menos até o fim desta quarta-feira (19/8), segundo a Defesa Civil paulista.

    No interior de São Paulo, onde as temperaturas podem ficar até 7°C acima da média, o cenário exige atenção redobrada dos produtores rurais.

    A combinação de ar quente e seco, baixa umidade relativa e vegetação ressecada aumenta as condições favoráveis à ocorrência e propagação de incêndios florestais e queimadas em áreas rurais.

    Diante do risco, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo reuniu recomendações para reduzir as chances de incêndios e proteger as propriedades rurais.

    Áreas em vermelho têm risco perigosíssimo de incêndio, segundo Instituto Nacional de Meteorologia (Foto: Inmet)

    Mantenha os aceiros limpos

    Uma das principais medidas é manter os aceiros limpos e conservados. Essas faixas sem vegetação funcionam como barreiras para dificultar que o fogo avance de uma área para outra.

    A orientação citada pela Secretaria prevê largura mínima de 3 metros entre talhões no interior da propriedade, 5 metros em cada lado de cercas e divisas e 6 metros no entorno de vegetação nativa.

    A manutenção deve ocorrer durante toda a estiagem. Quando tomado por vegetação seca, o aceiro perde eficiência como barreira contra a propagação do fogo.

    A legislação paulista também estabelece aceiros mínimos em situações envolvendo queima controlada e prevê que as dimensões sejam ampliadas quando condições ambientais, climáticas ou topográficas exigirem maior proteção.

    Vegetação seca aumenta o risco

    Outra recomendação é manter a vegetação bem roçada, principalmente nos limites da propriedade rural durante períodos de calor intenso.

    Mato alto e seco funciona como material combustível, facilitando a propagação das chamas e permitindo que um foco iniciado fora da propriedade alcance áreas produtivas.

    Redobre o cuidado com fontes de calor

    Durante a onda de calor, produtores e trabalhadores rurais devem redobrar os cuidados com qualquer fonte capaz de iniciar um incêndio.

    A recomendação é evitar churrasqueiras, fogueiras e velas próximas à vegetação, além de garantir o descarte adequado de cigarros, fósforos e cinzas de fornos a lenha.

    A queima de resíduos vegetais também exige atenção. O emprego de fogo em queima controlada está sujeito às regras ambientais e à autorização correspondente. A Cetesb mantém procedimento específico para autorização de queima controlada utilizada como fator de produção, manejo agrícola e florestal e para determinadas finalidades fitossanitárias e científicas.

    Em períodos de risco elevado de incêndios, autorizações também podem sofrer restrições ou suspensões, como já ocorreu no Estado em situações críticas.

    Reforce as rondas pela propriedade

    Nos dias mais quentes, a Secretaria de Agricultura recomenda aumentar a frequência do monitoramento das áreas consideradas mais vulneráveis.

    A atenção deve ser maior em locais com vegetação seca, divisas das propriedades e áreas próximas a estradas, onde um foco de incêndio pode se espalhar rapidamente.

    Identificar fumaça ou fogo ainda no início pode reduzir o tempo necessário para acionar as equipes responsáveis pelo combate.

    Se precisar, acione os bombeiros

    Focos de incêndio devem ser enfrentados apenas por pessoas treinadas e com equipamentos adequados. Tentar controlar as chamas sem preparo pode colocar trabalhadores e moradores em risco.

    Ao identificar fumaça suspeita ou um princípio de incêndio, a orientação é acionar imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou a Defesa Civil pelo 199.

  • Vídeo: Produtor rural filma passagem de tornado no Paraná

    Vídeo: Produtor rural filma passagem de tornado no Paraná

    O tornado que atingiu a área rural de Piraí do Sul (PR), na região dos Campos Gerais, no último sábado (08), deixou um rastro de destruição no campo. Cerca de 500 pessoas foram afetadas, segundo levantamento inicial da Defesa Civil Estadual.

    O advogado e produtor rural Bernardo Milleo registrou o fenômeno em vídeo. “Foi uma sensação de impotência, não tinha o que ser feito”, relatou. O tornado passou dentro de sua fazenda, no bairro rural Fundão, mas não atingiu as áreas de produção nem a moradia.

    https://www.instagram.com/reel/Db5hOV4S5dQ/?igsh=MTU5emMyYm1qMDJzaw==

    Tornado destruidor

    Os ventos do tornado chegaram a mais de 200 km/h. Ao todo, 30 residências foram impactadas, sendo seis delas completamente destruídas pela força do fenômeno.

    Além disso, dois barracões agrícolas também sofreram danos. Não há registro de vítimas fatais, mas os bairros de Santo André, Boa Vista, Jararaca, Fundão e Capinzal figuram entre os mais atingidos.

    Estragos na propriedade e no acesso rural

    Segundo Milleo, trovões e relâmpagos intensos acompanharam o fenômeno, que foi repentino. “Foi um fator climático estranho”, avaliou.

    A queda de árvores e o acúmulo de galhos bloquearam o acesso à propriedade. “Ficamos presos”, contou o produtor. O trânsito foi liberado depois, com atuação das equipes da prefeitura.

    Na fazenda, Milleo mantém três granjas de suinocultura, com 3.500 animais, além de área de reflorestamento com pinus e eucalipto. Sem prejuízos na própria propriedade, ele integra a força-tarefa organizada por autoridades e moradores para apoiar os afetados.

    Casa destruída por tempestade em área rural, com telhado danificado, árvores derrubadas e destroços espalhados pelo terreno.
    Ventos fortes causaram estragos no Paraná (Foto: Divulgação/Prefeitura Municipal de Piraí do Sul)

    Trabalho de campo e apuração dos danos

    Nesta segunda-feira (10), equipes da Defesa Civil Estadual e de secretarias municipais de Piraí do Sul seguiram com o levantamento de danos. Os trabalhos também reúnem documentação para a elaboração do decreto de Situação de Emergência.

    A Secretaria Municipal de Agricultura atua no levantamento das atividades agropecuárias atingidas. Além dos danos estruturais, o município registrou queda de postes e transformadores, o que deixou moradores sem energia, obstruções em estradas rurais causadas por árvores caídas, e o isolamento temporário do bairro Santo André.

    Equipes da Copel trabalham nos reparos da rede elétrica, enquanto a prefeitura remove árvores caídas para liberar o acesso às áreas rurais.

    Situação de Emergência

    Quando reconhecido pelo Estado ou pela União, o decreto de Situação de Emergência permite a dispensa de licitações para ações de reconstrução e abre caminho para que moradores afetados acessem linhas de crédito voltadas a agricultores, além da possibilidade de saque do FGTS para pessoa física.

    A Defesa Civil já distribuiu lonas para cobrir estruturas atingidas por destelhamento. Uma campanha local de doações, que reúne alimentos não perecíveis, lonas, materiais de construção e itens de higiene, segue arrecadando apoio na cidade.

    Confirmação do tornado pelo Simepar

    Uma equipe do Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar) esteve em campo, acompanhada por um operador de drone da Defesa Civil, para registrar imagens aéreas da área atingida.

    As características observadas nos vídeos analisados pelo Simepar indicam a ocorrência de um tornado — o 10º registrado no Paraná em 2026. A classificação oficial da categoria e a intensidade exata do fenômeno ainda serão definidas a partir do cruzamento entre o levantamento aéreo, os depoimentos de moradores e o mapeamento da distribuição dos danos.

    Vendavais e queda de granizo no mesmo fim de semana também causaram danos em outros municípios paranaenses, entre eles Candói, Sapopema, Guarapuava, Jaguariaíva e Rio Branco do Sul.

  • El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    El Niño intensifica temporais no Sul neste fim de semana

    A atuação do El Niño já influencia o clima no Sul do Brasil e aumenta o risco de temporais neste fim de semana. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a umidade elevada e as áreas de instabilidade ganharam força desde quinta-feira (16).

    O Rio Grande do Sul deve registrar os maiores volumes de chuva nos próximos dias. Além disso, os temporais podem provocar ventos fortes, granizo, descargas elétricas e chuva intensa.

    De acordo com o Inmet, esse cenário ocorre porque o El Niño fortalece os Jatos de Baixos Níveis. Essas correntes transportam umidade da Amazônia para a Região Sul e favorecem a formação de nuvens carregadas.

    Ao mesmo tempo, uma área de alta pressão mantém um bloqueio atmosférico sobre parte do Centro-Oeste e do Sudeste. Por isso, as instabilidades não avançam para essas regiões. Com esse bloqueio, a umidade permanece concentrada no Sul. Como resultado, a chuva tende a ser persistente e acumular volumes elevados.

    A Defesa Civil do Rio Grande do Sul já emitiu alerta para tempo severo. O órgão prevê vários dias consecutivos com risco de temporais e outros fenômenos associados.

    Segundo o Inmet, as tempestades devem atingir maior intensidade durante o fim de semana. Além disso, as instabilidades podem continuar no início da próxima semana.

    A previsão também indica pancadas de chuva no centro-sul de Santa Catarina. Assim, o avanço das instabilidades amplia a área de atenção na Região Sul.

    Norte e Nordeste mantêm previsão de chuva

    No Nordeste, uma frente fria mantém condições para chuva entre o norte de Alagoas, o leste de Pernambuco, a Paraíba e o Rio Grande do Norte. Por outro lado, o oeste de Pernambuco, o sul de Sergipe e a Bahia devem continuar com tempo firme.

    Centro-Oeste e Sudeste continuam com tempo seco

    Enquanto isso, o bloqueio atmosférico mantém o predomínio de sol no Centro-Oeste e no interior do Sudeste. O tempo também segue firme em áreas do Paraná e de Santa Catarina. Esse padrão favorece o veranico durante o inverno. As tardes ficam mais quentes, enquanto as madrugadas permanecem frias devido ao forte resfriamento noturno.

    Minas Gerais, o leste de São Paulo e as serras do Rio de Janeiro continuam com amanhecer frio. Além disso, há previsão de geada entre o sul de Minas, São Paulo e a região serrana de Resende (RJ) no sábado e no domingo. Nessas áreas, as temperaturas podem atingir cerca de 4°C, segundo o Inmet.

     

  • São Paulo segue em alerta máximo para queimadas

    São Paulo segue em alerta máximo para queimadas

    O clima seco continua pressionando a capital e o interior de São Paulo. A Defesa Civil do Estado mantém alerta máximo para queimadas. A combinação de baixa umidade e ventos fortes mantém o risco elevado em quase todo o território paulista. Regiões como Ribeirão Preto, Bauru, Araraquara e Presidente Prudente estão em nível de emergência.

    O Vale do Paraíba, a Região Metropolitana de São Paulo e o litoral sul concentram o alerta vermelho. Nessas áreas, o fogo se propaga com facilidade devido às condições climáticas extremas. Segundo a Defesa Civil, o período de estiagem exige atenção redobrada das equipes municipais e estaduais. O órgão alerta que o cenário deve piorar até hoje (6).

    A faixa leste do estado, que inclui o Vale do Ribeira e o litoral norte, deve entrar em situação de emergência nesta segunda. A previsão indica melhora gradual a partir de quarta-feira (8).
    Neste domingo (5), grandes incêndios atingiram Presidente Venceslau, Presidente Prudente, Espírito Santo do Pinhal e Itapura, sem registro de vítimas.

    Reservatórios operam próximos do limite crítico

    A seca intensa também afeta o abastecimento de água. Os reservatórios paulistas perdem cerca de 0,3% das reservas por dia.
    Neste domingo (5), o nível médio estava em 30,3%, valor considerado crítico. O Sistema Cantareira, maior do estado, já está em situação emergencial desde 1º de outubro.

    Maranhão lidera queimadas no país

    Em nível nacional, o Maranhão ultrapassou o Mato Grosso e agora lidera os registros de queimadas em 2025. O estado soma 11.511 focos, número 4% menor que o de 2024. Entre os grandes estados com queimadas, o Maranhão é o único sem queda significativa nos últimos três anos.

    O Mato Grosso, destaque negativo em 2024, reduziu 80% dos focos, mas continua em segundo lugar, com 9.399 registros. O Tocantins aparece em terceiro, com 8.849 focos e queda de 42%.

    Até outubro, o Brasil contabilizou 81.374 focos de incêndio, redução de 62% frente a 2024. É o menor número da década, segundo o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

  • INmet emite alerta de perigo potencial para chuva, ventania e granizo

    INmet emite alerta de perigo potencial para chuva, ventania e granizo

    O Instituto Nacional de Meteorologia (INmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial para uma extensa área do Sul e Sudeste do Brasil. O aviso, válido para os estados de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, prevê a ocorrência de chuvas intensas, com acumulados que podem atingir até 50 milímetros (mm) em um único dia, acompanhadas de ventos fortes e queda de granizo.

    O alerta amarelo, de nível “perigo potencial”, é o segundo na escala de três níveis do INmet e indica risco moderado para o período. As principais ameaças associadas a essa frente fria e instabilidade atmosférica são:

    • Chuvas intensas: os volumes previstos, de até 50 mm/dia, representam um volume significativo de água em um curto espaço. Esse cenário eleva substancialmente os riscos de alagamentos, enxurradas em áreas de declive e deslizamentos de terra em encostas e morros.
    • Ventos fortes: rajadas de vento podem causar danos como a queda de árvores, destelhar construções e interromper o fornecimento de energia elétrica. A população deve evitar estacionar veículos próximos a placas de propaganda, árvores antigas ou estruturas frágeis.
    • Granizo: a precipitação de pedras de gelo, típica de nuvens de grande desenvolvimento vertical (cumulonimbus), pode danificar veículos, lavouras e telhados, além de representar perigo para pessoas e animais que estiverem ao ar livre sem proteção.

    Como se proteger e onde buscar informações

    Diante de um alerta deste nível, a adoção de medidas de precaução é fundamental. O INmet e a Defesa Civil recomendam:

    • Evite áreas de risco, como baixadas sujeitas a alagamentos e encostas.
    • Não atravesse ruas alagadas ou pontes inundadas.
    • Procure abrigo seguro em caso de ventania ou início de chuva de granizo.
    • Mantenha-se informado por fontes oficiais, como a Defesa Civil Municipal (telefone 199) e o próprio site do INmet.

    A previsão do tempo é uma ferramenta essencial para a prevenção de desastres. A divulgação em massa de alertas como este permite que a população e as autoridades se preparem, minimizando os impactos humanos e materiais dos eventos climáticos severos.

  • Defesa Civil alerta para risco extremo de queimadas

    Defesa Civil alerta para risco extremo de queimadas

    A Defesa Civil de São Paulo prevê a semana mais crítica da estiagem. A partir desta segunda-feira (15), o estado entrou em nível de emergência para queimadas.

    O órgão estadual informou que as regiões centro-oeste, norte, oeste e noroeste enfrentarão altas temperaturas e baixa umidade relativa do ar.

    Gabinete de Crise

    Diante do cenário, a Defesa Civil mobilizou pela primeira vez no ano o Gabinete de Crise do período de estiagem. A estrutura funciona no Centro de Gerenciamento de Emergências, no Palácio dos Bandeirantes. O gabinete reúne representantes de diferentes órgãos estaduais e parceiros da Operação SP Sem Fogo. Participam Corpo de Bombeiros, Fundação Florestal, Polícia Militar, Polícia Rodoviária e Polícia Ambiental.

    Também integram a mobilização a Secretaria de Agricultura, a Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística e o Departamento de Estradas de Rodagem. “O cenário de risco exige atenção, união de esforços e respostas rápidas. A presença integrada salva vidas e protege o meio ambiente”, afirmou o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Henguel Ricardo Pereira.

  • Frio intenso volta ao Rio Grande do Sul na próxima semana

    Frio intenso volta ao Rio Grande do Sul na próxima semana

    O Rio Grande do Sul deve enfrentar uma nova onda de frio na próxima semana, segundo a Defesa Civil Estadual. Na segunda-feira (23), uma massa de ar polar se estabelece sobre o Estado e derruba as temperaturas. O fenômeno está associado a um sistema de alta pressão.

    Variação de temperatura

    As mínimas variam entre 1°C e 4°C no Oeste, Campanha, Sul e parte do Centro. Nas demais regiões, os termômetros devem marcar entre 5°C e 14°C. As máximas sobem pouco e ficam entre 7°C e 14°C. Rajadas de vento, que devem alcançar até 80 km/h, aumentam a sensação de frio.

    Na terça-feira (24), a previsão indica mínimas entre -4°C e 2°C na maior parte do Estado. As geadas serão generalizadas. No Litoral, as temperaturas mínimas devem chegar a 8°C. As máximas continuam baixas, oscilando entre 4°C e 12°C. A metade Leste ainda terá vento forte, com rajadas entre 40 e 65 km/h. O mar permanece agitado, com risco de ressaca.

    Na quarta-feira (25), o frio se intensifica. As mínimas devem chegar a -6°C em grande parte do Estado. O Litoral mantém mínimas de 8°C. Durante a tarde, as temperaturas oscilam entre 7°C e 15°C.

    Na quinta-feira (26), as mínimas variam de 3°C a 10°C. As máximas devem ficar entre 8°C e 16°C.

    Na sexta-feira (27), o frio persiste, principalmente na metade Sul. As mínimas variam de 2°C a 5°C, enquanto nas demais regiões ficam entre 6°C e 14°C. À tarde, os termômetros devem registrar entre 8°C e 14°C em todo o Estado.

    Chuvas intensas

    Além do frio, o Rio Grande do Sul enfrenta as consequências das chuvas intensas. A Defesa Civil atualizou os dados de emergência.

    Até o momento, 125 municípios foram afetados.

    O Estado registra 1.332 pessoas em abrigos e 6.018 desalojados.

    Há ainda uma pessoa desaparecida, três mortes confirmadas e um ferido.

    Equipes de resgate salvaram 733 pessoas e 139 animais.

    O município de Jaguari decretou estado de calamidade pública. Outros 20 municípios estão em situação de emergência.

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  • Alerta vermelho: São Paulo enfrenta temperaturas extremas

    Alerta vermelho: São Paulo enfrenta temperaturas extremas

    A Defesa Civil do Estado de São Paulo emitiu um alerta para altas temperaturas que afetarão todo o território até quarta-feira (19). A previsão indica que a massa de ar quente elevará os termômetros a patamares alarmantes, com máximas de 38°C na Região de Itapeva e Vale do Ribeira, 36°C na Baixada Santista e regiões como São José dos Campos, Araçatuba, Marília e Presidente Prudente, e 35°C no Litoral Norte, Bauru e Araraquara.

    Além disso, o Vale do Paraíba e as regiões de Presidente Prudente, Barretos e Franca devem registrar temperaturas em torno de 34°C, enquanto a Região Metropolitana da capital paulista, Sorocaba e Campinas podem enfrentar máximas de 33°C. Essa onda de calor é considerada a primeira do ano no estado e a terceira no Brasil.

    A Defesa Civil recomenda que a população evite a exposição ao sol entre 10h e 16h. E também utilize protetor solar e roupas leves, além de manter-se hidratada. É crucial que idosos e crianças recebam atenção especial devido à sua maior vulnerabilidade aos efeitos do calor excessivo. Os especialistas alertam que manter os ambientes bem ventilados é essencial para aliviar o desconforto das altas temperaturas.

    Com a previsão de calor intenso até pelo menos quarta-feira, os paulistas devem se preparar para enfrentar um dos períodos mais quentes do verão. As autoridades reforçam a importância da precaução para garantir a saúde e o bem-estar da população durante essa onda de calor extrema.

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  • Governo de SP reforça plano de emergência para chuvas intensas

    Governo de SP reforça plano de emergência para chuvas intensas

    O Governo de São Paulo reuniu 300 representantes municipais para alinhar estratégias de prevenção e resposta a desastres causados pelas chuvas. A Defesa Civil prorrogou o alerta preventivo até domingo (2). Ou seja, há previsão de volumes elevados de chuva, provocados pela Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS).

    O governo também manterá um gabinete de crise até o fim de semana para monitorar os serviços de energia elétrica e abastecimento de água.

    Sistema de alerta avançado entra em ação

    Durante o encontro, a Defesa Civil destacou o funcionamento do novo sistema de alerta Cell Broadcast, que emite mensagens de emergência via tecnologia 4G e 5G. Em geral, os avisos variam entre severo e extremo, sendo que, no último caso, o usuário não pode desativar a notificação.

    “Com os novos sistemas e o envolvimento da população, estamos fortalecendo a cultura da prevenção. Esse encontro busca antecipar qualquer desastre. Agradeço a participação dos municípios e reforço que estaremos disponíveis 24 horas para auxiliá-los”, afirmou o governador em exercício Felicio Ramuth (PSD).

    Além disso, o coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Henguel Pereira, reforçou que toda a equipe está mobilizada. “Trabalhamos de forma integrada com os municípios, utilizando ferramentas e sistemas para minimizar os impactos das chuvas e proteger a população”, destacou.

    Também participaram do encontro o presidente da Assembleia Legislativa de São Paulo, André do Prado, e integrantes das 177 prefeituras que compõem o Plano de Contingência da Operação Chuvas.

    Previsão do tempo alerta para riscos de enchentes e deslizamentos

    Os institutos meteorológicos preveem chuvas intensas na faixa leste do estado, incluindo a capital paulista, Baixada Santista, Litoral Norte, Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, Campinas, Sorocaba, Ribeirão Preto e Franca. Como o solo já está encharcado, aumentam os riscos de deslizamentos e enchentes em áreas vulneráveis.

    Alerta INMET

    O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) emitiu nesta sexta-feira (31) um aviso laranja (perigo) para chuvas intensas em Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Ou seja, a ZCAS, que se formou na noite de terça-feira, deve manter o tempo instável do sul da Amazônia até o Sudeste.

    Na região Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) intensifica as chuvas no Amapá, Pará e Maranhão. Ao mesmo tempo, o INMET também emitiu um aviso laranja para chuvas intensas até domingo (2) e um aviso amarelo (perigo potencial) para outras regiões, com previsão de acumulados de até 50 mm diários até sábado (1).

    Para atualizações diárias, consulte: alertas2.inmet.gov.br 

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