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  • SP: campanha de vacinação contra brucelose vai até 30 de Junho

    SP: campanha de vacinação contra brucelose vai até 30 de Junho

    A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo anunciou que a Campanha de Vacinação contra a Brucelose está em vigor em todo o estado. A vacinação, que se estende até o dia 30 de junho, é destinada a bovinas e bubalinas com idades entre três e oito meses.

    A brucelose é uma doença infecciosa que afeta principalmente o gado, podendo causar sérios prejuízos à produção pecuária. A vacinação é fundamental para prevenir a disseminação da doença e garantir a saúde do rebanho. A Lei estabelece que, por se tratar de uma vacina viva, a aplicação deve ser realizada por um médico-veterinário cadastrado, que também fornecerá um atestado de vacinação ao produtor.

    Mudanças no processo de vacinação

    Uma das principais mudanças nesta campanha é que a declaração de vacinação pelo proprietário não será mais necessária. Agora, o médico-veterinário responsável pela imunização deverá cadastrar o atestado no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em até quatro dias após a vacinação. Isso simplifica o processo e garante maior eficiência na validação das imunizações.

    Se ocorrerem divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado, o sistema notificará tanto o produtor quanto o médico-veterinário por mensagem eletrônica.

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    O Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) aprovou o novo modelo de identificação dos animais vacinados contra a brucelose. A partir de agora, os animais vacinados com a vacina B19 receberão um botão amarelo. E aqueles vacinados com a vacina RB 51 terão um botão azul. Essa mudança representa uma alternativa à marcação a fogo, promovendo maior bem-estar animal e segurança para os produtores.

    Procedimentos em caso de perda ou danos

    Em caso de perda ou dano ao botão identificador, o responsável precisa solicitar uma nova aplicação ao médico-veterinário ou à Defesa Agropecuária. Se a aquisição do botão não for possível, a identificação dos animais deve seguir as normas do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

    A Campanha de Vacinação contra Brucelose é uma iniciativa crucial para a saúde do rebanho bovino em São Paulo. Com novas diretrizes e um processo simplificado, espera-se que mais produtores participem da vacinação. Desta forma, contribuindo para a erradicação da doença e garantindo a segurança alimentar no estado. Para mais informações sobre os médicos-veterinários cadastrados para realizar a vacinação, acesse o site da Defesa Agropecuária.

  • Brucelose – final da campanha de vacinação está chegando

    Brucelose – final da campanha de vacinação está chegando

    As campanhas de atualização de rebanhos e vacinação contra a Brucelose estão em andamento no Estado de São Paulo. O prazo final é até o próximo dia 31 de dezembro. Os produtores devem declarar as espécies existentes em suas propriedades e imunizar as bezerras com idades entre três e oito meses.

    A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que os responsáveis só poderão emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) após atualizar completamente os dados das espécies, incluindo bovinos, búfalos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos.

    Os produtores podem realizar a atualização diretamente no sistema GEDAVE ou pessoalmente em uma das Unidades da Defesa Agropecuária. Também é possível enviar o formulário por e-mail, disponível no site da SAA.

    Mudanças na vacinação contra brucelose

    A campanha de vacinação contra a Brucelose passou por alterações normativas com a publicação da Resolução SAA nº 78/24 e das Portarias 33/24 e 34/24. A vacinação das fêmeas bovinas e bubalinas entre três e oito meses agora não exige mais a marcação a fogo. A identificação da vacinação será feita por meio de um identificador auricular do tipo botton.

    Os novos prazos para vacinação foram divididos em dois períodos: o primeiro vai de 1º de janeiro a 30 de junho, enquanto o segundo se estende de 1º de julho a 31 de dezembro. Os produtores que não vacinarem seus rebanhos dentro dos prazos estabelecidos terão a movimentação dos bovídeos suspensa até regularização junto às unidades da Defesa Agropecuária.

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    Entretanto, diferente das campanhas anteriores, agora não é mais necessária a declaração de vacinação pelo proprietário. O médico-veterinário responsável pela imunização deve cadastrar o atestado no sistema GEDAVE em até quatro dias após a vacinação para validar a imunização dos animais.

    Identificação alternativa e benefícios

    O novo modelo de identificação aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) é uma alternativa à marcação a fogo que visa promover o bem-estar animal e aumentar a segurança tanto para os produtores quanto para os veterinários. O botton amarelo identificará os animais vacinados com a vacina B19, enquanto o botton azul marcará as fêmeas vacinadas com RB 51.

    As revendas de insumos veterinários fornecerão os bottons e venderão os identificadores junto com as vacinas. Se houver perda ou dano do botton, o produtor deve solicitar uma nova aplicação ao médico-veterinário responsável ou à Defesa Agropecuária.

    Vale ressaltar que o uso do botton é válido apenas dentro do Estado de São Paulo, sendo proibido o trânsito de animais identificados dessa forma para outros estados da federação.

    Com essas iniciativas, a Defesa Agropecuária busca garantir a sanidade animal no estado, promovendo práticas que favorecem tanto os produtores quanto o controle das doenças que afetam o rebanho.