Tag: Complexo sucroalcooleiro

  • Agronegócio paulista supera US$ 6,45 bilhões de superávit

    Agronegócio paulista supera US$ 6,45 bilhões de superávit

    O agronegócio paulista fechou os quatro primeiros meses de 2026 com superávit de US$ 6,45 bilhões no comércio exterior. O setor exportou US$ 8,47 bilhões e importou US$ 2,02 bilhões entre janeiro e abril, consolidando São Paulo como o segundo maior exportador do agro nacional, com 15,5% de participação. Atrás apenas de Mato Grosso (20,7%).

    O agronegócio também respondeu por 39% do total das exportações do estado no período, enquanto as importações do setor representaram 7,1% do total estadual.

    “O agro paulista segue mostrando sua força mesmo em um cenário internacional desafiador. O crescimento das exportações de carnes, soja e produtos florestais mostra a competitividade do nosso produtor, a qualidade da nossa produção e a capacidade de São Paulo de seguir abrindo mercados e gerando superávit para a economia brasileira”, afirmou o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Geraldo Melo Filho.

    Abril cresce 10,4% na comparação anual

    Só em abril de 2026, o agro paulista exportou US$ 2,40 bilhões, resultado 10,4% superior ao do mesmo mês de 2025. O diretor da APTA, Carlos Nabil, destacou a recuperação do setor: “Apesar das oscilações do mercado internacional, abril mostrou recuperação nas exportações do agro paulista, com destaque para carnes, produtos florestais e soja.”

    O complexo sucroalcooleiro liderou as exportações, com US$ 1,85 bilhão (21,8% do total). O açúcar dominou o segmento, com 94,1% das receitas, e o etanol respondeu pelos demais 5,9%.

    Fonte: elaborado pelo IEA-APTA a partir dos dados do COMEXSTAT do MDIC.

    Na sequência, o setor de carnes movimentou US$ 1,42 bilhão (16,7%), com a carne bovina correspondendo a 82,9% desse valor. Os produtos florestais geraram US$ 1,14 bilhão (13,5%), impulsionados pela celulose (66,3%) e pelo papel (27,9%).

    O complexo soja somou US$ 1,08 bilhão (12,8%), com a soja em grão representando 85,3% e o farelo de soja, 9,1%. Os sucos alcançaram US$ 671,82 milhões (7,9%), com o suco de laranja respondendo por 96,5% do total.

    Juntos, esses cinco grupos concentraram 72,9% das exportações do agronegócio paulista. O café aparece na sexta posição, com 6,6% de participação e US$ 556,52 milhões em receitas. Sendo 68,4% de café verde e 27,5% de café solúvel.

    O que cresceu e o que recuou?

    Na comparação com o mesmo período de 2025, os produtos florestais avançaram 18,7%, as carnes cresceram 16,8% e o complexo soja subiu 9,2%. No lado negativo, os sucos recuaram 39,7%, o café caiu 14,9% e o setor sucroalcooleiro recuou 14,8%. As oscilações refletem tanto variações de preço quanto mudanças nos volumes exportados.

    A China segue como principal destino, absorvendo 27% das exportações do agro paulista, especialmente soja, carnes, produtos florestais e fibras têxteis. A União Europeia ocupa o segundo lugar, com 15,3% de participação, seguida pelos Estados Unidos, com 10,3%.

  • Exportações do agro de SP crescem e atingem US$ 3,76 bilhões no 1º bimestre

    Exportações do agro de SP crescem e atingem US$ 3,76 bilhões no 1º bimestre

    O agronegócio de São Paulo alcançou superávit de US$ 2,79 bilhões no primeiro bimestre de 2026. As exportações do setor totalizaram US$ 3,76 bilhões no período, enquanto as importações somaram US$ 970 milhões.

    As vendas externas do agro representaram 40,2% de tudo o que o estado exportou nos dois primeiros meses do ano. Já as importações do setor corresponderam a 7,5% do total comprado por São Paulo no período.

    “O resultado confirma a força e a diversidade do agro paulista no comércio internacional. São Paulo reúne produção, indústria e tecnologia, o que permite ao estado manter desempenho sólido nas exportações mesmo em cenário global desafiador”, afirma o secretário de Agricultura e Abastecimento, Geraldo Melo Filho.

    Cinco setores concentram 76% das vendas

    O complexo sucroalcooleiro liderou as exportações paulistas no bimestre. O setor respondeu por 28% do total vendido ao exterior, com US$ 1,05 bilhão. O açúcar representou 94,7% desse montante, e o etanol, 5,3%.

    As carnes ocuparam a segunda posição, com US$ 623 milhões em vendas (16,6% do total). A carne bovina respondeu por 82,1% das exportações do segmento.

    Produtos florestais alcançaram US$ 576,34 milhões (15,3% de participação). Celulose representou 67,8% desse valor, e papel, 26,9%.

    O setor de sucos exportou US$ 337,70 milhões (9% do total), com o suco de laranja respondendo por 96,8% das vendas. O café completou o grupo dos cinco principais, com US$ 279,17 milhões (7,4% de participação). Café verde representou 72,9% das exportações do segmento, e o solúvel, 24%.

    O complexo soja apareceu na oitava posição, com US$ 120,48 milhões em vendas (3,2% do total). A soja em grão respondeu por 57,9% desse valor, e o farelo, por 24,1%.

    Produtos florestais e carnes puxam alta

    Na comparação com o primeiro bimestre de 2025, produtos florestais registraram crescimento de 16,5% nas vendas externas. O setor de carnes avançou 9,8% no período.

    Por outro lado, sucos apresentaram queda de 44,3% na receita com exportações. O complexo soja recuou 39,4%, seguido por sucroalcooleiro (-8%) e café (-5,9%).

    China mantém liderança entre compradores
    A China seguiu como principal destino das exportações do agro paulista no bimestre. O país asiático respondeu por 20,5% das vendas, com destaque para produtos florestais, carnes, fibras têxteis e itens do complexo soja.

    A União Europeia apareceu na segunda posição, com 16,9% de participação. Os Estados Unidos ficaram em terceiro, com 9,7% das compras.

    No ranking nacional, o agronegócio paulista ocupou a segunda posição no primeiro bimestre. O estado respondeu por 16,6% das exportações do setor no Brasil, atrás apenas de Mato Grosso (20,5%).

  • Agronegócio paulista registra superávit de US$ 21 bilhões em 2025

    Agronegócio paulista registra superávit de US$ 21 bilhões em 2025

    O agronegócio paulista fechou os primeiros onze meses de 2025 com um superávit comercial de US$ 21,07 bilhões, consolidando São Paulo como um dos principais polos de exportação agrícola do Brasil. Os dados revelam que as exportações do setor somaram US$ 26,35 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 5,28 bilhões no período.

    As vendas externas do agronegócio representaram 40,6% do total exportado pelo estado paulista entre janeiro e novembro, demonstrando a relevância do setor para a economia regional. Já as importações agrícolas corresponderam a 6,6% do volume total importado por São Paulo no mesmo período.

    Políticas públicas impulsionam resultados

    Segundo o secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, o desempenho positivo é resultado de investimentos estratégicos em ciência, infraestrutura e desburocratização.

    “O desempenho do agro paulista mostra que São Paulo está na direção certa. Investir em ciência, infraestrutura, desburocratização e competitividade. Assim, São Paulo alcança um superávit de US$ 21 bilhões porque tem produtores qualificados e políticas públicas que dão segurança e liberdade para produzir”, afirmou Piai.

    O secretário também destacou expectativas positivas para o fechamento de 2025 e para o desempenho do setor em 2026.

    Complexo sucroalcooleiro lidera exportações

    O complexo sucroalcooleiro manteve-se como principal produto da pauta exportadora paulista, respondendo por 31,3% das vendas externas do agronegócio estadual, com receita de US$ 8,2 bilhões. Dentro deste segmento, o açúcar representou 93% do total, enquanto o álcool etílico (etanol) correspondeu aos 7% restantes.

    O setor de carnes ocupou a segunda posição no ranking, com 15,2% de participação e US$ 4 bilhões em exportações. A carne bovina foi responsável por 85,1% desse montante.

    Os produtos florestais ficaram em terceiro lugar, com 10,5% de participação e US$ 2,7 bilhões exportados. A celulose representou 56,2% desse total, seguida pelo papel, com 35,1%.

    O segmento de sucos alcançou 9,9% das exportações, totalizando US$ 2,6 bilhões, dos quais 97,8% referem-se ao suco de laranja. Já o complexo soja registrou 8,6% de participação, com US$ 2,2 bilhões exportados – sendo 78,3% em soja em grão e 16,1% em farelo de soja.

    Juntos, esses cinco grupos representaram 75,5% das exportações do agronegócio paulista no período.

    Café ganha destaque com crescimento de 39%

    O café apareceu na sexta posição da pauta exportadora, com 6,2% de participação e receita de US$ 1,6 bilhão. O café verde respondeu por 76,7% desse valor, enquanto o café solúvel representou 19,5%.

    Na comparação com o mesmo período de 2024, o setor cafeeiro registrou o maior crescimento entre os principais produtos, com alta de 39,2% nas vendas. O setor de carnes também apresentou desempenho positivo, com aumento de 24,1%, assim como o complexo soja, que cresceu 1,3%.

    Por outro lado, o complexo sucroalcooleiro teve queda de 29,6%, produtos florestais recuaram 4,8% e o segmento de sucos registrou redução de 4,9% nas receitas de exportação.

    China lidera destinos das exportações paulistas

    A China consolidou-se como principal destino das exportações do agronegócio paulista, com 24,4% de participação. O país asiático importa principalmente produtos do complexo soja, carnes, açúcar e florestais de São Paulo.

    A União Europeia ocupou a segunda posição, com 14,3% de participação nas vendas externas, seguida pelos Estados Unidos, com 11,8%.

    Tarifas americanas impactam exportações

    As exportações para os Estados Unidos sofreram impacto significativo após a implementação de tarifas adicionais pelo país em agosto de 2025. Os dados mostram quedas progressivas nos embarques: 14,6% em agosto, 32,7% em setembro, 32,8% em outubro e 54,9% em novembro.

    “Até julho vínhamos com um resultado bastante positivo nas exportações para os Estados Unidos. Agosto ainda manteve o desempenho, mas a partir de setembro houve uma desaceleração que se acentuou em novembro”, explicou Carlos Nabil, diretor da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta).

    Nabil destacou que a queda foi parcialmente compensada pela diversificação de mercados, com aumento de vendas para China, México, Canadá, Argentina e União Europeia.

    Em 20 de novembro, o presidente Donald Trump anunciou a retirada de tarifas sobre produtos brasileiros como café, chá, frutas tropicais, sucos de frutas, cacau, especiarias, banana, laranja, tomate e carne bovina. A expectativa é de melhora no fluxo de embarques nos próximos meses.

    São Paulo é segundo maior exportador do agro nacional

    No cenário nacional, São Paulo manteve posição de destaque como segundo maior exportador do agronegócio brasileiro, respondendo por 17% das vendas externas do setor no país entre janeiro e outubro de 2025. O estado aparece logo atrás de Mato Grosso, que registrou 17,3% de participação.

    Sobre as perspectivas para 2026, Carlos Nabil ressaltou que as projeções dependem do comportamento das principais cadeias produtivas. “É algo que precisa ser analisado setor a setor, com base nas previsões específicas de cada safra”, afirmou.

  • São Paulo lidera exportações do agronegócio

    São Paulo lidera exportações do agronegócio

    O estado de São Paulo manteve a liderança nas exportações do agronegócio brasileiro no primeiro trimestre de 2025, encerrando o período com superávit de US$ 4,9 bilhões na balança comercial do setor. Os dados, divulgados pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, apontam que o valor representa uma queda de 19,9% em comparação com o mesmo período de 2024. Ainda assim, o resultado reafirma a força do agronegócio paulista no cenário nacional.

    Entre janeiro e março, as exportações do setor somaram US$ 6,4 bilhões, valor 14,6% inferior ao registrado no ano anterior. As importações, por sua vez, alcançaram US$ 1,5 bilhão, com crescimento de 9,5% na comparação interanual. O secretário de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, Guilherme Piai, destacou que o resultado demonstra a solidez de uma base produtiva diversificada, com capacidade para manter bons indicadores mesmo diante de instabilidades de mercado.

    A análise técnica foi elaborada pelo coordenador da Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (Apta), Carlos Nabil Ghobril, em parceria com os pesquisadores José Alberto Ângelo e Marli Dias Mascarenhas Oliveira, do Instituto de Economia Agrícola (IEA-Apta). Segundo o estudo, as exportações do agro paulista representaram 41,7% do total exportado pelo estado no primeiro trimestre, enquanto as importações do setor corresponderam a 6,8% do total estadual.

    Principais produtos exportados pelo agronegócio paulista

    Cinco grupos de produtos concentraram 73% das exportações do agronegócio paulista no período:

    • Complexo sucroalcooleiro: com 25,8% de participação e receita de US$ 1,65 bilhão, sendo o açúcar responsável por 88,7% e o etanol por 11,3%.
    • Carnes: representando 13,9% das exportações, totalizou US$ 887,9 milhões, com a carne bovina respondendo por 82,5% desse valor.
    • Sucos: com 13,5% de participação e receita de US$ 863,07 milhões, dos quais 98,2% se referem ao suco de laranja.
    • Produtos florestais: alcançaram US$ 758,98 milhões, com destaque para celulose (55,1%) e papel (35,5%).
    • Complexo soja: somou US$ 507,27 milhões, sendo 81,7% referente à soja em grãos.

    O café aparece logo em seguida, com US$ 465,75 milhões exportados, representando 7,3% da pauta paulista. Do total, 73,4% correspondem ao café verde e 23,1% ao café solúvel.

    Apesar da queda no complexo sucroalcooleiro (-50,5%) e no complexo soja (-17,9%), alguns segmentos apresentaram crescimento expressivo: café (+67,2%), sucos (+37,5%), carnes (+25%) e produtos florestais (+6%).

    Destinos mais relevantes para os produtos paulistas

    A China segue como principal destino das exportações do agronegócio paulista, com 19,3% de participação, concentrando as compras nos segmentos de soja (29%), carnes (28%) e produtos florestais (23%). Em seguida, aparecem:

    • União Europeia: com 16,4%, sendo os principais produtos sucos (37%), café (17%) e produtos florestais e vegetais (11% cada).
    • Estados Unidos: com 15,9% de participação, adquirindo sucos (40%), carnes (15%), produtos de origem animal (9,5%), florestais (8,8%) e café (8,6%).
    • Na comparação com o primeiro trimestre de 2024, São Paulo registrou queda de 12,6% nas exportações para a China. Em contrapartida, as vendas para a União Europeia cresceram 34,4%, e para os Estados Unidos, 27,7%.

    Participação de São Paulo no cenário nacional

    No panorama nacional, São Paulo respondeu por 16,9% das exportações do agronegócio brasileiro, mantendo a liderança entre os estados exportadores. Mato Grosso aparece em segundo lugar com 15,7%, seguido por Minas Gerais, com 11,9% — este último com destaque no comércio internacional de café.

    O Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2025 com US$ 37,83 bilhões em exportações do agronegócio, resultado 2,1% superior ao do mesmo período de 2024. As importações do setor somaram US$ 5,18 bilhões, um aumento de 11,9%.

    O saldo comercial positivo do agro brasileiro atingiu US$ 32,65 bilhões, representando um crescimento de 0,7% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. O desempenho robusto do setor continua sendo fundamental para equilibrar o déficit comercial gerado pelos demais segmentos da economia nacional.

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  • Agro paulista cresce 11,2% e lidera exportações nacionais

    Agro paulista cresce 11,2% e lidera exportações nacionais

    São Paulo mantém a liderança nas exportações do agronegócio brasileiro. O setor paulista registrou alta de 11,2% entre janeiro e outubro de 2024, alcançando US$ 25,77 bilhões. No mesmo período, as importações somaram US$ 4,74 bilhões, resultando em um superávit de US$ 21,03 bilhões. Ou seja, esse saldo reforça a importância do agronegócio para a economia estadual.

    O levantamento, conduzido por Carlos Nabil Ghobril, coordenador da Apta, e pesquisadores do Instituto de Economia Agrícola (IEA), destaca que o setor agro respondeu por 43,6% das exportações paulistas no período. As importações do segmento representaram 7,4% do total estadual.

    Enquanto isso, os demais setores da economia estadual acumularam um déficit de US$ 26,13 bilhões, evidenciando o papel do agronegócio na redução do saldo negativo da balança comercial paulista.

    Principais produtos e crescimento

    Cinco grupos de produtos concentraram 79,8% das exportações agropecuárias paulistas:

    • Complexo sucroalcooleiro: 40,7% de participação (US$ 10,48 bilhões), com o açúcar representando 93% desse total.
    • Carnes: 11,2% de participação (US$ 2,89 bilhões), lideradas pela carne bovina (84,1%).
    • Produtos florestais: 10,3% de participação (US$ 2,66 bilhões), com destaque para celulose (55,2%).
    • Sucos: 9,1% de participação (US$ 2,34 bilhões), sendo 98,2% de suco de laranja.
    • Complexo soja: 8,5% de participação (US$ 2,18 bilhões), com 77,1% de soja em grão.

    Ao mesmo tempo, o café registrou alta de 41,4%, somando US$ 1,06 bilhão, com destaque para o café verde (71,7%). Outras altas incluem sucos (+30,6%), complexo sucroalcooleiro (+23,9%) e produtos florestais (+18,9%). Já o complexo soja sofreu queda de 35%, impactado por variações de preço e volume exportado.

    Importações e participação nacional

    Nas importações, os principais produtos foram salmão (US$ 383,63 milhões), papel (US$ 340,14 milhões) e trigo (US$ 271,41 milhões). Juntos, os dez itens mais importados somaram US$ 2,09 bilhões, ou 44,2% das importações agropecuárias paulistas.

    No cenário nacional, São Paulo respondeu por 18,4% das exportações do agronegócio brasileiro, superando Mato Grosso (16,9%) e Paraná (11,3%). O estado lidera as exportações de sucos (83,7%), complexo sucroalcooleiro (63,1%) e produtos alimentícios diversos (73,9%).

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    Balança comercial brasileira

    O agronegócio brasileiro acumulou superávit de US$ 123,78 bilhões até outubro de 2024, apesar de uma leve redução de 1,6% em comparação ao ano anterior. Em resumo, as exportações setoriais somaram US$ 140,02 bilhões, representando 49,3% das vendas externas do país.

    Os principais grupos exportados foram complexo soja (US$ 50,33 bilhões), carnes (US$ 21,49 bilhões), complexo sucroalcooleiro (US$ 16,60 bilhões), produtos florestais (US$ 14,31 bilhões) e café (US$ 9,75 bilhões). Portanto, juntos, esses produtos concentraram 80,3% das exportações do agronegócio brasileiro.

    Destaques incluem aumentos nas vendas de café (+51,0%) e complexo sucroalcooleiro (+26,6%). Por outro lado, o complexo soja registrou queda de 16,8%, refletindo oscilações no mercado internacional.