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  • AntecipaCDA permite obtenção rápida do Código do Armazém

    AntecipaCDA permite obtenção rápida do Código do Armazém

    A emissão do Código do Armazém (CDA) ficou mais ágil no Brasil. A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) lançou nesta semana o AntecipaCDA, sistema que permite gerar o código antes da vistoria técnica, diminuindo o tempo médio de espera de cerca de três meses para até 15 dias.

    Segundo o superintendente de Armazenagem da Conab, Vitor Gonçalves Figueira, a ferramenta traz mais agilidade ao processo de regularização das unidades e otimiza o planejamento da cadeia logística. “O CDA é pré-requisito para a certificação do armazém e integra a base oficial da Conab, que mapeia e regula o escoamento dos produtos agropecuários em todo o país”, explicou.

    Com o AntecipaCDA, o armazenador envia sua solicitação pelo site da Conab. Os técnicos analisam os dados e, se validados, o sistema gera automaticamente o código. O solicitante recebe por e-mail a confirmação da emissão ou as orientações para corrigir pendências.

    Figueira ressalta que a vistoria presencial continua obrigatória, mesmo com o cadastro antecipado. “A liberação prévia do CDA facilita o planejamento das rotas e torna o processo de vistoria mais econômico e eficiente”, afirmou.

    Como obter o registro

    O CDA identifica o armazém e o responsável pela operação. Para obter o registro, o interessado deve preencher o formulário disponível no site da Conab e incluir os dados da unidade no Sistema de Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras (Sicarm).

    Além do novo sistema, a Conab também modernizou o formulário digital do Sicarm. O novo layout é mais simples, intuitivo e responsivo, destaca o superintendente de Tecnologia da Informação, Marcelo Faustino. “A atualização faz parte do Plano de Transformação Digital da Conab. Que busca ampliar o acesso a serviços públicos e aumentar a eficiência e transparência da gestão”, complementou.

    O Cadastro Nacional de Unidades Armazenadoras é uma obrigação legal da Conab, prevista no Decreto nº 3.855/2001. O registro é obrigatório para todas as pessoas jurídicas, públicas ou privadas, que armazenem, guardem ou conservem produtos agropecuários, seus derivados e subprodutos, próprios ou de terceiros.

  • Conab realiza Missão Brasil-Angola

    Conab realiza Missão Brasil-Angola

    A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) está realizando, de 15 a 23 de julho, a Missão Brasil-Angola como parte do seu Programa de Cooperação Técnica. O objetivo principal é discutir o desenvolvimento de políticas de apoio à agricultura angolana.

    A abertura da semana de trabalho aconteceu na segunda-feira (15), no auditório do Centro de Desenvolvimento de Recursos Humanos (CDRH) da Conab, em Brasília. A cerimônia contou com a presença de diretores da Conab, do embaixador da Agência Brasileira de Cooperação, da ministra Vanda Lopes, conselheira da Embaixada de Angola no Brasil, e do diretor de Departamento de Estudos, Planejamento e Estatística de Angola.

    Durante a programação, a Conab apresentará temas como levantamento e monitoramento de safra, análise de preços e mercado, capacitação em abastecimento, metodologia de custos de produção, Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), controle de qualidade, diagnóstico comparativo de leis e normas sobre estoques, além de diretrizes e sistemas relacionados à agricultura familiar brasileira.

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    A delegação angolana participará de visitas técnicas a cooperativas, produtores rurais e Centrais de Abastecimento do Distrito Federal (Ceasa-DF). Eles também visitarão a Comunidade Engenho II no Quilombo Kalunga, em Cavalcante-GO, onde representantes apresentarão experiências da agricultura familiar por meio dos programas da Conab.

    As atividades da Missão Brasil-Angola se encerrarão na terça-feira (23), quando serão feitos encaminhamentos para a missão brasileira em Angola.

    Agricultura em Angola

    A agricultura em Angola é um setor crucial para a economia, empregando a maioria da população rural. O país possui vastas áreas aráveis, mas enfrenta desafios como a falta de infraestrutura, acesso limitado a tecnologias modernas e a necessidade de mais investimentos.

    As principais culturas incluem mandioca, milho, feijão, batata-doce e batata. Angola também cultiva café, algodão, cana-de-açúcar e frutas tropicais para exportação. O governo angolano está focado em diversificar a economia, impulsionando a produção agrícola e melhorando a segurança alimentar.