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  • Com 35 países, Coffee Dinner & Summit reúne mil participantes para debater sustentabilidade e regulamentações

    Com 35 países, Coffee Dinner & Summit reúne mil participantes para debater sustentabilidade e regulamentações

    O diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, celebrou os números expressivos da 10ª edição do Coffee Dinner & Summit, realizada em Campinas (SP). Com mil participantes, 82 painelistas e representantes de 35 países, o evento se consolidou como uma das maiores vitrines globais para a cafeicultura brasileira. 

    Em entrevista ao Portal Agro em Campo, o diretor-geral do Cecafé celebrou os resultados, mas avaliou um dos principais temas do 10º Coffee Dinner & Summit, inclusive buscados pelos participantes: os desafios e perspectivas das regulamentações internacionais. 

    “Nós temos a felicidade de ter convidado nossos amigos das organizações internacionais do café, e todos aceitaram. Estamos discutindo o que está acontecendo nesse mundo geopolítico”, afirmou Matos, citando as tarifas impostas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as exigências regulatórias da União Europeia.

    Marcos Matos explicou que sente uma rediscussão nas questões regulatórias, uma vez que passam por entraves que envolvem barreiras comerciais, desentendimentos, informações errôneas e outros aspectos. Mas que independente disso, o compromisso deve se manter. 

    “É uma tendência das empresas e do consumidor estarem comprometidos com os critérios sociais e ambientais. […] Nosso compromisso segue com o consumidor. Agora, as regulações, tendem a sofrer ajustes diante de tudo que a gente está vendo de tensões geopolíticas”.

    Acontecimentos pelo mundo

    Sobre a tarifa de 10% imposta ao café brasileiro nos Estados Unidos, o diretor afirmou que há um esforço concentrado para retirar o produto da lista. “Existe todo um trabalho sendo feito para que o café saia do escopo das tarifas. Hoje o Brasil está com 10% e outros países até mais que o Brasil.”

    No caso da lei antidesmatamento da União Europeia (EUDR), Matos explicou que “a lei não vai ser postergada e nem tão pouco excluída do corpo jurídico, mas a gente entende que a sua implementação vai ser mais branda, mais leve, com requisitos mais corretos, com mais argumentos para se defender a sustentabilidade”. 

    Caminho da sustentabilidade

    Marcos Matos também ressaltou ainda que as regulamentações acontecem com uma via de mão dupla, com um esforço conjunto que envolve todos os elos da cadeia. “O Brasil é o maior produtor, maior exportador e segundo maior consumidor da bebida. A gente gera evidências concretas, verificáveis, validáveis e conclusivas para os nossos importadores”, finalizou.

  • Coffee Dinner & Summit: mil participantes e 35 países discutem práticas ESG e regulamentações do café em Campinas

    Coffee Dinner & Summit: mil participantes e 35 países discutem práticas ESG e regulamentações do café em Campinas

    O diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, celebrou os números expressivos da 10ª edição do Coffee Dinner & Summit, realizada em Campinas (SP). Com mil participantes, 82 painelistas e representantes de 35 países, o evento se consolidou como uma das maiores vitrines globais para a cafeicultura brasileira. 

    Em entrevista ao Portal Agro em Campo, o diretor-geral do Cecafé celebrou os resultados, mas avaliou um dos principais temas do 10º Coffee Dinner & Summit, inclusive buscados pelos participantes: os desafios e perspectivas das regulamentações internacionais. 

    “Nós temos a felicidade de ter convidado nossos amigos das organizações internacionais do café, e todos aceitaram. Estamos discutindo o que está acontecendo nesse mundo geopolítico”, afirmou Matos, citando as tarifas impostas pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e as exigências regulatórias da União Europeia.

    Marcos Matos explicou que sente uma rediscussão nas questões regulatórias, uma vez que passam por entraves que envolvem barreiras comerciais, desentendimentos, informações errôneas e outros aspectos. Mas que independente disso, o compromisso deve se manter. 

    “É uma tendência das empresas e do consumidor estarem comprometidos com os critérios sociais e ambientais. […] Nosso compromisso segue com o consumidor. Agora, as regulações, tendem a sofrer ajustes diante de tudo que a gente está vendo de tensões geopolíticas”.

    Acontecimentos pelo mundo

    Sobre a tarifa de 10% imposta ao café brasileiro nos Estados Unidos, o diretor afirmou que há um esforço concentrado para retirar o produto da lista. “Existe todo um trabalho sendo feito para que o café saia do escopo das tarifas. Hoje o Brasil está com 10% e outros países até mais que o Brasil.”

    No caso da lei antidesmatamento da União Europeia (EUDR), Matos explicou que “a lei não vai ser postergada e nem tão pouco excluída do corpo jurídico, mas a gente entende que a sua implementação vai ser mais branda, mais leve, com requisitos mais corretos, com mais argumentos para se defender a sustentabilidade”. 

    Caminho da sustentabilidade

    Marcos Matos também ressaltou ainda que as regulamentações acontecem com uma via de mão dupla, com um esforço conjunto que envolve todos os elos da cadeia. “O Brasil é o maior produtor, maior exportador e segundo maior consumidor da bebida. A gente gera evidências concretas, verificáveis, validáveis e conclusivas para os nossos importadores”, finalizou.

  • Comunidade global discutirá mercado e futuro do abastecimento do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    Comunidade global discutirá mercado e futuro do abastecimento do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    O futuro em relação ao abastecimento mundial do café é um tema que desperta atenção de toda comunidade global cafeeira. E por isso, está entre os assuntos a serem debatidos no 10º Coffee Dinner & Summit, evento que será realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), entre os dias 2 e 4 de julho, em Campinas (SP).

    O painel “Coffee Market Outlook: O Futuro do Abastecimento” acontece no último dia do encontro, com início às 9h45. E será moderado pelo superintendente comercial da Cooxupé, Luiz Fernando dos Reis. Para este debate, estão confirmadas as presenças de Charles Chiapolino, chefe Global de Pesquisa de Café da Louis Dreyfus Company, Germán Bahamón Jaramillo, CEO da Federação dos Cafeicultores da Colômbia, e Oscar Schaps, presidente da Divisão da América Latina da StoneX Financial Inc.

    A superintendência comercial da Cooxupé responde, dentre as atribuições, pelas exportações e relações da cooperativa com o comércio internacional. E também pela comercialização da commodity junto ao Brasil. Com sede em Guaxupé (MG), a Cooxupé possui trajetória com mais de 90 anos de cooperativismo brasileiro. E mais de 60 anos com atividades focadas no negócio café.

    20 mil cooperados

    Os mais de 20 mil cooperados produzem café arábica em mais de 360 municípios do Sul, Cerrado e Matas de Minas Gerais e da média mogiana do Estado de São Paulo. A commodity é exportada pela cooperativa para 50 países, em todos os continentes.

    “O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café. E isso significa que a responsabilidade do nosso país, bem como dos nossos produtores, é grande. Diante de um cenário de aumento populacional para os próximos anos e crescimento da demanda da produção de alimentos para o fornecimento global, é de suma importância evidenciar o futuro do abastecimento. Assim como debater, junto a especialistas do setor, o momento atual do mercado do café”, considera Reis.

    Além do foco no negócio café, a Cooxupé também anunciou, no início de 2025, sua entrada oficial no mercado de grãos. Especialmente em milho e soja, elevando sua representatividade no agronegócio nacional. Outro destaque é o compromisso com a Agenda ESG, por meio do Gerações, o protocolo próprio de sustentabilidade da cooperativa. Este protocolo, além de já ter sido mencionado em eventos internacionais no ano passado, obteve equivalência e reconhecimento como um programa que promove boas práticas agrícolas. Isso tanto pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), quanto pela Plataforma Global do Café (GCP, em inglês).

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas. Assim, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reúne, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial, além de autoridades governamentais. O objetivo é promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking. Além de aproximar os players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/.

    Sobre a Cooxupé

    Referência na cafeicultura mundial, a Cooxupé é a maior exportadora de café arábica do Brasil, de acordo com o ranking do CECAFÉ – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil. Em 2024, a cooperativa mineira embarcou para os mercados interno e externo 6,6 milhões de sacas de café verde tipo arábica. Das quais 5,1 milhões foram destinadas para o mercado internacional, englobando mais de 50 países em cinco continentes. Entre os consumidores estão Alemanha, Argentina, Bélgica, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Suécia, entre outros. As exportações correspondem a 80% das atividades da Cooxupé. Para isso, a cooperativa mantém em Santos (SP) um escritório exclusivo para esta atividade.

    Em 2024, a Cooxupé registrou no recebimento de café 6,1 milhões de sacas. Ao considerar este volume, de acordo com a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), o número representou 15% da produção nacional de café arábica e 22% da produção deste tipo de café do estado de Minas Gerais.

    Fundada em 1932 como cooperativa agrícola de crédito e transformada na Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé no ano de 1957, quando iniciou as atividades de recebimento, processamento e comercialização de café, a Cooxupé faz parte da história da cafeicultura brasileira e avança a passos largos, fazendo com que o seu café verde vá muito além da fronteira nacional. Sua sede está instalada no município mineiro de Guaxupé, onde também está situado o Complexo Industrial Japy.

    Mais informações à imprensa:

    Cooxupé: Phábrica de Ideias – Assessoria de Comunicação e relacionamento com a imprensa

    Contatos: (16) 9.8821-9990/ (17) 99731-3210 / (17) 99785-5669 / (16) 99732-1938 / (17) 99775-8666

    Cecafé – Gerência de Comunicação

    Paulo André C. Kawasaki

    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • Líderes globais debaterão tendências do consumo de café no Coffee Dinner & Summit

    Líderes globais debaterão tendências do consumo de café no Coffee Dinner & Summit

    Diante da disparada dos preços do café aos consumidores mundiais desde o ano passado, motivada por fatores diversos, como aperto entre oferta e demanda, novas regulações do comércio global e dificuldade de entregas devido a conflitos geopolíticos, o Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé) proporá um debate sobre “Tendências do Consumo de Café” no 10º Coffee Dinner & Summit. O evento será realizado de 2 a 4 de julho, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP).

    Nos Estados Unidos, maior consumidor mundial do produto, por exemplo, a taxação de produtos importados anunciada pelo presidente Donald Trump pode ser um fator de impacto. Porém, as lideranças do setor entendem que ainda é cedo para se avaliar o tamanho, conforme análise de Willian “Bill” Murray, presidente e CEO da National Coffee Association (NCA).

    “No geral, o consumo nos EUA tem apresentado uma trajetória ascendente há muitos anos, embora haja variações ano a ano. É muito cedo para dizer, a partir dos dados da NCA, se o consumo está em queda. Teremos uma melhor ideia no terceiro trimestre deste ano, quando realizarmos uma pesquisa de mercado”, conta.

    Murray recorda, contudo, que os consumidores americanos têm opções para continuar bebendo café mesmo diante de pressões financeiras. “Eles podem economizar comprando pacotes maiores de café, marcas diferentes ou buscando promoções e descontos. O café é, há muito tempo, a bebida favorita dos americanos e há muitas coisas que eles preferem fazer em vez de beber menos café”, explica.

    De toda forma, objetivando proteger o mercado consumidor local, o presidente e CEO da NCA informa que a Associação fez um pedido formal de isenção das tarifas ao governo Trump para o café, “mas é impossível prever se a isenção será concedida”.

    Europa

    A Europa é o maior consumidor mundial quando a análise é feita por continentes. E os apreciadores locais da bebida já sentem o impacto da disparada dos preços. Isso segundo o diretor de Estratégia de Sustentabilidade do Grupo Melitta, Stefan Dierks. “A maioria dos consumidores está comprando café quando há oferta especial. Uma parte menor vem buscando produtos mais baratos ou de marca própria, enquanto uma pequena minoria tem comprado e bebido menos café”, relata.

    Ainda no Velho Continente, a União Europeia vem trabalhando e implementando diversas regulamentações. Entre elas o Regulamento da UE para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, em inglês), com foco na exigência de consumidores por produtos, como o café, cultivados e produzidos cada vez mais com respeito à preservação ambiental, à responsabilidade social e à transparência corporativa. Simultaneamente, contudo, emerge a preocupação quanto à implantação dessas leis sem o devido tempo para estudo e preparo.

    Questionado se essa celeridade na implementação pode ser um fator que também venha a impactar o desempenho do consumo de café no bloco, o diretor da Melitta pondera. “Primeiramente”, o objetivo dessas regulamentações é fundamentar acordos globais como o Acordo de Paris de 2015 ou os Princípios Globais da Organização das Nações Unidas (ONU) para Empresas e Direitos Humanos e pretendem apoiar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do organismo.

    Desafios

    “Diante desse cenário, muitos países produtores de café, bem como os participantes da cadeia de valor, estão, atualmente, muito engajados no cumprimento desses requisitos legais de devida diligência. No entanto, estamos cientes que o cumprimento dos requisitos do EUDR até o final de 2025, particularmente, pode ser ainda um desafio para algumas regiões produtoras. A tarefa do setor cafeeiro global e dos membros é, e será, apoiar essas regiões em seus esforços para cumprir todos os requisitos relevantes em tempo hábil e evitar gargalos na disponibilidade”, comenta.

    Também perguntado se o Brasil, como principal fornecedor de café para a Europa, está preparado para atender a essas novas regulamentações, como EUDR, Diretiva de Reporte Corporativo de Sustentabilidade (CSRD), Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) e Diretiva de Devida Diligência em Sustentabilidade Corporativa (CS3D), Dierks elogia a postura colaborativa que o país tem presentado.

    “O engajamento brasileiro na implementação de acordos e regulamentações globais, assim como de outros países, é muito apreciado. Reconhecemos o alto nível de implementação, bem como a abertura para colaboração e busca conjunta de soluções”, menciona. O diretor da Melitta completa também enaltecendo o trabalho árduo que muitas outras regiões produtoras de café estão realizando sobre esses tópicos. “Também respeitamos esse engajamento. Como as regulamentações, em caso de implementação útil na prática diária, apoiam a qualidade de vida futura da sociedade global, estamos apoiando essas atividades sempre que possível”, conclui.

    Brasil

    O Brasil é destacadamente o maior produtor de café do mundo, mas não deixa de se destacar quando o assunto é consumo, ocupando o segundo lugar no ranking mundial, atrás apenas dos EUA. E, sim, a elevação dos preços também afeta o consumo dos brasileiros. “O aumento do café foi superior a 83% na ponta, para o consumidor. E considerando essa alta em um curto espaço de tempo, o peso no bolso foi e é grande. Lembrando que ainda houve aumento de outros alimentos também importantes”, conta Pavel Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

    Ele aponta que, com base em informações da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), a população nacional, para continuar apreciando o café, mudou o comportamento e as formas de consumo diante do encarecimento. “Consumidores trocaram suas categorias habituais, mas mantiveram o seu consumo de café. Naturalmente, dentro dos lares, o consumidor optou por evitar o desperdício, fazer menos quantidade de café, deixando de lado a prática do desperdício. Nós, da ABIC, batemos muito nessa tecla do consumo consciente”, revela.

    Ainda assim, Cardoso reporta que houve queda no consumo de café entre janeiro e abril de 2025. “Troca de gramaturas maiores para uma menor, substituição de marca, de um blend mais caro para um blend mais barato, são comportamento que observamos e entendemos como natural nesse cenário. O consumidor fez revisão. Na ponta da gôndola, o que sentimos é uma redução, daí o motivo do primeiro quadrimestre ter tido essa retração de 5,13%”, explica.

    Redução nos preços

    Sobre uma eventual redução nos preços, Cardoso comenta que já foi observada, à medida que revisões para cima nas safras de robusta do Brasil e do Vietnã afastaram rapidamente os fundos não comerciais, “os chamados head funds“. Os mesmos que impactaram exponencialmente os preços para cima em novembro de 2024. “Com a saída desses fundos, as cotações baixaram consideravelmente. De modo que o consumidor já visualizará preços menores nas prateleiras nos próximos 30 a 60 dias”, projeta.

    Para 2025, considerando a redução de consumo do primeiro quadrimestre, a mencionada queda nas cotações e a estimativa que a ABIC faz diante do comportamento das commodities e das indústrias e das visualizações de comportamento de preço pela própria dinâmica do varejo na ponta da gôndola, o presidente da entidade analisa que pode ocorrer alguma recuperação no consumo de café no Brasil, mas pondera que é necessário ter cautela. “Ainda é cedo para estimarmos algo concreto. Precisamos aguardar o fechamento do próximo quadrimestre”, conclui.

    Pavel Cardoso, Bill Murray e Stefan Dierks apresentarão essas e outras considerações no painel “Tendências do Consumo de Café” do 10º Coffee Dinner & Summit, previsto para as 15h15 do dia 4 de julho. A mediação será do presidente do Cecafé, Márcio Ferreira. E também estarão presentes o chefe da Divisão de Gestão de Sustentabilidade da UCC Japan, Ryo Satomi, para analisar o mercado asiático. Além do Country Manager Latam da Euromonitor, Marcel Motta, para uma abordagem específica sobre China e países árabes.

    Autoridades confirmadas

    O Coffee Dinner & Summit 2025 contará com a presença de importantes lideranças públicas e privadas do Brasil e do mundo. No campo político, estão confirmadas as participações dos governadores dos Estados de Minas Gerais, Romeu Zema, e do Espírito Santo, Renato Casagrande, no “Painel Político: Futuro do Agro Brasileiro”, às 14h do dia 4 de julho.

    Na macroeconomia, o evento contará com a expertise de um dos negociadores brasileiros do acordo União Europeia-Mercosul e ex-presidente do “Banco do BRICS”, o economista político Marcos Troyjo. Ele fará suas considerações no painel “Economia Brasileira: O que esperar do Futuro?”, previsto para as 16h50 do dia 3 de julho.

    Patrocinadores e apoio

    A 10ª edição do Coffee Dinner & Summit caminha para se tornar histórica com o suporte dos patrocínios “Diamante”, do Grupo Tristão; “Ouro”, de ApexBrasil, Autoridade Portuária de Santos (APS), Cooxupé / SMC, ICE, LIV Logística / Porto Seco Sul de Minas, Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do Espírito Santo, Sicoob e StoneX; “Prata”, de Bayer, ofi e Serasa Experian; e patrocínio do Sebrae.

    O evento conta com o apoio internacional da British Coffee Association (BCA), European Coffee Federation (ECF), German Coffee Association (Deutscher Kaffeeverband – DKV). International Coffee Organization (ICO), National Coffee Association (NCA) e Swiss Coffee Trade Association (SCTA).

    Como apoiadores nacionais, o 10º Coffee Dinner & Summit conta com as Associações Brasileiras da Indústria de Café (Abic). Indústria de Café Solúvel (Abics) e de Cafés Especiais (BSCA). Associação Comercial de Santos (ACS); os Centros do Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG) e de Vitória (CCCV). Conselho Nacional do Café (CNC); e o Museu do Café.

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas. Desta forma, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reúne, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial. Além de autoridades governamentais, para promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking. E assim, aproximar players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem adversidades, mas, também, oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, em relação a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio.

    Para mais informações sobre o evento: https://coffeedinner.com.br/.

    Para se inscrever: https://register.jalanlive.com/coffeedinner2025/corporate.

    Mais informações à imprensa:

    Gerência de Comunicação – Cecafé
    Paulo André C. Kawasaki
    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • ApexBrasil e Cecafé fortalecem exportação de cafés do Brasil

    ApexBrasil e Cecafé fortalecem exportação de cafés do Brasil

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) é patrocinadora ouro do 10º Coffee Dinner & Summit, um dos mais relevantes eventos mundiais da cafeicultura. O evento será realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), entre 2 e 4 de julho. E reunirá, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), importadores e exportadores de mais de 30 países para debater “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos Cafés do Brasil”.

    A agência tem um papel fundamental no apoio à exportação de café, com iniciativas que vão desde o auxílio ao produtor na obtenção de certificados e documentação até serviços de capacitação e promoção do produto no exterior. O tema central de sua participação no evento será o protagonismo e a liderança dos cafés do Brasil no cenário internacional. Com foco em iniciativas sustentáveis e o abastecimento global.

    Parceria

    “Desde 2002, a ApexBrasil atua em diversas frentes de apoio à exportação de café. Um exemplo notável é a parceria com a (Associação Brasileira de Cafés Especiais) BSCA, iniciada em 2013. O projeto ‘Brazil. The Coffee Nation’ apoiou 288 empresas, incluindo 75 exportadoras, que venderam para mais de 100 destinos. O convênio atual, renovado em setembro de 2023, tem como meta alcançar a exportação de US$ 2,5 bilhões, com 9,5 milhões de sacas sendo remetidas ao exterior, e ampliar o número de participantes para 80 empresas exportadoras”, destaca Alberto Costa Bicca, especialista em agronegócio da entidade.

    De acordo com ele, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior. Além de atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

    “Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial, que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil”, completa.

    A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil. Com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país. “Alinhando a busca por investimentos com o fomento à exportação de café, temos conseguido excelentes resultados à cafeicultura e evidenciaremos esse protagonismo e essa liderança dos cafés do Brasil no cenário internacional no Coffee Dinner & Summit“, conclui Bicca.

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes. Fez isso através do plantio de 69 árvores nativas. E assim, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reune, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial. Além de autoridades governamentais para promover a prospecção de negócios e criar oportunidades comerciais. Além compartilhar experiências e fazer networking, aproximando players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/.

    Mais informações à imprensa:

    Cecafé – Gerência de Comunicação
    Paulo André C. Kawasaki
    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • Ingressos esgotando para o 10º Coffee Dinner & Summit 2025

    Ingressos esgotando para o 10º Coffee Dinner & Summit 2025

    O 10º Coffee Dinner & Summit, um dos principais eventos da cafeicultura no mundo, está se aproximando rapidamente de sua capacidade máxima.

    Com expectativa de reunir 1.200 pessoas entre os dias 2 e 4 de julho de 2025, em Campinas (SP), o encontro organizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) tem alta procura por ingressos e, segundo os organizadores, as vagas devem se esgotar ainda nesta semana.

    A décima edição do evento promete ser a mais grandiosa da história, com uma programação completamente renovada e distribuída em três dias intensos de debates, networking e oportunidades de negócios.

    O Royal Palm Hall, novo local escolhido para sediar o encontro, oferece uma infraestrutura moderna e estrategicamente localizada para facilitar o deslocamento dos participantes de todo o Brasil e exterior.

    “Nosso evento cresceu ao longo dos anos e entendemos que é necessário um local mais espaçoso, em uma cidade que facilite a questão logística dos participantes, além de ampliarmos o leque de temas de discussão diante de cenários desafiadores para todos os segmentos da cafeicultura mundial”, explica Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé.

    Programação de peso internacional atrai líderes globais

    O Coffee Dinner & Summit 2025 terá como tema central das discussões “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”. Para esse debate, que ampliará as discussões a subtemas como tendências de consumo, desafios logísticos e socioambientais,o evento reunirá os principais executivos e tomadores de decisão do mercado cafeeiro mundial.

    A solenidade de abertura, marcada para as 19h30 do dia 2 de julho, contará com a presença de representantes dos governos federal e dos principais Estados produtores de café do Brasil, além das lideranças da cadeia produtiva mundial.

    O segundo dia promete ser o mais intenso, com uma programação que se estenderá das 10h30 às 18h15. O painel “CEO’s & Lideranças do agronegócio café global” trará à mesa representantes de gigantes como Neumann Gruppe, Sucafina, ECOM, Louis Dreyfus Company e EISA, que debaterão o cenário atual do mercado e os desafios futuros que moldarão a indústria.

    Discussões estratégicas sobre regulamentações europeias

    Um dos temas mais aguardados será abordado no painel “Organizações globais do café”, que trará discussões fundamentais sobre o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) e as novas regras do comércio em tempos de ESG.

    Este painel contará com contribuições de autoridades da National Coffee Association (NCA), dos Estados Unidos; European Coffee Federation (ECF); British Coffee Association (BCA), do Reino Unido; Swiss Coffee Trade Association (SCTA), da Suíça; Federación Nacional de Cafeteros (FNC), da Colômbia; e do próprio Cecafé.

    O “Futuro da Cafeicultura Sustentável” ganhará espaço com a visão e as contribuições de Silvia Massruhá, presidente da Embrapa; Vanusia Nogueira, diretora executiva da Organização Internacional do Café (OIC); Dra. Charlotte Heyl, diretora de Sustentabilidade da Associação Alemã do Café (Deutscher Kaffeeverband – DKV); e Flavia Barbosa, diretora executiva da Exportadora Guaxupé.

    Análise econômica e perspectivas de mercado

    O evento também dedicará atenção especial às análises econômicas e perspectivas de mercado. O painel “Economia brasileira: o que esperar do futuro” contará com a expertise de um dos negociadores brasileiros do acordo União Europeia-Mercosul e ex-presidente do “Banco do BRICS”, o economista político Marcos Troyjo, e de alguns dos principais bancos do país.

    A “Geopolítica global” também estará em pauta com a apresentação dos posicionamentos de representantes dos Ministérios das Relações Exteriores (MRE – Itamaraty) e da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e do Conselho Empresarial da América Latina.

    Coffee Market Outlook: visão dos principais players

    No terceiro dia, os debates serão retomados às 09h45 no painel “Coffee market outlook”, com o presidente da Federación Nacional de Cafeteros, da Colômbia, Germán Bahamón, e profissionais da StoneX, Louis Dreyfus Company e Cooxupé fazendo suas considerações sobre o futuro do abastecimento do mercado cafeeiro. Essas empresas e entidade, que movimentam bilhões de dólares no mercado internacional de café, compartilharão suas projeções e estratégias para os próximos anos.

    Os desafios logísticos no abastecimento do café também ganharão destaque especial, com representantes do Cecafé, Brasil Terminal Portuário (BTP), MSC – Mediterranean Shipping do Brasil, JDE Peet´s Brazil e 4Infra debatendo soluções para gargalos que afetam a competitividade do café brasileiro.

    A dimensão política do evento ganha destaque com as presenças dos governadores dos dois principais Estados produtores de café no Brasil: Romeu Zema, de Minas Gerais, e Renato Casagrande, do Espírito Santo. E, ainda, com o painel “Futuro do agro brasileiro”, que apresentará a visão dos governadores, deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), da presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella, sob mediação do presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

    Tendências de consumo e sustentabilidade

    O último painel do Coffee Dinner & Summit 2025 abordará as “Tendências de consumo do café”, com profissionais de empresas e entidades que representam os continentes onde o produto é mais consumido. Participarão representantes da NCA (EUA), Melitta Group (Europa) e Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), oferecendo uma visão global dos hábitos de consumo e suas evoluções.

    Compromisso ambiental e compensação de carbono

    O Cecafé demonstra seu compromisso com a sustentabilidade através da compensação de 9,8 toneladas de gases de efeito estufa que serão geradas pelo evento. A iniciativa inclui o plantio de 69 árvores nativas na Fazenda do Lobo, em Três Corações (MG), contribuindo para o reflorestamento de Áreas de Preservação Permanente e incentivando práticas regenerativas nos cafezais.

    “Após o cálculo das emissões de CO2 e equivalentes que serão geradas nos três dias do evento, o Cecafé realizou o plantio de árvores nativas, contribuindo para o reflorestamento e para a recuperação da vegetação nativa”, destaca Marcos Matos.

    Oportunidade exclusiva para leitores do portal iG

    Os leitores do portal iG têm acesso a uma condição especial exclusiva para participação no evento. Compre agora por aqui.

    Networking e oportunidades de negócios

    Além da programação técnica, o evento oferece múltiplas oportunidades de networking através do coquetel de boas-vindas no primeiro dia e do jantar de gala que encerra as atividades. Estes momentos são tradicionalmente aproveitados pelos participantes para estabelecer novos econtatos comerciais, firmar parcerias e explorar oportunidades de negócios no mercado cafeeiro.

    “Nosso intuito é abordar o importante papel do café brasileiro e suas iniciativas no desenvolvimento sustentável, geração de renda e contribuição para o equilíbrio climático no que se refere às boas práticas e ao sequestro de carbono da atmosfera”, explica o diretor-geral do Cecafé.

    Apoio institucional e patrocinadores de peso

    A 10ª edição do Coffee Dinner & Summit caminha para se tornar histórica com o suporte dos patrocínios “Diamante”, do Grupo Tristão; “Ouro”, de ApexBrasil, Autoridade Portuária de Santos (APS), Cooxupé / SMC, ICE, LIV Logística / Porto Seco Sul de Minas, Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do Espírito Santo, Sicoob e StoneX; “Prata”, de Bayer, ofi e Serasa Experian; e patrocínio do Sebrae.

    O evento conta com o apoio internacional da British Coffee Association (BCA), European Coffee Federation (ECF), German Coffee Association (Deutscher Kaffeeverband – DKV), International Coffee Organization (ICO), National Coffee Association (NCA) e Swiss Coffee Trade Association (SCTA).

    Como apoiadores nacionais, o 10º Coffee Dinner & Summit conta com as Associações Brasileiras da Indústria de Café (Abic), da Indústria de Café Solúvel (Abics) e de Cafés Especiais (BSCA); a Associação Comercial de Santos (ACS); os Centros do Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG) e de Vitória (CCCV); o Conselho Nacional do Café (CNC); e o Museu do Café.

    Como garantir sua participação

    Com a demanda crescente por vagas e a proximidade do evento, interessados em participar dos três dias de Summit, do coquetel de abertura e do jantar de gala devem garantir seus convites o quanto antes. As inscrições estão disponíveis através do link oficial, e organizadores alertam que as vagas remanescentes tendem a se esgotar rapidamente.

    Para empresas interessadas em patrocinar um dos maiores eventos da cafeicultura mundial, o Cecafé disponibiliza o contato [email protected], oferecendo diferentes modalidades de apoio e visibilidade durante os três dias de atividades.

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  • Cecafé e Agro em Campo celebram parceria estratégica para cobertura do 10º Coffee Dinner & Summit

    Cecafé e Agro em Campo celebram parceria estratégica para cobertura do 10º Coffee Dinner & Summit

    Em um passo importante para ampliar ainda mais o diálogo com o público do agronegócio, o Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) firmou uma parceria estratégica com o Agro em Campo, vertical do portal iG dedicada exclusivamente ao setor. 

    A colaboração vai garantir uma cobertura especial da décima edição do Coffee Dinner & Summit, evento de destaque na cafeicultura mundial, marcado para acontecer entre os dias 2 e 4 de julho de 2025, em Campinas (SP). Para dar ainda mais visibilidade ao projeto, já está no ar uma página exclusiva do Cecafé, no canal Agro em Campo (https://agroemcampo-homol.ig.com.br/cecafe). 

    O novo espaço digital será um repositório das principais discussões do evento e também o canal em que a cafeicultura ganhará destaque nos próximos meses.

    O Agro em Campo tem conquistado espaço como uma das vozes mais relevantes na comunicação voltada ao agronegócio brasileiro. Parte do iG — portal com mais de duas décadas de atuação no jornalismo digital —, o canal une tradição e dinamismo para entregar informação de qualidade. Essa combinação faz da plataforma um reforço estratégico para dar visibilidade a eventos do porte do Coffee Dinner & Summit.

    Mais do que apenas repercutir o evento, o objetivo da parceria é conectar o setor com diferentes públicos. O Agro em Campo aposta em uma linguagem direta, sem abrir mão da profundidade técnica, para tornar o conteúdo acessível tanto para quem já atua no campo quanto para quem quer entender melhor o universo do agro. 

    A interface leve e moderna do canal também contribui para essa aproximação, ampliando o alcance da informação e facilitando o engajamento.

    Uma década de protagonismo na cafeicultura mundial

    O 10º Coffee Dinner & Summit é um marco significativo na trajetória de um dos principais eventos da cafeicultura mundial. Com um formato renovado e mais dinâmico, distribuído em três dias consecutivos, o evento demonstra a evolução e o crescimento da iniciativa ao longo de duas décadas de realizações bem-sucedidas. A escolha de um novo local, o Royal Palm Hall, em Campinas (SP), reflete o cuidado dos organizadores em facilitar o deslocamento dos participantes e oferecer uma infraestrutura adequada ao porte do evento.

    “Nosso evento cresceu ao longo dos anos e entendemos que é necessário um local mais espaçoso, em uma cidade que facilite a questão logística dos participantes, além de ampliarmos o leque de temas de discussão diante de cenários desafiadores para todos os segmentos da cafeicultura mundial”, explica Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé.

    O tema central do evento, “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, não foi escolhido por acaso. Reflete as preocupações atuais do setor com as transformações nos padrões de comércio internacional, as novas exigências regulamentares e a necessidade de posicionar o café brasileiro como referência mundial em qualidade, sustentabilidade e inovação.

    Programação abrangente

    A programação do evento foi cuidadosamente estruturada para abordar todos os aspectos relevantes da cadeia produtiva cafeeira. O primeiro dia, 2 de julho, será marcado pela solenidade de abertura às 19h30, que contará com a participação de representantes dos governos federal e dos principais Estados produtores de café do Brasil. 

    Além dos representantes governamentais, estarão presentes lideranças da cadeia produtiva mundial, evidenciando o caráter internacional do evento. A programação inaugural será complementada por um coquetel de boas-vindas.

    O segundo dia, 3 de julho, concentrará a maior parte dos debates técnicos e estratégicos. Com uma programação que se estenderá das 9h30 às 18h05, o dia será estruturado em painéis temáticos que abordarão diferentes aspectos do mercado cafeeiro. 

    O painel de abertura, “CEO’s & Lideranças do agronegócio café global”, reunirá representantes de gigantes mundiais do setor como Neumann, Sucafina, ECOM, Louis Dreyfus e EISA. 

    Este encontro promete ser um dos momentos mais aguardados do evento, pois permitirá um debate direto entre os principais tomadores de decisão do mercado global sobre o cenário atual e os desafios futuros.

    A “Geopolítica Global” será tratada em um painel com lideranças dos Ministérios das Relações Exteriores (MRE) e da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e do Conselho Empresarial da América Latina, que abordarão os desafios do mercado diante dos episódios atuais relacionados a relações políticas e de poder entre os Estados.

    Um dos painéis mais relevantes para o contexto atual será o dedicado às “Organizações globais do café”, que abordará questões cruciais como o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) e as novas regras do comércio em tempos de ESG (Environmental, Social and Governance).

    Participarão deste debate autoridades da National Coffee Association (NCA) dos Estados Unidos, European Coffee Federation (ECF), British Coffee Association (BCA) do Reino Unido, Swiss Coffee Trade Association (SCTA) da Suíça, German Coffee Association da Alemanha, Organização Internacional do Café (OIC), além do próprio Cecafé.

    Também sobre o Regulamento da União Europeia, o evento contará com um “Coffee Talks” da bolsa Intercontinental Exchange (ICE), que apresentará o Serviço de Rastreabilidade de Mercadorias ICE (ICE CoT) para apoiar o comércio de cacau e café em conformidade com o EUDR.

    Sustentabilidade

    Uma inovação importante desta edição será a perspectiva feminina sobre o “Futuro da Cafeicultura Sustentável”. Este painel trará a ótica de representantes da OIC, German Coffee Association, da Embrapa e da Exportadora Guaxupé sobre a importância do emprego de práticas sustentáveis e regenerativas na cafeicultura, que já é marca na história da atividade cafeeira no Brasil.

    O encerramento do segundo dia será marcado pelo painel “Economia brasileira: o que esperar do futuro”, com a participação de representantes do Banco Central do Brasil e do Sicoob. Esta abordagem macroeconômica é essencial para contextualizar as discussões setoriais dentro do cenário econômico nacional mais amplo.

    Perspectivas de mercado e desafios logísticos

    O terceiro e último dia, 4 de julho, começará às 9h30 com discussões com o painel “Coffee market outlook”, com profissionais da Federación Nacional de Cafeteros (FNC) da Colômbia, da StoneX Financial Inc. e da Louis Dreyfus Company, que apresentarão suas considerações sobre o futuro do abastecimento do mercado cafeeiro, tornando essas perspectivas particularmente valiosas a todos os participantes da cadeia produtiva.

    A questão logística, sempre crítica para um país continental como o Brasil, será abordada no painel “Os desafios logísticos no abastecimento do café”. Participarão deste debate representantes do Cecafé, Brasil Terminal Portuário (BTP), Mediterranean Shipping do Brasil (MSC) e JDE Peet´s Brazil.

    O retorno após o almoço se dará com um “Coffee Talks” com José Luiz Tejon, uma das maiores autoridades nas áreas de marketing em agronegócio. que tratará do branding “Cafés do Brasil” em tempos de governança socioambiental.

    A dimensão política do agronegócio será contemplada no painel “Futuro do agro brasileiro”, que apresentará a visão de governadores dos principais Eestados produtores de café, deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) e lideranças do Instituto Pensar Agro (IPA), com mediação do presidente do Cecafé Márcio Ferreira. Esta abordagem política é fundamental, considerando que as políticas públicas exercem influência direta sobre a competitividade e a sustentabilidade do setor cafeeiro.

    Tendências de consumo 

    O último painel do Coffee Dinner & Summit 2025 abordará as “Tendências de consumo do café”, reunindo profissionais de empresas e entidades que representam os continentes onde o produto é mais consumido.

    Participarão deste debate representantes da NCA, Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic) e Melitta Group. Este painel é particularmente importante porque as tendências de consumo ditam as demandas futuras do mercado, influenciando desde as variedades cultivadas até as práticas de sustentabilidade adotadas.

    O encerramento do evento será às 19h, com o jantar de gala, em um ambiente descontraído para a consolidação dos contatos estabelecidos durante os três dias de debates. Este momento informal é onde se consolidam, frequentemente, as parcerias comerciais e os acordos que movimentarão o mercado nos meses seguintes.

    A décima edição do Coffee Dinner & Summit tem a expectativa de reunir 1.200 pessoas de todos os elos da cadeia produtiva cafeeira do Brasil e do mundo. 

    “Nosso intuito é abordar o importante papel do café brasileiro e suas iniciativas no desenvolvimento sustentável, geração de renda e contribuição para o equilíbrio climático no que se refere às boas práticas e ao sequestro de carbono da atmosfera”, explica Marcos Matos. 

    “Além do aspecto socioambiental, também promoveremos uma reflexão sobre o cenário macroeconômico interno e externo, as perspectivas de mercado e os desafios logísticos globais para garantir ao Brasil a posição de principal e confiável parceiro no comércio mundial de café”, complementa.

    Participação e oportunidades de patrocínio

    Para empresas interessadas em associar sua marca a um dos maiores eventos da cafeicultura mundial, o Cecafé disponibiliza informações sobre patrocínio através do contato [email protected]. 

    As pessoas interessadas em participar dos três dias de Summit, do coquetel de abertura ou do jantar de gala podem adquirir seus convites e mesas através da plataforma https://app.jalanlive.com/coffeedinner2025/home. A diversidade de opções de participação permite que diferentes perfis de interessados encontrem a modalidade mais adequada às suas necessidades e objetivos.

    Serviço e informações adicionais

    O 10º Coffee Dinner & Summit será realizado de 2 a 4 de julho de 2025, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP). Para mais informações, o site oficial do evento (https://coffeedinner.com.br/).

    A parceria entre o Cecafé e o Agro em Campo para a cobertura deste evento representa mais do que uma simples colaboração editorial; simboliza o compromisso de ambas as organizações com a transparência, a qualidade da informação e o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro. Através desta iniciativa, o público terá acesso privilegiado aos debates, insights e decisões que moldarão o futuro da cafeicultura brasileira e mundial nos próximos anos.

    Patrocinadores e apoio

    A 10ª edição do Coffee Dinner & Summit caminha para se tornar histórica com o suporte vindo dos patrocínios “Diamante”, do Grupo Tristão; “Ouro”, de Sicoob, StoneX, Cooxupé / SMC, ICE, e LIV Logística / Porto Seco Sul de Minas; e “Prata”, de Bayer, ofi e Serasa Experian.

    O evento conta com o apoio internacional da British Coffee Association (BCA), European Coffee Federation (ECF), German Coffee Association (Deutscher Kaffeeverband – DKV), International Coffee Organization (ICO), National Coffee Association (NCA) e Swiss Coffee Trade Association (SCTA).

    Como apoiadores nacionais, o 10º Coffee Dinner & Summit conta com as Associações Brasileiras da Indústria de Café Solúvel (Abics) e de Cafés Especiais (BSCA), a Associação Comercial de Santos (ACS), os Centros do Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG) e de Vitória (CCCV), o Conselho Nacional do Café (CNC) e o Museu do Café.

  • Crédito fortalece liderança do café brasileiro no mundo

    Crédito fortalece liderança do café brasileiro no mundo

    O Brasil segue como maior produtor e exportador mundial de café, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Para manter esse protagonismo, o setor aposta no acesso ao crédito estruturado, em consultorias técnicas e em soluções financeiras personalizadas.

    Com esse foco, o Sicoob participará do 10º Coffee Dinner & Summit. O evento, promovido pelo Cecafé, ocorrerá entre os dias 2 e 4 de julho, em Campinas (SP), no Royal Palm Hall.

    Durante o fórum, o Sicoob apresentará seu papel como um dos principais financiadores da cadeia cafeeira nacional. A instituição destinou R$ 3,6 bilhões em crédito para a safra 2024/25, sendo R$ 1,3 bilhão via Funcafé.

    Além do financiamento, o Sicoob investe em soluções regionais para atender às necessidades dos produtores. Em março, a cooperativa participou de uma missão técnica ao Vietnã, líder na produção de café conilon. A comitiva visitou regiões produtoras, centros logísticos e empresas para trocar experiências.

    “No Espírito Santo, somos o maior repassador de recursos do Funcafé há dez safras”, afirmou Bento Venturim, presidente do Sicoob Central ES. Segundo ele, a cooperativa atua em todas as etapas da cadeia produtiva.

    “Nossos Dias de Campo levam conteúdo técnico ao produtor durante o ano todo”, destacou. Ele explicou que as linhas de crédito são desenhadas para atender demandas específicas. “Buscamos conectar o campo ao mercado, do financiamento à comercialização”, completou.

    Venturim ressaltou ainda que o Sicoob apoia ações que aproximam o café do consumidor final. “Isso fortalece o valor do produto e amplia as oportunidades para quem vive da atividade”, concluiu.

    Evento reforça compromisso ambiental

    O 10º Coffee Dinner & Summit será um evento carbono zero. O Cecafé recebeu o Selo Verde da Ecooar Biodiversidade ao neutralizar as emissões de gases de efeito estufa.

    A compensação das emissões, calculadas para os três dias de evento, resultou no plantio de 69 árvores nativas. A ação neutralizou mais de 9,8 toneladas de CO2 na Fazenda do Lobo, produtora de cafés especiais em Três Corações (MG).

    Fórum debate o futuro do comércio global

    O Coffee Dinner & Summit é um dos principais fóruns mundiais da cafeicultura. O evento bienal reúne mais de mil participantes, entre produtores, exportadores, especialistas e autoridades.

    Com o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a edição deste ano propõe debates sobre os desafios da cadeia cafeeira. A programação abordará temas como clima, sustentabilidade, logística, regulamentações e tendências de mercado.

    O evento busca promover negócios, ampliar o networking e valorizar a posição do Brasil como referência global em café. As inscrições estão disponíveis em: https://coffeedinner.com.br/.

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  • Coffee Dinner & Summit: StoneX abordará incertezas no fornecimento global de café

    Coffee Dinner & Summit: StoneX abordará incertezas no fornecimento global de café

    Diante de adversidades climáticas consecutivas, compreender os rumos da oferta global de café se torna essencial para entender a dinâmica dos mercados internacionais. Oscar Schaps, presidente da Divisão América Latina da StoneX, é a quarta geração de uma família de produtores de café na Guatemala, possui mais de 35 anos de experiência no mercado cafeeiro e compartilhará sua vivência no setor e suas expectativas sobre o fornecimento mundial do produto no painel “Coffee Market Outlook: O Futuro do Abastecimento”, dentro da programação do 10º Coffee Dinner & Summit, que será realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), de 2 a 4 de julho.

    Desde 2020, uma sucessão de eventos climáticos extremos tem impactado significativamente a produção global de café. Criando incertezas e dificultando a definição de cenários para o fornecimento mundial da commodity. O clima sempre exerceu um papel fundamental nas perspectivas da produção agrícola mundial e com o café não é diferente.

    Efeitos no Brasil

    No Brasil, os efeitos começaram com a seca provocada pelo La Niña, em 2020, seguido pela geada severa de 2021. Em 2023, o El Niño voltou a trazer condições de clima seco, cenário que se repetiu em 2024, comprometendo o potencial produtivo da safra 2025. Importantes países produtores também enfrentaram condições climáticas adversas; no Vietnã, por exemplo, a seca atingiu duramente a produção, assim como ocorreu na Indonésia e em várias outras nações.

    “Para a StoneX, o café é mais que um produto, é uma história de trabalho, tradição e visão de futuro. Estar ao lado de quem move essa cadeia é investir no desenvolvimento sustentável do Brasil”, diz Schaps. Foto: divulgação

    Durante o Coffee Dinner & Summit 2025, Schaps compartilhará seus conhecimentos sobre o abastecimento global, em linha com o compromisso que a StoneX possui com o agronegócio brasileiro, por meio de uma atuação estratégica no mercado de café, oferecendo consultoria especializada em gestão de riscos e soluções em trading que conectam produtores, cooperativas e exportadores ao mercado global.

    Com inteligência de mercado e proximidade no campo, a empresa ajuda os clientes a tomar decisões mais seguras em um setor marcado pela volatilidade. “Para a StoneX, o café é mais que um produto, é uma história de trabalho, tradição e visão de futuro. Estar ao lado de quem move essa cadeia também é investir no desenvolvimento sustentável do Brasil”, conclui.

    Evento carbono zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reune, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial. Além de autoridades governamentais para promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking. Sempre aproximando players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/

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  • Bayer destaca soluções integradas para a cultura do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    Bayer destaca soluções integradas para a cultura do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    A Bayer, líder em tecnologia e inovação na agricultura, marcará presença na 10ª edição do Coffee Dinner & Summit, que será realizada pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), de 2 a 4 de julho. O evento é um dos principais da cafeicultura mundial. E reunirá as principais empresas, produtores e entidades da cadeia produtiva global do café para discutir os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos do setor. Essa ano o tema é “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos Cafés do Brasil”.

    A produção de café do Brasil, em 2025, deve atingir 55,7 milhões de sacas de 60 kg, segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Assim, não alcançando seu potencial produtivo máximo, à medida que as lavouras refletem o impacto da estiagem registrada em grandes regiões produtoras de Minas Gerais e Espírito Santo, bem como a pressão causada por pragas e doenças nas lavouras, como o bicho-mineiro e a broca-do-café.

    Tecnologia é aliada para minimizar perdas

    Em um período produtivo desafiador, como o atual, a tecnologia é uma importante aliada para minimizar possíveis perdas e impactos negativos durante a safra. De olho nas demandas do cafeicultor brasileiro, a Bayer leva para o evento suas principais soluções e tecnologias de proteção de cultivos, que contribuem para impulsionar a produtividade e a rentabilidade no campo.

    “Para minimizar os impactos causados por pragas como o bicho-mineiro e a broca-do-café, é preciso entender como elas agem e suas principais características. Isso ajuda a encontrar um produto mais eficaz para o combate. Assim, o produtor pode optar por soluções que atuam de forma assertiva e rápida na praga, evitando a proliferação”, explica Marcello Vilela, gerente de Marketing da unidade de negócios para Café na Bayer.

    Contra infestações da broca-do-café, por exemplo, o portifólio Bayer dispõe do inseticida Curbix®. Ele protege a cultura por mais tempo, graças ao seu efeito de choque e longo período de controle. Já para o combate contra o bicho-mineiro, o produtor pode contar com o Sivanto Prime®. Ele é um inseticida sistêmico que age diretamente no sistema nervoso dos insetos.

    Outras ameaças

    Entre outras ameaças às lavouras de café estão os nematoides, plantas daninhas e a ferrugem do cafeeiro, que podem fragilizar ainda mais as plantações. O herbicida Alion, com amplo espectro de controle e eficiência no manejo, é indicado para o controle pré-emergente das plantas daninhas na cafeicultura e em outras culturas.

    No combate aos nematoides, o manejo integrado com defensivos químicos e biológicos vem provando sua eficácia nas lavouras. Uma demonstração eficaz disso é o uso do nematicida Verango Prime. Ele é voltado ao controle efetivo e de longa duração de nematoides, especialmente do nematoide das galhas, recorrente nos cafezais. E o biológico Serenade, formulado com uma cepa exclusiva da Bayer que protege o sistema radicular das plantas. Assim, impedindo o ataque de nematoides e patógenos, proporcionando maior vigor e crescimento da raiz através de uma barreira física e promovendo melhoria da biota do solo.

    “O Coffee Dinner & Summit é um ambiente propício para conscientizar a cadeia do café. Apesar de vivermos um momento desafiador, é possível minimizar impactos e manter a produtividade de forma consciente. Com nossas soluções integradas, incentivamos um cultivo sustentável e eficaz no controle de pragas, doenças e ervas daninhas. Garantindo uma produção com qualidade para o consumidor e conferindo melhor rentabilidade ao produtor”, conclui Vilela.

    Portanto, para mais informações sobre o portfólio de soluções Bayer, acesse: www.agro.bayer.com.br.

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