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  • Mistério dos coelhos com ‘tentáculos’ volta a assustar nos EUA; entenda

    Mistério dos coelhos com ‘tentáculos’ volta a assustar nos EUA; entenda

    O aparecimento de coelhos com formações semelhantes a “tentáculos” voltou a repercutir nos Estados Unidos.

    Os novos relatos, compartilhados em redes sociais, reacenderam o interesse sobre o fenômeno que já havia viralizado anteriormente.

    Entenda o que está acontecendo

    Os primeiros registros amplamente divulgados ocorreram em 2025, no estado do Colorado, quando moradores relataram coelhos com crescimentos incomuns na região da cabeça.

    Na época, imagens dos animais circularam nas redes e geraram diversas especulações.

    Segundo autoridades ambientais, não se trata de tentáculos reais, mas de lesões causadas por infecção viral.

    Coelhos selvagens com ‘tentáculos’ na cabeça são fotografados nos EUA — Foto: Education Images/Universal Images Group

    Vírus é o responsável pelas alterações

    Os casos estão associados ao vírus do papiloma do coelho (CRPV), também conhecido como vírus de Shope, que provoca alterações na pele capazes de evoluir para verrugas e formações queratinizadas.

    A transmissão ocorre principalmente por meio de insetos vetores, como mosquitos e carrapatos, que levam o vírus entre coelhos em áreas de vida selvagem. A infecção começa com manchas avermelhadas na pele e pode evoluir para papilomas benignos, com risco, em casos mais graves, de progressão para carcinoma espinocelular.

    Recentemente, novos registros foram relatados em estados como Minnesota e Wisconsin.

    Risco para humanos é inexistente, dizem autoridades

    Apesar da aparência incomum dos animais, não há registros de transmissão do vírus para seres humanos.

    O Departamento de Parques e Vida Selvagem do Colorado reforça que o contato direto deve ser evitado apenas por precaução.

    A orientação oficial é não interferir na natureza e manter distância caso um animal apresente sinais da infecção.

  • O que a ciência diz sobre os coelhos com chifres

    O que a ciência diz sobre os coelhos com chifres

    Coelhos com “chifres” estão chamando a atenção nos Estados Unidos, especialmente na região de Fort Collins, no Colorado. Esses animais exibem protuberâncias incomuns no rosto e na cabeça, que têm sido descritas como tentáculos, espinhos pretos ou chifres. Apesar da aparência bizarra e até assustadora, cientistas explicam que essas deformações são causadas por uma infecção viral rara conhecida como vírus do papiloma de Shope, que afeta exclusivamente os coelhos.

    Esse vírus provoca o crescimento de tumores benignos ou verrugas, geralmente na cabeça e no rosto dos coelhos, resultando nessas estruturas que se assemelham a chifres ou tentáculos. O vírus é transmitido entre os coelhos por meio de pulgas e carrapatos e tem surtos mais comuns nos meses de verão e outono, quando os vetores estão mais ativos.

    As autoridades locais do Departamento de Parques e Vida Selvagem do Colorado afirmam que o vírus não se transmite para humanos, cães ou outras espécies silvestres, reduzindo o risco para a população em geral.No entanto, eles recomendam que as pessoas evitem contato com os coelhos afetados e não tentem removê-los ou manipulá-los, orientando a deixar esses animais em paz em seu habitat natural.

    Do ponto de vista dos coelhos, a infecção não é necessariamente fatal, mas em casos avançados, os tumores podem crescer em locais sensíveis como olhos e boca, dificultando a alimentação, a visão e até a respiração, o que pode levar à morte dos animais. Em muitos casos, o sistema imunológico dos coelhos pode combater o vírus e fazer as deformações desaparecerem.

    Esse fenômeno tem gerado bastante repercussão nas redes sociais, com imagens dos chamados “coelhos Frankenstein” circulando. E despertando tanto fascínio quanto preocupação entre os moradores locais e internautas.

    Efeitos físicos e na saúde dos coelhos

    Os tumores e verrugas podem crescer na cabeça, boca e olhos dos coelhos. Quando localizados em áreas sensíveis, essas massas podem dificultar a alimentação, restringir a visão ou, em casos extremos, afetar a respiração dos animais.

    Em muitos casos, a infecção não é fatal nem provoca sofrimento imediato, e boa parte dos coelhos consegue sobreviver tranquilamente caso as protuberâncias não atrapalhem funções vitais.

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    O sistema imunológico dos coelhos pode superar o vírus, levando à regressão das deformidades em diversos animais; em outros casos, quando a doença avança, pode levar à morte por inanição ou limitações funcionais.

    Alterações comportamentais e na rotina

    Coelhos com tumores intensos podem mostrar comportamento mais recluso, evitar exposição e dificuldades de locomoção devido à restrição de visão.

    Mesmo debilitados, os animais infectados continuam vivendo normalmente no ambiente silvestre e não oferecem ameaça a outras espécies nem aos humanos. Não há alterações agressivas ou anormais no padrão de socialização oriundas diretamente da infecção.

    Impacto ecológico

    O vírus é transmitido principalmente por parasitas como pulgas e carrapatos. E tende a se espalhar mais durante períodos quentes (verão, início do outono), quando coelhos são mais ativos e a densidade populacional aumenta.

    Apesar do aspecto visual chocante, a doença não provoca surtos de mortalidade elevados nem desestabiliza ecossistemas locais. Isso porque grande parte dos coelhos apresenta remissão ou adaptação à infecção.

    Autoridades ambientais recomendam que os coelhos infectados permaneçam em seu ambiente natural, para não interferir no equilíbrio do ecossistema urbano e silvestre.

    Em resumo, os coelhos com chifres vistos nos EUA são vítimas de uma doença viral incomum que causa tumores benignos. E o fenômeno, apesar de estranho e visualmente impactante, não representa perigo para humanos nem para outros animais domésticos.

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  • Projeto de Lei prevê vacinação gratuita para animais domésticos

    Projeto de Lei prevê vacinação gratuita para animais domésticos

    A Câmara dos Deputados analisa o Projeto de Lei 436/25, que torna obrigatória a vacinação gratuita para animais domésticos. A proposta, de autoria do deputado Felipe Becari (União-SP), prioriza tutores de baixa renda cadastrados no CadÚnico e prevê parcerias público-privadas para campanhas educativas sobre a importância da imunização.

    O texto estabelece que o governo federal será responsável por regular a compra e distribuição das vacinas aos estados e municípios, que deverão aplicá-las gratuitamente. Becari defende que a vacinação gratuita “assegura mais animais protegidos, beneficiando tutores e comunidades”.

    Vacinas incluídas

    A lista de imunizantes abrange:

    • Cães: cinomose, parvovirose, adenovirose, leptospirose, raiva e V8/V10.
    • Gatos: parvovírus felino, calicivírus felino, herpesvírus felino, raiva e tríplice/quádrupla felina.
    • Outros animais: mixomatose para coelhos e febre aftosa para pequenos rebanhos familiares.

    O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ficará encarregado de atualizar a lista de vacinas com base em pesquisas científicas.

    O projeto de vacinação gratuita tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Saúde, Meio Ambiente, Finanças e Constituição e Justiça. Após aprovação na Câmara, segue para o Senado.

    Com informações da Agência Câmara de Notícias

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