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  • Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Ciclone e frente fria provocam temporais no Rio Grande do Sul

    Uma frente fria avança pelo Sul do Brasil nesta quinta-feira (7). Além disso, o sistema provoca chuvas fortes no Rio Grande do Sul. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), um ciclone extratropical acompanha a frente fria. Com isso, temporais atingem todo o território gaúcho.

    O Inmet mantém alerta laranja para o sudoeste, Pampas e parte da Campanha gaúcha. Nessas áreas, o risco de transtornos aumenta. As previsões indicam acumulados de até 50 milímetros de chuva. Além disso, pode ocorrer queda de granizo no centro-sul do estado.

    Santa Catarina e Paraná

    Enquanto isso, Santa Catarina e Paraná seguem com tempo firme. As temperaturas permanecem elevadas, com máximas próximas de 27°C nas capitais.

    Nordeste

    No Nordeste, dois fenôenos intensificam as chuvas nesta quinta-feira. Os Distúrbios Ondulatórios de Leste provocam pancadas no litoral.

    Outras áreas atingidas

    As instabilidades atingem áreas entre o Rio Grande do Norte e o sul da Bahia. Já a Zona de Convergência Intertropical favorece chuvas no norte da região.

    O sistema atua na metade norte do Maranhão, norte do Piauí e Ceará. Além disso, o fenômeno mantém o tempo instável no litoral norte nordestino. Na Região Norte, a Zona de Convergência Intertropical segue provocando chuvas no Amapá e litoral do Pará.

    O excesso de umidade também favorece temporais no Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima. O norte do Tocantins também registra instabilidades.

    No Sudeste, o tempo permanece estável na maior parte da região. Porém, há previsão de garoas no litoral e norte do Espírito Santo.

    As chuvas também atingem áreas do nordeste e leste de Minas Gerais. Além disso, o litoral norte do Rio de Janeiro pode registrar precipitações.

    Mesmo com as instabilidades, as temperaturas seguem elevadas. Em toda a região, os termômetros ultrapassam os 30°C.

    No Centro-Oeste, uma massa de ar seco mantém o tempo firme. Apenas o extremo norte e noroeste de Mato Grosso podem registrar chuva forte.

    Nas demais áreas, a umidade relativa do ar fica abaixo de 30%. Além disso, as máximas podem alcançar 33°C ao longo do dia.

  • Atenção produtor:  ciclone traz chuvas intensas ao Sudeste a partir de sexta

    Atenção produtor: ciclone traz chuvas intensas ao Sudeste a partir de sexta

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para a formação de um ciclone no Sudeste a partir de sexta-feira (30). O sistema deve se formar no litoral e provocar grandes volumes de chuva em São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. Segundo o Inmet, os acumulados podem superar 100 milímetros na Serra da Mantiqueira. Além disso, o litoral paulista pode registrar volumes acima de 60 milímetros.

    O ciclone também deve intensificar tempestades na cidade de São Paulo durante a sexta-feira. Com isso, há risco de granizo em grande parte do estado paulista. Além disso, municípios vizinhos de Minas Gerais podem registrar granizo, especialmente na região do Triângulo Mineiro.

    No sábado (31), as áreas de chuva devem se concentrar entre o Triângulo Mineiro e o Rio de Janeiro. Nesse período, os acumulados podem superar 100 milímetros em 24 horas. Ao mesmo tempo, há previsão de tempestades localizadas no norte de Santa Catarina, no leste do Paraná e no sul de São Paulo.

    Até o momento, o Inmet indica que o ciclone deve atuar até o início da próxima semana. Assim, o sistema pode favorecer a formação de um canal de umidade entre Espírito Santo e Mato Grosso.

    Frente fria aumenta risco no Sul

    Antes disso, a partir desta quinta-feira (29), a passagem de uma frente fria deve provocar chuvas intensas no Sul.
    O sistema pode causar tempestades isoladas no Paraná e em Santa Catarina. As áreas com maior risco incluem a região metropolitana de Curitiba, o norte catarinense e o Vale do Itajaí. Além disso, a região serrana de Santa Catarina pode registrar raios, granizo e acumulados de até 100 milímetros em 24 horas.

  • Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Ciclone extratropical traz temporais ao Sul e Sudeste com impactos severos no agro

    Um ciclone extratropical de forte intensidade atingiu as regiões Sul e Sudeste do Brasil entre os dias 8 e 10 de dezembro, trazendo chuvas volumosas, ventos intensos e transtornos generalizados. O sistema se organizou na madrugada de segunda para terça-feira (8 e 9/12), provocando impactos diretos nas atividades agrícolas e na logística do setor.

    O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou acumulados de chuva entre 50 e 140 mm em estações do oeste do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina, além do sul e interior de São Paulo e áreas de Mato Grosso do Sul. A estação de Canguçu (RS) registrou 190 mm em menos de 24 horas, volume considerado extremo para o período.

    Ventos fortes e alertas meteorológicos

    As rajadas de vento atingiram entre 60 e 90 km/h, causando quedas de árvores, interrupção no fornecimento de energia e danos estruturais. O ciclone alcançou pressão atmosférica abaixo de 1.000 hPa, condição que intensifica tempestades severas e favorece o desenvolvimento de nuvens carregadas.

    O Inmet emitiu avisos meteorológicos de tempestades, ventos costeiros e vendavais para toda a região afetada. Os avisos indicavam acumulados acima de 100 mm e ventos acima de 100 km/h, queda de granizo, grande risco de danos em edificações, corte de energia elétrica, estragos em plantações, queda de árvores e alagamentos.

    Impactos severos no setor agrícola

    As atividades agrícolas sofreram prejuízos significativos durante o evento climático extremo. O sistema influenciou diretamente o tempo no Sul e Sudeste, com chuva volumosa, vento intenso e diversos transtornos à população e às atividades agrícolas.

    Os produtores rurais enfrentam o dilema entre o excesso de água em algumas regiões e o déficit hídrico em outras. No Rio Grande do Sul, já são três semanas sem precipitações nas principais regiões produtoras, o que travou totalmente o plantio do milho. A semeadura permanece em 89% da área estimada, sem evolução.

    O temporal atingiu lavouras em diferentes estágios de desenvolvimento. Plantações em fase de floração e formação de espigas não conseguem reverter os danos mesmo com o retorno das chuvas. As áreas encharcadas impedem o acesso de máquinas e equipamentos, atrasando manejos essenciais.

    Prejuízos nas principais culturas

    As principais culturas de verão sentem os reflexos do fenômeno climático. Plantações no Sul e Centro-Oeste enfrentam granizo e excesso de água, atrasando safras e elevando preços de alimentos. Eventos semelhantes em 2024 geraram perdas de R$ 2 bilhões apenas no Rio Grande do Sul.

    A Emater alerta que a onda de calor intensifica a evapotranspiração e reduz a umidade do solo, provocando estresse hídrico em lavouras de todas as fases. Nas áreas em estádio reprodutivo, que representam 60% do total, os produtores já observam perdas no potencial produtivo e na qualidade dos grãos.

    Logística comprometida

    O transporte de insumos e produtos agrícolas enfrenta sérias dificuldades. Rodovias e pontes interditadas impedem o escoamento da produção e a chegada de rações, embalagens e defensivos agrícolas às propriedades rurais.

    Em áreas do Sudeste, tempestades atingiram partes de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Em Campina Verde (MG), o volume chegou a 79,8 mm, acompanhado de rajadas intensas que provocaram alagamentos e quedas de árvores.

    Previsão para os próximos dias

    A partir da quinta-feira (12), o ciclone já se afastou da costa brasileira, mas seus efeitos ainda influenciam o tempo em diversas regiões. Na Região Sudeste, haverá uma variação espacial das chuvas ao longo da semana devido às instabilidades provocadas pelo deslocamento de um sistema sobre o oceano.

    O Inmet prevê chuvas localmente significativas no Mato Grosso do Sul e em grande parte de Goiás, com acumulados acima de 40 mm, podendo atingir 100 mm em algumas localidades. No Mato Grosso, os acumulados ao longo da semana variam entre 10 mm e 40 mm.

    Alerta para dezembro: déficit hídrico no Sul

    A Região Sul deve registrar precipitação abaixo da média, com exceção de áreas localizadas no leste de Santa Catarina e norte do Paraná. No Rio Grande do Sul, o cenário preocupa especialmente os produtores que ainda realizam a semeadura da soja.

    As previsões climáticas indicam que o estado gaúcho enfrenta restrição hídrica e, com pouca chuva prevista para os próximos 15 dias, o solo segue sob forte déficit de umidade, elevando o risco para a safra. A situação representa a sexta safra consecutiva com perdas consolidadas em diversas regiões.

    Centro-Oeste e Sudeste recebem mais umidade

    Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, dezembro traz elevação dos níveis de umidade no solo. A previsão de chuvas mais regulares favorece o desenvolvimento dos cultivos de primeira safra.

    Algumas áreas podem sofrer com má distribuição das chuvas, como o sudoeste do Mato Grosso, sul do Mato Grosso do Sul, oeste de São Paulo e norte de Minas Gerais. A formação de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS) pode ocorrer no mês, trazendo chuvas frequentes e volumosas para o centro-norte do Sudeste e do Centro-Oeste.

    Monitoramento constante

    Os meteorologistas recomendam que produtores rurais acompanhem diariamente as atualizações dos serviços meteorológicos e das defesas civis estaduais. A variabilidade climática exige adaptação rápida das estratégias de manejo e planejamento agrícola.

    As condições atmosféricas permanecem favoráveis à formação de temporais isolados nas próximas semanas, com possibilidade de rajadas de vento, chuvas intensas e granizo em áreas específicas. O planejamento das operações agrícolas deve considerar essas instabilidades para minimizar perdas e otimizar os resultados da safra 2024/2025.

  • Ciclone intenso avança pelo Brasil e preocupa meteorologistas

    Ciclone intenso avança pelo Brasil e preocupa meteorologistas

    Um ciclone atípico e de grande intensidade começou a atingir o Brasil nesta segunda-feira (8), com previsão de fortes impactos até quinta (11). Segundo a MetSul Meteorologia, o fenômeno alcançará as regiões Sul, Centro-Oeste e Sudeste, trazendo chuva volumosa, ventos intensos e risco de transtornos como quedas de energia e alagamentos.

    O Rio Grande do Sul deve sentir os efeitos mais severos. O estado enfrentará tempestades, precipitação acima da média e ventos ciclônicos por até 36 horas. A pressão atmosférica pode cair para valores entre 985 hPa e 990 hPa, índices raros para o mês de dezembro e semelhantes aos de sistemas subtropicais mais típicos do inverno.

    O deslocamento lento do ciclone aumenta o potencial de estragos. Após cruzar a Argentina, o sistema deve atuar com força sobre o Rio Grande do Sul entre terça e quarta-feira, afastando-se apenas na quinta. Essa lentidão prolonga o período de instabilidade e eleva o risco de inundações e deslizamentos.

    As chuvas devem ser intensas

    Modelos meteorológicos indicam acumulados superiores a 100 milímetros em áreas do Sul e de estados como Mato Grosso do Sul e São Paulo. Em locais isolados, os volumes podem chegar entre 150 mm e 300 mm, provocando enxurradas e transtornos em zonas urbanas e rurais.

    Os temporais mais fortes devem ocorrer na terça-feira (9), quando há chance de granizo, vendavais e formação de supercélulas, tempestades altamente severas. O Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo estão entre as regiões com maior risco.

    O vento também preocupa. No Sul e no Leste gaúcho, rajadas podem ultrapassar 100 km/h, alcançando até 130 km/h em áreas próximas ao litoral e à Lagoa dos Patos. Em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, a previsão é de ventos entre 70 km/h e 100 km/h, suficientes para derrubar árvores, causar danos em estruturas e interromper o fornecimento de energia em parte das cidades.

  • Agricultor deve se preparar: ciclone muda o tempo e traz chuvas intensas ao país

    Agricultor deve se preparar: ciclone muda o tempo e traz chuvas intensas ao país

    A cena se desenha já nos primeiros dias do mês, quando uma frente fria impulsionada por ciclone se espalha do Sul até parte do Sudeste e Centro-Oeste. Para o norte de Minas Gerais, o volume pode chegar perto dos 250 mm só na primeira semana. Os estados do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí, Bahia), além de Goiás, Mato Grosso e Amazonas, também veem chuvas entre 100 mm e 125 mm, com transtornos potenciais, como alagamentos, enxurradas, e granizo.​

    Enquanto os agricultores monitoram suas lavouras e as famílias ajustam rotinas, meteorologistas apontam para um mês de chuva acima da média no centro-norte do Brasil. O fenômeno La Niña ainda está em atuação, o que facilita a passagem dessas frentes frias intensas, tornando dezembro mais instável e úmido, especialmente no Sudeste e Sul.​

    E tem mais: o calor excessivo dá uma trégua. No Paraná e Santa Catarina, o frio atípico pode aparecer, mas sem grandes extremos. No Nordeste, por outro lado, são esperadas altas temperaturas, até 40°C em algumas áreas do Sertão, enquanto o resto do país vê médias mais baixas graças à chuva e nebulosidade persistentes.​

    O que esperar do tempo em dezembro?

    • Região Sul: chuvas moderadas e picos de frio, mas nada extremo.
    • Sudeste e Centro-Oeste: chuvas frequentes e volumosas; risco alto de deslizamentos e cheias.
    • Norte: precipitação acima do normal, principalmente no Amazonas e Pará.
    • Nordeste: muito calor, mas proporcional à chuva, que será bem distribuída. Algumas cidades devem ver tempestades rápidas e dias abafados.

    Em resumo, dezembro pede guarda-chuva, olho nas previsões e atenção dobrada nos pontos de risco. Se alguém pediu verão típico, o ciclone resolveu mudar a festa.​

  • Ciclone provoca ventos de 100 km/h no centro-sul

    Ciclone provoca ventos de 100 km/h no centro-sul

    Um ciclone extratropical se forma sobre o Rio Grande do Sul e atinge Estados do Sul e Sudeste com chuva e ventania intensa. O fenômeno climático ganhou força nesta segunda-feira (28). As rajadas mais fortes ocorrem no sul e no leste gaúcho ao longo do dia.

    Segundo o Inmet, o vento também chega ao leste de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. As rajadas podem ultrapassar 100 km/h. O instituto emitiu alerta laranja para vendaval, válido até 18h desta segunda-feira. Há risco de queda de árvores e destelhamentos.

    Outro alerta do Inmet prevê acumulado de chuva no Rio Grande do Sul. A precipitação pode atingir 100 mm em 24 horas.

    O risco inclui alagamentos, deslizamentos e transbordamentos de rios. Áreas afetadas incluem a Região Metropolitana de Porto Alegre e o centro do Estado.

    A ventania também chega à cidade de São Paulo e à Grande São Paulo. Parte do Rio de Janeiro deve sentir ventos fortes, mas com menor intensidade. Ressacas atingem o litoral paulista com ondas de até três metros.

    Defesa Civil paulista

    A Defesa Civil paulista alerta para danos em estruturas e recomenda reforço em telhados, janelas e portas. O órgão orienta retirar objetos soltos, evitar estacionar sob árvores e manter distância de fiações elétricas.

    Em áreas costeiras, recomenda cautela a pescadores, esportistas e banhistas. Embarcações pequenas devem evitar navegar durante a ressaca.

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  • Defesa Civil alerta para chuvas intensas no interior de SP

    Defesa Civil alerta para chuvas intensas no interior de SP

    A Defesa Civil de São Paulo, nesta sexta-feira (13), um alerta para chuvas fortes no interior do Estado. O fenômeno deve ocorrer entre sábado (14) e domingo (15), causado pela passagem de uma frente fria pela região.

    Os volumes de chuva podem variar. Sorocaba deve registrar os maiores acumulados, enquanto regiões como São José do Rio Preto, Araçatuba, Bauru, Marília e Itapeva enfrentarão temporais mais localizados e com menor volume de água.

    Segundo a Defesa Civil, as chuvas podem vir acompanhadas de raios, rajadas de vento e granizo. A frente fria que avança pela costa sudeste do Brasil cria condições para pancadas intensas.

    Orientações para se proteger

    Durante tempestades, a Defesa Civil recomenda seguir algumas precauções:

    • Evite lugares abertos, como campos de futebol ou estacionamentos.
    • Fique longe de árvores, postes e quiosques, especialmente em áreas isoladas.
    • Mantenha distância de aparelhos ligados à rede elétrica durante a chuva.
    • Não tome banho enquanto houver relâmpagos ou trovões.
    • Tenha cuidado com quedas de árvores, postes e fios de alta tensão.
    • Nunca tente atravessar enxurradas ou áreas alagadas.
    • Moradores em áreas de encosta devem observar sinais de deslizamentos, como rachaduras ou árvores inclinadas.
    • Em caso de fio energizado caído sobre o veículo, permaneça dentro do carro e acione os serviços de emergência.

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    Rio Grande do Sul também está em alerta

    No Rio Grande do Sul, a Sala de Situação informou que o Sul e o Litoral Sul podem registrar volumes de chuva entre 80 e 150 mm entre sábado (14) e domingo (15). Em outras áreas, os acumulados não devem ultrapassar 70 mm.

    No sábado, um sistema de baixa pressão provoca chuvas moderadas a fortes no Leste do estado. As rajadas de vento podem atingir até 90 km/h, principalmente no Sul e na Costa Doce, podendo ultrapassar 100 km/h em pontos isolados.

    No domingo, um ciclone no oceano manterá as instabilidades no Sul, Litoral e Leste gaúcho. Ou seja, nessas áreas, os volumes de chuva podem alcançar até 70 mm, com ventos fortes e mar agitado.

    Precauções no Rio Grande do Sul

    A Defesa Civil do estado orienta fechar janelas, desligar aparelhos elétricos e evitar se abrigar sob árvores. Além disso, não estacione veículos próximos a torres de transmissão ou placas de segurança. Ao mesmo tempo, mantenha animais domésticos abrigados e evite atravessar áreas alagadas.

    Em geral, para emergências, ligue 190 ou 193.