Tag: cascas

  • Bagaço de laranja movimenta indústrias de alimentos, cosméticos e energia

    Bagaço de laranja movimenta indústrias de alimentos, cosméticos e energia

    O bagaço da laranja, composto por cascas, sementes e fibras, deixou de ser sinônimo de descarte e passou a ocupar um papel central na agenda de inovação da citricultura brasileira. O que antes seguia quase exclusivamente para ração animal agora abastece as indústrias de alimentos, cosméticos e energia limpa, impulsionado pelo desenvolvimento de novas tecnologias de reaproveitamento.

    Empresas do setor citrícola investem em processos que permitem converter esse resíduo em ingredientes de alto valor agregado. O objetivo é aproveitar integralmente o bagaço, eliminando desperdícios e criando novas fontes de receita dentro de um modelo de economia circular.

    Na indústria alimentícia, o bagaço cítrico já entra na composição de produtos funcionais, enriquecendo alimentos com fibras e melhorando a textura de formulações. No setor cosmético, aparece em cremes e outros produtos de cuidado pessoal. Paralelamente, pesquisadores e empresas exploram seu potencial na geração de energia limpa. Portanto, um caminho que reforça a eficiência ambiental de toda a cadeia produtiva.

    O impacto vai além do ganho econômico. Ao dar destino nobre a um material antes descartado, o setor avança em direção a processos mais responsáveis e alinhados às demandas globais por sustentabilidade.

    O movimento evidencia que a laranja entrega muito mais do que suco. Ao transformar resíduos em oportunidades, a citricultura une inovação e geração de valor, da casca ao produto final.

  • Descubra os mitos e verdades sobre cascas de queijos

    Descubra os mitos e verdades sobre cascas de queijos

    As cascas dos queijos têm um papel essencial na conservação, no sabor e na textura do alimento. Mas as pessoas podem consumi-las?

    Os queijos Reino, Prato Esférico, Parmesão, Provolone, Brie, Camembert, Emmental, Gouda, Estepe e Suíço são alguns exemplos que possuem cascas. Essa camada externa costuma gerar dúvidas, principalmente sobre sua comestibilidade.

    As cascas dos queijos não devem ser consumidas? Mito!

    Ao contrário do que muitos pensam,   apesar de apresentarem características específicas, a maioria é comestível e cumprem uma função essencial na conservação dos queijos. Segundo Rebeca Couto, engenheira de alimentos e Gerente da Escola do Queijo da Tirolez (TEQ), a casca mantém a umidade e preserva as características do produto.

    “Quem prefere retirar a casca deve fazer isso pouco antes de servir, para evitar que o queijo resseque”, explica.

    Comer um queijo sem casca muda seu sabor? Verdade!

    A casca influencia diretamente no sabor do queijo. Ou seja, os consumidores devem comer queijos como Provolone, Brie e Camembert com essa camada natural. Nos dois últimos, o fungo Penicillium candidum forma a casca e cria um contraste entre a suavidade do interior e a intensidade da superfície.

    “Retirar a casca do Brie e do Camembert não é recomendado, pois ela faz parte da experiência sensorial do queijo”, afirma Rebeca.

    As cascas não interferem na produção do queijo? Mito!

    Nos queijos com olhaduras, como Suíço, Estepe, Prato Esférico, Emmental e Gouda, a casca tem uma função importante na maturação. Ela aprisiona o gás carbônico gerado pelo fermento, formando os característicos “buraquinhos”.

    Já no Queijo Reino, a casca recebe um corante que cria a tonalidade rosada, tornando sua apresentação ainda mais especial.

    Leia mais:
    + Agro em Campo: Agrishow 2025: Prêmio Melhores da Terra celebra inovação no agronegócio
    + Agro em Campo: Turistas registram sucuri gigante em cachoeira