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  • Peso no bolso: preço do boi inicia fevereiro em alta

    Peso no bolso: preço do boi inicia fevereiro em alta

    Os preços do boi gordo começam fevereiro mais altos. Em janeiro, o mercado registrou pequenas oscilações.
    As médias ficaram próximas às de dezembro, segundo o Cepea. Em fevereiro, os valores mostram reação.
    O consumo interno sustentou as cotações.

    As exportações de carne bovina cresceram. A Secex confirma avanço nos embarques. Os volumes superam os resultados de janeiro passado. As vendas externas batem recorde para o mês.

    Chuvas regulares melhoraram as condições das pastagens. Os pecuaristas mantiveram animais no campo.
    A estratégia reduziu a oferta de gado. As escalas de abate ficaram curtas. Agora, os frigoríficos disputam mais animais prontos. Os compradores oferecem preços mais altos. O mercado do boi inicia fevereiro aquecido.

  • Demanda aquecida sustenta preços do boi em dezembro

    Demanda aquecida sustenta preços do boi em dezembro

    O mercado pecuário ganha força com a entrada de dezembro, puxado pelo aumento do consumo nas festas de fim de ano. Além disso, o pagamento do 13º salário eleva as compras de carne no varejo, segundo levantamentos do Cepea.

    No mercado externo, China e Estados Unidos mantêm sinais claros de demanda firme durante este início de mês.
    Para atender aos pedidos, parte dos frigoríficos já opera com escalas adiantadas e férias coletivas programadas.
    Por outro lado, algumas indústrias ainda precisam comprar muitos animais, o que sustenta a movimentação do mercado.

    Assim, o aquecimento deve continuar, principalmente até a metade da próxima semana, avaliam os pesquisadores. Historicamente, a primeira quinzena registra alto escoamento de carne no atacado e no varejo nacional. Como resultado, o cenário dá suporte direto aos preços da arroba do boi gordo.

    Na segunda quinzena, porém, o mercado costuma perder ritmo por paradas técnicas e recessos industriais.
    Mesmo assim, a oferta ajustada e as exportações recordes mantêm os preços sustentados neste mês.
    Portanto, o setor não deve enfrentar pressão significativa de queda ao longo de dezembro.

     

  • Perigo: picada de carrapatos pode causar alergia à carne vermelha

    Perigo: picada de carrapatos pode causar alergia à carne vermelha

    A síndrome alfa-gal representa uma condição médica que transforma pessoas em alérgicas à carne vermelha. A síndrome é, na verdade, uma alergia a uma molécula de açúcar chamada alfa-gal, presente em carnes bovinas, suínas e derivados, mas ausente no organismo humano.

    O carrapato-estrela funciona como vetor principal da doença. Durante a picada, o parasita transmite a molécula alfa-gal ao hospedeiro humano. O sistema imunológico identifica essa substância como invasora. Em resposta, produz anticorpos específicos contra ela.

    Especialistas médicos classificam a condição como potencialmente fatal. Os sintomas podem variar desde reações leves até emergências médicas graves.

    Sintomas variam de coceira a choque anafilático

    A síndrome pode causar urticária, náusea, dor estomacal, problemas respiratórios e inchaço. Os casos mais graves evoluem para choque anafilático. Essa reação exige atendimento médico imediato.

    O tempo entre a picada e os primeiros sintomas complica o diagnóstico. As manifestações clínicas surgem semanas ou meses após o contato com o carrapato. Essa demora dificulta a conexão entre a picada inicial e as reações alérgicas posteriores.

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    Médicos relatam que os sintomas podem incluir urticária, náusea, diarreia, falta de ar, tontura e dor abdominal. A gravidade varia conforme a sensibilidade individual de cada paciente.

    Estados Unidos registra mais de 450 mil casos confirmados

    Casos suspeitos de síndrome alfa-gal nos Estados Unidos aumentaram 41% entre 2017 e 2021. Dados americanos confirmam aproximadamente 450 mil pessoas vivendo com a alergia atualmente.

    Pesquisas mostraram que de 2017 a 2022 houve uma migração das populações de carrapatos da costa leste para outras regiões. A síndrome foi originalmente encontrada principalmente no sudeste dos EUA, mas agora está se deslocando para o norte e oeste do país à medida que as temperaturas esquentam.

    O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) mantém vigilância ativa sobre a expansão geográfica. A síndrome pode ocorrer após certos tipos de picadas de carrapatos e afeta principalmente adultos.

    Diagnóstico tardio compromete tratamento adequado

    A subnotificação representa um problema significativo na identificação da síndrome. A maioria dos profissionais de saúde ainda desconhece a condição. Levantamento de 2022 revelou que 42% dos médicos americanos não conheciam a síndrome alfa-gal.

    Em regiões onde profissionais de saúde conhecem o problema, o diagnóstico acontece rapidamente. Outras áreas registram demora de anos até a identificação correta. Pacientes passam por múltiplas consultas antes do diagnóstico definitivo.

    A educação médica continuada torna-se fundamental. Hospitais e clínicas precisam treinar equipes para reconhecer os sintomas característicos da síndrome.

    Prevenção: como evitar picadas de carrapatos

    Carrapatos habitam tanto áreas rurais quanto urbanos. Jardins, parques e florestas apresentam risco de infestação. Os parasitas se fixam em pessoas que entram em contato com vegetação contaminada.

    Especialistas recomendam uso de repelentes específicos. Roupas claras facilitam a identificação dos carrapatos. Inspeção corporal após atividades ao ar livre reduz o risco de transmissão.

    A remoção rápida do carrapato diminui as chances de infecção. Pinças ou instrumentos apropriados devem ser utilizados. Nunca retire o parasita com as mãos desprotegidas.

    Tratamento exige suspensão total do consumo de carne vermelha

    A principal recomendação médica envolve suspensão prolongada do consumo de carnes vermelhas. Pacientes devem evitar também produtos lácteos que contenham a molécula alfa-gal. O período de abstinência varia conforme a sensibilidade individual.

    Médicos prescrevem antialérgicos para controlar reações leves. Casos graves exigem epinefrina (adrenalina) de emergência. Pacientes diagnosticados devem portar sempre medicamentos de urgência.

    Nutricionistas auxiliam na adaptação alimentar. Dietas alternativas baseadas em aves, peixes e proteínas vegetais compensam a restrição à carne vermelha. O acompanhamento médico regular monitora a evolução da sensibilidade.

    A síndrome alfa-gal representa um desafio crescente para a saúde pública mundial. A alergia está se espalhando conforme carrapatos expandem seu território geográfico. Consciência médica e prevenção individual são as armas principais contra essa situação.

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  • Arroba do boi gordo dispara: preço chega a R$ 230

    Arroba do boi gordo dispara: preço chega a R$ 230

    O preço da arroba do boi gordo, medido pelo Indicador CEPEA/B3, recuperou-se em julho, voltando a ser negociado a R$ 230. Pesquisadores do Cepea apontam que a baixa oferta de animais a pasto é a principal causa desse reajuste.

    Arroba do boi gordo

    Além disso, os preços da carne também registram aumento. Os especialistas do Cepea explicam que, além da redução no número de animais prontos para o abate, houve um leve crescimento no consumo doméstico.

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    Recorde de carne bovina no mercado

    No entanto, no acumulado do primeiro semestre, os preços do boi e de outras categorias de animais apresentaram queda. Esse movimento reflete a disponibilidade recorde de carne bovina no mercado. Segundo cálculos do Cepea, baseados em dados do IBGE e da Secex, o volume de carne disponível de janeiro a junho foi 14,43% maior do que no mesmo período do ano passado, totalizando cerca de 3,58 milhões de toneladas.