Tag: Carnaval

  • Do campo à folia: como o agronegócio passa pela passarela do carnaval

    Do campo à folia: como o agronegócio passa pela passarela do carnaval

    Quando milhões de brasileiros saem às ruas para celebrar o Carnaval, poucos imaginam que por trás da festa mais popular do país existe uma complexa engrenagem agroindustrial. Os 41,4 milhões de consumidores que devem participar das festividades em 2026 não estão apenas curtindo música e alegria — estão movimentando uma cadeia produtiva que começa nos campos de cevada do Paraná e termina nos blocos de rua do Rio de Janeiro.

    Os números impressionam: a festa deve injetar cerca de R$ 6 bilhões na economia do Rio de Janeiro, com projeções nacionais que chegam a R$ 14,48 bilhões no setor de turismo. Mas o que poucos percebem é que boa parte desse montante retorna diretamente para o agronegócio brasileiro.

    A cerveja: o elo mais forte entre campo e folia

    Se existe um produto que simboliza a conexão entre agro e carnaval, esse produto é a cerveja. Em 2026, a cerveja liderou o volume de vendas no iFood durante o Carnaval, com 92,1 mil pedidos, apresentando crescimento de 26,7%. Entre as 10 bebidas mais consumidas no aplicativo, seis eram cervejas.

    Mas essa “queridinha” da folia esconde uma dependência crítica do agronegócio nacional. O Brasil produziu 15,34 bilhões de litros de cerveja em 2024, sendo o terceiro maior produtor mundial, atrás apenas de Estados Unidos e China. Desse total, aproximadamente 24,7% são de cerveja puro malte, enquanto o restante utiliza adjuntos cervejeiros como o milho — uma adaptação brasileira que equilibra custos e qualidade em clima tropical.

    O desafio da cevada nacional

    A produção brasileira de cevada tem crescido de forma consistente. Em 2024, o volume alcançou 438,4 mil toneladas, e para 2025 as projeções indicam um novo recorde de 516,5 mil toneladas. O Paraná lidera a produção nacional, concentrando 67,4% da safra.

    Apesar do crescimento, o Brasil ainda está longe da autossuficiência. A indústria cervejeira demanda cerca de 2,1 milhões de toneladas de malte anualmente, mas o país só produz em torno de 970 mil toneladas. A diferença? É importada, principalmente de países vizinhos da América do Sul.

    Em 2024, foi inaugurada a Maltaria Campos Gerais, em Ponta Grossa, com capacidade para produzir 240 mil toneladas de malte por ano, resultado de um investimento de R$ 1,6 bilhão de cooperativas paranaenses. A unidade atende exclusivamente Heineken e Ambev — gigantes que dominam o mercado carnavalesco.

    O que os foliões consomem: um retrato do agro brasileiro

    A pesquisa da CNDL/SPC Brasil revela o papel central dos produtos agroindustriais no Carnaval 2026. No ranking de consumo, lideram:

    • Água, sucos, energéticos ou chás (55%)
    • Cerveja/chopp (50%)
    • Comidas/lanches fora de casa (48%)
    • Refrigerantes (44%)
    • Itens para churrasco (43%)

    Refrigerantes e sucos dependem diretamente da cana-de-açúcar brasileira. Os itens para churrasco refletem o consumo de carne bovina, suína e de frango, setores onde o Brasil é potência global. Tudo isso movimenta o agronegócio em um período concentrado de poucos dias.

    Inflação da folia: quando o campo encarece a festa

    O custo do Carnaval tem crescido acima da inflação geral, e o agronegócio é parte dessa história. Nos últimos 12 meses até fevereiro de 2025, cervejas e chopps acumularam alta de 4,39% no Rio de Janeiro, 2,63% em Recife e 2,53% em Salvador.

    A cerveja teve aumento de 5,29% no acumulado de 12 meses, explicado pela alta do preço do milho, principal ingrediente, e também pela alta do dólar, que encarece os insumos importados. Refrigerantes seguiram trajetória similar, com alta de 6,74%, impulsionada pelo açúcar, commodity que oscila conforme safras e mercado internacional.

    Águas e refrigerantes também registraram altas significativas: Recife (5,88%), Salvador (4,88%), Rio de Janeiro (4,43%).

    Patrocínio corporativo: o agro financia a cultura

    Além de fornecer produtos, o agronegócio é um dos principais patrocinadores diretos do Carnaval. A Ambev, maior cervejaria do país e um dos maiores compradores de cevada e milho nacionais, investiu mais de R$ 10 bilhões nos últimos três anos em suas operações no Brasil.

    Em 2026, a Skol retornou como patrocinadora oficial do Carnaval de São Paulo após seis anos, enquanto Brahma mantém presença em Salvador, Rio e São Paulo. A estratégia é clara: a Ambev trata o Carnaval como território cultural central, conectando consumo de bebidas à identidade nacional.

    Outras empresas do setor seguem o mesmo caminho. A Xeque Mate, cervejaria independente, projeta crescimento de 20% na produção entre novembro de 2025 e fevereiro de 2026, e reforça apoio a blocos em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

    O retorno econômico: cultura vale mais que indústria

    Estudos recentes mostram que o investimento em cultura, e o Carnaval é seu maior expoente. Pois gera retorno econômico superior ao de setores tradicionais. Para cada real investido em cultura, o retorno pode chegar a R$ 7,59 em empregos e renda. Em comparação, o mesmo investimento na indústria de automóveis e caminhões gera um impacto multiplicador de R$ 3,76.

    A economista Mariana Mazzucato, que lidera pesquisa da University College London sobre o tema, é enfática: “O investimento público em artes e cultura contribui muito mais para a economia do que grande parte da indústria manufatureira tradicional”.

    Esse efeito multiplicador beneficia diretamente o agronegócio. A cada litro de cerveja vendido, a cada churrasco consumido, a cada suco de frutas servido, há produtores rurais, cooperativas, transportadores e distribuidores recebendo sua parte.

    O futuro da relação agro-carnaval

    O principal desafio é aumentar a autossuficiência na produção de cevada. Pesquisadores da Embrapa Trigo apontam que questões climáticas e logísticas ainda limitam a expansão. No Rio Grande do Sul, o excesso de chuvas pode comprometer a qualidade do grão. No Cerrado, as condições climáticas são boas, mas as áreas já estão ocupadas por culturas mais rentáveis.

    A solução pode estar na expansão da irrigação. Entre 1960 e 2017, as áreas irrigadas no Brasil passaram de 500 mil hectares para 6,7 milhões de hectares, um aumento de 1.340%. Se esse ritmo se mantiver, a produção de cevada no Brasil Central pode viabilizar a autossuficiência.

    Outro caminho é a diversificação. A Ambev e outras cervejarias investem em pesquisa genética para desenvolver cultivares mais adaptadas ao clima brasileiro. A produção de cerveja sem álcool cresceu 536,9% entre 2023 e 2024, saltando de 118,9 milhões de litros para 757,4 milhões de litros, abrindo novos mercados.

    Cerveja é agro, carnaval é economia

    A frase do presidente-executivo do Sindicerv resume bem a relação: “Cerveja é agro, emprego, renda, diversidade, cultura e gastronomia. Cerveja é Brasil”.

    O Carnaval 2026 não é apenas a maior festa popular do país. É um laboratório econômico em escala real, que testa a capacidade produtiva do agronegócio brasileiro, revela gargalos na cadeia de suprimentos e evidencia oportunidades de crescimento.

    Quando os blocos desfilarem pelas ruas e as escolas de samba encantarem a Sapucaí, o campo estará presente. Seja nacerveja gelada, no churrasco compartilhado, no suco de frutas, no refrigerante. A maior festa do Brasil é, também, uma das maiores vitrines do agronegócio nacional.

  • Carnaval 2026: como identificar bebidas falsificadas e evitar riscos à saúde

    Carnaval 2026: como identificar bebidas falsificadas e evitar riscos à saúde

    Com a chegada do carnaval 2026, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) emitiu um alerta importante para consumidores em todo o Brasil: a necessidade de verificar a procedência e o registro de bebidas alcoólicas antes da compra. A medida visa proteger a população contra produtos falsificados, adulterados e potencialmente perigosos à saúde.

    Segundo o órgão, bebida segura é aquela que possui registro oficial, origem comprovada e informações claras no rótulo. Durante períodos festivos, quando o consumo de bebidas aumenta significativamente, os riscos com produtos irregulares também crescem.

    Checklist de segurança: o que verificar antes de comprar

    Para garantir uma compra segura, o consumidor deve observar cinco pontos essenciais no momento da aquisição:

    • Número de registro no Mapa – toda bebida produzida e comercializada legalmente no Brasil deve apresentar o número de registro do Ministério da Agricultura e Pecuária de forma legível no rótulo.
    • Identificação completa do fabricante – o rótulo precisa conter o nome empresarial e a identificação completa do fabricante. Produtos sem essa informação não oferecem garantia de procedência.
    • Informações em português – todas as informações obrigatórias devem estar impressas em português, conforme determina a legislação brasileira.
    • Especificações para produtos importados – bebidas de outros países precisam apresentar contrarrótulo em português, identificação do importador e número de registro do importador no Mapa.
    • Integridade da embalagem – é fundamental desconfiar de produtos com rótulos rasurados, apagados, incompletos, embalagens violadas ou informações inconsistentes.

    Por que o registro é fundamental

    Bebidas registradas no Mapa são fabricadas por estabelecimentos fiscalizados que seguem rigorosas normas técnicas. Entre as garantias oferecidas estão o controle de qualidade, atendimento ao Padrão de Identidade e Qualidade (PIQ), aplicação de Boas Práticas de Fabricação e rastreabilidade completa do produto.

    Por outro lado, bebidas falsificadas, adulteradas ou sem registro representam risco direto à saúde dos consumidores, pois não há garantia quanto à sua composição ou procedência.

    Como denunciar produtos suspeitos

    Ao identificar bebidas irregulares ou com indícios de falsificação, o consumidor deve evitar o consumo e registrar denúncia imediatamente na plataforma oficial Fala.BR (https://falabr.cgu.gov.br/web/home).

    A colaboração da população é essencial para fortalecer a fiscalização e combater a circulação de produtos irregulares no mercado brasileiro.

    Metanol: o perigo invisível nas bebidas adulteradas

    Um dos riscos mais graves associados ao consumo de bebidas irregulares é a presença de metanol, um álcool tóxico utilizado em solventes e combustíveis. Diferente do etanol (álcool presente em bebidas legalizadas), o metanol é extremamente perigoso para o consumo humano.

    Nos últimos anos, casos de intoxicação e mortes causadas por metanol têm sido registrados em diversas regiões do país. A substância pode causar desde cegueira irreversível até insuficiência renal e morte. Os sintomas de intoxicação incluem náuseas, vômitos, dores abdominais, visão turva e dificuldade respiratória.

    Bebidas clandestinas e falsificadas são os principais veículos de contaminação por metanol, tornando ainda mais crítica a necessidade de verificar a procedência e o registro oficial antes da compra. Especialistas alertam que não há como identificar a presença de metanol apenas pelo cheiro, sabor ou aparência da bebida, o que torna a fiscalização e a conscientização dos consumidores medidas essenciais de proteção à saúde pública.

  • Demanda por etanol pouco reage no Carnaval, e preço do hidratado segue estável

    Demanda por etanol pouco reage no Carnaval, e preço do hidratado segue estável

    A demanda por etanol hidratado não cresceu como esperado durante o Carnaval. Entre 24 e 28 de fevereiro, o Indicador CEPEA/ESALQ fechou a R$ 2,8524 por litro (líquido de ICMS e PIS/Cofins), com leve alta de 0,07% frente à semana anterior. Já o etanol anidro teve valorização de 2,44%, atingindo R$ 3,2556 por litro, sem PIS/Cofins.

    Mercado do etanol

    Pesquisadores do Cepea destacam que o volume de etanol hidratado negociado no período foi o terceiro menor da safra 2024/25. Mesmo assim, produtores mantiveram os preços firmes, impulsionados por dados que indicam aquecimento nas vendas de combustíveis nas últimas quinzenas no Centro-Sul. Agora, o mercado volta a atenção para o início da moagem da cana na safra 2025/26. Ou seja, esse fator pode influenciar o equilíbrio entre oferta e demanda.

    Preço do açúcar cristal cai, e mercado interno perde vantagem sobre exportações

    O preço do açúcar cristal recuou em fevereiro no mercado spot de São Paulo. A média do Indicador CEPEA/ESALQ para o tipo Icumsa 130 a 180 foi de R$ 143,74 por saca de 50 kg, queda de 7,45% em relação a janeiro, quando estava em R$ 155,31. O recuo reduziu a vantagem das vendas internas sobre as exportações, algo não observado desde outubro de 2024.

    Apesar da baixa oferta de açúcar Icumsa 150, usinas reduziram os preços do tipo Icumsa 180, principalmente em negociações de grandes volumes. No entanto, a demanda interna não acompanhou o movimento. Levantamentos do Cepea mostram que as compras permaneceram estáveis ao longo do mês.

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  • Algodão agroecológico: o futuro da moda sustentável

    Algodão agroecológico: o futuro da moda sustentável

    O famoso bloco Expresso 2222, um dos camarotes mais famosos do Carnaval de Salvador, acaba de marcar história ao apresentar sua primeira camiseta oficial feita com algodão 100% agroecológico, em parceria com a Riachuelo. A peça, cultivada sem agrotóxicos por mais de 140 agricultores do sertão nordestino, simboliza uma virada na moda festiva. E alia estilo, responsabilidade ambiental e impacto social.

    Diferente do cultivo convencional — que consome 25% dos inseticidas e 10% dos pesticidas globais, segundo a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) —, o algodão agroecológico preserva o solo, reduz a contaminação da água e protege a saúde dos trabalhadores rurais. No Nordeste brasileiro, projetos como o Arribaçã (Algodão em Rede na Agricultura Familiar) têm capacitado famílias agricultoras para adotarem práticas que dispensam químicos, priorizando adubos naturais e manejo integrado de pragas. O resultado são fibras de alta qualidade, que geram renda justa e mantêm viva a biodiversidade da Caatinga.

    Tais Araujo e Flora Gil usam camiseta de algodão 100% agroecológico. Divulgação.

    A estreia da camiseta verde e branca do Expresso 2222 foi celebrada por nomes como Taís Araújo, Lázaro Ramos e Flora Gil, que desfilaram no bloco reforçando o apelo da moda ética. “É uma honra apoiar iniciativas que valorizam quem planta com respeito à terra”, destacou Taís, em rede social. A peça integra uma coleção da Riachuelo, toda desenvolvida com malhas agroecológicas.

    Impacto social no Sertão

    Por trás das camisetas, está uma rede de agricultores de estados como Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte, organizados em cooperativas como a Coopnatural. Cada quilo de algodão agroecológico produzido nessas regiões gera até 30% mais renda para as famílias. Isso comparado ao modelo tradicional, de acordo com a Associação Brasileira de Produtores de Algodão Sustentável (Abrapas). Além disso, o cultivo agroecológico fortalece a autonomia das mulheres rurais, que lideram 40% dos projetos no semiárido.

    A coleção faz parte da estratégia “Moda que Transforma” da Riachuelo. E que inclui metas como 100% de algodão sustentável até 2025 e redução de 30% nas emissões de carbono. A marca já utiliza tecnologias como reciclagem de resíduos têxteis e tingimento a laser, e agora amplia o apoio à agricultura familiar. “Queremos ser ponte entre o campo e a cidade, mostrando que é possível produzir moda com ética”, afirma Carla Rocha, diretora de sustentabilidade da empresa.

    Onde encontrar

    As camisetas do Expresso 2222 e da coleção agroecológica estarão disponíveis a partir de março nas lojas físicas da Riachuelo e no e-commerce. Parte da renda será revertida para projetos de educação ambiental no Nordeste.

    Enquanto a indústria da moda responde por 10% das emissões globais de CO₂, iniciativas como essa mostram que é possível celebrar a cultura brasileira sem sacrificar o planeta. O algodão agroecológico não só veste foliões, mas planta sementes de um futuro mais justo — no campo, nas passarelas e nos bloquinhos de carnaval.

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  • Carnaval e cachaça: cuidados para manter a folia segura

    Carnaval e cachaça: cuidados para manter a folia segura

    O Carnaval é um momento de festa e alegria, e a cachaça é uma das bebidas mais tradicionais e preferidas dos brasileiros. No entanto, para garantir que a folia seja completa e saudável, é fundamental escolher cachaças produzidas por estabelecimentos registrados e inspecionados. O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) destaca a importância da moderação e do consumo consciente dessa bebida.

    A cachaça é reconhecida como patrimônio cultural do Brasil. E também é uma das bebidas destiladas mais antigas do mundo. Produzida a partir do caldo fermentado de cana-de-açúcar, ela é conhecida por suas características sensoriais únicas e peculiares. A caipirinha, feita com cachaça, limão e açúcar, é um dos drinks mais populares do Carnaval, além de outras combinações como maracujá e frutas vermelhas.

    Para garantir a segurança e autenticidade da cachaça, os estabelecimentos produtivos passam por rigorosos controles de qualidade. São realizadas inspeções regulares e coletas de amostras para aferir a qualidade da bebida. Atualmente, há cerca de 7.700 cachaças registradas no Brasil, todas fiscalizadas de acordo com padrões rigorosos de qualidade e segurança.

    Riscos da cachaça sem origem

    A cachaça sem origem pode conter substâncias nocivas, causando sérios problemas de saúde, como intoxicação, danos ao fígado, cegueira e até aumento do risco de câncer. Portanto, é essencial verificar o registro na rotulagem antes de consumir.

    Assim, para aproveitar o Carnaval de forma segura, é importante:

    • Consumir com moderação: Evitar excessos no consumo de álcool para evitar problemas de saúde e acidentes.
    • Manter a hidratação: Alternar bebidas alcoólicas com água para evitar a desidratação.
    • Alimentar-se bem: Comer antes e durante o consumo de álcool para reduzir a absorção do álcool no organismo.
    • Não dirigir sob efeito de álcool: Utilizar transporte público ou pedir uma carona a um amigo sóbrio.

    Portanto, aescolha segura da cachaça é fundamental para garantir um Carnaval saudável e divertido. Com a moderação e o consumo consciente, é possível aproveitar a festa sem comprometer a saúde ou a segurança.

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  • Produtos do agro garantem energia para os foliões curtirem o Carnaval

    Produtos do agro garantem energia para os foliões curtirem o Carnaval

    O Carnaval é um momento de grande festa e celebração no Brasil, e para aproveitar ao máximo os dias de folia, é essencial manter a energia e a saúde. Em São Paulo, os produtos do agronegócio local oferecem uma solução natural e eficaz para garantir que os foliões possam curtir a festa com disposição e bem-estar.

    Segundo a nutricionista Sizele Rodrigues, da Coordenadoria de Segurança Alimentar (Cosali), ligada à Secretaria de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, produtos como guaraná, chá verde, café e gengibre são excelentes fontes de energia e disposição. O pó de guaraná, por exemplo, é rico em cafeína, um estimulante natural que melhora o ânimo e acelera o metabolismo.

    Café e chá verde: aliados do carnaval

    Além do guaraná, o café e o chá verde também são fontes de cafeína que ajudam a melhorar o humor e a disposição. Itens essenciais para enfrentar os dias de festa. O chá verde pode ser consumido quente ou gelado, mantendo seu efeito energizante.

    Gengibre: mais que energia

    O gengibre não apenas fornece energia, mas também tem ação anti-inflamatória e antioxidante, melhorando a digestão e ajudando a manter o metabolismo acelerado. Isso torna o gengibre um aliado valioso para quem quer aproveitar o Carnaval sem comprometer a saúde.

    Hidratação: o segredo para um carnaval saudável

    Durante os dias quentes do verão paulista, a hidratação é fundamental. A água é essencial para manter o corpo funcionando corretamente, auxiliando na digestão e no metabolismo. Além disso, bebidas isotônicas, como a água de coco, podem ajudar a repor eletrólitos perdidos durante a folia.

    A ligação entre o Carnaval e a agricultura é mais forte do que se imagina. Muitos alimentos que garantem energia e saúde durante a festa são cultivados por produtores rurais locais. A escolha por produtos frescos e naturais não apenas beneficia a saúde dos foliões. Mas também apoia a economia local e promove uma celebração mais sustentável.

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