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  • Sucuri tenta engolir capivara em cena rara no Mato Grosso do Sul

    Sucuri tenta engolir capivara em cena rara no Mato Grosso do Sul

    Uma sucuri arrastando uma capivara pelas margens de um córrego no Mato Grosso do Sul virou espetáculo nas redes, mas por trás do vídeo há um alerta pouco falado: o risco de animais selvagens e o desequilíbrio do ambiente em áreas produtivas próximas a rios e pastagens.

    Na tarde de 23 de abril, o produtor César Bertoldo passava por uma estrada vicinal na Fazenda Refúgio, a cerca de 20 km de Sidrolândia (MS), quando avistou uma sucuri bem próximo à água, tentando dominar uma capivara para se alimentar. Ele filmou a cena e relatou que, embora veja capivaras e porcos com frequência, aquela foi a primeira vez que presenciou uma cobra no local.

    https://www.instagram.com/reel/DXoWPJ6kkrI/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Nas imagens, a sucuri aparece enrolada ou puxando a capivara pelas margens do córrego que corta a propriedade, numa combinação de força e técnica que mostra por que ela é um dos maiores predadores de áreas alagadas da América do Sul.

    Como a sucuri funciona no campo

    As sucuris são répteis semiaquáticos que costumam viver próximos a rios, brejos e pântanos, especialmente em biomas como Pantanal e áreas de várzea no Centro‑Oeste e Norte do país. Em regiões onde mata nativa, cursos d’água e pastagem convivem lado a lado, elas encontram tanto presas naturais quanto animais domesticados, como aves e roedores, que acabam atraindo a cobra para perto de currais e cercados.

    Por ser uma constritora, a sucuri não utiliza veneno, mas força: ela se enrola na vítima, imobiliza e depois engole a presa inteira, podendo se alimentar de animais de médio e até grande porte, incluindo capivaras, veados e, em casos extremos, até bovinos jovens. Em fazendas, isso significa que a presença de córregos, nascentes e áreas úmidas aumenta exatamente o risco de encontros do tipo flagrado em Sidrolândia.

    Impacto para o agro e prevenção

    Para o produtor, o problema não é só um vídeo assustador na internet: o aumento de animais selvagens próximos à lavoura ou ao gado pode gerar perda de controle, atropelamentos e até prejuízo econômico quando a fauna invade pastos e piquetes. Em muitos casos, a destruição de habitat natural empurra répteis e roedores para áreas de produção, como apontam análises de biólogos sobre o avanço de queimadas e conversão de áreas úmidas.

    As medidas recomendadas por especialistas incluem: manter áreas de mata ciliar preservadas, evitar despejo irregular de lixo próximo a córregos (que atrai roedores e, por consequência, cobras), fiscalizar cercas e currais próximos a água e, principalmente, não abater sucuris sem autorização ambiental, já que elas regulam populações de animais que também podem virar problema para o homem.

    Fique de olho

    Esse flagra é um exemplo concreto de como o campo está cada vez mais integrado à cadeia natural: o mesmo córrego que abastece pastagem ou irrigação também pode ser pista de caça para uma das maiores cobras do planeta. Para quem trabalha com pecuária, lavoura próxima a áreas alagadas ou até mesmo com projeto de expansão em regiões de várzea, monitorar a presença de sucuris e demais répteis passa a ser parte de um plano de gestão de risco, não só de ecologia.

  • Amor de capivara: animais namorando no campus encantam a internet

    Amor de capivara: animais namorando no campus encantam a internet

    Um par de capivaras protagonizou uma cena que mistura natureza e romance nesta quarta-feira no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), em Seropédica, na Baixada Fluminense. O flagrante foi feito pela estudante de medicina veterinária Flaviana Finotti, que registrou os animais em aparente “namoro” às margens de um dos lagos da instituição.

    Apesar do apelo afetivo das imagens, especialistas explicam que o que parece um momento de carinho é, na verdade, um ritual de acasalamento. O comportamento reprodutivo das capivaras (Hydrochoerus hydrochaeris) é bastante direto: o macho rastreia e segue a fêmea no período do cio até que ocorra a cópula, que costuma acontecer dentro da água, um ambiente em que o animal se sente mais protegido e seguro. O contato físico próximo, com um animal encostado ou parcialmente sobre o outro, é característica típica desse momento.

    Nativa da América do Sul, a capivara é o maior roedor do planeta, podendo pesar até 65 quilos e atingir 1,3 metro de comprimento. Altamente social, vive em grupos de 10 a 20 indivíduos às margens de rios, lagos e áreas alagadas. No Brasil, é comum encontrá-las em parques urbanos, campi universitários e até beiras de estradas. O que facilita os registros que abastecem as redes sociais diariamente.

    A febre capivara que tomou o mundo

    O episódio da UFRRJ chega em um momento em que as capivaras são uma das maiores sensações globais da internet. A popularidade do animal começou em 2020 e, desde a pandemia da Covid-19, cresceu de forma exponencial. Em 2023, a espécie viveu seu auge, mas o Google Trends ainda aponta alto índice de buscas por capivaras até hoje.

    Capivara é sucesso no mundo todo. Foto: Fagner Almeida

    O amor pelas capivaras é considerado uma das primeiras tendências da Geração Alpha (nascidos a partir de 2010), e a febre representa também uma oportunidade de despertar a consciência ambiental sobre a espécie.

    Para especialistas em comportamento digital, o fenômeno tem explicação. Em um mundo onde o estresse parece ser a norma e a pressão por produtividade nunca foi tão alta, as capivaras surgem como um antídoto visual: com sua atitude relaxada, tornaram-se um símbolo de paz e calma nas redes sociais. Sua popularidade está ligada à psicologia do consumidor; são animais relaxados, adoráveis e transmitem boa energia, o que os torna protagonistas do marketing emocional nas plataformas digitais.

    Um detalhe importante: apesar de aparentemente dóceis, as capivaras são animais silvestres. A recomendação dos especialistas é clara; elas não devem ser criadas como pets, pois precisam de espaços amplos para correr, nadar e conviver com outros indivíduos da espécie.

  • Capivara, samba e café: Luckin Coffee transforma Brasil em febre na China

    Capivara, samba e café: Luckin Coffee transforma Brasil em febre na China

    A Luckin Coffee, maior rede de cafeterias da China, transformou o Brasil em produto de luxo. A empresa fechou um acordo de R$ 10 bilhões para vender 400 milhões de copos de café estampados com símbolos brasileiros: capivaras, samba e grãos de arábica premium.

    A operação vai além do marketing tradicional. Especialistas classificam o movimento como a maior iniciativa de diplomacia comercial entre Brasil e China dos últimos anos. A Luckin, que superou a Starbucks em número de lojas no mercado chinês, escolheu o café brasileiro como pilar de sua estratégia de expansão.

    Brasil vira símbolo de status para consumidores chineses

    O consumidor chinês associa o café brasileiro a qualidade premium e sofisticação. A Luckin explorou essa percepção ao criar uma linha exclusiva que celebra elementos da cultura brasileira. Os copos trazem ilustrações de capivaras, referências ao samba e destacam a origem arábica dos grãos.

    A estratégia funciona. Jovens chineses compartilham fotos dos copos nas redes sociais, transformando o produto em símbolo de lifestyle. O Brasil ganhou presença massiva no cotidiano urbano chinês através das mais de 20 mil lojas da Luckin espalhadas pelo país.

    Café arábica brasileiro domina mercado asiático

    O Brasil lidera a produção mundial de café arábica, variedade considerada mais refinada e aromática que o robusta. A China consome cada vez mais café, especialmente entre a população jovem e urbana das grandes cidades.

    Foto: Wenderson Araújo/Trilux/Sisterma CNA/Senar

    A Luckin identificou essa tendência e apostou no Brasil como fornecedor estratégico. O contrato de R$ 10 bilhões garante fornecimento estável de grãos premium por anos, fortalecendo a cadeia produtiva brasileira e consolidando o país como principal parceiro da rede no setor.

    Diplomacia comercial que beneficia ambos os lados

    O acordo representa mais que uma transação comercial. Economistas apontam que a operação fortalece laços econômicos entre Brasil e China, segundo maior parceiro comercial brasileiro. O café brasileiro ganha visibilidade em um mercado de mais de 1,4 bilhão de consumidores potenciais.

    Para o Brasil, o contrato traz previsibilidade de receita e valoriza a imagem internacional do país. Para a Luckin, significa diferenciação competitiva em um mercado cada vez mais disputado. A rede usa a origem brasileira como argumento de vendas, explorando o fascínio chinês pela cultura e produtos latino-americanos.

    Impacto nas exportações brasileiras

    Especialistas do agronegócio comemoram o acordo. O contrato estabiliza preços para produtores brasileiros e incentiva investimentos em qualidade. O setor cafeeiro nacional ganha escala e previsibilidade, elementos essenciais para planejamento de longo prazo.

    Foto: Agência Agro em Campo

    A operação também abre portas para outros produtos brasileiros na China. A visibilidade gerada pelos 400 milhões de copos cria oportunidades para exportadores de diferentes setores explorarem o mercado asiático.

  • Flagrante: onça ataca família de capivaras no Pantanal

    Flagrante: onça ataca família de capivaras no Pantanal

    A cena começa tranquila. Quatro capivaras, dois adultos e dois filhotes, se aproximam da margem de um rio no Pantanal pra matar a sede depois de um dia quente. A água reflete o céu azul, e por alguns segundos, tudo parece apenas mais um momento rotineiro na vida selvagem. Mas a natureza nunca tira folga.

    Do meio da vegetação densa, uma onça pintada surge sorrateira. Os músculos tensos, o olhar fixo, cada passo calculado. O felino se move como sombra, aproveitando cada arbusto, cada tronco caído. As capivaras continuam bebendo, alheias ao perigo que se aproxima metros atrás delas.

    De repente, um dos adultos levanta a cabeça. Algo no ar mudou, talvez um cheiro, um som quase imperceptível, ou simplesmente aquele sexto sentido que a seleção natural aperfeiçoou durante milhões de anos. O animal emite um som agudo e cortante, um grito de alerta que congela o tempo por uma fração de segundo.

    https://www.instagram.com/p/DRI38cNAQXK

    As outras capivaras reagem instantaneamente. Os filhotes disparam em direção à água, seguidos pelos adultos. A onça explode da vegetação num salto poderoso, as garras estendidas, a boca aberta. Mas já era tarde, ou melhor, era cedo demais pro felino inexperiente.

    As capivaras mergulham na água com segundos de vantagem. A onça freia na beira, observa a presa nadando em segurança, e então recua. Sem feridos, sem sangue, só o coração acelerado de todos os envolvidos.

    O vídeo foi gravado por Gabriel Felipe, fotógrafo conhecido por suas fotos e vídeos da vida selvagem.

    A juventude salvou as capivaras

    Especialistas que analisam esse tipo de cena acreditam que a onça provavelmente ainda é jovem, talvez com menos de dois anos. Onças adultas experientes planejam ataques com mais precisão, esperando o momento exato onde a distância até a água seja grande demais pra presa escapar.

    Essa onça se aproximou, mas hesitou por milésimos de segundo cruciais. Esse tipo de erro acontece quando o predador ainda tá aprendendo os truques da caçada, quando calcular distâncias, tempo de aceleração e ângulos de ataque ainda não viraram segunda natureza.

    No mundo selvagem, aprender a caçar é questão de sobrevivência. Filhotes de onça acompanham suas mães por até dois anos, observando técnicas, praticando emboscadas, errando muito antes de acertar. Cada falha ensina algo novo. Essa onça vai lembrar dessa experiência e, na próxima vez, talvez espere alguns metros a mais, ou escolha uma presa mais isolada.

    Capivaras: os gigantes pacíficos

    As capivaras são os maiores roedores do planeta, podendo chegar a 60 quilos de peso. Apesar do tamanho impressionante, elas são herbívoras pacíficas que passam os dias comendo capim, plantas aquáticas e descansando em grupos familiares.

    Esses animais desenvolveram uma estratégia de sobrevivência simples mas eficaz: viver sempre perto da água. Capivaras são excelentes nadadoras e mergulhadoras, conseguindo ficar submersas por até cinco minutos quando necessário. Essa habilidade transforma qualquer lagoa ou rio numa fortaleza instantânea contra predadores terrestres.

    A comunicação entre capivaras é sofisticada. Além dos gritos de alerta, elas usam assobios, latidos e até roncos pra coordenar o grupo. Quando um adulto detecta perigo, todos reagem como uma unidade. Os filhotes aprendem desde cedo que esse som específico significa uma coisa: corra pra água, pergunte depois.

    Grupos de capivaras podem ter de 10 até 40 indivíduos, com um macho dominante, várias fêmeas e seus filhotes. Essa estrutura social oferece proteção, mais olhos vigiando significa mais chance de detectar uma onça se aproximando.

    Onças pintadas: os reis do pantanal

    A onça pintada é o maior felino das Américas e um dos predadores mais poderosos do mundo. Com mandíbulas capazes de perfurar até cascos de tartaruga, esses animais caçam praticamente qualquer coisa que se mova, de capivaras e jacarés até veados e queixadas.

    No Pantanal, as onças encontram um verdadeiro paraíso. O bioma oferece abundância de água, presas diversas e território extenso pra estabelecer seus domínios de caça. Cada onça adulta controla uma área que pode variar de 25 até 150 quilômetros quadrados, dependendo da disponibilidade de comida.

    Diferente dos leões africanos, onças são caçadoras solitárias. Elas dependem exclusivamente de emboscadas e surpreenderem suas presas. Uma onça adulta consegue arrastar um jacaré de 80 quilos pra dentro da mata, subir em árvores com a presa na boca e nadar atravessando rios largos.

    Mas todo esse poder precisa ser aprendido. Filhotes de onça nascem cegos e dependentes, ficando com a mãe por quase dois anos. Durante esse período, eles observam cada movimento dela, tentam imitar técnicas e cometem erros, exatamente como a onça desse vídeo.

    O pantanal: palco de encontros épicos

    O Pantanal brasileiro é a maior planície alagável do planeta, com 150 mil quilômetros quadrados distribuidos entre Brasil, Bolívia e Paraguai. Durante a época das cheias, entre novembro e março, até 80% da região fica submersa, transformando a paisagem num mosaico de rios, lagoas e ilhas temporárias.

    Essa dinâmica entre seca e cheia cria um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do mundo. O Pantanal abriga mais de 650 espécies de aves, 260 de peixes, 50 de répteis e 95 de mamíferos. Incluindo a maior concentração de onças pintadas do planeta.

    É aqui que acontecem esses encontros dramáticos entre predadores e presas. Capivaras, jacarés, ariranhas, cervos, antas. Todos dividem o mesmo território com onças, sucuris e outros predadores. A cada dia, milhares dessas interações acontecem, algumas terminam em tragédia, outras em fuga bem-sucedida.

    Cenas como a do vídeo mostram porque o Pantanal atrai fotógrafos e documentaristas do mundo inteiro. Aqui, a vida selvagem acontece abertamente, sem a densa floresta amazônica pra esconder os dramas. É possível ver uma onça caçando em plena luz do dia, jacarés tomando sol nas margens e capivaras pastando tranquilamente, até o momento em que não estão mais tranquilas.

    O que podemos aprender

    Essa cena de poucos segundos resume perfeitamente o equilíbrio delicado da natureza. A onça precisa caçar pra sobreviver. As capivaras precisam beber água mas também precisam evitar virar comida. Nenhum dos lados é vilão ou herói, ambos só tentam continuar vivos em um mundo que não dá segundas chances.

    O fato das capivaras terem escapado não é vitória permanente. Amanhã elas voltarão pra beber água. E a onça voltará pra caçar, um pouco mais experiente, um pouco mais rápida. Esse ciclo continua desde que esses animais existem, moldando comportamentos, afiando instintos, selecionando os mais atentos e os mais habilidosos.

    Pra quem assiste de fora, é fácil torcer pras capivaras. Elas parecem inofensivas, os filhotes são adoráveis. Mas a onça jovem também é admirável — uma aprendiz solitária tentando dominar habilidades que vão determinar se ela sobrevive ou não. Ambas merecem nosso respeito.

    No final, todos saíram ilesos dessa vez. As capivaras nadaram tranquilamente pra longe do perigo. A onça voltou pra mata, carregando uma lição valiosa. E o Pantanal continua sendo o que sempre foi: um palco imenso onde a natureza escreve suas histórias mais impressionantes, uma caçada de cada vez.

  • Cena inusitada: cachorro e capivara brincam de “pega-pega”

    Cena inusitada: cachorro e capivara brincam de “pega-pega”

    Uma cena curiosa e descontraída entre um cachorro vira-lata e uma capivara se tornou o grande destaque do Parque Tia Nair, em Cuiabá, nesta semana. O que parecia ser uma investida de latidos do cachorro se transformou em uma brincadeira de “pega-pega” entre as espécies diferentes, encorajando os corredores e frequentadores do local.

    O engenheiro Heliomar Mota, de 36 anos, registrou o momento inusitado durante sua corrida matinal. De acordo com ele, a interação começou com o cão “chamando” a capivara com uma sequência de latidos. Em vez de um confronto, a capivara reagiu de forma surpreendente, correndo atrás do vira-lata, que parecia se divertir com a perseguição.

    “A cena chamou a atenção de quem frequentava o local e, segundo ele, arrancou boas gargalhadas”, relatou Mota. O engenheiro ainda complementou que o vira-lata é uma figura conhecida no parque e tem o hábito de correr atrás dos praticantes de exercícios, sempre de forma brincalhona.

    O episódio ilustra a convivência entre a fauna silvestre e os animais domésticos nos espaços urbanos de Cuiabá. O Parque Tia Nair, área verde conhecida pela prática de atividades físicas, também abriga diversas espécies nativas do Pantanal e do Cerrado.

    A capivara: a estrela silvestre do encontro

    A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), que protagonizou a brincadeira, é uma espécie comum em regiões alagadas do Brasil. Considerada o maior roedor vegetariano do mundo, um adulto pode chegar a pesar 70 kg.

    Estes animais possuem hábitos semiaquáticos e são excelentes nadadoras, uma vez que seus pés possuem pequenas membranas. A água é essencial para sua reprodução e também funciona como defesa contra predadores, podendo a capivara permanecer submersa por vários minutos. Sua dieta é composta basicamente de capins e ervas.

    A inesperada brincadeira no Parque Tia Nair serve como um lembrete dos encantos da natureza mesmo dentro do ambiente urbano, proporcionando momentos de descontração e surpresa para a população.

  • Capivaras são surpreendidas por onça-pintada em flagrante na natureza

    Capivaras são surpreendidas por onça-pintada em flagrante na natureza

    Em um cenário raro de tensão na vida selvagem, capivaras foram flagradas quase sendo surpreendidas por uma onça-pintada durante uma tentativa silenciosa de caça. O vídeo impressionante, registrado pelo fotógrafo Bruno Sartori Reis, mostra a onça se aproximando com cautela, mas as capivaras perceberam a movimentação a tempo e conseguiram escapar ilesas.

    As capivaras são as maiores roedores da América do Sul e constituem uma importante presa para grandes predadores como a onça-pintada, considerada o maior felino das Américas. A onça utiliza seu hábito de caça silenciosa e furtiva para capturar esses animais que geralmente habitam áreas próximas a cursos d’água.

    Esse tipo de interação mostra o delicado equilíbrio ecológico das regiões onde ambos os animais vivem. As capivaras precisam estar sempre atentas para escapar das onças, que dependem dessa caça para sua sobrevivência. A cena registrada por Bruno Sartori Reis ilustra perfeitamente o instinto de caça e fuga na natureza.

    O registro reforça a importância da preservação dessas espécies e de seus habitats naturais para garantir o equilíbrio dos ecossistemas e a continuidade desses ciclos essenciais.

  • Vídeo de capivara nadando entre peixes impressiona pela beleza

    Vídeo de capivara nadando entre peixes impressiona pela beleza

    As capivaras, os maiores roedores do mundo, conquistaram o coração das pessoas com sua aparência fofa e personalidade tranquila. Diferente de outros animais considerados “fofos”, como gatos ou coelhos, elas não têm pelos macios ou olhos grandes, mas seu jeito calmo e despreocupado as tornou um fenômeno global.

    Vídeos de capivaras relaxando em rios, tomando sol ou interagindo com outros animais viralizam facilmente. Elas não precisam fazer nada demais — só existir já é suficiente para ganhar milhões de visualizações.

    Nesse vídeo abaixo, feito durante uma pescaria, a capivara nada tranquilamente perto de um cardume de peixes, e parece atender quando chamada, sem medo.

    Diferente de seus primos distantes, os porquinhos-da-índia, as capivaras adoram água e são excelentes nadadoras. Elas passam boa parte do tempo em rios, lagos e pântanos, usando a água para se refrescar, fugir de predadores e até dormir. Isso desde pequenas, com suas brincadeiras entre filhotes também fazendo sucesso.

    Enquanto muitos roedores evitam água, as capivaras têm patas com membranas que as ajudam a nadar com facilidade. Além disso, sua densa pelagem as mantém aquecidas, mesmo em temperaturas mais baixas.

    No Japão, alguns zoológicos até criaram “onsens” (banhos termais) para capivaras, onde elas podem relaxar em águas quentes durante o inverno — uma cena que se tornou extremamente popular na internet.

    De animal silvestre a fenômeno da internet

    Há alguns anos, as capivaras eram pouco conhecidas fora da América do Sul. Mas com o crescimento das redes sociais, sua popularidade explodiu. Alguns fatores contribuíram para isso:

    • Vídeos relaxantes: seu comportamento calmo e “zen” contrasta com o estresse da vida moderna, fazendo com que as pessoas as associem a tranquilidade.
    • Interações inusitadas: elas são vistas convivendo pacificamente com outros animais, como tartarugas, patos e até jacarés.
    • Memes e cultura pop: músicas como “Cabybara” (um hit viral russo) e desenhos como “Kapibarasan” (um anime japonês) ajudaram a espalhar sua fama.

    Algumas capivaras até ganharam perfis próprios nas redes sociais, como Cheesecake e Pumpkin, que vivem em um santuário nos EUA e têm fãs ao redor do mundo.

    Capivaras urbanas: adaptação e riscos

    Com o avanço das cidades sobre seu habitat natural, muitas capivaras foram forçadas a se adaptar a áreas urbanas. Em São Paulo, por exemplo, é comum vê-las às margens do Rio Pinheiros ou em parques.

    Porém, essa proximidade traz riscos:

    • Doenças: elas podem transmitir febre maculosa e raiva.
    • Ataques defensivos: apesar de dóceis, podem atacar se sentirem ameaçadas, especialmente ao proteger filhotes.
    • Especialistas alertam que, por mais fofas que sejam, capivaras não são pets e devem ser apreciadas à distância.

    As capivaras mais famosas do mundo

    • Capivara Filó: resgatada no Brasil, virou celebridade após ser cuidada por um influenciador.
    • Frankie: uma capivara tailandesa que ganhou fama no TikTok usando roupinhas.
    • Onsen de capivara: As capivaras japonesas que se tornaram símbolos de relaxamento nos banhos termais.

    Elas não são apenas fofas — são símbolos de paz, adaptabilidade e harmonia com a natureza. Seja nadando, descansando ou interagindo com outros animais, as capivaras conquistaram o mundo com seu jeito único de viver.

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  • Sucuri devora capivara em Bonito e impressiona turistas

    Sucuri devora capivara em Bonito e impressiona turistas

    Um registro impressionante da vida selvagem no Pantanal chamou a atenção de turistas e guias em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Uma sucuri de aproximadamente cinco metros foi flagrada no momento em que devorava uma capivara nas águas cristalinas do rio Sucuri, um dos principais destinos de ecoturismo da região.

    O episódio foi presenciado por um grupo de 10 turistas de Fortaleza (CE) durante um passeio de flutuação, acompanhados pelo guia de turismo Célio Araújo. Segundo o profissional, a informação sobre a presença da serpente havia chegado logo no início do trajeto.

    “Chegamos lá e conseguimos apreciar essa beleza da natureza. Era uma sucuri de aproximadamente cinco metros, havia acabado de pegar uma capivara. Ela estava fazendo o processo de estrangulamento. Depois é que ela começa a engolir o animal, isso demora um pouco”, relatou Araújo.

    Momento único no ecoturismo de Bonito

    O avistamento aconteceu durante a primeira etapa do passeio, quando os visitantes ainda subiam o rio de barco, antes de retornar por meio da flutuação. Para o guia experiente, presenciar esse comportamento natural da sucuri representa um momento único na rotina do ecoturismo local.

    “Não é todos os dias que a gente vê uma cena dessas. Os turistas ficam felizes de fazer o passeio e conseguir ver o animal assim”, destacou Célio, enfatizando a raridade do flagrante.

    As sucuris são as maiores serpentes do Brasil e podem atingir até 10 metros de comprimento. Encontradas principalmente em regiões alagadas do Pantanal, elas se alimentam de diversos animais, incluindo capivaras, jacarés e peixes. O rio Sucuri, conhecido mundialmente por suas águas transparentes e rica biodiversidade, é um dos cartões-postais de Bonito e atrai milhares de visitantes anualmente em busca de experiências únicas na natureza.

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  • Capivara dá show e cruza rio mergulhando como um foguete

    Capivara dá show e cruza rio mergulhando como um foguete

    Quem olha pra essa carinha fofa nem desconfia do talento que ela tem na água. Pois é… uma capivara foi flagrada atravessando um rio lá no Mato Grosso do Sul, nadando como se estivesse numa competição olímpica. E não é papo, não! O vídeo, registrado pelo fotógrafo Fernando Maydana mostra o bichão deslizando na água com uma leveza que impressiona. Parece até que ela nasceu pra isso — e, bom, na verdade, nasceu mesmo.

    Nadar não é hobby… é modo de vida

    Pra quem não sabe, as capivaras são verdadeiras especialistas quando o assunto é nadar. Quem vê de longe pode até achar que ela é meio desengonçada em terra, mas basta colocar uma no rio pra entender que ali mora uma atleta de respeito. As patinhas são meio palmadas, o corpo é preparado pra longas braçadas e, se for preciso, ela mergulha e simplesmente some por vários minutos — na maior tranquilidade.

    Além disso, não pense que é só diversão, não. A água, pra elas, é muito mais do que lazer. É abrigo, é proteção contra predadores e, claro, também serve como um ótimo jeito de escapar do calorão. E sabe onde elas gostam de viver? Sempre pertinho de rios, lagos, brejos… qualquer lugar que tenha água, sombra e, lógico, muito sossego.

    De ícone do Pantanal a estrela global

    Agora, segura essa: se aqui no Brasil ela já é praticamente patrimônio afetivo — aquele bicho que representa paz, leveza e vida boa —, lá fora a fama dela também corre solta. E não é exagero! Sabia que no Japão tem até café onde você pode tomar um latte enquanto faz carinho numa capivara? Pois é, juro! O lugar se chama Capyba Cafe e, olha… fila é o que não falta.

    Além disso, nas redes sociais, ela reina absoluta. Capivara virou sinônimo de vídeo fofo, meme, trilha relaxante e viral atrás de viral. Sabe aquela musiquinha chiclete chamada “Capybara”, do russo Alexy Pluzhnikov? Então… é praticamente hino oficial dos vídeos desse bicho na internet.

    Capivara virou lifestyle (e todo mundo ama)

    E não para por aí. Além de conquistar as redes, o sucesso é tanto que elas estão, literalmente, em toda parte: nas estampas de camiseta, nas canecas, nos chaveiros, nas almofadas e, pasme, até nos docinhos de festa. Dá pra acreditar? Pois é… é sério! No fundo, não tem mistério — esse jeitão zen da capivara traduz direitinho tudo aquilo que a gente anda buscando hoje em dia: paz, calma, leveza e, claro, bem menos estresse nesse mundo doido que a gente vive.

    Se ela falasse, certeza que diria com aquele olhar sereno:
    “Relaxa, respira… no fim, tudo dá certo.”

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  • ‘Capivaras verdes’ são flagradas por fotógrafo na Argentina

    ‘Capivaras verdes’ são flagradas por fotógrafo na Argentina

    Recentemente, a presença de ‘capivaras verdes’ no Lago de Salto Grande, na província de Entre Ríos, Argentina, chamou a atenção de moradores e turistas. Este fenômeno é atribuído às floraciones de cianobacterias nas águas do Rio Uruguai e seus afluentes.

    A Comissão Administradora do Rio Uruguai (CARU) já havia alertado sobre a presença dessas cianobacterias, que se proliferam especialmente durante o verão devido às altas temperaturas.

    “Esse fenômeno, conhecido como ‘algas verdes-azuis’, costuma ocorrer durante o verão devido às altas temperaturas e pode ser observado em diferentes corpos d’água”, explicou a CARU em comunicado.

    “A proliferação de cianobactérias pode afetar as praias por horas ou dias, trazendo possíveis impactos à saúde. A melhor medida de prevenção é observar atentamente a água e a areia”, acrescentou a comissão.

    A CARU informou que a proliferação dessas algas pode afetar as praias por horas ou dias. A recomendação é que a população observe atentamente a coloração da água e da areia. Ou seja, se a água apresentar uma coloração verdosa ou aspecto turvo, é aconselhável evitar o contato direto.

    Imagens impactantes

    Imagens impactantes de capivaras verdes cobertas por uma camada de algas começaram a circular nas redes sociais, gerando preocupação. O fotógrafo Juan Menoni compartilhou fotos em sua conta no Instagram. Ele destacou não apenas a coloração dos animais, mas também o forte odor associado à presença das cianobacterias.

    “A floração de algas é alarmante”, escreveu o fotógrafo em um post no Instagram.

    “Entendo que esse fenômeno pode ser agravado pela baixa contínua do rio, pela falta de chuvas e pela onda de calor que estamos enfrentando, mas também é verdade que visito esse local desde criança e nunca vi algo assim”, relatou.

    “Além das algas verdes-azuis visível nas fotos, há um cheiro insuportável. Está claro que não são algas inofensivas, mas sim cianobactérias, altamente perigosas para humanos e outros seres vivos. É gravíssimo que, mesmo assim, as praias do lago estejam abertas, com boias e salva-vidas”, alertou.

    As autoridades, portanto, ainda não proibiram o acesso às praias afetadas, mesmo com a presença de pessoas, incluindo crianças, nadando nas águas contaminadas. Além disso, a situação é alarmante e levanta questões sobre a segurança das áreas balneáveis.

    A CARU e especialistas alertam que as cianobacterias podem causar uma variedade de problemas de saúde, incluindo infecções gastrointestinais e respiratórias, além de reações alérgicas na pele.

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