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  • Campanha Vinho Legal ensina a reconhecer vinhos de procedência

    Campanha Vinho Legal ensina a reconhecer vinhos de procedência

    Antes de levantar a taça, vale um rápido olhar para o rótulo. É essa a proposta do Vinho Legal, campanha liderada pelo Consevitis-RS (Instituto de Gestão, Planejamento e Desenvolvimento da Vitivinicultura do Rio Grande do Sul), que agora aposta em novos infográficos para orientar o consumidor sobre a importância de escolher vinhos de procedência garantida.

    A ação, que reúne entidades do setor vitivinícola gaúcho e nacional, reforça uma mensagem simples, mas essencial: informação no rótulo é sinônimo de segurança no copo. Ao ler atentamente as etiquetas, o público ajuda a combater a informalidade e protege toda a cadeia produtiva — do produtor à taça do consumidor.

    O que o rótulo revela

    Para os vinhos brasileiros, o rótulo precisa exibir marca comercial, tipo do produto e graduação alcoólica. Já o contrarrótulo traz dados mais técnicos: nome e endereço do fabricante, número de registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), lista de ingredientes, lote, responsável técnico e a expressão “Indústria Brasileira”. Todos esses detalhes garantem rastreabilidade e conformidade.

    Nos vinhos importados, é permitido que o rótulo esteja em outro idioma. Mas o contrarrótulo obrigatoriamente deve vir em português. Com o número de registro do importador no Mapa, país de origem (como “Produto da Argentina”), além da razão social e endereço do produtor estrangeiro. Também deve constar a inscrição “Importado por…” acompanhada do CNPJ e do lote.

    Quando o detalhe faz toda diferença

    Essas exigências não são burocracia à toa. Elas comprovam que o vinho foi produzido e comercializado dentro das normas sanitárias. Sem essas informações, cresce o risco de o consumidor levar para casa um produto irregular, sem procedência e possivelmente inseguro.

    “Consumir vinho legal é uma escolha que beneficia toda a cadeia produtiva. Quando o consumidor verifica o rótulo, ele está ajudando a combater a informalidade e a valorizar o trabalho de quem atua corretamente”, afirma Luciano Rebellatto, presidente do Consevitis-RS.

    Um brinde ao consumo consciente

    A campanha Vinho Legal aposta no poder da informação para fortalecer um mercado mais justo e transparente. Os novos infográficos estão disponíveis nas redes sociais oficiais da iniciativa e em veículos de imprensa, ampliando o alcance da conscientização entre amantes e curiosos do mundo do vinho.

    Lançada em 2024, a ação é uma parceria do Consevitis-RS com instituições públicas e privadas do setor. O propósito vai além do combate à informalidade. É defender um consumo mais responsável, a valorização do vinho nacional e a garantia de um mercado que respeita a lei e a saúde de quem brinda.

  • Minas Gerais prevê safra recorde de tangerina ponkan em 2025

    Minas Gerais prevê safra recorde de tangerina ponkan em 2025

    Minas Gerais deve colher 238,6 mil toneladas de tangerina ponkan em 2025, consolidando-se como o segundo maior produtor da fruta no Brasil, atrás apenas de São Paulo. A projeção foi divulgada pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG). E aponta crescimento de 3,1% em relação ao volume registrado em 2024. O pico da colheita ocorre entre maio e julho, período de maior movimentação nos pomares do estado.

    O cultivo da tangerina ponkan, também conhecida como mexerica, ocupa uma área de 12,4 mil hectares em Minas Gerais e é dominado pela agricultura familiar. São 6.175 pequenos produtores responsáveis pela produção, que se beneficia do fácil manejo da planta e da alta produtividade por hectare, fatores que garantem boa rentabilidade aos agricultores.

    Segundo Deny Sanábio, coordenador de fruticultura da Emater-MG, “a ponkan tem uma predominância da agricultura familiar por ser uma planta de fácil manejo, com uma produtividade alta por hectare. Isso traz um rendimento bom para os produtores”.

    Principais polos produtores

    Os três municípios mineiros com maior produção de tangerina ponkan são Belo Vale (região Central), Campanha (Sul de Minas) e Brumadinho (Região Metropolitana de Belo Horizonte). Em Belo Vale, maior polo produtor do estado, a expectativa é colher 34,6 mil toneladas em 2025, numa área de 2,1 mil hectares dedicada à fruta.

    A fruta se adapta melhor a regiões com temperaturas médias entre 20°C e 30°C, o que favorece áreas como o Sul de Minas, região Central, Zona da Mata e Campo das Vertentes. As temperaturas mais elevadas reduzem a expressão do cultivo no Norte e Nordeste do estado. Mas o uso de irrigação pode viabilizar a produção nessas regiões.

    A tradição da produção de ponkan em Minas Gerais é passada de geração em geração. Produtores como Flávio Amaral Santos, de Belo Vale, mantêm a atividade na família desde a década de 1960. “É um plantio que vem passando de geração a geração. Tenho orgulho da nossa história”, relata. Mesmo com atraso na colheita este ano devido à baixa pluviosidade em fevereiro e março, a expectativa é de boa safra e vendas para diversos mercados do país. Isso inclui São Paulo, Belo Horizonte, Uberlândia, Maceió, Teresina, Espírito Santo e Rio de Janeiro.

    Desafios sanitários: combate ao greening

    A Emater-MG reforça a necessidade de cuidados para evitar o greening, doença bacteriana considerada a mais grave da citricultura. O greening provoca deformação dos frutos, maturação irregular, queda de produtividade e pode levar à morte das plantas. A principal forma de controle é a eliminação imediata das plantas contaminadas, controle do inseto transmissor (psilídeo), uso de mudas sadias e viveiros certificados. Além da erradicação de pomares antigos que possam servir de foco para a doença. Técnicos do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) devem acompanhar a eliminação de plantas doentes, conforme as normas do Ministério da Agricultura.

    No cenário nacional, Minas Gerais ocupa posição de destaque, respondendo por uma parcela significativa da produção brasileira de tangerina. O estado mantém desempenho superior à média nacional em produtividade e área cultivada, reforçando sua importância para a citricultura do país.

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  • Empresa lança dupla sertaneja criada por IA para em campanha

    Empresa lança dupla sertaneja criada por IA para em campanha

    Em uma iniciativa inovadora que une música, tecnologia e agricultura, a Syngenta acaba de lançar Bio & Lógico, a primeira dupla sertaneja desenvolvida por Inteligência Artificial (IA). Os personagens, Willian e Newton, são irmãos gêmeos virtuais criados para popularizar o uso de soluções biológicas no campo, combinando entretenimento e educação em uma campanha pioneira no setor.

    Desenvolvidos pela agência Pixit com modelagem 3D e análise de dados agrícolas, os artistas digitais farão parte de uma estratégia multiplataforma, incluindo videoclipes, webséries, parcerias com influenciadores e participação em eventos do agro. A proposta é desmistificar os bioinsumos e mostrar, de forma lúdica, como eles podem aumentar a produtividade e a sustentabilidade nas lavouras.

    “Queremos falar a língua do produtor rural, criando empatia por meio da música e do entretenimento. Essa campanha une tradição e inovação para mostrar que os biológicos são aliados poderosos no campo”, explica Jéssica Oikawa, Gerente de Marketing da Syngenta.

    A campanha terá nove videoclipes em que a dupla transforma as soluções da Syngenta Biologicals em hits sertanejos. A apresentação dos produtos da empresa destacará de forma criativa os benefícios no controle de pragas, na promoção da saúde do solo e no aumento da resistência a estresses ambientais.

    Além disso, uma websérie de oito episódios trará depoimentos de produtores rurais e especialistas, com a dupla convertendo suas experiências em versos musicais. A estratégia também inclui a série “Especialista Com Prova”, gravada no Centro de Pesquisa da Syngenta na Itália, onde experts testemunham a eficácia dos bioinsumos.

    Gamificação e interação: Plataforma digital engaja produtores

    Para ampliar o alcance da campanha, a Syngenta lançará “A Estância”, um site interativo que funcionará como hub da dupla Bio & Lógico. Nele, os usuários poderão:

    • Acessar informações sobre bioinsumos;
    • Jogar “BioDefender”, um game onde o objetivo é proteger lavouras usando biológicos;
    • Participar de cursos via app “No Alvo”;
    • Acumular pontos no programa Acessa Agro e trocá-los por brindes.

    Ainda como parte da ação, influenciadores do agro produzirão conteúdos exclusivos com a dupla, reforçando a mensagem de forma descontraída. E em eventos do setor, o público poderá conferir flash mobs com as músicas de Bio & Lógico.

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  • Brucelose – final da campanha de vacinação está chegando

    Brucelose – final da campanha de vacinação está chegando

    As campanhas de atualização de rebanhos e vacinação contra a Brucelose estão em andamento no Estado de São Paulo. O prazo final é até o próximo dia 31 de dezembro. Os produtores devem declarar as espécies existentes em suas propriedades e imunizar as bezerras com idades entre três e oito meses.

    A Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA) da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que os responsáveis só poderão emitir a Guia de Trânsito Animal (GTA) após atualizar completamente os dados das espécies, incluindo bovinos, búfalos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos.

    Os produtores podem realizar a atualização diretamente no sistema GEDAVE ou pessoalmente em uma das Unidades da Defesa Agropecuária. Também é possível enviar o formulário por e-mail, disponível no site da SAA.

    Mudanças na vacinação contra brucelose

    A campanha de vacinação contra a Brucelose passou por alterações normativas com a publicação da Resolução SAA nº 78/24 e das Portarias 33/24 e 34/24. A vacinação das fêmeas bovinas e bubalinas entre três e oito meses agora não exige mais a marcação a fogo. A identificação da vacinação será feita por meio de um identificador auricular do tipo botton.

    Os novos prazos para vacinação foram divididos em dois períodos: o primeiro vai de 1º de janeiro a 30 de junho, enquanto o segundo se estende de 1º de julho a 31 de dezembro. Os produtores que não vacinarem seus rebanhos dentro dos prazos estabelecidos terão a movimentação dos bovídeos suspensa até regularização junto às unidades da Defesa Agropecuária.

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    Entretanto, diferente das campanhas anteriores, agora não é mais necessária a declaração de vacinação pelo proprietário. O médico-veterinário responsável pela imunização deve cadastrar o atestado no sistema GEDAVE em até quatro dias após a vacinação para validar a imunização dos animais.

    Identificação alternativa e benefícios

    O novo modelo de identificação aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) é uma alternativa à marcação a fogo que visa promover o bem-estar animal e aumentar a segurança tanto para os produtores quanto para os veterinários. O botton amarelo identificará os animais vacinados com a vacina B19, enquanto o botton azul marcará as fêmeas vacinadas com RB 51.

    As revendas de insumos veterinários fornecerão os bottons e venderão os identificadores junto com as vacinas. Se houver perda ou dano do botton, o produtor deve solicitar uma nova aplicação ao médico-veterinário responsável ou à Defesa Agropecuária.

    Vale ressaltar que o uso do botton é válido apenas dentro do Estado de São Paulo, sendo proibido o trânsito de animais identificados dessa forma para outros estados da federação.

    Com essas iniciativas, a Defesa Agropecuária busca garantir a sanidade animal no estado, promovendo práticas que favorecem tanto os produtores quanto o controle das doenças que afetam o rebanho.

  • ABPA lança campanha que exalta tecnologia na avicultura e suinocultura brasileiras

    ABPA lança campanha que exalta tecnologia na avicultura e suinocultura brasileiras

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou uma nova campanha nas redes sociais. E que destaca o alto nível tecnológico empregado na cadeia de proteína animal do Brasil. Produzida pela Agência Capella, de Porto Alegre, a campanha busca mostrar um lado pouco conhecido do setor. Lado em que soluções inovadoras e tecnologia de ponta atuam em conjunto para gerar produtos de qualidade, sustentáveis e seguros.

    As imagens da campanha abordam todo o processo de produção de alimentos, desde a genética avançada até as indústrias com ampla automação e tecnologia, incluindo as granjas, onde o monitoramento total faz a diferença na competitividade do setor.

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    Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o objetivo da campanha é trazer uma visão intrassetorial da produção avícola e suinícola, mostrando que esses setores estão entre os mais tecnologicamente avançados do país. “Nosso propósito é romper ideias preconcebidas de cadeias produtivas ultrapassadas e mostrar que a proteína animal do Brasil está na ponta das cadeias industriais”, afirma Santin.

    Investimento em qualidade e segurança

    A campanha busca conscientizar o público sobre a necessidade de investir em tecnologia para produzir alimentos saudáveis e seguros. Antes de revelar o foco principal, o vídeo brinca com percepções e pré-interpretações do espectador. Até chegar à revelação: a avicultura e a suinocultura são setores de ponta no uso de tecnologia.

    Presença nas redes sociais

    A campanha estará disponível no canal da ABPA no YouTube e será divulgada nos perfis da associação no Instagram, Facebook e TikTok (@abpabr).

    Com essa iniciativa, a ABPA busca mostrar a realidade da produção de proteína animal no Brasil. E também destacar os investimentos em tecnologia e inovação que garantem a qualidade e segurança dos alimentos. Algo extremamento importante hoje em dia.