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  • Caminhonete rara de Ana Castela impressiona; saiba o motivo

    Caminhonete rara de Ana Castela impressiona; saiba o motivo

    A cantora Ana Castela voltou a chamar atenção nas redes sociais ao posar com uma caminhonete considerada rara. O veículo, avaliado em até R$ 325 mil, rapidamente ganhou destaque entre fãs e também entre quem acompanha o universo do agro.

    Além da repercussão, a escolha reforça a ligação da artista com o campo, já que caminhonetes desse porte fazem parte da rotina de produtores rurais em diferentes regiões do país.

    Caminhonete chama atenção pelo estilo

    O modelo exibido por Ana Castela chamou atenção pelo visual clássico e pela proposta robusta. Ao mesmo tempo, esse tipo de veículo segue associado tanto ao trabalho no campo quanto ao estilo de vida rural.

    Com isso, a caminhonete não só atraiu olhares nas redes, como também gerou identificação com um público que acompanha o dia a dia do agro.

    https://www.instagram.com/p/DWbkGXHgIul/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Modelo é considerado raridade

    A cantora aparece com uma Ford F-150 Custom 1978, considerada um modelo raro, principalmente no Brasil. Como a marca não produziu esse modelo no país, poucos exemplares circulam por aqui. Por isso, o valor de mercado sobe, especialmente quando o veículo está em bom estado de conservação.

    A F-150 1978 faz parte da tradicional linha F-Series, conhecida pela durabilidade e pelo uso no trabalho pesado.

    O modelo traz design quadrado, típico da época, além de motor V8 e estrutura voltada para atividades mais exigentes. Em algumas versões, a tração 4×4 amplia ainda mais o uso em áreas rurais.

    Por isso, mesmo sendo um veículo clássico, ele continua ligado à resistência e à funcionalidade no campo.

    Ligação com o agro

    A presença da caminhonete na rotina da artista não acontece por acaso. Ao longo da carreira, Ana Castela construiu uma imagem ligada ao universo rural.

    Nesse sentido, o veículo reforça essa identidade e se conecta diretamente com o público que acompanha tanto a música quanto o estilo de vida no campo.

    Veículo também representa estilo de vida

    Além da função prática, a caminhonete também carrega um valor simbólico. No agro, ela representa trabalho, liberdade e conexão com o campo. Assim, modelos clássicos ganham destaque não apenas pelo uso, mas também pelo valor cultural que carregam.

  • Encalhe milionário: BYD Shark e Jac Hunter enfrentam rejeição

    Encalhe milionário: BYD Shark e Jac Hunter enfrentam rejeição

    A BYD Shark e a JAC Hunter chegaram ao Brasil com ares de revolução, mas, em julho, viraram mais suspiro que trovão. A Shark vendeu apenas 76 unidades, e a Hunter, míseras 24. Números tão pequenos que caberiam numa única carreata de concessionária — e ainda sobraria espaço no estacionamento. Sem tradição e com falta de apelo com o agro, o volume de vendas aponta rejeição as picapes chinesas.

    Enquanto isso, no mesmo mercado de picapes médias, a Toyota Hilux emplacou 5.370 unidades, a Ford Ranger vendeu 3.104 e a Chevrolet S10, 2.649. É como colocar um violino desafinado para competir com uma orquestra sinfônica — o contraste dói nos ouvidos.

    Um palco onde os gigantes cantam alto

    O segmento de picapes médias é dominado por nomes que viraram quase folclore no Brasil. A Hilux é o símbolo de força, a Ranger, de ousadia, e a S10, de tradição. Todas com milhares de vendas. Já Shark e Hunter são fantasmas de showroom: aparecem nas vitrines, mas desaparecem na rua.

    A ironia é cruel. A Shark carrega um motor híbrido de 437 cv, acelera de 0 a 100 km/h em 5,7 segundos e até recebeu desconto gordo de R$ 40 mil. Mesmo assim, ficou encalhada. Já a Hunter, que tenta se vender como robusta e valente com seu motor diesel 2.0, se perde numa rede de concessionárias quase tão invisível quanto o número de vendas.

    Potência sem povo

    Essas duas picapes sofrem de um mal que não se resolve com cavalos-vapor ou fichas técnicas vistosas: falta de identidade no mercado brasileiro. Quem compra picape média quer confiança, tradição, pós-venda sólido. Quer sentir cheiro de diesel e ouvir histórias de resistência. E nisso, Hilux, Ranger e S10 jogam em casa.

    Enquanto as líderes rugem com milhares de unidades, Shark e Hunter mal arranham a superfície. São como leões enjaulados que ninguém vê rugir. Bonitos, potentes, mas silenciosos na arena que realmente importa: o bolso e a preferência do consumidor. E como o mercado não perdoa quem não emplaca, o nível de desvalorição do usado deve ser alto nos próximos 12 meses.

    Prenúncio amargo

    Foto: Divulgação – JAC Motors

    Se não mudarem a rota, Shark e Hunter correm o risco de se tornarem apenas rodapés na história das picapes no Brasil. No palco das vendas, não basta potência no papel: é preciso reputação, confiança e consistência. E, por enquanto, essas chinesas são só metáfora de fracasso num mercado que não perdoa a falta de conexão com o agro.

  • 10 picapes mais vendidas no Brasil; Hilux no topo, Amarok derrapa

    10 picapes mais vendidas no Brasil; Hilux no topo, Amarok derrapa

    Num mercado onde força e tradição falam mais alto que tecnologia e marketing, a Toyota Hilux continua mostrando quem é que manda. Só em junho, a picape emplacou nada menos que 4.576 unidades, número que não deixa dúvidas: o trono segue firme sob as rodas japonesas.

    Logo atrás, mas bem atrás, vem a Ford Ranger, que até tenta uma arrancada, mas ainda parece engasgar no caminho. Foram 2.961 unidades vendidas, um salto comparado a meses anteriores, mas que ainda soa como um “vruuum” tímido diante do “bramido” da líder. O degrau entre as duas é grande demais pra ser ignorado: mais de 1.600 picapes de diferença em apenas 30 dias.

    A Chevrolet S10, que já foi rainha em outras eras, parece estar numa espécie de marcha lenta. Com 2.612 unidades, ela segura o terceiro lugar, mas sua força parece ter ficado no passado — como um motor potente que hoje roda com a alma cansada.

    No pelotão de trás, a disputa vira mais um rali do que uma corrida. Em quarto lugar, aparece a Mitsubishi Triton, com 983 unidades. Logo depois, vem a veterana L200, que vendeu apenas 343, o que, considerando o histórico da marca, soa quase como um cochilo no banco de trás do mercado.

    A Nissan Frontier, com 313 unidades, e a Fiat Titano, com 170, também aparecem na lista, mas sem muito alarde. Ambas tentam se agarrar a alguma relevância num segmento onde o peso da tradição atropela as novidades.

    Foto: Divulgação – Fiat

    Peixinho no aquário das picapes médias

    Falando em novidade: a BYD Shark, picape elétrica que chegou com barulho de tubarão, ainda nada em águas rasas. Por enquanto, foram apenas 86 emplacamentos, o que faz parecer que a fera segue em fase de adaptação à correnteza brasileira.

    Na lanterna da tabela estão a Jac Hunter, com 41 unidades, e a Volkswagen Amarok, que amarga apenas 10 vendas. Isso mesmo: dez. Um número que, por exemplo, caberia no porta-luvas de qualquer rival, ou talvez represente um grito de socorro vindo do passado glorioso da marca.

    O Agro em Campo apresenta a lista completa das 10 picapes médias mais vendidas em junho:

    1. Toyota Hilux – 4.576 unidades

    2. Ford Ranger – 2.961 unidades

    3. Chevrolet S10 – 2.612 unidades

    4. Mitsubishi Triton – 983 unidades

    5. Mitsubishi L200 – 343 unidades

    6. Nissan Frontier – 313 unidades

    7. Fiat Titano – 170 unidades

    8. BYD Shark – 86 unidades

    9. Jac Hunter – 41 unidades

    10. Volkswagen Amarok – 10 unidades

    A julgar pelos números, o mercado nacional de picapes segue um enredo já conhecido: quem chegou primeiro, cavou mais fundo e, sobretudo, não derrapou no tempo, continua firme no topo. As demais, por outro lado, ainda tentam, com esforço visível, sair do atoleiro. Um atoleiro no qual, aliás, a tradicional Amarok aparenta ter se enterrado em junho.

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  • É picape ou caminhão? Ford Ranger Super Duty trabalha pesado

    É picape ou caminhão? Ford Ranger Super Duty trabalha pesado

    Por enquanto, ela só dá as caras do outro lado do mundo, mas já faz muito barulho. A Ford apresentou oficialmente na Austrália a nova Ranger Super Duty, uma picape que parece ter feito crossfit pesado. É tanta força que até caminhão anda olhando de lado: o modelo é capaz de rebocar nada menos que 4.500 quilos, uma das maiores capacidades do planeta no segmento.

    A proposta é clara — e nem tenta disfarçar. Trata-se de uma picape pensada pro trampo pesado, daquele tipo que não se acanha com barro, pedra, subida, descida ou carga puxada até o talo. A Ford, aliás, não esconde que desenvolveu o modelo de olho em mineradoras, fazendeiros, pessoal da construção civil e serviços de emergência.

    V6 parrudo e tanque de caminhão

    O motor segue o conhecido 3.0 V6 turbodiesel, com 250 cavalos, o mesmo oferecido na versão brasileira. Mas aqui o papo é outro: a eletrônica foi recalibrada, a transmissão automática de 10 marchas ficou ainda mais afiada, e o chassi… bom, esse parece ter saído direto de um tanque de guerra.

    Foto: Divulgação – Ford

    A marca ainda faz suspense sobre o torque final, mas dá pra apostar que vai ser coisa de assustar — especialmente com os diferenciais bloqueáveis nos dois eixos, que garantem tração até em terreno onde nem bicho gosta de passar.

    Ah, e se o medo for ficar na mão no meio do nada, a Super Duty traz um tanque de 130 litros. Isso mesmo. É diesel pra atravessar o mapa.

    Visual de respeito — e não é só pra bonito

    Não tem como olhar e não perceber: ela impõe respeito. O capô carrega a inscrição “Super Duty” como quem exibe uma medalha no peito. Para-lamas alargados, pneus off-road de 33 polegadas, bitola mais larga, para-choque de aço e uma generosa placa metálica protegendo a dianteira. Tudo feito pra aguentar desaforo.

    Mais do que estética, cada detalhe tem função. A estrutura reforçada aguenta tranco, lama, pedra, peso e o que mais aparecer. Aliás, o modelo ainda traz um recurso curioso: balanças integradas na caçamba, que mostram na tela do painel quanto você tá carregando. Menos achismo, mais precisão.

    Foto: Divulgação – Ford

    Nascida do barro — literalmente

    A Ford australiana não fez cerimônia. Chamou quem vive na lida pesada e botou o pessoal pra ajudar no desenvolvimento. Foram meses rodando em condições insanas: lama grudada por baixo, simulando toneladas extras; subidas íngremes; calor escaldante; e, claro, reboques no limite do limite.

    O resultado tá aí. Uma picape que não tem vergonha de sujar as rodas e que encara o trabalho como poucos.

    Vem pro Brasil?

    Por enquanto, não. A estreia da Ford Ranger Super Duty acontece em 2026, na Austrália, Nova Zelândia e Tailândia. Mas se depender do apetite do agro brasileiro, dos empresários do transporte pesado e dos fãs de picapes gigantes, é questão de tempo até essa bruta cruzar o oceano.

    Se vier, prepara garagem, porque ela chega ocupando espaço — e impondo respeito.

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  • 10 picapes mais vendidas; Hilux dispara, Amarok come poeira

    10 picapes mais vendidas; Hilux dispara, Amarok come poeira

    Em tempos de estradas desafiadoras e paixões por motores parrudos, a Toyota Hilux parece ter encontrado o combustível perfeito para acelerar na frente da concorrência. A venda de 4.425 unidades no mês de maio de 2025 não é apenas um número robusto — é um grito de vitória no topo da cadeia alimentar das picapes médias no Brasil.

    A vantagem sobre a segunda colocada, a Chevrolet S10, beirou 1.700 unidades. Um abismo. E olha que a S10 fez bonito, deixando a Ford Ranger comendo poeira ao conquistar a prata. A Ford, aliás, estacionou no bronze — nada mal, mas longe dos tempos em que ela brigava pelo título com unhas, dentes e tração nas quatro rodas.

    Quem surpreendeu foi a Mitsubishi Triton. Silenciosa, como quem não quer nada, ela galgou posições e estacionou no quarto lugar com 892 unidades, no melhor desempenho desde que estreou nas concessionárias. Dá até pra dizer que ela acordou de vez, como um gigante que vinha dormindo de farol baixo.

    Freio na empolgação

    Enquanto umas sobem, outras patinam. A Fiat Titano, que empolgou em abril ao romper a barreira das mil unidades, perdeu o fôlego e caiu para 657. A queda de quase 40% nas últimas semanas acendeu a luz de alerta em Betim. Mas nem tudo está perdido: a linha 2026 vem aí com nova motorização e mais equipamentos. Pode ser o sopro de vida que a picape italiana precisa para se manter no jogo.

    Foto: Divulgação – Volkswagen

    Na lanterna, a situação ficou feia pra Volkswagen. A Amarok, com meras 30 unidades emplacadas, quase desapareceu das ruas — ou melhor, das concessionárias, já que o estoque praticamente evaporou. Ou seja, foi o pior desempenho desde fevereiro de 2021, quando só 26 modelos deixaram as lojas. Só escapou do último lugar porque a JAC Hunter, com suas 17 unidades, decidiu ficar com o posto de coadjuvante nesta novela de vendas.

    Ranking das 10 picapes mais vendidas em maio:

    1. Toyota Hilux – 4425 unidades
    2. Chevrolet S10 – 2772 uniddes
    3. Ford Ranger – 2670 unidades
    4. Mitsubishi Triton – 892 unidades
    5. Fiat Titano – 657 unidades
    6. Mitsubishi L200 – 571 unidades
    7. Nissan Frontier – 363 unidades
    8. BYD Shark – 103 unidades
    9. VW Amarok – 30 unidades
    10. JAC Hunter – 17 unidades

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  • Kia Tasman; montadora revela picape com visual ousado

    Kia Tasman; montadora revela picape com visual ousado

    Kia lançou oficialmente a picape Tasman, marcando sua entrada no competitivo mercado de picapes. A montadora revelou o modelo, no Salão do Automóvel de Jeddah projetado para atender às necessidades de trabalho e lazer. Com uma estética diferenciada, ele se destaca das tradicionais picapes robustas.

    Design Exterior

    A Tasman apresenta a icônica grade “Tiger Face” da Kia, que é flanqueada por faróis verticais, conferindo assim um visual distinto ao modelo.

     

    Além disso, o design aposta em linhas intencionalmente limpas e confiantes, evitando, portanto, a abordagem pesada comum em picapes.

    Com linhas simples e uma carroceria acentuadamente larga, o modelo transmite uma sensação de força e utilidade.

    Para os entusiastas do off-road, a versão Tasman X-Pro, por sua vez, oferece uma elevação de 28 mm na suspensão, totalizando 252 mm, além de rodas de 17 polegadas equipadas com pneus todo-o-terreno.

    Interior

    O interior do Tasman combina funcionalidade e modernidade, integrando um painel digital panorâmico que oferece, por um lado, um display de instrumentos de 12,3 polegadas e, por outro, uma tela central de infoentretenimento também de 12,3 polegadas.

    A Kia projetou a cabine para priorizar o espaço, acomodando assim até cinco passageiros de forma confortável. Além disso, os assentos traseiros reclinam entre 22 e 30 graus, o que aumenta a versatilidade do espaço.

    A montadora utilizou materiais sustentáveis, como bioplásticos e tecidos reciclados, na construção da cabine para reforçar seu compromisso ambiental.

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    Motorizações

    A Kia oferece diferentes opções de motorização para o Tasman, dependendo do mercado. Na Coreia, o modelo conta com um motor a gasolina de 2,5 litros, gerando 281 cv e torque de 421 Nm. A Austrália terá também uma opção diesel de 2,2 litros com 210 cv e torque de 441 Nm. Ambos os motores podem ser acoplados a uma transmissão manual de seis velocidades ou automática de oito velocidades.

    Capacidade Off-Road

    Construído sobre uma plataforma robusta, o Tasman foi submetido a rigorosos testes em diversos terrenos para garantir suas capacidades off-road. Equipado com tração nas quatro rodas e modos específicos para diferentes superfícies (como areia e lama), o modelo promete desempenho confiável em condições desafiadoras.

    Praticidade e Tecnologia

    A caçamba do Tasman possui dimensões competitivas e características práticas, como degraus integrados e uma tomada elétrica de 240 volts. A montadora, portanto, destaca o volume da caçamba como o melhor da categoria, com capacidade para até 1.173 litros.

    Além disso, a picape inclui tecnologia avançada de assistência ao motorista, como assistência de permanência em faixa e controle adaptativo de cruzeiro.

    Preço e Disponibilidade

    A Kia lançará o Tasman na Coreia em 2025 e planeja expandir o modelo para mercados na Austrália, África e Oriente Médio. Embora haja uma crescente demanda por picapes na Europa e no Reino Unido, a Kia não planeja disponibilizar o modelo nesses mercados por enquanto. A montadora ainda não revelou o planos da chegada da picape no mercado brasileiro.

  • BYD Shark chega mirando público do agronegócio

    BYD Shark chega mirando público do agronegócio

    A montadora chinesa BYD trouxe ao Brasil a Shark, caminhonete híbrida da montadora focada no público do agronegócio.  O lançamento oficial aconteceu no sábado (19), no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO).

    A BYD Shark traz a tecnologia DMO híbrido plug-in, que combina um motor 1.5L turbo com um motor elétrico alimentado por uma bateria Blade de 29.6 kWh. Ela oferece uma autonomia de até 100 km no modo totalmente elétrico. A caminhonete tem potência combinada de 437 cavalos, com torque de 65 KGf.m. Ela faz de de 0 a 100 km/h em apenas 5,7 segundos.

    Caminhonete mais potente do Brasil

    O modelo já chega ao mercado com o título de caminhonete mais potente do Brasil. Além disso, um dos destaques é no quesito economia, com autonomia de até 24,6 km/l na cidade, segundo testes do INMETRO.

    A capacidade de carga é alta, podendo transportar até 790 kg e rebocar até 2.500 kg. O modelo é uma aposta sólida da BYD para consolidar seu espaço em um segmento que exige tanto desempenho quanto responsabilidade ambiental.

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    Segundo Alexandre Baldy, Vice-Presidente Sênior da BYD no Brasil, “A chegada da Shark ao Brasil inaugura um novo segmento no mercado automotivo. E oferece o que há de melhor em termos de tecnologia e sustentabilidade”.

    Ele ainda destacou que a marca segue inovando com lançamentos que quebram paradigmas, assim como fez com o Dolphin, modelo elétrico da montadora que já conquistou o público nacional.

    Parceiros da BYD

    O lançamento da Shark foi apoiado por grandes parceiros, como a COMEXPORT, que atua ao lado da BYD desde 2019. Rodrigo Teixeira, Vice-Presidente Comercial da COMEXPORT, afirmou que “a Shark é mais um produto BYD destinado a transformar o mercado, potente e sustentável como o Agro brasileiro”.

    O evento também contou com o apoio do Santander, que ofereceu condições exclusivas de financiamento, além de parcerias com a Raízen Power, fornecendo descontos para recarga elétrica em mais de 280 pontos no Brasil.

    A CARBON, maior empresa de blindagem do mundo, oferece aos clientes da caminhonete Shark a Blindagem Certificada pela BYD, disponível já no lançamento em outubro, com preço promocional de R$78.200,00.

    Para Everton Kurdejak, Vice-Presidente Comercial da CARBON, “é um grande orgulho participar do emblemático lançamento da primeira caminhonete BYD no Brasil e poder oferecer aos clientes toda segurança e proteção da blindagem com garantia de fábrica BYD”.

    O preço da BYD Shark é R$ 379.800 na versão disponível no Brasil.