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  • Cena inusitada: cachorro e capivara brincam de “pega-pega”

    Cena inusitada: cachorro e capivara brincam de “pega-pega”

    Uma cena curiosa e descontraída entre um cachorro vira-lata e uma capivara se tornou o grande destaque do Parque Tia Nair, em Cuiabá, nesta semana. O que parecia ser uma investida de latidos do cachorro se transformou em uma brincadeira de “pega-pega” entre as espécies diferentes, encorajando os corredores e frequentadores do local.

    O engenheiro Heliomar Mota, de 36 anos, registrou o momento inusitado durante sua corrida matinal. De acordo com ele, a interação começou com o cão “chamando” a capivara com uma sequência de latidos. Em vez de um confronto, a capivara reagiu de forma surpreendente, correndo atrás do vira-lata, que parecia se divertir com a perseguição.

    “A cena chamou a atenção de quem frequentava o local e, segundo ele, arrancou boas gargalhadas”, relatou Mota. O engenheiro ainda complementou que o vira-lata é uma figura conhecida no parque e tem o hábito de correr atrás dos praticantes de exercícios, sempre de forma brincalhona.

    O episódio ilustra a convivência entre a fauna silvestre e os animais domésticos nos espaços urbanos de Cuiabá. O Parque Tia Nair, área verde conhecida pela prática de atividades físicas, também abriga diversas espécies nativas do Pantanal e do Cerrado.

    A capivara: a estrela silvestre do encontro

    A capivara (Hydrochoerus hydrochaeris), que protagonizou a brincadeira, é uma espécie comum em regiões alagadas do Brasil. Considerada o maior roedor vegetariano do mundo, um adulto pode chegar a pesar 70 kg.

    Estes animais possuem hábitos semiaquáticos e são excelentes nadadoras, uma vez que seus pés possuem pequenas membranas. A água é essencial para sua reprodução e também funciona como defesa contra predadores, podendo a capivara permanecer submersa por vários minutos. Sua dieta é composta basicamente de capins e ervas.

    A inesperada brincadeira no Parque Tia Nair serve como um lembrete dos encantos da natureza mesmo dentro do ambiente urbano, proporcionando momentos de descontração e surpresa para a população.

  • Sucuri-verde de 4 metros mata cachorro em Várzea Grande

    Sucuri-verde de 4 metros mata cachorro em Várzea Grande

    No último sábado, 15 de março, uma sucuri-verde de aproximadamente 4 metros atacou e matou um cachorro sem raça definida no bairro Jardim Novo Mundo, em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Moradores da área registraram o incidente ao filmarem o momento em que a cobra se encontrava enrolada no animal em uma área de mata.

    Segundo a moradora Fátima Regina, esse já é o quarto cachorro atacado por cobras na região. A Polícia Militar Ambiental compareceu ao local e conseguiu fazer com que a sucuri soltasse o cachorro, mas o animal não resistiu ao ataque. Os policiais orientaram a população a não se aproximar dos animais em circunstâncias semelhantes.

    Características da sucuri-verde

    A sucuri-verde, Eunectes murinus, é a maior serpente das Américas do Sul, Central e do Norte. Ela pode atingir até sete metros e pesar mais de 130 kg. Embora não seja venenosa, é uma cobra constritora que mata suas presas por asfixia, enrolando-se nelas até que elas não consigam respirar. Além disso, a sucuri se alimenta de carne e caça por espreita, principalmente à beira da água, com maníferos, aves, répteis e peixes sendo suas principais presas.

    A sucuri-verde é encontrada em 20 estados brasileiros, sendo mais comum na região Norte. Existem outras duas espécies de sucuris no Brasil. A sucuri-malhada (Eunectes deschauenseei), encontrada no Amapá e Pará, e a sucuri-amarela (Eunectes notaeus), presente no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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  • Cachorro é “atacado” por borboletas; entenda o fenômeno

    Cachorro é “atacado” por borboletas; entenda o fenômeno

    Um cachorro vira-lata chamado Polar se tornou uma atração inusitada na selva de Madre de Dios, no Peru, ao atrair borboletas monarcas que o cobrem com suas asas laranja vibrantes. O fenômeno tem intrigado moradores e especialistas, que buscam entender o motivo por trás da preferência das borboletas pelo cão.

    Com seu pelo branco reluzente, Polar chama a atenção das monarcas, que o cobrem assim que ele entra na mata. Apesar de sua natureza amigável, o cão nem sempre aprecia a atenção constante e se livra das borboletas para continuar suas explorações na selva. No entanto, ele logo é redescoberto por elas.

    Por que elas escolheram o Polar?

    Segundo Abichan, tutor de Polar, o cão parece ser o único do grupo a atrair tanto interesse das borboletas monarcas. A explicação pode estar na visão delas, que possuem olhos compostos capazes de captar luz ultravioleta (UV). O pelo branco de Polar reflete a luz UV de forma intensa, tornando-o especialmente vibrante aos olhos das borboletas.

    Diferentemente dos humanos, as borboletas possuem olhos compostos capazes de captar luz ultravioleta (UV), o que torna o pelo branco de Polar especialmente vibrante aos seus olhos. Esta característica faz com que ele se destaque na mata, servindo como um imã natural para essas criaturas coloridas. Além disso, o amplo campo de visão das borboletas facilita a detecção de alvos brilhantes como Polar, transformando-o em um “outdoor ambulante” para as monarcas na selva de Madre de Dios.

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  • Cachorro escapa de ataque de jacaré em lagoa na Bahia

    Cachorro escapa de ataque de jacaré em lagoa na Bahia

    Um cachorro sobreviveu a um ataque de jacaré em uma lagoa local, em Caculé, no sudoeste da Bahia. Uma pessoa presente no local capturou o incidente. E ocorreu na última segunda, dia 17 de fevereiro.

    O vídeo mostra o momento exato em que o jacaré avança sorrateiramente e ataca o cãozinho enquanto ele está dentro da água. Apesar da mordida violenta do réptil, o cachorro conseguiu se desvencilhar rapidamente e escapou para fora da lagoa.

    De acordo com relatos médicos veterinários, o animal sofreu uma fratura no fêmur de uma das patas traseiras e teve mordidas nas patas dianteiras. Ele foi levado para uma clínica veterinária local, onde recebeu tratamento imediato. O cãozinho precisará passar por cirurgia para corrigir a fratura e está atualmente sob os cuidados temporários.

    Reações locais

    A prefeitura de Caculé anunciou que realizará estudos para implementar medidas que reforcem a segurança na área da lagoa onde ocorreu o ataque. As autoridades ambientais alertam moradores e donos de animais sobre a presença dos jacarés na região e recomendam cautela ao frequentarem locais próximos à água.

    Esse incidente reacendeu discussões sobre a segurança pública em áreas com registros frequentes desses répteis. As autoridades orientam a população local a evitar aproximações excessivas das águas onde os animais selvagens estão presentes.

    O caso viralizou nas redes sociais, gerando preocupação entre os moradores locais sobre os riscos associados à presença desses animais silvestres nas proximidades das residências humanas.

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