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  • Itirapina reabre Balneário do Broa após ataques de piranhas

    Itirapina reabre Balneário do Broa após ataques de piranhas

    A Prefeitura de Itirapina anunciou nesta quarta-feira (25) a reabertura do acesso de banhistas à represa do Balneário de Santo Antônio (Broa), após quase um mês de interdição devido a ataques de piranhas. A decisão, formalizada pelo Decreto nº 4.283, foi tomada com base em laudos técnicos que apontaram redução do risco após o fim do período de desova das piranhas, conhecido por aumentar a agressividade da espécie.

    O fechamento do balneário havia sido determinado em 27 de janeiro, após uma série de incidentes violentos envolvendo piranhas. Segundo a prefeitura, a desova — comum entre dezembro e fevereiro — eleva a territorialidade e a hostilidade desses peixes, colocando banhistas em risco. Com o término do ciclo reprodutivo, avaliações técnicas confirmaram a diminuição da agressividade, permitindo a retomada das atividades.

    Ataques de janeiro: seis feridos e alerta regional

    O fechamento emergencial ocorreu após um ataque grave em janeiro, que deixou seis pessoas feridas na represa, conforme mostrado aqui no Agro em Campo. As vítimas sofreram mordidas nas pernas, braços e pés, necessitando de atendimento médico imediato.

    Piranha

    Na época, biólogos explicaram que as piranhas (principalmente da espécie Pygocentrus nattereri) tornam-se mais defensivas durante a desova, atacando para proteger ovos em águas rasas. O incidente acendeu debates sobre a necessidade de monitoramento sazonal em áreas de reprodução.

    Medidas de segurança mantidas

    Apesar da reabertura, a prefeitura reforçou que placas de alerta permanecerão instaladas ao redor do Broa, destacando o histórico de ataques e orientando banhistas a evitar áreas de vegetação subaquática, onde os peixes costumam se reproduzir. “Em caso de mordida, é crucial procurar um hospital rapidamente para prevenir infecções”, alertou o secretário municipal de Meio Ambiente, em comunicado oficial.

    Por que piranhas atacam?

    Piranhas são naturalmente oportunistas e se alimentam de peixes, insetos e matéria orgânica, mas raramente atacam humanos. No entanto, durante a desova, a combinação de hormônios e a proteção dos ovos as torna mais suscetíveis a comportamentos agressivos. “Elas confundem movimentos na água com ameaças, principalmente em áreas de reprodução”, explica o biólogo Carlos Ribeiro, consultor do município.

    A prefeitura informou que manterá fiscalização periódica na represa e planeja campanhas educativas para orientar visitantes sobre os períodos de risco. A medida visa equilibrar o turismo — vital para a economia local — com a preservação da fauna e a segurança pública.

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  • Atenção: ataques de piranhas deixam seis feridos

    Atenção: ataques de piranhas deixam seis feridos

    No último fim de semana, a represa do Broa, em Itirapina, interior de São Paulo, registrou uma série de ataques de piranhas que resultaram em pelo menos seis pessoas feridas. Os incidentes ocorreram durante o domingo, 26 de janeiro, com cinco casos relatados nesse dia e um no sábado, 25.

    As vítimas foram atendidas no Hospital São José em Itirapina, onde algumas chegaram com ferimentos superficiais, enquanto outras apresentaram lesões mais graves, incluindo partes da pele arrancadas pelas mordidas. A Defesa Civil local confirmou que os ataques ocorreram enquanto as pessoas se refrescavam nas águas da represa.

    As autoridades agendaram uma reunião emergencial para discutir a situação da represa e decidir as ações necessárias para garantir a segurança dos banhistas. Até o momento, não há informações sobre como as piranhas chegaram ao local.

    Comportamento das piranhas

    As piranhas são peixes de água doce conhecidos por sua natureza agressiva, especialmente durante o período de reprodução. A espécie mais comum envolvida em ataques a humanos é a Serrasalmus marginatus, que pode se tornar defensiva quando se sente ameaçada ou quando suas crias estão em perigo. Especialistas alertam que a presença de alimentos deixados por banhistas pode atrair esses peixes para áreas mais próximas à costa, aumentando o risco de ataques.

    Represa do Broa. Foto: Prefeitura de Itirapina

    Em resposta aos recentes ataques, as autoridades locais estão considerando medidas para garantir a segurança dos frequentadores da represa. Isso pode incluir a instalação de sinalizações e orientações sobre como evitar interações perigosas com os peixes.

    Com o aumento da temperatura e a chegada do verão, é fundamental que os visitantes permaneçam atentos. E sempre sigam as orientações das autoridades para garantir uma experiência segura nas águas da represa.

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