Tag: Bolsa de Nova York

  • Chocolate vai subir? Preço do cacau sobe em bolsa de Nova York

    Chocolate vai subir? Preço do cacau sobe em bolsa de Nova York

    A sequência de quedas do cacau em Nova York terminou nesta sexta-feira (28). Os preços reagiram com força, após revisão nas estimativas globais de oferta. Os contratos para março de 2026 subiram 8,07%. As negociações fecharam a US$ 5.504 por tonelada.

    O mercado reagiu imediatamente aos novos dados oficiais. A Organização Internacional do Cacau reduziu a projeção de superávit mundial. A estimativa para 2024/25 caiu de 142 mil para 49 mil toneladas. Além disso, a entidade revisou para baixo a produção global.

    Nova projeção de safra

    A nova projeção indica safra de 4,69 milhões de toneladas. Antes, o volume estimado era de 4,84 milhões.
    No entanto, analistas mantêm cautela para os próximos meses. O mercado ainda projeta pressão nos preços. Segundo o setor, a expectativa de alta produção em 2025/26 limita novas altas. Por isso, traders apostam em ajuste de preços no médio prazo.

    Açúcar e algodão sobem levemente

    O açúcar encerrou a sessão com valorização moderada. Os contratos para março subiram 0,46%, a 15,21 centavos de dólar por libra-peso.

    O algodão também fechou em alta, porém discreta. A cotação avançou 0,22%, para 64,71 centavos de dólar por libra-peso.

    Suco de laranja mantém sequência de ganhos

    O suco de laranja congelado e concentrado subiu pelo terceiro pregão seguido. Os contratos para janeiro avançaram 3,76%. As negociações fecharam a US$ 1,5605 por libra-peso. O mercado segue atento ao comportamento da demanda internacional.

     

  • Café dispara em Nova York com oferta limitada

    Café dispara em Nova York com oferta limitada

    O café arábica registrou forte valorização na bolsa de Nova York nesta terça-feira (18/11). Assim, os contratos futuros para março avançaram 2,95% e atingiram US$ 3,8770 por libra-peso.

    A commodity liderou os ganhos entre os produtos agrícolas negociados no mercado americano. Dessa forma, o aperto na oferta global continua pressionando as cotações do grão para cima.

    Suco de laranja interrompe sequência de perdas

    O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) encerrou série negativa em Nova York. Consequentemente, os contratos para janeiro subiram 1,70% e alcançaram US$ 1,5820 por libra-peso.

    A valorização representa alívio após seis pregões consecutivos de quedas no mercado americano.

    Cacau acumula sexta queda consecutiva no mercado

    O cacau, por outro lado, mantém trajetória negativa na bolsa nova-iorquina. Além disso, os contratos para março recuaram 0,15% e fecharam a US$ 5.428 por tonelada.

    A queda reflete as expectativas de safra recorde no oeste africano. Portanto, a região que fornece 70% do cacau mundial pressiona os preços internacionais.

    Açúcar demerara recua na bolsa americana

    O açúcar demerara operou em baixa na sessão de terça-feira em Nova York. Enquanto isso, os contratos para março caíram 0,68% e fecharam a 14,70 centavos por libra-peso.

    Algodão registra leve alta nos futuros

    O algodão em pluma apresentou ganhos moderados no mercado de Nova York. Por fim, os contratos para março avançaram 0,52% e encerraram a 64,39 centavos por libra-peso.

     

  • Café sobe em NY com clima adverso no Brasil

    Café sobe em NY com clima adverso no Brasil

    O café avançou quase 3% nesta sexta-feira (12/9) na bolsa de Nova York. O movimento refletiu preocupações climáticas no Brasil e a valorização do real.

    Os contratos para dezembro subiram 2,78%, fechando a US$ 3,9685 por libra-peso. O arábica atingiu o maior nível em quatro meses. A alta foi impulsionada pela falta de chuvas nas regiões produtoras, às vésperas da floração dos cafezais.

    Algodão estável em Nova York

    O algodão registrou variação leve no mercado internacional. Os contratos para dezembro subiram 0,16%, a 66,83 centavos de dólar por libra-peso.

    O USDA elevou em 0,1% a projeção da safra americana, estimada agora em 2,88 milhões de toneladas no ciclo 2025/26. As exportações ficaram em 2,61 milhões de toneladas. No cenário global, a previsão de colheita cresceu 0,9%, para 25,62 milhões de toneladas.

    Suco de laranja recupera parte das perdas

    Após queda de quase 5% na véspera, o suco de laranja voltou a subir. Os contratos para novembro avançaram 1,67%, fechando a US$ 2,4635 por libra-peso.

    Açúcar registra leve valorização

    O açúcar demerara também encerrou em alta. Os contratos para março de 2026 subiram 0,12%, cotados a 16,52 centavos de dólar por libra-peso.

    Cacau mantém volatilidade

    O cacau seguiu com forte oscilação em Nova York. Os contratos para dezembro recuaram 1,43%, para US$ 7.420 a tonelada.

  • Preço do café atinge maior nível em três meses

    Preço do café atinge maior nível em três meses

    O preço do café arábica subiu nesta quinta-feira (21) na bolsa de Nova York. O contrato para dezembro avançou 3,27% e atingiu US$ 3,65 por libra-peso, o maior valor em três meses.

    A colheita no Brasil terminou, mas o mercado enfrenta dificuldades para garantir novas fontes de fornecimento. Esse cenário de oferta restrita pressiona os preços para cima. Além disso, as preocupações com o clima reforçam a alta. As geadas registradas no início de agosto ainda repercutem, já que podem reduzir a produção em 2026.

    Algodão

    Os contratos de algodão para dezembro caíram 0,27% e fecharam cotados a 67,42 centavos de dólar por libra-peso.

    Suco de laranja

    O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) para novembro recuou 1,91%, encerrando o dia a US$ 2,3825 por libra-peso.

    Cacau

    O cacau segue pressionado no mercado internacional. O clima favorável na Costa do Marfim aumentou as expectativas de safra. Os contratos para dezembro caíram 2,61% e ficaram em US$ 7.650 por tonelada.

    Açúcar

    O açúcar também recuou na bolsa de Nova York. Os papéis para outubro caíram 1,33%, fechando a 16,35 centavos de dólar por libra-peso.

     

  • JBS celebra entrada na Bolsa de Nova York com cerimônia do sino  

    JBS celebra entrada na Bolsa de Nova York com cerimônia do sino  

    A JBS, uma das maiores empresas de alimentos do mundo, marcou um momento histórico ao realizar a cerimônia do toque do sino de abertura na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE), celebrando sua recente listagem. O evento, que reuniu mais de 100 analistas e investidores, também serviu para a companhia apresentar sua atualização estratégica global, destacando prioridades de crescimento e geração de valor.

    A honra de tocar o sino foi concedida a José Batista Sobrinho, o “Zé Mineiro”, fundador da JBS em 1953, em Anápolis (GO). De um pequeno açougue, a empresa se transformou em um gigante global do setor alimentício, mantendo o compromisso de alimentar pessoas ao redor do mundo com proteínas de alta qualidade.

    Durante o evento na NYSE, o CEO global da JBS, Gilberto Tomazoni, afirmou: “Este é o início de um novo e empolgante capítulo para a JBS. Nossa listagem na NYSE é fruto do trabalho dedicado das nossas equipes e nos posiciona para sermos a principal empresa de alimentos do mundo. Com projetos-chave de crescimento, vamos atender à crescente demanda por proteínas e fortalecer nossas parcerias com produtores.”

    Antes da cerimônia, Wesley Batista, acionista controlador da JBS, reforçou o compromisso da empresa com a excelência: “Mesmo com crescimento e adaptação, nosso modo de trabalhar permanece o mesmo. Somos focados, disciplinados e determinados a ser os melhores em tudo o que fazemos.”

    A apresentação detalhada da estratégia de longo prazo foi conduzida pela liderança da JBS, incluindo Wesley Batista, Wesley Batista Filho (CEO da JBS USA), Gilberto Tomazoni e Guilherme Cavalcanti (CFO Global). Eles destacaram investimentos estratégicos em operações globais, reforçando a visão da empresa de alimentar um mundo em crescimento e construir um futuro sustentável para colaboradores e comunidades.

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  • JBS estreia BDRs na B3 e inicia listagem dupla com NYSE

    JBS estreia BDRs na B3 e inicia listagem dupla com NYSE

    A JBS inicia nesta segunda-feira, 9 de junho, a negociação de seus Brazilian Depositary Receipts (BDRs) na B3. Com isso, a empresa marca um novo capítulo em sua estratégia de internacionalização. A mudança ocorre após a aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em 30 de maio. E faz parte do processo de dupla listagem da companhia, que também passará a negociar suas ações na Bolsa de Nova York (NYSE) a partir de 12 de junho.

    Com a reestruturação, as ações ordinárias da JBS S.A. (JBSS3) deixam de ser negociadas na B3, sendo substituídas pelos BDRs da JBS N.V., que passam a ser negociados sob o código JBSS32. A relação de troca definida é de um BDR para cada duas ações ordinárias da JBS S.A., enquanto detentores de ADRs terão conversão na proporção de 1:1 para as novas Class A Shares da JBS N.V..

    A listagem dupla foi aprovada em assembleia de acionistas realizada em 23 de maio, com o objetivo de alinhar a estrutura de capital da empresa ao seu perfil global e diversificado, além de ampliar o acesso a investidores internacionais. “Com a dupla listagem, buscamos uma estrutura corporativa que reflita melhor a nossa presença global e as nossas operações internacionais diversificadas. Além de facilitar a implementação da nossa estratégia de crescimento e agregação de valor”, afirmou Guilherme Cavalcanti, CFO global da JBS.

    BDRs

    Os BDRs da JBS N.V. conferem aos investidores direitos semelhantes aos das ações, incluindo o recebimento proporcional de dividendos distribuídos pela companhia. A reorganização também afeta contratos futuros, opções e derivativos relacionados às ações JBSS3, que agora refletem a nova estrutura baseada em BDRs.

    A JBS é uma das maiores empresas de alimentos do mundo, com mais de 250 fábricas em 17 países. Ela atende a mais de 300 mil clientes e exportando para 180 países. Fundada no Brasil em 1953, a companhia emprega atualmente 280 mil pessoas globalmente, impulsionando seu crescimento por meio de investimentos estratégicos e expansão internacional.

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  • Previsão de alta na safra no Brasil derruba preço do suco em NY

    Previsão de alta na safra no Brasil derruba preço do suco em NY

    A previsão de safra robusta de laranja no Brasil pressionou os preços do suco na Bolsa de Nova York. Nesta sexta-feira (9), os contratos futuros do suco concentrado e congelado (FCOJ) para julho recuaram 6,15%. O produto fechou o pregão cotado a US$ 2,2875 por libra-peso.

    O Brasil lidera as exportações mundiais de suco de laranja. Por isso, as estimativas otimistas da nova safra afetaram diretamente o mercado internacional. Desde o início de 2025, os preços vêm caindo com a expectativa de recuperação da produção brasileira.

    As primeiras projeções da safra 2025/26 reforçaram esse movimento. Segundo o Fundo de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), a produção deve crescer 36% em São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. A região é o maior parque citrícola do planeta. A colheita pode atingir 314,6 milhões de caixas de 40,8 quilos.

    Mesmo com o avanço expressivo, Juliano Ayres, diretor executivo do Fundecitrus, avalia que a produção apenas retorna à média histórica. Em relação aos últimos cinco anos, o volume representa alta de 4,8%.

    Segundo Ayres, o clima impulsionou o bom desempenho. “Chuvas de setembro a dezembro garantiram ótima fixação da segunda florada”, explicou o diretor.

    Café se mantém estável com colheita no radar

    Enquanto o suco recuou, o café arábica manteve a estabilidade em Nova York. Os contratos para julho subiram 0,10% e fecharam a US$ 3,8775 por libra-peso. Investidores seguem atentos ao ritmo da colheita brasileira, que pode influenciar as cotações.

    Algodão recua com leve desvalorização

    No mercado do algodão, os contratos de julho caíram 0,16%. A commodity fechou a 68,80 centavos de dólar por libra-peso.

    Açúcar sobe após ganhos na véspera

    O açúcar voltou a subir nesta sexta-feira. Após alta de 2% na quinta, os papéis com entrega para julho valorizaram 1,59%, encerrando o dia a 17,92 centavos de dólar por libra-peso.

    Cacau amplia ganhos em NY

    O cacau também teve valorização. Os contratos futuros com vencimento em julho subiram 1,31%, alcançando US$ 9.187 por tonelada.

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  • Café retoma trajetória de alta com cenário de oferta restrita

    Café retoma trajetória de alta com cenário de oferta restrita

    As cotações do café arábica voltaram a subir na Bolsa de Nova York. Nesta semana, os preços registraram a quinta alta consecutiva, após o impacto da guerra tarifária. Em resumo, os contratos com vencimento em julho encerraram o pregão com avanço de 1,81%, cotados a US$ 3,7380 por libra-peso.

    A trajetória de valorização reflete as preocupações com o clima nas principais regiões produtoras do Brasil. O mercado já reage ao cenário de oferta limitada, o que pressiona os preços para cima.

    Suco de laranja mantém tendência de alta em Nova York

    O suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) segue valorizado na Bolsa de Nova York. Os lotes para maio subiram 3,86%, marcando a sétima alta consecutiva. Ou seja, o preço fechou em US$ 3,1845 por libra-peso, impulsionado por fatores climáticos e possíveis ajustes na oferta global.

    Açúcar sobe com suporte técnico

    O açúcar também registrou avanço no mercado internacional. Na Bolsa de Nova York, os contratos para julho fecharam em alta de 1,78%, a 17,72 centavos de dólar por libra-peso. Em geral, o movimento foi influenciado por um ajuste técnico, sem grandes novidades no cenário fundamentalista da commodity.

    Cacau tem leve alta, mas mercado segue instável

    O cacau voltou a subir em Nova York, apesar da instabilidade nos preços. Os contratos com vencimento em julho registraram alta de 1,01%, cotados a US$ 8.006 por tonelada. Segundo analistas, as cotações oscilam com força. As previsões negativas para a safra intermediária na África, iniciada neste mês, sustentam as elevações. Por outro lado, os sinais de queda na demanda global ainda pressionam os contratos futuros da amêndoa.

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  • Café sobe em Nova York com estiagem em regiões do Brasil

    Café sobe em Nova York com estiagem em regiões do Brasil

    O preço do café arábica subiu nesta segunda-feira (14/4) na Bolsa de Nova York. Em geral, a valorização ocorre devido à falta de chuva em áreas produtoras do Brasil. Portanto, os contratos com vencimento em julho, os mais negociados, avançaram 1,39%, fechando a US$ 3,5850 por libra-peso.

    Além do clima, fatores técnicos também sustentaram a alta do arábica durante o pregão. Segundo analistas, a tendência de valorização deve se manter no médio prazo, mesmo com os impactos negativos da guerra tarifária.

    Cacau recua após forte alta na sessão anterior

    O preço do cacau caiu nesta segunda-feira, após ter subido mais de 4% na última sessão. Em resumo, os contratos com vencimento em julho recuaram 3,33%, encerrando o dia a US$ 8.159 por tonelada.

    Açúcar fecha em baixa em Nova York

    Ao mesmo tempo, no mercado de açúcar bruto, os contratos para julho também registraram queda. O recuo foi de 0,79%, com a libra-peso cotada a 17,69 centavos de dólar.

    Algodão tem forte baixa no mercado internacional

    Os preços do algodão caíram de forma expressiva nesta segunda-feira. Os contratos com entrega em maio recuaram 2,48%, para 65,35 centavos de dólar por libra-peso.

    Suco de laranja avança e registra quinta alta seguida

    O suco de laranja concentrado e congelado voltou a subir na Bolsa de Nova York. Os contratos com vencimento em maio avançaram 8,95%, para US$ 3,0425 a libra-peso. Ou seja, foi a quinta alta consecutiva do produto.

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  • Preços do café em alta podem impactar demanda global

    Preços do café em alta podem impactar demanda global

    Os preços futuros do café arábica seguem em alta, impulsionados pela expectativa de uma safra menor no Brasil em 2025/26 e estoques globais reduzidos. O contrato de março/25 superou 430 c/lb na última semana, acumulando valorização superior a 20% no ano. Em geral, além da menor oferta, o aumento dos custos operacionais na Bolsa de Nova York (NY) também pressiona as cotações, segundo Laleska Moda, analista de Inteligência de Mercado da Hedgepoint Global Markets.

    Valorização do café

    Com a valorização do café nos últimos anos, produtores estão capitalizados e não têm pressa para vender. O robusta também registra alta, ampliando a arbitragem entre as variedades. A elevação das margens iniciais na Bolsa de NY aumentou os custos operacionais, principalmente para o contrato maio/25, que já subiu cerca de 10% e se tornou o mais negociado.

    Como resultado, a alta dos preços e o encarecimento das operações podem levar traders com menor acesso a crédito a liquidar posições, aumentando a recompra de contratos futuros e intensificando a volatilidade do mercado. Segundo Laleska, os spreads entre contratos também pressionam o fluxo financeiro, tornando a rolagem de posições mais cara.

    Apesar da valorização, há incertezas sobre a demanda. Em resumo, no Brasil, os preços do café arábica tipo 6 bebida dura e do 600 def caíram em fevereiro, sugerindo dificuldades do mercado interno para absorver as altas. A desvalorização do dólar frente ao real também influencia essa tendência.

    Café arábica

    Os diferenciais do arábica em diversas origens perderam força desde fevereiro, apontando um possível enfraquecimento da demanda global. No Brasil, o diferencial do fine cup 17/18 está estagnado, enquanto em Honduras já registra valores negativos, refletindo o avanço da colheita local.

    Diante do cenário de custos elevados, torrefadoras podem repassar os aumentos ao consumidor. No Brasil, três grandes empresas já anunciaram reajustes até março. No mercado internacional, a Nestlé também confirmou aumentos acima do esperado, alimentando preocupações sobre um possível impacto no consumo.

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