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  • Soja recupera fôlego em Chicago: entenda por que o preço subiu hoje

    Soja recupera fôlego em Chicago: entenda por que o preço subiu hoje

    Hoje definitivamente não é um dia qualquer para o mercado de soja. Nesta sexta-feira, 1º de maio, as cotações da oleaginosa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) operaram no campo positivo e entregaram um respiro que o setor esperava há algum tempo. Por trás dessa recuperação, uma combinação de fatores que vai muito além das fronteiras do campo brasileiro: guerra, chuva, petróleo e câmbio se uniram para empurrar os preços para cima.

    Para quem acompanha o mercado de commodities, essa é exatamente a dinâmica que torna a soja tão fascinante e, ao mesmo tempo, tão imprevisível.

    Petróleo e tensão geopolítica deram o tom em Chicago

    Os contratos futuros da soja negociados na CBOT fecharam o pregão com preços mais altos para o grão e o óleo, enquanto o farelo recuou. O mercado buscou suporte na disparada do petróleo, sustentada pelas tensões que persistem no Oriente Médio.

    Esse elo entre energia e grãos não é coincidência. O óleo de soja acompanhou o movimento do petróleo por ser uma alternativa na produção de biocombustíveis, e a demanda consistente por esmagamento nos Estados Unidos também contribuiu para a alta.

    No entanto, há um componente geopolítico concreto por trás dessa pressão. O mercado repercutiu declarações do presidente Donald Trump sobre o Irã, aumentando a cautela dos investidores. Quando Washington faz ameaças ao regime iraniano, o petróleo sobe, o óleo de soja sobe junto, e os contratos futuros do grão ganham sustentação quase que automaticamente.

    Entre os contratos, o vencimento maio de 2026 subiu 9,25 centavos de dólar por bushel, fechando a US$ 11,82 1/4. Já o contrato julho de 2026 avançou 7,75 centavos, encerrando a US$ 11,97 por bushel. No farelo, houve queda de US$ 3,60, para US$ 323,80 por tonelada. O óleo de soja subiu 1,60 centavo, fechando a 74,12 centavos de dólar por libra-peso.

    Chuvas nos EUA atrasam plantio e sustentam preços

    Além do cenário energético, outro fator climático entrou na equação: atrasos no plantio provocados por excesso de chuvas no Meio-Oeste americano também influenciaram positivamente os preços.

    Quando o plantio atrasa, a oferta futura de grãos fica em xeque. E mercado que enxerga risco de oferta menor tende a precificar essa incerteza com alta nos contratos futuros. Nos Estados Unidos, o plantio de soja avançou para apenas 12% da área prevista, dobrando o ritmo da semana anterior, mas a previsão de chuvas intensas no Meio-Oeste pode interromper temporariamente os trabalhos de campo.

    Por outro lado, os ganhos mais expressivos não aconteceram. Ganhos mais expressivos ao grão foram limitados pela ampla oferta vinda da América do Sul. Brasil e Argentina seguem jogando o lado oposto dessa balança, com uma colheita robusta pressionando os preços de baixo para cima.

    Brasil sente a melhora: câmbio e portos aquecem negócios

    Do lado de cá do Atlântico, o efeito foi imediato. O mercado brasileiro de soja teve um dia mais aquecido, com avanço nas cotações e maior volume de negócios, especialmente nos portos.

    Segundo o analista Rafael Silveira, da Safras & Mercado, a melhora veio principalmente da combinação entre câmbio e mercado internacional. A valorização em Chicago e o dólar mais firme trouxeram sustentação aos preços internos.

    O dólar comercial encerrou o dia com alta de 0,39%, cotado a R$ 5,0014 para venda, oscilando entre R$ 4,9793 e R$ 5,0138 ao longo da sessão. Essa proximidade do dólar à marca de R$ 5,00 foi um dos gatilhos para destravar negócios que estavam represados.

    No mercado físico, os preços subiram em várias praças. Passo Fundo (RS) subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00 por saca, e Santa Rosa (RS) avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00.

    O que o produtor deve monitorar nas próximas semanas

    Apesar do alívio desta sexta, o cenário segue repleto de variáveis. Os investidores aguardavam os dados semanais de exportação norte-americana, com projeções entre 200 mil e 600 mil toneladas de soja em grão. Esses números, quando divulgados, têm capacidade de reforçar ou reverter os ganhos recentes.

    Além disso, na América do Sul, chuvas persistentes na Argentina, especialmente na província de Santa Fé, têm prejudicado o avanço da colheita, o que pode reduzir a oferta sul-americana no curto prazo e dar mais sustentação às cotações internacionais.

    Para o produtor brasileiro, o recado é claro: o momento exige atenção redobrada ao câmbio, ao preço do petróleo e ao clima no Meio-Oeste americano. São esses três termômetros, aparentemente distantes do campo, que definem o preço que chega à balança na colheita.

  • Soja despenca em Chicago com temor sobre demanda

    Soja despenca em Chicago com temor sobre demanda

    Os preços da soja caíram forte na Bolsa de Chicago nesta segunda-feira (16/3). Os investidores reagiram ao risco de queda na demanda global e aumentaram a pressão sobre as cotações. Os contratos com vencimento em maio recuaram 5,71% e fecharam a US$ 11,5525 por bushel. O mercado refletiu a preocupação com um possível adiamento das negociações entre Donald Trump e Xi Jinping.

    A possível postergação da reunião, prevista para o fim de março, elevou a incerteza entre investidores.
    Segundo agências internacionais, Trump busca apoio para garantir o fluxo de navios no Estreito de Ormuz. A região concentra cerca de 20% do escoamento global de petróleo e influencia mercados de commodities.

    Além disso, operadores realizaram lucros após altas recentes impulsionadas por tensões geopolíticas. Essas altas anteriores elevaram os preços do petróleo e do óleo de soja no mercado internacional. No entanto, o óleo de soja caiu mais de 5% na sessão anterior e reforçou o movimento de baixa.

    Milho acompanha queda da soja

    Os preços do milho também recuaram pressionados por realizações de lucro no mercado internacional.
    Os contratos para maio caíram 2,84% e encerraram o dia a US$ 4,54 por bushel.

    Trigo segue movimento negativo

    O trigo acompanhou o movimento de queda observado nos mercados de soja e milho. Os contratos para maio recuaram 2,69% e fecharam a US$ 5,9725 por bushel.

  • Demanda por etanol e ração sustenta alta do milho no Brasil e em Chicago

    Demanda por etanol e ração sustenta alta do milho no Brasil e em Chicago

    O milho manteve a trajetória de valorização no início de dezembro, tanto no mercado internacional quanto no doméstico. Isso de acordo com o relatório Agro Mensal, divulgado pela Consultoria Agro do Itaú BBA. A demanda firme pelo grão, especialmente para ração e produção de etanol, continua sustentando os preços no Brasil.

    Na Bolsa de Chicago (CBOT), o milho encerrou novembro com a terceira valorização mensal consecutiva, acumulando alta de 2,1% e cotação média de US$ 4,30 por bushel. Nos primeiros dez dias de dezembro, o cereal manteve o viés positivo, avançando mais 1,1%, para cerca de US$ 4,35 por bushel. Além de acompanhar o desempenho da soja, o milho norte-americano foi favorecido pela forte demanda externa, mantendo-se competitivo frente a origens como Brasil e Argentina.

    Mercado interno

    No mercado interno, os preços também subiram. Em Sorriso (MT), referência para o milho brasileiro, o grão valorizou 2,8% em novembro, alcançando R$ 50 por saca, e somou mais 3,1% na primeira quinzena de dezembro, chegando a R$ 51,30 por saca. A demanda doméstica aquecida atuou como principal pilar de sustentação, impulsionada pelo aumento no consumo para rações animais e produção de etanol.

    Apesar do ritmo de exportações abaixo do esperado no início da temporada, a menor intensidade dos embarques não exerceu pressão sobre os preços, já que o consumo interno tem absorvido parte da oferta. O Itaú BBA destaca ainda que as preocupações com o plantio da segunda safra, especialmente em regiões com atraso na colheita da soja e riscos climáticos, também ajudam a segurar as cotações na curva futura da B3.

    Os próximos dias serão decisivos para a definição da janela de semeadura da segunda safra e dos investimentos no cultivo de milho. A área plantada dependerá diretamente dos preços de mercado, do avanço da soja e das condições climáticas nas principais regiões produtoras.

  • Soja cai em Chicago com demanda chinesa fraca

    Soja cai em Chicago com demanda chinesa fraca

    A falta de novos anúncios de compras da China pressiona os preços da soja na bolsa de Chicago. Por isso, os contratos para janeiro voltaram a registrar queda nesta quarta-feira (3). A soja recuou 0,80% e fechou cotada a US$ 11,1575 por bushel. Segundo analistas, o mercado aguarda sinais concretos de compra por parte da China. Enquanto isso, a ausência de negócios mantém o viés de baixa para os preços internacionais.

    No Brasil, o avanço do plantio reduz parte das incertezas do mercado. De acordo com dados da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a semeadura já alcança 86% da área prevista. Esse percentual, portanto, supera a média dos últimos cinco anos, de 84,4%. Com isso, a oferta futura segue elevada e limita reações nos preços da soja.

    Trigo fecha em leve baixa

    O trigo também encerrou o pregão em queda na bolsa de Chicago. Os investidores realizaram lucros após a valorização registrada na sessão anterior. Dessa forma, os contratos para março recuaram 0,51%.
    O cereal fechou cotado a US$ 5,3825 por bushel. Apesar disso, o mercado segue atento aos próximos desdobramentos da demanda global.

    Milho perde força em Chicago

    O milho devolveu quase todos os ganhos da sessão anterior na bolsa de Chicago. Assim, os contratos para março fecharam em baixa nesta quarta-feira (3). O cereal caiu 1,48% e encerrou o dia cotado a US$ 4,3150 por bushel.
    Além disso, o mercado não registrou mudanças relevantes no cenário de oferta e demanda. Consequentemente, as projeções seguem indicando preços pressionados para o milho. A expectativa de uma safra robusta nos Estados Unidos em 2025/26 reforça esse movimento.

     

  • Soja sobe em Chicago; milho e trigo recuam

    Soja sobe em Chicago; milho e trigo recuam

    O preço da soja encerrou em alta na bolsa de Chicago nesta sexta-feira (26). O contrato de novembro de 2025 fechou a US$ 10,13 por bushel, alta de 0,15% sobre o dia anterior. Para janeiro de 2026, a soja foi negociada a US$ 10,33 por bushel, valorização de 0,17%.

    Milho

    No milho, o mercado registrou queda. O contrato para dezembro de 2025 caiu 0,88% e fechou em US$ 4,22 por bushel. Para março de 2026, o cereal recuou 0,79% e encerrou cotado a US$ 4,38 por bushel.

    O acumulado da semana também foi negativo. Para dezembro, o milho acumulou queda de 0,59%. Para março, a baixa foi de 0,68%.

    Mesmo com dados de exportações positivas, a pressão permaneceu. Os Estados Unidos embarcaram 1,92 milhão de toneladas, segundo relatório semanal. Ainda assim, fatores de baixa pesaram mais sobre os preços.

    Trigo

    O trigo também fechou em queda. O contrato para dezembro de 2025 recuou 1,38% e encerrou em US$ 5,19 por bushel. Para março de 2026, o cereal desvalorizou 1,24% e fechou cotado a US$ 5,38 por bushel.

    Na semana, os contratos de dezembro e março acumularam quedas de 0,67% e 0,65%, respectivamente. A valorização do dólar frente ao euro reduziu a competitividade das exportações americanas.

    A oferta global de trigo segue abundante. A Comissão Europeia estimou a maior safra do bloco nos últimos dez anos para o ciclo 2025/26.

  • Soja sobe 2% em Chicago após Trump recuar em tarifaço

    Soja sobe 2% em Chicago após Trump recuar em tarifaço

    O mercado internacional de grãos reagiu com força às mudanças de Trump no plano tarifário dos Estados Unidos. Nesta quarta-feira (9/4), o presidente Donald Trump recuou de forma parcial nas sanções comerciais. A soja respondeu de imediato: subiu 2,01% e encerrou o pregão a US$ 10,1275 o bushel, no contrato para maio.

    Durante a sessão, a oleaginosa se manteve estável. No entanto, a notícia da suspensão de tarifas nos minutos finais virou o cenário. Trump decidiu adiar por 90 dias as tarifas recíprocas a diversos parceiros comerciais — com exceção da China.

    Mais cedo, a China havia anunciado novas retaliações. Ou seja, o país asiático impôs tarifas de 84% sobre produtos dos EUA. Apesar da tensão, os preços dos grãos mostraram pouca oscilação até o anúncio da Casa Branca.

    Milho também avança com recuo dos EUA

    O milho acompanhou o movimento de alta puxado pela soja. Em resumo, os contratos do cereal para maio fecharam com valorização de 1,07%, cotados a US$ 4,74 o bushel. Portanto, a reversão na postura de Trump abriu espaço para retomada das negociações com a União Europeia. O bloco representa um dos maiores compradores globais de milho.

    Trigo reage e fecha com leve alta

    O trigo também oscilou ao longo do dia e fechou em alta. Ou seja, os investidores acompanharam com cautela os impactos da disputa comercial nos preços dos grãos. Os contratos do trigo com entrega para maio subiram 0,42%, encerrando o pregão a US$ 5,4225 o bushel, na Bolsa de Chicago.

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  • Preço da soja atinge menor nível em quase dois meses na Bolsa de Chicago

    Preço da soja atinge menor nível em quase dois meses na Bolsa de Chicago

    Os contratos da soja para maio encerraram o pregão na Bolsa de Chicago a US$ 9,98 por bushel. Ou seja, esse foi o menor valor desde 9 de janeiro. Em geral, a pressão veio das preocupações com o impacto das mudanças tarifárias dos Estados Unidos no comércio agrícola. Nesta segunda-feira (3), o presidente Donald Trump confirmou a aplicação de sanções a produtos importados do México e do Canadá. Ele também anunciou tarifas sobre importações da China.

    Colheita da soja

    A colheita de soja no Brasil avançou e atingiu 50% da área até 27 de fevereiro, segundo a AgRural. O percentual supera os 39% registrados na semana anterior e os 48% do mesmo período em 2019.

    Milho

    Ao mesmo tempo, os contratos futuros do milho caíram 2,82% e fecharam a US$ 4,56 por bushel em Chicago. O aumento da oferta global pressionou os preços. Nos Estados Unidos, os agricultores devem expandir a área plantada em 4,2% nesta primavera. A estimativa é que o plantio chegue a 94,6 milhões de acres. O clima favorável, os baixos preços do feno e a realocação de soja, trigo e sorgo incentivam esse crescimento, segundo consultorias norte-americanas.

    Trigo

    Os contratos de trigo para maio recuaram 1,44% e encerraram a sessão a US$ 5,47 por bushel. A recente desvalorização do dólar e as preocupações com as condições das lavouras nos Estados Unidos e na região do Mar Negro deram suporte aos preços nos últimos dias. No entanto, os papéis sofreram ajustes. As incertezas sobre possíveis retaliações às exportações agrícolas dos EUA continuam, conforme apontou a Trading Economics.

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  • Soja recua em Chicago com foco na safra da América do Sul

    Soja recua em Chicago com foco na safra da América do Sul

    As cotações da soja voltaram a cair na Bolsa de Chicago nesta quarta-feira (12), pressionadas pelas expectativas para a safra na América do Sul. Em resumo, o contrato para março encerrou o pregão em baixa de 1,51%, negociado a US$ 10,2775 por bushel.

    Mercado da soja

    O mercado acompanha de perto as condições climáticas no Brasil, principal produtor e exportador global. Apesar de quebras pontuais no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, especialistas ainda projetam uma colheita recorde para a safra 2024/25. Além disso, algumas consultorias revisaram suas estimativas para 165 milhões de toneladas, abaixo do potencial inicial de 170 milhões.

    Milho avança com exportações dos EUA e atraso no Brasil

    O milho teve valorização na Bolsa de Chicago. Os contratos com vencimento em março subiram 1,29%, fechando a US$ 4,9025 por bushel. Segundo a consultoria Granar, o avanço das exportações americanas e o atraso na semeadura da segunda safra no Brasil impulsionaram os preços.

    Trigo mantém tendência de queda

    O trigo registrou a quarta sessão consecutiva de baixa. O contrato para março caiu 0,48%, encerrando o dia a US$ 5,7425 por bushel. Ou seja, a pressão sobre os preços reflete a oferta global elevada e a fraca demanda nos mercados internacionais.

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  • Vitória de Trump impulsiona preços da soja em Chicago

    Vitória de Trump impulsiona preços da soja em Chicago

    A vitória de Donald Trump na eleição presidencial dos Estados Unidos mexeu com os mercados, mas os preços da soja contrariaram expectativas. Nesta quarta-feira (6/11), os contratos de soja para janeiro subiram 0,20%, encerrando a sessão a US$ 10,0375 por bushel na Bolsa de Chicago.

    Dólar

    O dólar disparou no exterior após a vitória do candidato republicano, movimento que geralmente pressiona as commodities agrícolas. Durante o pregão, a soja chegou a cair para US$ 9,82, mas reverteu as perdas no fechamento.

    Segundo especialistas, o aumento recente nas exportações de soja dos EUA foi um fator-chave. Apesar da possibilidade de novas sanções e tarifas sobre exportações à China, os compradores asiáticos aceleraram as aquisições. Nas últimas semanas, os embarques semanais saltaram de 800 mil para mais de 2 milhões de toneladas.

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    EUA x China

    Uma nova guerra comercial entre EUA e China, caso se confirme, pode favorecer o Brasil. Assim como em 2018, os chineses podem recorrer à soja brasileira. No entanto, a China já possui estoques suficientes para até dois meses, o que pode moderar o impacto no curto prazo.

    Milho e trigo também registram alta

    No mercado de milho, os contratos para dezembro subiram 1,85%, fechando a US$ 4,2625 por bushel. O trigo também encerrou em alta, com lotes para dezembro avançando 0,13%, para US$ 5,7325 por bushel.

    A reação positiva dos grãos, mesmo com a valorização do dólar, reforça a complexidade do mercado agrícola global e os efeitos de uma possível reconfiguração comercial entre as maiores economias do mundo.