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  • Banco do Brasil libera financiamento de até 100% para máquinas agrícolas

    Banco do Brasil libera financiamento de até 100% para máquinas agrícolas

    Produtores rurais de todo o Brasil já podem contratar no Banco do Brasil (BB) a nova linha de financiamento para máquinas, equipamentos e implementos agrícolas inovadores de fabricação nacional. A modalidade Aquisição Inovadora integra o Programa Move Máquinas Agrícolas e usa recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), operacionalizados pela Finep.

    O programa permite financiar até 100% do valor do bem, com limite de R$ 30 milhões por beneficiário. O prazo de pagamento chega a 60 meses, com encargos de 7,12% ao ano mais TR, IOF zero e pagamento em parcelas semestrais ou anuais.

    Anunciada durante a Agrishow, a iniciativa amplia o acesso a tecnologias nacionais que modernizam a produção agropecuária, aumentam a produtividade e reforçam a sustentabilidade no campo.

    “O Banco do Brasil quer ser o principal operador da linha de crédito, colocando sua capilaridade, expertise em crédito rural e proximidade com o produtor a serviço da inovação no campo. Essa iniciativa amplia o acesso a tecnologias nacionais. E fortalece a competitividade, a produtividade e a sustentabilidade do agro”, afirma Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

    Gilson Bittencourt, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB. Foto: Divulgação BB

    As contratações permanecem abertas enquanto estiver em vigor a Medida Provisória nº 1.374/2026.

  • Crédito rural dá sinal de alívio, mas Banco do Brasil alerta para risco à frente

    Crédito rural dá sinal de alívio, mas Banco do Brasil alerta para risco à frente

    O Banco do Brasil, maior financiador do agronegócio nacional, enxergou nos primeiros 15 dias de abril alguma melhora na adimplência das operações de custeio. O banco, porém, mantém a cautela. O setor acumula uma escalada de recuperações judiciais e agora ainda precisa lidar com os efeitos da guerra no Oriente Médio sobre os custos da próxima safra.

    Os dados foram apresentados nesta quinta-feira (23) por executivos do BB durante o BB Day. O fluxo de vencimentos do agro soma R$ 155,6 bilhões em 2026, com 59,4% concentrados no período de abril a setembro. Do total, R$ 87,8 bilhões correspondem a crédito de custeio.

    A carteira muda, mas o passado ainda pesa

    O vice-presidente de agronegócios e agricultura familiar, Gilson Bittencourt, explicou que mais de 80% do que o banco recebe em custeio neste mês ainda vem de operações contratadas entre abril e junho do ano passado. Ou seja, boa parte do que vence agora carrega a marca das condições antigas de concessão de crédito.

    No entanto, a fatia da carteira originada com alienação fiduciária e reforço de garantias já mostra um desempenho visivelmente melhor em adimplência. Essa parcela ainda representa cerca de 20% do recebimento de custeio, mas o banco vê nela um sinal encorajador.

    Recuperação em U ou em W? O BB não sabe ainda

    A maior incógnita no horizonte está na trajetória de recuperação das renegociações de crédito. O vice-presidente de gestão financeira, Geovanne Tobias, admitiu que o banco ainda não tem resposta sobre como essa curva vai se desenhar.

    “Ainda estamos observando o comportamento de como as renegociações dentro do agro vão performar, a nova safra que vai ser colhida, se essa recuperação tende a ser uma recuperação em U ou em W. Ainda não sabemos, eu suspeito que talvez seja mais uma recuperação em W”, afirmou.

    Uma recuperação em W significa que o setor pode sofrer uma nova piora depois de uma melhora inicial. Para o produtor rural, isso se traduz em mais incerteza no acesso a crédito futuro e condições possivelmente mais rigorosas na hora de contratar financiamento.

    No âmbito da MP 1314, que autoriza renegociações de dívidas, o fluxo de vencimentos soma R$ 36,5 bilhões. Desse total, 91,8% têm garantia de imóvel e mais de 72% estão vinculados a alienação fiduciária. Já na carteira prorrogada, os vencimentos chegam a R$ 64,5 bilhões.

    Recuperações judiciais caem, mas produtores buscam saída

    O volume de novos processos de recuperação judicial recuou de forma consistente nos últimos trimestres. No primeiro trimestre de 2026, os pedidos somaram R$ 1,34 bilhão. No terceiro trimestre do ano passado, esse número chegou a R$ 1,84 bilhão, ou seja, uma redução considerável. O número de novos registros também caiu: foram 162 no primeiro trimestre de 2026, ante 209 no terceiro trimestre de 2025.

    O vice-presidente de gestão de risco, Felipe Prince, chamou a atenção para um dado que revela a pressão que os produtores endividados estão sentindo. Alguns deles chegam ao banco querendo encerrar o processo de recuperação judicial porque estão sem acesso a crédito para a nova safra.

    “Eles estão no momento de fazer os investimentos para a nova safra e não encontram crédito. E aí têm nos procurado para que possamos apoiar nesse processo de saída das recuperações judiciais”, relatou Prince.

    Prince também ressaltou que a carteira da safra 2025/26 apresenta um perfil de vencimentos mais equilibrado e com saldo menor, resultado de uma política mais criteriosa na concessão de crédito. “E aí passamos a entregar safras (de crédito) melhores”, reforçou.

    Guerra no Irã e o risco para a safra 26/27

    Um fator externo ganhou espaço na discussão: a guerra no Oriente Médio. Por ora, o impacto sobre os custos dos produtores da safra atual é limitado. Prince explicou que os insumos já estavam nas fazendas quando o conflito eclodiu e a produção da safra 2025/26 está em fase de encerramento. No entanto, a próxima safra é outra história.

    “Agora, sim, pode trazer um efeito para a próxima safra”, afirmou Prince. O BB acompanha os desenvolvimentos do conflito para ajustar os modelos de concessão de crédito da safra 2026/27, prevendo uma possível elevação de custos conforme o conflito se prolongue ou não.

    Bittencourt, por sua vez, fez questão de colocar ponderação na análise. Segundo ele, qualquer afirmação sobre margens apertadas ou dificuldades dos produtores neste momento é, nas palavras dele, “estudo de futurologia”. A maior parte dos insumos para a próxima safra será comprada a partir de junho e julho. “Pode ser sim, se chegarmos em junho e a guerra ainda estiver em andamento, o bloqueio do Estreito de Ormuz ainda estiver com limitações de transporte, pode sim (ter um impacto) e estamos nos preparando para isso”, concluiu.

  • Banco do Brasil anuncia novo comando para agronegócios e agricultura familiar

    Banco do Brasil anuncia novo comando para agronegócios e agricultura familiar

    O Banco do Brasil anunciou nesta terça-feira (22) a nomeação de Gilson Alceu Bittencourt como novo vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar. Ele substitui Luiz Gustavo Braz Lage (Liguta), que seguirá no cargo até a posse do novo executivo.

    A nomeação reforça a estratégia do banco em buscar eficiência, inovação e geração de valor para o setor. O Banco do Brasil lidera os financiamentos para a agricultura familiar e empresarial, com previsão de destinar R$ 230 bilhões para a Safra 2025/26.

    Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil, destaca o perfil de Gilson como fundamental para enfrentar os desafios do setor. “Gilson possui larga experiência e contribuições importantes para o desenvolvimento do agronegócio e da agricultura familiar”, afirma. Ela ressalta ainda que a mudança marca uma nova etapa no trabalho iniciado e liderado por Liguta nos últimos dois anos.

    Gilson Bittencourt. Foto: Divulgação/BB

    Gilson Bittencourt é agrônomo formado pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ele tem especialização em Análise de Políticas Públicas pela Universidade do Texas (EUA) e mestrado em Desenvolvimento Econômico pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

    Atualmente, Gilson atua como Subsecretário de Política Agrícola e Negócios Agroambientais no Ministério da Fazenda. Ele também integra os Conselhos de Administração da Embrapa e da Livelo.

    Sua trajetória inclui cargos relevantes na administração pública federal, como Secretário de Agricultura Familiar no Ministério do Desenvolvimento Agrário e Secretário Adjunto de Política Econômica no Ministério da Fazenda. Também já trabalhou como professor, consultor em crédito rural e participou de comitês em grandes instituições financeiras.

    O processo de elegibilidade de Gilson Bittencourt ainda passa pelas instâncias internas do Banco do Brasil. A posse depende da eleição final pelo Conselho de Administração.

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  • BB firma parceria para reflorestamento no interior de SP

    BB firma parceria para reflorestamento no interior de SP

    O Banco do Brasil assinou uma parceria com a Ambipar e a Coopercitrus para lançar o projeto “Águas do Interior Paulista”, que visa recuperar 50 mil hectares de vegetação nativa de Cerrado e Mata Atlântica no interior de São Paulo. A iniciativa tem como foco a regularização ambiental por meio do reflorestamento com espécies nativas em áreas de reserva legal e de preservação permanente (APPs) em propriedades privadas, priorizando regiões próximas a rios para melhorar o fluxo e a qualidade hídrica local.

    Atualmente, apenas 15% da área contemplada pelo projeto mantém vegetação nativa preservada. E a fragmentação das áreas verdes coloca em risco diversas espécies da fauna e flora. O projeto prevê o plantio de 50 a 80 espécies por hectare, reconstituindo APPs e reservas legais de propriedades de cooperados da Coopercitrus.

    Créditos de carbono

    Além da recuperação ambiental, o projeto tem potencial para gerar cerca de 12 milhões de créditos de carbono ao longo de 37 anos. Isso utilizando a metodologia ARR (Afforestation, Reforestation and Revegetation) da certificadora VERRA, referência no mercado voluntário de carbono. Com preço estimado de USD 45 por crédito, o potencial financeiro pode chegar a R$ 3 bilhões durante a vigência do projeto.

    Segundo o vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do Banco do Brasil, José Ricardo Sasseron, a ação reforça o compromisso da instituição com a sustentabilidade, a geração de créditos de carbono e o fortalecimento da agricultura de baixo carbono. Para Simonia Sabadin, diretora financeira da Coopercitrus, a parceria é essencial para agregar valor ao cooperado e impulsionar práticas ambientais responsáveis. Plínio Ribeiro, conselheiro da Ambipar, destaca que o projeto irá ampliar a conectividade entre fragmentos florestais. Além de fortalecer a resiliência hídrica de uma das regiões mais produtivas do país.

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  • BB projeta R$ 2 bilhões em negócios no Show Rural Coopavel 2025

    BB projeta R$ 2 bilhões em negócios no Show Rural Coopavel 2025

    O Banco do Brasil (BB), um dos maiores parceiros do agronegócio brasileiro, marca presença na 37ª edição do Show Rural Coopavel, que começou nesta segunda-feira (10) em Cascavel (PR), com a expectativa de gerar R$ 2 bilhões em propostas de negócios. A cifra representa um aumento de 17,6% em relação à edição de 2024, demonstrando a confiança do banco no potencial do setor e seu compromisso em apoiar os produtores rurais.

    “O Show Rural Coopavel marca o início das grandes feiras do agronegócio, e o Banco do Brasil, presente desde a primeira edição, reforça o seu compromisso com o setor”, afirma Tarciana Medeiros, presidenta do BB.

    Durante os cinco dias de feira, o BB oferecerá atendimento personalizado e soluções adequadas às necessidades de cada produtor, seja ele pequeno, médio ou grande. O estande do banco foi reformulado com materiais recicláveis, em linha com a campanha de sustentabilidade do BB e o movimento “A gente se importa”. O espaço conta com mais iluminação natural, mesas de atendimento, salas de reunião, auditório e áreas para ativações promocionais.

    Apoio à agricultura familiar e promoções exclusivas

    O Banco do Brasil valoriza a importância do pequeno agricultor. Por isso, volta a patrocinar o Pavilhão da Agricultura Familiar, oferecendo soluções e condições diferenciadas para os pequenos produtores.

    “A agricultura familiar é fundamental para a segurança alimentar e nutricional do país. Garantindo o abastecimento e a diversidade que chega à mesa dos brasileiros”, destaca Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do BB.

    Além disso, o BB preparou diversas ações promocionais para o Show Rural Coopavel 2025:

    • Mulheres no Topo: Evento com a participação da Liderança Feminina do Banco para apresentar soluções visando o empreendedorismo feminino.
    • Rolê que Rende: Debates com o público universitário sobre temas como investimentos, carreira, inovação e educação financeira.
    • Fala, produtor: Conversas com especialistas do BB para capturar percepções e entender as necessidades regionais.
    • BB Seguros: Promoção Colheita de Prêmios com sorteio de motos elétricas e uma caminhonete Rampage.
    • BB Consórcios: Grupo de Veículos Pesados com 30% de desconto na taxa de administração.
    • Broto: Consultores do Broto (plataforma digital agro do Banco do Brasil) divulgarão as facilidades e benefícios para os produtores rurais e empresas participantes.

    Com R$ 147,4 bilhões já desembolsados na safra 2024/2025 até janeiro deste ano, o Banco do Brasil reafirma seu compromisso em apoiar o crescimento econômico do país e o desenvolvimento sustentável do agronegócio brasileiro.

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  • Recorde no Agro: BB libera R$ 260 bi para investimentos

    Recorde no Agro: BB libera R$ 260 bi para investimentos

    O Banco do Brasil anunciou o maior investimento da sua história para o Plano Safra, disponibilizando R$ 260 bilhões, um valor 13% maior que o anterior. Desses recursos, R$ 50 bilhões serão destinados aos agricultores familiares e médios produtores, um crescimento de 44% em relação à safra passada.

    Além disso, a agricultura empresarial contará com R$ 142 bilhões, um aumento de 10%. Bem como, o banco destinará R$ 119 bilhões (+17%) para custeio e R$ 44 bilhões (+28%) para operações de investimento em tecnologia.

    Outros R$ 29 bilhões serão para comercialização e industrialização (+4%), e R$ 40 bilhões para títulos, crédito agroindustrial e giro (+6%). Por fim, os médios produtores terão juros de 8,0% a 10,5% ao ano no Pronamp, enquanto os grandes produtores rurais pagarão entre 7,0% e 12,0% ao ano.

    BB lidera investimentos

    Segundo Tarciana Medeiros, presidente do BB, “Desembolsamos R$ 230 bilhões neste último ano safra, com crescimento de 17% em relação à safra 2022/2023, sendo o maior valor da história. Isso reforça nossa liderança no mercado e o compromisso com os produtores rurais de todo o país.”

    Luiz Gustavo Braz Lage, vice-presidente de Agronegócios e de Agricultura Familiar do BB, afirma que “O Governo Federal, com os trabalhos das equipes dos diversas ministérios, avançaram muito nas soluções para entregar o melhor. É o maior e mais inovador plano safra da história, com avanços que colocam o agro brasileiro cada vez mais na vanguarda”.

    “Somos o maior parceiro da agricultura familiar e da agricultura empresarial. E com esse novo volume recorde que será destinado aos produtores rurais, reforçaremos o fomento a toda cadeia produtiva do agro”, complementa o vice-presidente.

    Preocupação com inadimplência

    Aumento da inadimplência no agronegócio preocupa instituições financeiras. “Os índices de inadimplência no agronegócio estão alarmantes, sendo os maiores dos últimos cinco a sete anos. A insegurança no setor é palpável, com bancos preferindo conceder crédito apenas aos produtores mais robustos e agroindústrias de maior liquidez. Isso deixa outros players do agronegócio em uma situação delicada”, afirmou Wolney Arruda Filho, presidente do Plantae Agrocrédito e também produtor rural.

    Agricultura Familiar e Médios Produtores

    Reprodução – Youtube/BB

    O governo aumentou em 44% os valores destinados no Plano Safra para a agricultura familiar e médios produtores. Sendo assim, eles terão acesso a um volume disponível de R$ 50 bilhões para o ciclo 2024/2025.

    Além disso, o governo reforçou ainda mais seu compromisso com esses públicos. Como resultado, eles terão acesso a um volume significativamente maior de recursos no próximo Plano Safra.

    Feiras e Circuito de Negócios e Treinamentos

    O Banco do Brasil tem sido destaque em 2024 com sua presença e participação em feiras e eventos agro em todo o país, acolhendo mais de R$ 15 bilhões em propostas de financiamentos. Sendo assim, o banco tem ampliado suas ações de capacitação e treinamento, disseminando boas práticas e tecnologias rurais.

    Além disso, os tradicionais Circuitos BB de Negócios e Treinamento e as 5 Carretas Agro percorreram mais de 220 mil quilômetros em mais de 300 cidades de todas as regiões do país, levando bons negócios e ações de capacitação e treinamento. Portanto contribui para o desenvolvimento do agronegócio e o crescimento econômico do país.