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  • Sucuri de 5 metros é resgatada de balneário e assusta banhistas

    Sucuri de 5 metros é resgatada de balneário e assusta banhistas

    Uma sucuri de aproximadamente cinco metros de comprimento assustou banhistas e precisou de resgate do Corpo de Bombeiros na manhã de domingo (12) em um balneário de Rio Quente, no sul de Goiás. O animal se abrigou em uma estrutura de concreto de difícil acesso no local.

    Três militares do 9º Batalhão do Corpo de Bombeiros de Caldas Novas atenderam a ocorrência, registrada por volta das 11h17. Para alcançar a cobra, a equipe precisou usar uma marreta para ampliar a abertura da estrutura. Vídeos feitos por turistas mostram a aglomeração de pessoas acompanhando a operação, que durou cerca de 40 minutos.

    Após a retirada, os bombeiros capturaram o animal com o auxílio de um gancho e de um cambão. Segundo a corporação, o resgate ocorreu sem ferimentos para a sucuri. A cobra foi então transportada na viatura e devolvida à natureza em uma área de vegetação nativa próxima a um ambiente aquático, longe da zona urbana.

    O Corpo de Bombeiros destacou que o aparecimento de animais silvestres é comum em locais próximos a rios e matas, especialmente em períodos de calor intenso.

    A orientação é que, ao encontrar esse tipo de animal, a população evite qualquer tentativa de captura. E acione imediatamente o Corpo de Bombeiros, que possui treinamento e equipamentos adequados para esse tipo de ocorrência.

  • Ibama investiga ataques de peixes em balneário de Bonito

    Ibama investiga ataques de peixes em balneário de Bonito

    O Ibama e o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) intensificaram as fiscalizações em um balneário de Bonito (MS) após uma série de ataques de peixes a turistas, com episódios recorrentes desde dezembro de 2024. Na terça-feira (15), agentes ambientais e um biólogo especialista realizaram vistorias na lagoa da Praia da Figueira, utilizando drones e mergulhos para mapear espécies suspeitas, como o tambaqui e o tambacu — peixes de dentição robusta associados a incidentes recentes.

    A equipe, composta por quatro agentes do Ibama e o biólogo José Sabino, especialista em ictiofauna, empregou um drone com filtro polarizador para estimar a população de peixes no local. Apesar da inspeção, nenhum animal foi capturado, mas o laudo técnico deve ser concluído em até 20 dias. Os trabalhos continuam hoje, quarta-feira (16) em outro atrativo da região, onde há suspeita da presença de piracanjuba e tambaqui.

    Posicionamento do atrativo

    O gerente do balneário, Alex Kossmann, vinculou o aumento de casos ao fluxo intenso de visitantes. Foram 26 mil turistas em 2025. Ele também destacou que parte dos incidentes ocorreu após descumprimento de regras pelos próprios banhistas. Rafael Braga, proprietário da Praia da Figueira, afirmou anteriormente que adquiriu legalmente os pacus presentes no lago. Mesmo assim, o Imasul exigiu a instalação de barreiras físicas para separar os peixes da área destinada ao banho.

    Desde o início de 2025, o hospital municipal de Bonito registrou 14 casos de mordidas, com risco de subnotificação, segundo o promotor Alexandre Estuqui Junior. Além disso, em março, o local chegou a ser interditado após uma mulher perder parte do dedo em um ataque. O Imasul liberou parcialmente as atividades do balneário após a implementação das barreiras, mantendo apenas a lagoa artificial interditada.

    A investigação busca identificar a origem das espécies suspeitas e determinar medidas para prevenir novos incidentes. A presença de tambaquis, comum na Amazônia mas não nativa da região, preocupa autoridades devido à sua força de mordida, capaz de causar ferimentos graves.

    Prefeitura de Bonito emite nota oficial

    A Prefeitura Municipal de Bonito, por meio da Secretaria de Turismo e Desenvolvimento Econômico, informa que, após ser comunicada pelo Hospital João Darci Bigaton sobre a recorrência de acidentes envolvendo mordidas de peixes em visitantes na LAGOA do atrativo Praia da Figueira, encaminhou ofício ao SEMADESC/IMASUL relatando a situação.

    Em resposta, o IMASUL tomou as providências necessárias junto ao atrativo, que já realizou as adequações cabíveis para garantir a segurança dos visitantes. Ressaltamos que estamos sempre atentos a situações pontuais que possam surgir. Com o objetivo de aprimorar continuamente a qualidade da experiência dos turistas em nosso município.

    Bonito tem implementado o Sistema de Gestão de Segurança (SGS) em seus principais atrativos turísticos, incluindo os dois atrativos públicos gerenciados pela Prefeitura – a Gruta do Lago Azul e o Balneário Municipal. O SGS tem como objetivo a adoção de práticas consagradas de segurança no ecoturismo e turismo de aventura no Brasil.

    Com essas medidas, os atrativos se preparam para lidar com as mais diversas situações.  E assim, reduzir significativamente a probabilidade de acidentes, identificando oportunidades de melhoria contínua e proporcionando uma experiência ainda mais segura e positiva aos visitantes que escolhem Bonito como destino.

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  • Jaguatirica é vista passeando por balneário de Bonito/MS

    Jaguatirica é vista passeando por balneário de Bonito/MS

    Uma jaguatirica surpreendeu turistas e funcionários do balneário Estrela do Formoso, em Bonito, Mato Grosso do Sul, ao ser vista circulando pelas instalações. O momento encantou os visitantes e chamou a atenção para a importância da preservação da fauna local.

    Características do Felino

    A jaguatirica, também conhecida como gato-do-mato, é um dos maiores felídeos das Américas, ficando atrás apenas da onça-pintada e do puma. Este animal possui uma pelagem marcante, com manchas amarelas cercadas por preto, que lhe conferem um aspecto elegante e camuflado. Adultos podem medir entre 72 e 100 centímetros de comprimento, com caudas que variam de 25 a 41 centímetros. O peso típico oscila entre 7 e 15 quilos.

    Essas criaturas são noturnas e solitárias, geralmente caçando à noite. A dieta da jaguatirica inclui pequenos mamíferos, aves, répteis e até peixes. Sua habilidade de escalar árvores e nadar a torna um predador versátil em diversos habitats, que vão desde florestas tropicais até savanas.

    Habitat e Comportamento

    A jaguatirica habita uma vasta área que se estende desde o sul dos Estados Unidos até o norte da Argentina, passando por praticamente todos os biomas brasileiros. Ela prefere ambientes com densa vegetação, onde pode se esconder de predadores e caçar suas presas com mais eficácia.

    Além de ser territorialista, os machos mantêm territórios que frequentemente se sobrepõem aos das fêmeas. Essa dinâmica territorial é crucial para a reprodução da espécie, pois os machos competem entre si para garantir o acesso às fêmeas durante o período de acasalamento.

    Ameaças e Conservação

    Apesar de sua ampla distribuição, a jaguatirica enfrenta sérios desafios. A destruição de seu habitat devido ao desmatamento e a caça ilegal para o comércio de peles são as principais ameaças à sua sobrevivência. Nos anos 60 e 70, caçadores mataram cerca de 200 mil jaguatiricas devido ao tráfico de peles. Atualmente, a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) classifica a espécie como “pouco preocupante”. No entanto, diferentes regiões da América do Sul enfrentam ameaças a algumas subespécies.

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    A conscientização sobre a importância da conservação desses felinos é essencial para garantir que futuras gerações possam apreciar sua beleza nas florestas brasileiras.

    O avistamento da jaguatirica em Bonito não apenas oferece uma oportunidade única para os visitantes apreciarem a fauna local, mas também serve como um lembrete sobre a necessidade urgente de proteger os habitats naturais e as espécies que habitam neles.