Tag: azeite falsificado

  • Governo proíbe nova marca de azeite:  já são mais de 20 marcas vetadas em 2025

    Governo proíbe nova marca de azeite:  já são mais de 20 marcas vetadas em 2025

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou nesta segunda-feira (20) no Diário Oficial da União a proibição total da venda do azeite da marca Ouro Negro em todo o território nacional. A medida também determina a apreensão imediata de todos os produtos da marca disponíveis no mercado.

    A decisão marca mais uma ação do governo federal no combate a azeites irregulares. Desde o início de 2025, mais de 20 marcas já foram banidas ou tiveram lotes específicos vetados pelas autoridades sanitárias e do Ministério da Agricultura. Somando-se às ações de 2024, o número de interdições ultrapassa 70 casos.

    Origem desconhecida e empresa com CNPJ suspenso

    De acordo com a Anvisa, o azeite Ouro Negro foi desclassificado pelo Ministério da Agricultura em fiscalização realizada em outubro de 2024, apresentando origem desconhecida. A situação se agrava pelo fato de a empresa responsável pela importação, Intralogística Distribuidora Concept Ltda, estar com o CNPJ suspenso na Receita Federal.

    Com a proibição, ficam vetadas todas as atividades relacionadas ao produto, incluindo comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e uso do azeite Ouro Negro.

    Onda de proibições revela fraudes no setor

    A lista de marcas proibidas em 2025 inclui nomes como Los Nobles (setembro), Vale dos Vinhedos (julho) e mais de 15 produtos vetados apenas no mês de junho, entre eles Serrano, Málaga, Campo Ourique, Santa Lucía e Villa Glória.

    As investigações do governo têm revelado uma série de irregularidades graves no mercado de azeites. Entre os principais problemas identificados desde 2024 estão:

    Adulteração e falsificação de produtos

    Presença de óleos vegetais misturados ao azeite

    Importação por empresas sem registro no Brasil

    Descumprimento de normas sanitárias e de rotulagem

    Falta de licenciamento junto às autoridades competentes

    Incerteza sobre a real origem e composição dos produtos

    Como se proteger de azeites fraudulentos

    Especialistas recomendam atenção redobrada na hora da compra. Produtos com preços muito abaixo da média do mercado devem levantar suspeitas, assim como azeites vendidos a granel, sem identificação adequada.

    Consumidores podem verificar a situação de marcas e lotes através dos sites oficiais da Anvisa e do Ministério da Agricultura. O Cadastro Geral de Classificação (CGC) permite confirmar se a empresa importadora ou produtora possui registro válido, requisito obrigatório para comercialização de azeites no Brasil.

    A orientação é sempre priorizar produtos com envase recente e verificar se a marca não consta nas listas de proibições antes de efetuar a compra. A fiscalização continua ativa, com novas operações previstas para os próximos meses.

    Lista completa das marcas proibidas em 2025:

    Ouro Negro, Los Nobles, Vale dos Vinhedos, Serrano, Málaga, Campo Ourique, Santa Lucía, Villa Glória, Alcobaça, Terra de Olivos, Casa do Azeite, Terrasa, Castelo de Viana, San Martín, Grego Santorini, La Ventosa, Escarpas das Oliveiras, Almazara, Quintas D’Oliveira, Alonso, Doma e Azapa.

  • Guerra ao azeite falsificado: Anvisa proíbe mais duas marcas

    Guerra ao azeite falsificado: Anvisa proíbe mais duas marcas

    A Anvisa proibiu nesta segunda-feira (26) a venda, distribuição, fabricação, propaganda e uso dos azeites das marcas La Ventosa e Grego Santorini.As autoridades determinaram a retirada de todos os lotes dessas marcas do mercado, pois apresentam origem desconhecida e pertencem a empresas embaladoras com CNPJs suspensos por inconsistências cadastrais na Receita Federal. A Caxias Comércio de Gêneros Alimentícios embalava o azeite La Ventosa, enquanto a Intralogística Distribuidora Concept era responsável pelo Grego Santorini.

    A decisão foi publicada no Diário Oficial da União após denúncia do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), que identificou irregularidades durante fiscalizações e apreendeu lotes dos produtos. Os testes físico-químicos apontaram que os azeites não atendem aos padrões de identidade e qualidade, sendo considerados impróprios para o consumo. Além disso, as rotulagens apresentavam apenas informações das embaladoras, sem comprovação de origem ou registro sanitário.

    Caça ao azeite falsificado

    Na última semana, a Anvisa já havia proibido outras marcas pelo mesmo motivo: Alonso, Quintas D’Oliveira, Almanara e Escarpas das Oliveiras. O órgão orienta que consumidores evitem o uso dos azeites proibidos. E que estabelecimentos comuniquem imediatamente as Vigilâncias Sanitárias municipais caso encontrem esses produtos à venda.

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  • Saiba como evitar azeite falso

    Saiba como evitar azeite falso

    O mercado brasileiro de azeite de oliva enfrenta desafios sérios com a proliferação de fraudes que envolvem a adulteração do produto, um problema agravado por fatores econômicos e pela fiscalização ainda insuficiente. A recente quebra na safra das oliveiras na Europa — principal produtora mundial — impulsionou uma elevação nos preços e reduziu a oferta do produto no mercado, criando condições propícias para práticas fraudulentas.

    Empresas oportunistas têm aproveitado esse cenário para adulterar o azeite de oliva, misturando-o com óleos vegetais mais baratos, como os de soja e girassol, sem informar aos consumidores. Essa prática visa reduzir custos e aumentar os lucros, uma vez que o azeite puro tem um valor de mercado elevado. Especialistas apontam que o status do azeite como produto premium e sua alta rentabilidade tornam-no um alvo recorrente de fraudes. Isso se intensifica em um mercado saturado, com forte concorrência de produtos de baixo custo importados.

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    A fiscalização do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) tem intensificado as ações de controle, com interdições e multas para empresas infratoras. Neste ano, diversas marcas foram proibidas de serem comercializadas após análises detectarem irregularidades. Entre as marcas desclassificadas estão: Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira e outras, que apresentaram misturas não identificadas de óleos vegetais, representando riscos à saúde do consumidor. Algumas empresas responsáveis também estavam irregulares junto à Receita Federal, o que reforça as suspeitas de irregularidades na cadeia de distribuição.

    Fiscalização e controle para evitar compra de azeite falso

    O controle ainda esbarra na falta de uma cadeia de rastreabilidade eficaz e em métodos de análise que demandam tecnologias avançadas. Para identificar um azeite adulterado, é importante ficar atento a alguns sinais:

    • Preços muito baixos: desconfie se o valor for significativamente menor que o de outros azeites.
    • Checar o registro: verifique se a empresa está registrada no Ministério da Agricultura.
    • Evitar produtos a granel: azeites vendidos dessa forma tendem a ser mais vulneráveis a adulterações.
    • Analisar a validade e os ingredientes: produtos de má qualidade podem apresentar dados inconsistentes.
    • Escolher azeites com envase recente: quanto mais recente o envase, menor a chance de alterações ou deteriorações no produto.

    Essas práticas, combinadas com a intensificação da fiscalização e campanhas educativas, são essenciais para proteger o consumidor de comprar um azeite falso.

  • Saiba o motivo de tanto azeite de oliva falso no mercado

    Saiba o motivo de tanto azeite de oliva falso no mercado

    A recente série de fraudes envolvendo azeites de oliva no Brasil revela um problema multifacetado, impulsionado por fatores econômicos e pela falta de fiscalização rigorosa. Um dos motivos pelo crime é o atual preço do produto, que graças a uma quebra da safra das oliveiras, está em falta no mercado.

    Com isso, o produto está mais difícil de ser encontrado, e o preço, mais elevado. Como o consumidor continua querendo o azeite em suas compras, fica tentador para empresas sem preocupação com o cliente partir para a adulteração, principalmente utilizando marcas novas com nomes pomposos para chamar a atenção.

    A tendência é que essa falta da matéria prima na Europa, principal produtor e consumidor do azeite, continue nos próximos anos, então a previsão de retorno aos preços em que o consumidor brasileiro está acostumado é muito quase nula.

    Adulteração do azeite de oliva

    A adulteração ocorre principalmente pela mistura do azeite com outros óleos vegetais mais baratos, como soja e girassol, sem informar ao consumidor. Essa prática visa reduzir os custos de produção e aumentar as margens de lucro, já que o azeite de oliva possui um valor elevado no mercado.

    Segundo especialistas, a alta lucratividade associada ao azeite — e a percepção do consumidor de que é um produto premium — torna a prática tentadora para empresas desonestas. Muitas marcas recorrem a essa fraude para se manterem competitivas em um mercado saturado e marcado pela forte concorrência de produtos importados de baixo custo.

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    Além disso, o controle ainda é considerado insuficiente, e a detecção de adulterações demanda tecnologia e análise criteriosa, algo que nem sempre é realizado com frequência ou de forma abrangente no país.

    Outro fator que contribui é a ausência de uma cadeia de rastreabilidade bem estabelecida, o que facilita o comércio de produtos de origem duvidosa. Como resultado, consumidores correm o risco de adquirir um azeite que, na verdade, não possui as características nutricionais e de qualidade esperadas, o que afeta também a confiança no mercado como um todo.

    Atuação da fiscalização

    O Ministério da Agricultura tem intensificado as fiscalizações e aplicando medidas mais rígidas contra fraudes, interditando lotes e multando empresas envolvidas. Mas especialistas reforçam a importância de regulamentações mais rigorosas e de campanhas educativas para orientar os consumidores sobre como identificar produtos adulterados.

    Neste ano, o Ministério da Agricultura proibiu a venda de diversas marcas de azeite de oliva devido a irregularidades e adulterações. Entre as marcas que tiveram seus produtos desclassificados estão: Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira, Serrano, Oviedo, Imperial, Ouro Negro, Carcavelos, Pérola Negra e La Ventosa. Essas marcas foram consideradas impróprias para consumo após análises que mostraram não conformidade com os padrões estabelecidos. Em algumas delas, a adulteração envolveu a mistura de outros óleos vegetais não identificados, um risco para a saúde do consumidor. Além disso, as empresas responsáveis estavam em situação irregular junto à Receita Federal, reforçando as suspeitas de fraude.

    Para identificar um azeite adulterado, é importante ficar atento a alguns sinais:

    • Preços muito baixos: desconfie se o valor for significativamente menor que o de outros azeites.
    • Checar o registro: verifique se a empresa está registrada no Ministério da Agricultura.
    • Evitar produtos a granel: azeites vendidos dessa forma tendem a ser mais vulneráveis a adulterações.
    • Analisar a validade e os ingredientes: produtos de má qualidade podem apresentar dados inconsistentes.
    • Escolher azeites com envase recente: quanto mais recente o envase, menor a chance de alterações ou deteriorações no produto.

    Essas medidas ajudam a reduzir os riscos de adquirir um azeite fraudado e garantir a qualidade do produto. Caso você tenha comprado algum dos produtos citados, recomenda-se procurar o estabelecimento para uma substituição, conforme as diretrizes do Código de Defesa do Consumidor​

  • Azeite de oliva – MAPA divulga nova lista de marcas impróprias para consumo

    Azeite de oliva – MAPA divulga nova lista de marcas impróprias para consumo

    Nesta quinta-feira (3), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) divulgou uma lista com 11 marcas de azeite de oliva que foram desclassificadas e consideradas impróprias para consumo.

    As marcas afetadas incluem Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira, Serrano, Oviedo, Imperial, Ouro Negro, Carcavelos, Pérola Negra e La Ventosa.

    O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária analisou os produtos e os desclassificou por não atenderem aos parâmetros estabelecidos pela Instrução Normativa nº 01/2012.

    Além disso, todas as empresas responsáveis por esses produtos estão com o CNPJ baixado junto à Receita Federal, indicando a possibilidade de fraude.

    Reincidência

    As marcas Serrano e Cordilheira haviam sido proibidas recentemente pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), e as análises físico-químicas do Mapa confirmam a suspeita de fraude nos produtos.

    O Mapa alerta que poderá responsabilizar supermercados e atacadistas que vendem produtos desclassificados e de procedência desconhecida, com base no Decreto nº 6.268/2007.

    Eles ainda analisam outras marcas e divulgarão uma nova lista assim que concluírem os resultados.

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    Os consumidores que adquiriram esses produtos devem interromper seu consumo imediatamente.

    Além disso, o consumidor deve solicitar a substituição conforme o Código de Defesa do Consumidor ou por meio do canal oficial Fala.BR do Mapa, informando o estabelecimento e o endereço onde adquiriu o produto.

    Lista por marcas

    Ao todo são 11 marcas: Málaga, Rio Negro, Quinta de Aveiro, Cordilheira, Serrano, Oviedo, Imperial, Ouro Negro, Carcavelos, Pérola Negra e La Ventosa. Reprodução MAPA

    Dicas ao Consumidor

    O azeite de oliva ocupa o segundo lugar entre os produtos alimentares mais fraudados no mundo, ficando atrás apenas do pescado. Portanto, para evitar fraudes, os consumidores devem adotar alguns cuidados ao escolher os produtos:

    • Desconfie sempre de preços abaixo da média.
    • Verifique se a empresa está registrada no Mapa.
    • Consulte a lista de produtos irregulares já apreendidos em ações do Mapa.
    • Evite comprar azeite a granel.
    • Esteja atento à data de validade e aos ingredientes contidos.
    • Opte por produtos com a data de envase mais recente.
  • Porque o azeite está caro?

    Porque o azeite está caro?

    O aumento significativo nos preços do azeite tem sido uma preocupação para consumidores e produtores. Vários fatores estão contribuindo para essa elevação de preços, que deve persistir por algum tempo.

    As condições climáticas adversas, como secas severas e temperaturas extremas, têm afetado a produção de azeitonas em países produtores, especialmente na Europa, que é responsável por uma grande parte da oferta global de azeite. Essas condições resultam em safras menores e, consequentemente, em preços mais altos.

    Além disso, o consumo de azeite tem crescido globalmente, impulsionado por uma maior conscientização sobre os benefícios à saúde associados ao seu uso, como a dieta mediterrânea. Esse aumento na demanda, combinado com a oferta limitada, pressiona ainda mais os preços.

    O aumento nos custos de produção, incluindo mão de obra, fertilizantes e transporte, também tem impactado o preço final do azeite. A inflação e as interrupções nas cadeias de suprimento devido a eventos globais recentes têm exacerbado essa situação.

    A especulação nos mercados financeiros também pode influenciar os preços do azeite, levando a flutuações que não necessariamente refletem as condições reais de oferta e demanda.

    Até quando essa situação deve durar?

    Os especialistas preveem que os preços do azeite continuarão elevados pelo menos até o final deste ano. A recuperação das safras depende das condições climáticas nos próximos meses e da capacidade dos produtores de se adaptarem às novas realidades do mercado. Além disso, se a demanda continuar alta enquanto a oferta permanecer restrita, é provável que os preços se mantenham em patamares elevados por um período prolongado.

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    Em resumo, o preço do azeite está alto devido a uma combinação de fatores climáticos adversos, aumento da demanda global e custos de produção crescentes. As expectativas indicam que essa tendência deve persistir até que as condições do mercado se estabilizem.

    Azeite falsificado

    Nos últimos meses, operações em todo o Brasil revelaram um aumento preocupante na venda de azeites de oliva adulterados. A “Operação Getsêmani”, conduzida pelo Ministério da Agricultura (Mapa) em conjunto com as polícias Civil e Militar, resultou na apreensão de mais de 100 mil litros de azeite falsificado.

    O esquema envolvia a adulteração de azeite extravirgem com óleo de soja em uma fábrica clandestina no Rio de Janeiro, e a distribuição desse produto para supermercados em várias regiões do país. A fraude, que causou um prejuízo estimado em R$ 8,1 milhões, representa um risco à saúde pública, já que produtos adulterados podem conter substâncias prejudiciais à saúde​.

    O Mapa também alerta os consumidores a ficarem atentos a preços muito baixos e a rótulos com informações incompletas ou suspeitas. Marcas reconhecidas e com boa procedência são sempre a melhor escolha para evitar problemas.

    Produtos fora de padrão

    Nesta semana, o Ministério da Agricultura determinou o recolhimento de 12 lotes de azeites de oliva no Brasil, após análises laboratoriais confirmarem que os produtos não atendem aos padrões de identidade e qualidade exigidos. As irregularidades identificadas incluem fraudes nos ingredientes e formulações dos azeites. Ao todo, 82 mil litros de azeite foram apreendidos, representando 10 marcas de oito empresas diferentes. O Ministério orienta que consumidores evitem o consumo desses produtos e os devolvam aos pontos de venda onde foram adquiridos.

    O azeite de oliva é um dos produtos mais frequentemente adulterados globalmente, ficando atrás apenas do pescado em termos de fraudes. Para se proteger, o Ministério recomenda que os consumidores desconfiem de preços muito baixos, verifiquem a validade e optem por produtos com engarrafamento recente. Além disso, estão sendo investigados outros lotes que podem apresentar irregularidades e aguardam resultados definitivos.

    Essa operação faz parte de uma fiscalização contínua para garantir a qualidade dos produtos alimentícios no mercado brasileiro, com foco na proteção dos consumidores