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  • Estudo indica que qualidade do azeite influencia saúde cerebral

    Estudo indica que qualidade do azeite influencia saúde cerebral

    Nem todo azeite faz o mesmo pelo seu cérebro. É o que aponta uma pesquisa recente da Universitat Rovira i Virgili, da Espanha, publicada no portal científico ScienceDaily em abril de 2026. O estudo acompanhou adultos por dois anos e comparou os efeitos de diferentes tipos de azeite na saúde cerebral, sendo o primeiro estudo prospectivo em humanos a analisar a relação entre consumo de azeite, microbiota intestinal e função cognitiva.

    Os resultados jogam nova luz sobre uma escolha que parece banal no supermercado, mas pode ter consequências diretas para a memória e o raciocínio ao longo dos anos.

    O que o estudo testou e quem participou

    A pesquisa envolveu 656 adultos entre 55 e 75 anos com sobrepeso ou obesidade e síndrome metabólica, e os dados fazem parte do projeto PREDIMED-Plus, que investiga a relação entre alimentação, saúde metabólica e risco cardiovascular.

    Os pesquisadores monitoraram a dieta dos participantes ao longo de dois anos, com foco no consumo de azeite extravirgem e refinado. Além do acompanhamento da alimentação, o estudo realizou análises da microbiota intestinal e avaliou mudanças na memória e na função cognitiva. Os grupos foram comparados, e o contraste entre os resultados chamou atenção.

    O que o azeite extravirgem fez diferente

    Pessoas que utilizavam regularmente azeite extravirgem apresentaram melhor desempenho em testes cognitivos e maior diversidade de bactérias intestinais, considerada um indicador importante de saúde metabólica e intestinal. Já aqueles que consumiam principalmente o tipo refinado seguiram caminho oposto.

    Um dos microrganismos observados foi o gênero Adlercreutzia, apontado como possível marcador dessa relação. Segundo os autores, a presença dessas bactérias pode estar ligada aos efeitos observados no cérebro por meio do eixo intestino-cérebro.

    Esse eixo funciona como uma via de comunicação bidirecional entre o intestino e o sistema nervoso central. Quando a microbiota está equilibrada, essa conversa flui bem. Quando não está, as consequências chegam até o cérebro.

    Por que o tipo de azeite muda tudo

    A diferença entre os dois produtos vai muito além do rótulo. Enquanto o azeite extravirgem é feito por meio da extração mecânica a frio, o que preserva nutrientes essenciais, o refinado passa por processos químicos e térmicos para neutralizar sabores e odores de frutos de menor qualidade, resultando em um produto final com menos benefícios.

    Esse processamento reduz substâncias bioativas presentes no azeite extravirgem, como antioxidantes, polifenóis e vitaminas, investigadas por seu papel na saúde cerebral e metabólica. Em outras palavras, o produto que chega refinado às prateleiras perdeu justamente o que tornava o azeite valioso.

    “Esta pesquisa reforça a ideia de que a qualidade da gordura que consumimos é tão importante quanto a quantidade. O azeite extravirgem não somente protege o coração, mas também pode ajudar a preservar o cérebro durante o envelhecimento”, afirmou o cientista Jordi Salas-Salvadó, que liderou o estudo.

    O envelhecimento cerebral no centro do debate

    Os pesquisadores destacam que os resultados se inserem no contexto do aumento de casos de declínio cognitivo em populações envelhecidas, e o estudo aponta a dieta como um dos fatores associados à preservação da função cerebral ao longo do tempo.

    Não se trata de um achado isolado. Uma pesquisa de Harvard apontou que uma dieta rica em azeite de oliva reduz o risco de morte por demência e Alzheimer em até 25%, e que substituir apenas uma colher de chá de margarina e maionese pelo equivalente em azeite por dia foi associado a um risco 5 a 12% menor de morrer de demência.

    Porém, os novos dados vão além da quantidade consumida. Eles indicam que o tipo de azeite importa tanto quanto a frequência de uso, o que muda a conversa sobre como escolher esse produto no dia a dia.

    O que observar na hora da compra

    A ciência está apontando um caminho prático. Para garantir a qualidade, vale preferir azeites com acidez igual ou inferior a 0,8% indicada no rótulo, escolher embalagens de vidro escuro que protejam contra a luz, verificar a data de envase e optar por marcas que informem a origem das azeitonas.

    A identificação de bactérias associadas ao efeito protetor pode ajudar a entender melhor como a alimentação influencia a saúde cerebral e contribuir para novas estratégias de prevenção voltadas ao envelhecimento e ao declínio cognitivo.

    Por enquanto, a mensagem mais clara que o estudo entrega é direta: na hora de colocar o azeite no carrinho, a qualidade do produto não é detalhe. Pode ser, literalmente, uma questão de saúde mental.

  • O que ninguém te conta na gôndola: os segredos do azeite extra virgem de qualidade

    O que ninguém te conta na gôndola: os segredos do azeite extra virgem de qualidade

    O preço ainda guia a maioria das decisões de compra de azeite no Brasil. Mas especialistas advertem que os critérios mais relevantes (composição química, origem das azeitonas e controle de qualidade)  ficam invisíveis na gôndola e fazem diferença real no sabor e nos benefícios à saúde.

    “O consumidor evoluiu e hoje busca mais informação, mas o mercado ainda não traduz com clareza o que de fato diferencia um azeite de outro. Nem todo extra virgem entrega o mesmo valor nutricional, e essa é uma discussão que precisa avançar”, afirma Eduardo Casarin, diretor da Filippo Berio no Brasil.

    O azeite de oliva extra virgem ocupa posição central na dieta mediterrânea, modelo alimentar associado à longevidade e à redução do risco de doenças cardiovasculares. Seu principal trunfo são os compostos fenólicos, antioxidantes naturais que variam expressivamente conforme a qualidade do produto.

    O que a ciência comprova

    A relação entre azeite e saúde tem respaldo científico sólido. Um ensaio clínico randomizado publicado no Journal of Nutrition mostrou que o consumo de azeite rico em polifenóis reduziu de forma significativa partículas de LDL e sua oxidação, fatores diretamente ligados ao risco cardiovascular. A Autoridade Europeia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) também reconhece que os compostos fenólicos do azeite contribuem para a redução do colesterol LDL e da pressão arterial.

    Um estudo clínico recente reforça esse cenário: azeites extra virgem com maior teor de polifenóis apresentam propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e cardioprotetoras mais intensas.

    Como escolher um azeite extra virgem de qualidade

    Foto: Divulgação/Filippo Berio

    Como o rótulo não revela tudo, vale pesquisar antes da compra. Sites oficiais das marcas, certificações, avaliações de especialistas e dados sobre o processo produtivo ajudam a fazer uma escolha mais consciente. Veja os critérios principais:

    1. Classificação correta

    Prefira produtos identificados como “azeite de oliva extra virgem”, obtidos exclusivamente por processos mecânicos, como a prensagem a frio. Não se deixe enganar por imagens e ilustrações no rótulo — leia a denominação com atenção.

    1. Embalagem adequada

    Garrafas escuras e latas protegem os compostos fenólicos da luz, retardando a oxidação. Esse detalhe impacta diretamente a conservação dos nutrientes.

    1. Frescor e tempo de processamento

    O intervalo entre colheita e extração influencia a concentração de polifenóis, mas essa informação raramente consta no rótulo. Uma alternativa é buscar nos sites das marcas dados sobre rapidez no processamento das azeitonas, um indicativo de cuidado com o frescor.

    1. Certificações e auditorias independentes

    Selos de qualidade e certificações internacionais indicam maior controle produtivo e padronização. São um atalho confiável para filtrar opções em um mercado saturado.

    O que observar no rótulo

    Mesmo com limitações, o rótulo oferece pistas úteis:

    Imagem gerada por IA
    • Denominação do produto: priorize “azeite de oliva extra virgem”
    • Origem da marca: pesquise a empresa, sua tradição no setor e a transparência sobre seus processos
    • Tipo de embalagem: escura ou em lata é melhor
    • Certificações: selos de segurança alimentar indicam maior rigor na produção

    Sustentabilidade e tecnologia na cadeia produtiva

    A qualidade do azeite começa no campo. Empresas mais estruturadas investem em tecnologia para preservar nutrientes em cada etapa, da colheita ao envase, e adotam práticas sustentáveis, como uso de energia renovável e redução de emissões.

    “Quando falamos de qualidade, estamos falando de uma cadeia inteira, que começa no campo e passa por seleção rigorosa, controle técnico e avaliação sensorial. Esse conjunto de fatores garante não apenas o sabor, mas também a preservação dos compostos que a ciência já reconhece como benéficos à saúde”, explica Casarin.

    Escolher bem um azeite vai além de comparar preços na prateleira. Com informação e critérios claros, é possível equilibrar custo, qualidade e benefícios reais à saúde.

  • Azeite extra virgem: saiba identificar qualidade e evitar golpes no mercado

    Azeite extra virgem: saiba identificar qualidade e evitar golpes no mercado

    O azeite de oliva extra virgem é um dos ingredientes favoritos dos brasileiros para dar sabor e sofisticação aos pratos. Seja para temperar saladas, finalizar receitas ou preparar molhos, ele é indispensável na cozinha. No entanto, assim como em outros produtos nobres, o azeite enfrenta um problema sério: a falsificação. “O azeite extra virgem é um dos produtos mais falsificados no mundo”, alerta Eduardo Casarin, country manager Brasil & Latam da Filippo Berio.

    Diante da variedade imensa de produtos nas prateleiras, o consumidor pode se sentir perdido. Como garantir a qualidade e levar para casa um azeite autêntico? A resposta começa pela leitura atenta do rótulo. Casarin recomenda priorizar as expressões “extra virgem”, “extração a frio” ou “primeira prensagem a frio”. Esses termos indicam que o óleo passou por processos cuidadosos que mantêm o frescor, os nutrientes e o sabor original das azeitonas.

    Outro ponto crucial é verificar o índice de acidez, um dos principais indicadores de qualidade. A legislação determina que o azeite extra virgem deve ter, no máximo, 0,8% de acidez. “Quanto menor a acidez, menor a oxidação e melhor a preservação dos componentes benéficos do azeite, como antioxidantes e ácidos graxos saudáveis”, explica Casarin.

    O especialista alerta também para os chamados “óleos compostos”. Muitas marcas comercializam azeites extra virgem misturados com óleos vegetais mais baratos, como soja ou girassol. Embora não representem riscos à saúde, esses produtos perdem as propriedades positivas do azeite puro. Para evitar decepções, “é fundamental ler o rótulo com atenção e verificar a composição completa do produto”, recomenda.

    Procedência

    Além disso, a procedência importa muito na hora da escolha. Azeites provenientes de países ou regiões com tradição — como Itália, Espanha e Portugal — e marcas reconhecidas internacionalmente costumam seguir rigorosos padrões de qualidade. A Filippo Berio, por exemplo, mantém um controle rigoroso para garantir autenticidade e segurança.

    Outro fator que passa muitas vezes despercebido é a embalagem. O azeite extra virgem é sensível à luz, por isso deve ser vendido em garrafas de vidro escuro ou latas. Embalagens transparentes expõem o óleo à luz, acelerando a oxidação e deterioração das características sensoriais. Em casa, o ideal é conservar o azeite em local fresco, seco, longe do fogão e da luz direta, com temperatura entre 15°C e 23°C.

    Muitos consumidores ainda se guiam pela cor do azeite na hora da compra, mas Casarin faz um alerta: “A cor não é um indicativo confiável de qualidade. Ela varia conforme o tipo e o grau de maturação da azeitona. Além disso, há relatos de uso ilegal de corantes para alterar a aparência do produto”.

    Por fim, o aroma do azeite é uma das melhores formas de avaliar seu frescor e pureza. Um azeite de boa qualidade tem cheiro de azeitona fresca, com nuances frutadas que lembram maçã verde, alcachofra e amêndoas. “O olfato é um parâmetro muito eficiente para identificar um azeite autêntico”, diz o country manager.

    Por que toda essa atenção é necessária? O azeite extra virgem é reconhecido por seus benefícios à saúde, incluindo a proteção cardiovascular, cerebral e metabólica. Produtos adulterados podem conter óleos inferiores ou até contaminantes, que comprometem esses efeitos positivos.

    “O nosso compromisso é garantir que o consumidor brasileiro tenha acesso a um azeite de oliva autêntico e seguro. Cada cuidado na escolha evita desperdício e protege a saúde”, conclui Eduardo Casarin.

  • Anvisa proíbe venda de azeite, molho e champignon; veja a lista

    Anvisa proíbe venda de azeite, molho e champignon; veja a lista

    A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (7/7), a suspensão e recolhimento de quatro produtos alimentícios após laudos laboratoriais apontarem resultados insatisfatórios, incluindo contaminação e irregularidades. Entre os itens estão polpa de morango, azeite extravirgem, champignon em conserva e molho de alho.

    Os consumidores devem evitar o consumo e verificar se possuem os lotes contaminados em casa. Confira a lista completa e os motivos da proibição

    Polpa de morango (marca De Marchi) – Matérias estranhas

    Lote afetado: 09437-181 (validade até 01/11/2026)

    Problema: presença de matérias estranhas (Lacen/SC)

    Ação da Anvisa: recolhimento e suspensão da venda

    Azeite extra virgem (marca Vale dos Vinhedos) – Origem desconhecida e fraude

    Fabricante/Importador: INTRALOGÍSTICA DISTRIBUIDORA CONCEPT LTDA (CNPJ 72.726.474/0002-07)

    Problema: origem não rastreada e falhas físico-químicas

    Ação da Anvisa: apreensão total e proibição de venda

    • Champignon em conserva (marca Imperador) – Excesso de dióxido de enxofre
    • Lote afetado: 241023CHI (validade 10/2026)
    • Problema: níveis acima do permitido de dióxido de enxofre (Lacen-DF)
    • Ação da Anvisa: recolhimento imediato

    • Molho de alho (marca Qualitá) – Contaminação por Conservante
    • Lote afetado: 29 (validade 01/2026)
    • Problema: 20,4 mg/kg de dióxido de enxofre (limite excedido)
    • Ação da Anvisa: suspensão da comercialização

    O que fazer se você tem esses produtos?

    • Não consuma os lotes listados.
    • Devolva ao local de compra ou descarte com segurança.
    • Acompanhe o Diário Oficial da União para atualizações.

    A Anvisa reforça: “A suspensão visa proteger a saúde pública. Empresas devem recolher os produtos imediatamente.”

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  • Entenda as diferenças entre os tipos de azeites

    Entenda as diferenças entre os tipos de azeites

    O azeite de oliva é um dos ingredientes mais valorizados na gastronomia mundial, mas nem todos conhecem as diferenças entre os tipos mais comuns de azeites: azeite virgem, extra virgem e outros tipos refinados.

    Entender essas diferenças é essencial para escolher o produto certo de acordo com suas necessidades culinárias e preferências de sabor e qualidade.

    Azeite extra virgem

    O azeite extra virgem é considerado a mais alta categoria de azeite de oliva. Ele é obtido diretamente das azeitonas e exclusivamente por processos mecânicos, sem a utilização de produtos químicos ou tratamentos de calor.

    Para ser classificado como extra virgem, o azeite deve ter uma acidez livre (expressa em ácido oleico) de até 0,8% e passar em rigorosos testes sensoriais que garantam a ausência de defeitos e a presença de aromas e sabores frutados. Esse tipo de azeite é ideal para temperar saladas, pães e finalizar pratos, oferecendo um sabor fresco e complexo.

    Azeite virgem

    O azeite virgem também é produzido por métodos mecânicos e é menos processado que as versões refinadas. Sua acidez pode chegar até 2%, e ele pode ter leves imperfeições sensoriais, embora mantenha boa parte das propriedades saudáveis e do sabor das azeitonas. O azeite virgem é uma opção mais acessível que o extra virgem. Ele pode ser usado tanto em cozimentos de baixa temperatura quanto em preparos frios.

    Azeites refinados e azeite comum

    Os azeites refinados passam por um processo de tratamento químico e térmico para remover impurezas e defeitos sensoriais. Por isso, eles têm uma acidez praticamente nula (geralmente inferior a 0,3%), mas também perdem uma parte significativa de seu sabor e benefícios nutricionais.

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    Esses azeites são frequentemente misturados com azeites virgens para melhorar seu sabor e cor, originando o azeite comum ou “azeite de oliva”, que costuma ser mais acessível e é indicado principalmente para cozimentos e frituras.

    Como não ser enganado

    Para evitar ser enganado na hora de escolher entre um dos vários tipos de azeites, é importante ficar atento a alguns aspectos:

    • Rotulagem: Verifique o rótulo do produto. Um azeite extra virgem legítimo terá informações claras sobre sua acidez (deve ser inferior a 0,8%) e a origem. Certifique-se de que o produto realmente traz essa classificação e não apenas a palavra “virgem” ou “puro”, que podem indicar misturas.
    • Acidez: A acidez não é algo perceptível ao paladar, mas sim um indicador de qualidade que pode ser verificado na embalagem. Azeites extra virgens têm acidez máxima de 0,8%, enquanto os virgens podem ter até 2%.
    • Data de colheita e validade: Um bom azeite deve indicar a data de colheita das azeitonas. Quanto mais recente, melhor o sabor e a qualidade. Além disso, preste atenção na data de validade para garantir que o azeite esteja fresco.
    • Cor e embalagem: A cor do azeite pode variar do verde intenso ao amarelo dourado, mas não indica qualidade. Já a embalagem é importante: prefira azeites em garrafas escuras, que protegem o produto da luz e preservam melhor suas propriedades.
    • Sabor e aroma: Se possível, experimente o azeite. O extra virgem tem sabor e aroma mais frutados, levemente picantes e amargos, indicativos de maior frescor e qualidade.
    • Preço: Azeites de qualidade, especialmente os extra virgens, tendem a ter um preço mais elevado devido ao processo de produção mais rigoroso. Desconfie de produtos com preços muito baixos para a categoria “extra virgem”.

    Com essas dicas, enfim, é possível escolher o azeite que realmente corresponde à sua classificação e qualidade esperada, evitando fraudes e garantindo que você tenha um produto autêntico na sua mesa.

    Como escolher o melhor azeite

    Para escolher o azeite ideal, leve em consideração o uso pretendido. O extra virgem é perfeito para pratos que exijam mais sabor e qualidade, enquanto o virgem é uma boa opção intermediária. Para cozimentos que requerem altas temperaturas, os azeites refinados podem ser mais adequados.

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    Os azeites extra virgem e virgem contêm antioxidantes naturais, como polifenóis, que ajudam na prevenção de doenças cardiovasculares e têm propriedades anti-inflamatórias. Os azeites refinados, por outro lado, apresentam uma menor quantidade desses compostos devido ao processo de refino.

    Sendo assim, conhecer essas diferenças ajuda a aproveitar melhor as qualidades de cada tipo de azeite, destacando suas características e otimizando suas aplicações na cozinha.