Tag: atacado

  • Sem alívio: carne bovina no atacado bate recorde histórico

    Sem alívio: carne bovina no atacado bate recorde histórico

    Os preços da carne bovina seguem firmes no mercado interno. Segundo o Cepea, a oferta limitada sustenta as cotações.

    Além disso, a demanda externa aquecida pressiona os valores da proteína no atacado. Esse movimento ocorre principalmente na Grande São Paulo.

    Dados do Cepea mostram que a carcaça casada bovina registra valorização em abril. O indicador considera traseiro, dianteiro e ponta de agulha.

    Até 20 de abril, o produto acumula alta de 4%. Na segunda-feira, 20, o preço atingiu R$ 25,41 por quilo à vista. Em termos reais, os valores foram corrigidos pelo IGP-DI de março de 2026. Assim, a média parcial de abril alcançou R$ 25,05 por quilo.

    Maior nível da série histórica

    Esse resultado representa o maior nível da série histórica do Cepea. A série começou em 2001 e mantém acompanhamento contínuo. Na comparação anual, o preço supera abril de 2025 em 11%. Além disso, o valor atual fica 44,8% acima de abril de 2024.

  • Batata tem forte alta nos principais atacados do país

    Batata tem forte alta nos principais atacados do país

    Os preços da batata registraram alta expressiva na última semana, segundo levantamento do Hortifrúti/Cepea. Entre 6 e 10 de outubro, a batata especial tipo ágata foi vendida a R$ 46 por saca de 25 kg no atacado de São Paulo, o que representa aumento de 22,2% em relação ao período anterior.

    Nos atacados do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte, as valorizações foram ainda maiores. O preço subiu 38,5%, para R$ 52 por saca, na capital fluminense, e 31,6%, para R$ 45 por saca, na capital mineira.

    Pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que o avanço das cotações não é surpresa. O movimento está ligado à desaceleração da safra de inverno, com a colheita em Vargem Grande do Sul (SP) se aproximando do fim.

    Atacadistas informam que o Cerrado Mineiro e o Sudeste Paulista são hoje as principais regiões fornecedoras do produto para as centrais.

    De acordo com o Hortifrúti/Cepea, a tendência é de novas altas nas próximas semanas, com o encerramento da colheita em Vargem Grande do Sul e a redução do ritmo de produção em outras praças.

  • Preço do tomate cai 19% no atacado de São Paulo

    Preço do tomate cai 19% no atacado de São Paulo

    O preço do tomate caiu com força no atacado paulista na última semana, segundo levantamento da Hortifrúti/Cepea.

    Entre 25 e 29 de agosto, a caixa do tomate salada 3A custou em média R$ 57 em São Paulo. O valor representa queda de 19,3% em relação à semana anterior.

    Em Campinas, a baixa foi de 11,3%, com a caixa vendida a R$ 82. Já no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, os preços ficaram estáveis em R$ 73 e R$ 60, respectivamente.

    Os pesquisadores do Hortifrúti/Cepea explicam que a queda resulta da maior produtividade e das temperaturas elevadas, que aceleraram a oferta. Para setembro, a previsão é de disponibilidade mais controlada, com o fim da colheita dos tomates tardios.

  • Preços dos ovos atingem patamares recordes em fevereiro

    Preços dos ovos atingem patamares recordes em fevereiro

    Os preços dos ovos registraram fortes altas em fevereiro, atingindo níveis recordes em termos reais, segundo levantamento do Cepea. A oferta reduzida no mercado interno e a demanda aquecida impulsionaram as cotações na maior parte do mês.

    Nesta semana, o ritmo de vendas desacelerou, comportamento típico do período. No entanto, a baixa disponibilidade do produto ainda sustenta os preços nas principais regiões acompanhadas pelo Cepea. Além disso, a onda de calor que atinge diversas áreas do país preocupa o setor, pois pode afetar a produção, a qualidade e a durabilidade dos ovos.

    Preços dos ovos

    Entre 12 e 19 de fevereiro, o preço do ovo branco a retirar (FOB) em Santa Maria de Jetibá (ES) subiu 1,1%, alcançando R$ 236,21 por caixa na quarta-feira (19). No mesmo período, a cotação do ovo vermelho avançou 5%, chegando a R$ 276,54 por caixa. Ambas as médias são recordes reais da série do Cepea, considerando valores ajustados pelo IGP-DI de janeiro de 2025.

    Mercado de frango mantém estabilidade no atacado, mas preço recua

    O preço do frango inteiro resfriado no atacado da Grande São Paulo atingiu média de R$ 8,36 por quilo até 19 de fevereiro, uma leve queda de 0,4% em relação a janeiro. Apesar da retração, o ritmo de vendas segue estável, segundo agentes consultados pelo Cepea.

    Enquanto os preços da carne de frango apresentam leve enfraquecimento, a carne suína registra alta expressiva. Já a carne bovina acumula desvalorizações mais intensas no atacado da Grande São Paulo.

    Com esse cenário, o frango aumentou sua competitividade em relação à carne suína na parcial de fevereiro, mas perdeu espaço frente à bovina.

     

  • Preços da carne bovina atingem a máxima do ano

    Preços da carne bovina atingem a máxima do ano

    Os preços de todos os cortes bovinos com osso no atacado de carne da Grande São Paulo subiram cerca de 4% nos últimos sete dias, segundo o Cepea. Com isso, a carcaça casada do boi gordo (junção do traseiro, do dianteiro e da ponta de agulha), alcançou o maior valor nominal deste ano.

    Análise sobre o aumento de preços

    Pesquisadores do Cepea apontam que a oferta dos frigoríficos diminuiu, enquanto o consumo aumentou. Fatores macroeconômicos, como o desemprego e a massa de rendimentos, estão favorecendo esse cenário, segundo atacadistas da região.

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    Exportações

    As exportações de carne bovina do Brasil alcançaram 248.061 toneladas em agosto de 2024, gerando uma receita de US$ 1,072 bilhão. Ou seja, este foi o melhor desempenho registrado para o mês de agosto na história das exportações brasileiras. Em comparação com o mesmo período de 2023, o volume de embarques cresceu 16,5%, enquanto o faturamento aumentou 13,7%. Além disso, no acumulado do ano, o Brasil já exportou 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 27,9% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 7,9 bilhões em receita, um aumento de 18,7%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

  • Cotações do boi gordo sobem 3% em setembro

    Cotações do boi gordo sobem 3% em setembro

    As cotações do boi gordo registraram alta no início de setembro, impulsionadas pela oferta limitada de animais prontos para abate. Segundo o Cepea, o Indicador CEPEA/B3 subiu 3,1% nos primeiros 10 dias do mês. Ou seja, passou de R$ 239,75 no final de agosto para R$ 247,20 em 10 de setembro.

    Pecuaristas esperam por mais aumentos

    Apesar da alta, os pecuaristas seguem resistentes em entregar os animais, esperando por valores mais elevados. No atacado, os preços da carne com osso também subiram, refletindo a demanda aquecida.

    Dados do IBGE mostram que o volume de abates no segundo trimestre bateu recorde, especialmente entre fêmeas, com 8,8 milhões de cabeças abatidas, representando 45,7% do total.

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    Exportações

    As exportações de carne bovina do Brasil alcançaram 248.061 toneladas em agosto de 2024, gerando uma receita de US$ 1,072 bilhão. Ou seja, este foi o melhor desempenho registrado para o mês de agosto na história das exportações brasileiras. Em comparação com o mesmo período de 2023, o volume de embarques cresceu 16,5%, enquanto o faturamento aumentou 13,7%. Além disso, no acumulado do ano, o Brasil já exportou 1,8 milhão de toneladas, um crescimento de 27,9% em relação ao ano anterior, totalizando US$ 7,9 bilhões em receita, um aumento de 18,7%, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

     

     

     

     

  • Preços da carne bovina caem no atacado

    Preços da carne bovina caem no atacado

    Os preços da carne bovina no atacado da Grande São Paulo registraram pequenas quedas nos últimos dias. Pesquisadores do Cepea apontam que os valores costumam enfraquecer na segunda quinzena do mês. Até o momento, não se observa impacto significativo da confirmação de foco da doença de Newcastle numa granja de frangos no Vale do Alto Taquari (RS) no mercado bovino.

    Preços da carne bovina

    Ao longo de julho, houve uma recuperação lenta das sucessivas baixas do primeiro semestre. Frigoríficos seguem preenchendo boa parte das escalas com animais já contratados. Em negociações spot, pecuaristas continuam firmes nos pedidos de preços maiores. Fora do estado de São Paulo, têm ocorrido alguns reajustes de preços.

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    Essas informações refletem a dinâmica atual do mercado bovino e os desafios enfrentados pelos frigoríficos e pecuaristas. As movimentações indicam que, apesar das quedas no atacado, o preço da arroba permanece estável.