Tag: Associação Brasileira de Proteína Animal

  • ABPA nomeia novo gerente-executivo de mercados

    ABPA nomeia novo gerente-executivo de mercados

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) confirmou a contratação de Estevão Carvalho como seu novo gerente-executivo da área de mercados. O profissional será responsável por liderar as estratégias de comércio nacional e internacional da avicultura e suinocultura brasileiras, setores fundamentais para a economia do país.

    Estevão Carvalho terá a missão de coordenar temas relacionados ao acesso a mercados, negociações bilaterais, inteligência de mercado e relacionamento com stakeholders, fortalecendo a posição do Brasil no cenário global da proteína animal.

    Formado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e com MBA em Negócios Internacionais pela Fundação Instituto de Administração (FIA), Carvalho acumula cerca de 15 anos de experiência no comércio global. Sua trajetória inclui passagens pela Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC), Câmara de Comércio Árabe Brasileira — onde atuou como diretor de novos negócios — e pela BRF, focando em relações institucionais internacionais nos mercados do Oriente Médio e África.

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  • Gulfood 2025 – ABPA lança novo branding da marca Brazilian Chicken

    Gulfood 2025 – ABPA lança novo branding da marca Brazilian Chicken

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), em colaboração com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), apresentou esta semana o novo branding da marca setorial internacional Brazilian Chicken durante a Gulfood 2025, uma das maiores feiras de alimentos do mundo.

    O lançamento foi marcado por um vídeo que destaca os atributos tradicionais do setor, como a qualidade dos produtos, a sustentabilidade da produção e o status sanitário do plantel avícola brasileiro. A nova abordagem incorpora um novo elemento: a “paixão por produzir”. E enfatiza a dedicação de todos os envolvidos na cadeia produtiva avícola e seu compromisso com a segurança alimentar global.

    “A nova marca e o branding do Brazilian Chicken fazem parte de uma estratégia para reforçar a posição do Brasil no mercado internacional como um parceiro confiável na segurança alimentar. Como exportadores, nosso foco é complementar a produção local em diversos países. A ‘paixão por produzir’ e a ‘união de esforços’ são valores que queremos destacar nesta nova fase”, afirmou Isis Sardella, gerente de marketing da ABPA.

    Gulfood 2025

    O novo branding foi um dos destaques da participação da ABPA na Gulfood 2025. 23 agroindústrias brasileiras estão envolvidas em rodadas de negócios para prospectar novos clientes internacionais. O espaço da ABPA também oferece degustações e diversas ações promocionais para apresentar os produtos brasileiros.

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, comentou sobre a importância do evento. “A Gulfood é uma feira focada no mercado árabe, mas atrai importadores de todo o mundo. Este é o momento ideal para lançarmos nossa nova mensagem, que prioriza a parceria na segurança alimentar.”

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  • Ministério da Agricultura, ABPA, Angus e ApexBrasil reagem a declaração de CEO do Carrefour

    Ministério da Agricultura, ABPA, Angus e ApexBrasil reagem a declaração de CEO do Carrefour

    Representantes do governo brasileiro e da indústria de carnes reagiram à declaração do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard. Ele anunciou que a rede varejista na França não comprará mais carnes provenientes dos países do Mercosul. O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Associação Brasileira de Proteína Animal avaliaram o posicionamento do executivo como infundado e protecionista.

    Bompard fez a afirmação em uma carta endereçada à Federação Nacional dos Sindicatos de Agricultores da França. Ela foi amplamente divulgada após ele compartilhar uma imagem do documento em seu perfil no LinkedIn.

    Na carta, o CEO expressa preocupações sobre o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia. E fala do “risco de inundação” do mercado francês com carne que, segundo ele, não atende às exigências e normas estabelecidas.

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    O Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil e a APBA – Associação Brasilera de Proteina Animal, que representa a indústria de carnes, criticaram a postura do Carrefour. Segundo eles, a decisão carece de fundamento técnico e representa um protecionismo que pode prejudicar as relações comerciais.

    A resposta oficial destaca o compromisso do Brasil com as boas práticas agrícolas. E também a conformidade com as legislações internacionais, reiterando a qualidade das carnes brasileiras.

    Leia a nota do Ministério da Agricultura e Pecuária

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) reitera a qualidade e compromisso da agropecuária brasileira com a legislação e as boas práticas agrícolas, em consonância com as diretrizes internacionais.

    Diante disso, rechaça as declarações do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, quanto às carnes produzidas pelos países do Mercosul.

    No que diz respeito ao Brasil, o rigoroso sistema de Defesa Agropecuária do Mapa garante ao país o posto de maior exportador de carne bovina e de aves do mundo, mantendo relações comerciais com aproximadamente 160 países, atendendo aos padrões mais rigorosos, inclusive para a União Europeia que compra e atesta, por meio de suas autoridades sanitárias, a qualidade e sanidade das carnes produzidas no Brasil há mais de 40 anos.

    Vale reiterar que o Brasil possui uma das legislações ambientais mais rigorosas do mundo e atua com transparência no setor. Apresentou à União Europeia propostas de modelos eletrônicos que contemplam as etapas iniciais do Regulamento de Desmatamento da União Europeia (EUDR), demonstrando compromisso com uma produção rastreável e transparente, sendo que os modelos privados de rastreabilidade são amplamente reconhecidos e aprovados pelos mercados europeus.

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    O Mapa lamenta tal postura que, por questões protecionistas, influenciam negativamente o entendimento de consumidores sem quaisquer critérios técnicos que justifiquem tais declarações.

    O posicionamento do Mapa é de não acreditar em um movimento orquestrado por parte de empresas francesas visando dificultar a formalização do Acordo Mercosul – União Europeia, debatido na reunião de cúpula do G20 nesta semana. O Mapa não aceitará tentativas vãs de manchar ou desmerecer a reconhecida qualidade e segurança dos produtos brasileiros e dos compromissos ambientais brasileiros.

    Mais uma vez, o Mapa reitera o compromisso da agropecuária brasileira com a qualidade, sanidade e sustentabilidade dos alimentos produzidos no Brasil. E também para contribuir com a segurança alimentar e nutricional de todo o mundo.

    Nota da ABPA

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lamenta a infeliz e infundada declaração do CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, em nota publicada na rede social X. Ele se utiliza de argumentos equivocados ao dizer que as carnes produzidas pelos países-membros do Mercosul não respeitam os critérios e normas do mercado francês.

    A argumentação é claramente utilizada para fins protecionistas. E ressoa uma visão errônea de produtores locais contra o necessário equilíbrio de oferta de produtos de seu próprio mercado. Isso se faz por meio da complementariedade, com produtos de alta qualidade e que atendam a todos os critérios determinados pelas autoridades sanitárias dos países importadores, como é o caso da proteína brasileira.

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    A manifestação de Bompard foge à lógica de uma organização global, com forte presença no Brasil. Que deve atuar dentro dos princípios da competividade e respeito ao livre mercado.

    Por fim, a ABPA lembra que o protecionismo é, também, uma atitude de desrespeito aos princípios de sustentabilidade. Ao impulsionar o bloqueio injustificado à produtos provenientes de regiões com melhor capacidade de produção com respeito às questões ambientais, o Senhor Bompard coloca os consumidores de suas lojas em uma lógica de consumo com mais emissões e sob maior pressão inflacionária e menor acesso às classes menos favorecidas.

    Angus vê com grande preocupação declaração de CEO do Carrefour na França

    A Associação Brasileira de Angus e Ultrablack vê com extrema preocupação a manifestação do CEO do Carrefour na França, Alexandre Bompard, publicada em rede social, desqualificando as carnes produzidas pelos países membros do Mercosul.

    Trata-se de uma declaração improcedente e que acarreta sérios prejuízos à imagem e à reputação da proteína brasileira, produzida a partir de um trabalho sério e responsável feito por criadores e empresas do setor. E ainda mais grave quando a mesma é proferida por um executivo de uma companhia global com ampla ligação com o nosso país.

    No caso específico do Angus, há 21 anos estimulamos os criadores a investirem em melhoramento genético, qualidade, padronização e sustentabilidade. Isso  para oferecer aos consumidores um produto diferenciado, que atenda a altos padrões de excelência.

    Hoje, o Programa Carne Angus Certificada é referência para o mundo em produção de carne premium. Está presente nos mais exigentes mercados como China, Chile, Holanda e Arábia Saudita, nossos maiores compradores. Igualmente, criamos certificações para o varejo e de sustentabilidade, reforçando ainda mais a qualidade do produto que chega às mesas de todo o Brasil e diferentes nações.

    Quando líderes mundiais discutem a fome e a ampliação do acesso de mais e melhores alimentos, medidas protecionistas como a anunciada pelo executivo colocam em risco esses esforços.

    Reiteramos a qualidade da carne Angus do Brasil e esperamos que o bom senso prevaleça, em respeito à proteína produzida pelo Mercosul, ao trabalho de milhares de pessoas e ao livre mercado.

    Nota oficial da ApexBrasil

    A ApexBrasil considera lamentável declaração feita nesta quarta-feira pelo CEO do Carrefour, Alexandre Bompard, de que a empresa não comercializará mais carne proveniente do Mercosul.
    Em nossa missão de promover as exportações brasileiras, temos participado dos esforços do governo e do setor privado que tornaram o Brasil e seus parceiros do Mercosul os principais fornecedores de proteína animal do mundo. Assegurando a segurança alimentar de populações dos mais diversos países.
    Entendemos não haver motivos razoáveis para restrições à carne produzida no Mercosul. Seguimos os mais rigorosos padrões sanitários e ambientais, que garantem sua qualidade em todas as operações de venda de proteína brasileira ao exterior. Qualidade reconhecida por mais de 160 países, inclusive pela União Europeia.
    A ApexBrasil vem trabalhando, em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) e com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), no estímulo ao crescimento das exportações brasileiras do setor e na abertura de novos mercados mundo afora.
    Muito estranhamos tal movimento por parte da gigante do varejo francês, em meio a pressões protecionistas em seu país. Isso no momento em que Mercosul e União Europeia estão próximos de fechar o ambicionado acordo que formará o maior mercado do planeta. Beneficiando enormemente as populações dos países signatários.

    Próximos capítulos

    Com o tamanho da repercussão da fala do CEO, e os impactos que isso pode ter no mercado, podemos esperar novas falar de todos os lados durante a semana.

    A França mantém um histórico de proteger seus produtos do agronegócio. E, considerando que a declaração pode prejudicar a imagem do Carrefour no Brasil, é possível uma reviravolta, assim como ocorreu recentemente com a Danone.

    Acompanhe o Agro em Campo para descobrir os desdobramentos dessa situação nos próximos dias.

  • ABPA lança campanha que exalta tecnologia na avicultura e suinocultura brasileiras

    ABPA lança campanha que exalta tecnologia na avicultura e suinocultura brasileiras

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) lançou uma nova campanha nas redes sociais. E que destaca o alto nível tecnológico empregado na cadeia de proteína animal do Brasil. Produzida pela Agência Capella, de Porto Alegre, a campanha busca mostrar um lado pouco conhecido do setor. Lado em que soluções inovadoras e tecnologia de ponta atuam em conjunto para gerar produtos de qualidade, sustentáveis e seguros.

    As imagens da campanha abordam todo o processo de produção de alimentos, desde a genética avançada até as indústrias com ampla automação e tecnologia, incluindo as granjas, onde o monitoramento total faz a diferença na competitividade do setor.

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    Segundo o presidente da ABPA, Ricardo Santin, o objetivo da campanha é trazer uma visão intrassetorial da produção avícola e suinícola, mostrando que esses setores estão entre os mais tecnologicamente avançados do país. “Nosso propósito é romper ideias preconcebidas de cadeias produtivas ultrapassadas e mostrar que a proteína animal do Brasil está na ponta das cadeias industriais”, afirma Santin.

    Investimento em qualidade e segurança

    A campanha busca conscientizar o público sobre a necessidade de investir em tecnologia para produzir alimentos saudáveis e seguros. Antes de revelar o foco principal, o vídeo brinca com percepções e pré-interpretações do espectador. Até chegar à revelação: a avicultura e a suinocultura são setores de ponta no uso de tecnologia.

    Presença nas redes sociais

    A campanha estará disponível no canal da ABPA no YouTube e será divulgada nos perfis da associação no Instagram, Facebook e TikTok (@abpabr).

    Com essa iniciativa, a ABPA busca mostrar a realidade da produção de proteína animal no Brasil. E também destacar os investimentos em tecnologia e inovação que garantem a qualidade e segurança dos alimentos. Algo extremamento importante hoje em dia.

  • Frango, suínos e ovos – produção tem estimativa de crescimento em 2024 e 2025

    Frango, suínos e ovos – produção tem estimativa de crescimento em 2024 e 2025

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) divulgou suas projeções para a produção e exportação de carne de frango, suínos e ovos para 2024, além das expectativas iniciais para 2025. A entidade prevê um ano positivo para a produção de carne de frango, com um crescimento estimado de 1,8%, alcançando 15,1 milhões de toneladas. Para 2025, a ABPA projeta um aumento adicional de 2,3%, totalizando até 15,35 milhões de toneladas.

    O consumo anual de carne de frango por habitante deve se manter em torno de 45 kg em 2024, com a possibilidade de um leve aumento para 46 kg em 2025, representando um crescimento de 2% em relação ao ano anterior. As exportações de carne de frango também devem crescer, com uma previsão de 5,25 milhões de toneladas para 2024, o que representa um aumento de até 2,2%. Para 2025, a expectativa é de que as exportações alcancem 5,35 milhões de toneladas, um crescimento de 1,9%.

    A ABPA projeta que o ano de 2024 será positivo para a produção de carne de frango no país

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, comentou sobre as projeções: “Estamos estimando uma leve redução em relação às projeções divulgadas no final do ano passado. No entanto, os volumes projetados de produção e exportação de carne de frango devem novamente renovar recordes em 2024, tornando-se um ano mais positivo para a avicultura em comparação aos últimos dois anos, mesmo com os desafios de um caso isolado de Newcastle que já está sendo superado pelo Brasil.”

    Produção e exportação de carne suína

    A produção de carne suína no Brasil deve crescer 1% em 2024, totalizando 5,2 milhões de toneladas. O consumo interno deve se estabilizar em 18 kg por habitante por ano. Para 2025, as previsões indicam um aumento de até 1%, alcançando 5,25 milhões de toneladas, mantendo o consumo per capita em 18 kg.

    As exportações de carne suína devem atingir um volume recorde de até 1,325 milhão de toneladas em 2024, representando um crescimento de até 7,7% em relação ao ano anterior. Para 2025, a projeção inicial indica exportações de até 1,375 milhão de toneladas, com um aumento estimado de até 3,8%.

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    Luis Rua, diretor de mercados da ABPA, destacou que, em um cenário internacional onde a União Europeia, principal exportador, tem reduzido suas exportações, o Brasil tem ganhado espaço no mercado internacional. “As projeções indicam volumes recordes em 2024, com diversificação dos mercados compradores de nossa carne suína”, afirmou.

    Produção de ovos

    A produção de ovos no Brasil deve alcançar 56,9 bilhões de unidades em 2024, com um crescimento de até 8,5% em relação ao ano anterior. O consumo per capita também deve crescer 8,5%, totalizando 263 unidades por habitante por ano. Para 2025, a estimativa de produção é de até 57,5 bilhões de unidades, com um crescimento de 1% em relação a 2024.

    Entretanto, as exportações de ovos devem apresentar um recuo de até 20%, com uma previsão de 20 mil toneladas. Contudo, em 2025, espera-se uma recuperação, com 22 mil toneladas exportadas e um aumento de 10%.

    O presidente da ABPA concluiu: “Tivemos um primeiro semestre com demanda aquecida no mercado interno, o que diminuiu o ímpeto de exportações do setor. Estimamos um consumo per capita recorde em nosso país neste ano de 2024.”

  • Doença de Newcastle – ABPA acredita em normalização do setor

    Doença de Newcastle – ABPA acredita em normalização do setor

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) prevê uma rápida normalização nas exportações de carne de frango do Brasil. Isso após o Ministério da Agricultura notificar a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a conclusão de um caso isolado de Doença de Newcastle. O caso ocorreu no município de Anta Gorda (RS).

    Apesar de boa parte das exportações sob suspensão estar sendo redirecionada para outros mercados, a ABPA acredita que a notificação à OMSA e a esperada recuperação do status de país livre da doença, juntamente com a alteração no status de autossuspensão e na área sob monitoramento, devem acelerar as negociações com os mercados importadores.

    A ABPA destacou o trabalho fundamental do Ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, e dos Secretários Carlos Goulart e Roberto Perosa, além de suas equipes, na otimização da resolução do problema.

    A situação foi pontual, conforme mostrado pelos resultados das amostras coletadas. A rapidez e a transparência das ações reforçam a elevada biosseguridade que posicionou o Brasil como líder global nas exportações de carne de frango.

    MAPA notifica OMSA

    Na última quinta-feira (25), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) enviou uma notificação à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Foi informado sobre a conclusão do foco da doença de Newcastle (DNC) no Brasil. Assim, o governo brasileiro aguarda a retirada das suspensões impostas por países importadores para a retomada integral das exportações de carnes de aves e seus produtos.

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    O foco da DNC foi confirmado em 17 de julho em um estabelecimento de avicultura comercial de corte em Anta Gorda. O município é localizado no Vale do Taquari, no Rio Grande do Sul. Após o controle da situação, o Mapa reduziu a área de emergência zoossanitária.

    Em relação às exportações, o Mapa atualizou as áreas de suspensão da certificação temporária para carne de aves e seus produtos. Algumas restrições ainda se aplicam, como para China, Argentina e México em relação ao Brasil. E também para Arábia Saudita no caso específico do estado do Rio Grande do Sul.

    Além disso, o Mapa ressalta que as regras de suspensão são revisadas diariamente. E que age em colaboração com os países parceiros, para garantir que todas as ações necessárias sejam tomadas para eliminar o foco da doença de Newcastle.

  • Brasil agiu rápido em caso de Doença de Newcastle

    Brasil agiu rápido em caso de Doença de Newcastle

    Em coletiva de imprensa, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, abordou a confirmação do foco da Doença de Newcastle (DNC) em um estabelecimento de avicultura comercial de corte, localizado no município de Anta Gorda, no Rio Grande do Sul. “Nosso sistema tripartite de defesa sanitária – união, estado e município – atuou de forma rápida para evitar a dispersão do vírus. Com agilidade e eficiência, nós iremos superar este momento rapidamente e trazer de volta a tranquilidade ao setor”, afirmou Fávaro.

    Fávaro afirmou que tratará o caso com total transparência para minimizar os impactos. “Nós ainda não avaliamos como uma epidemia, porque foi um animal de uma granja com 14 mil aves. O isolamento já foi feito e, até o momento, não temos nenhum vestígio de outros animais doentes nesta granja e nem na região”, explicou.
    Sobre as restrições comerciais, o ministro informou que todos os mercados compradores da carne de aves brasileira já estão sendo comunicados. “Hoje, o Brasil representa quase 40% da carne de frango consumida no mundo e cada país tem um protocolo. Tem país que regionaliza no raio de 50 km, de 10 km, que fecha o estado ou que fecha o país”, detalhou Fávaro.

    Equipes do MAPA estão no estado

    A equipe da defesa agropecuária do Mapa já está no estado para ajudar a coordenar as ações do plano de contingência da DNC junto ao órgão de defesa do Estado do Rio Grande do Sul. Fávaro também ressaltou a importância de tranquilizar a população: “Esta não é uma zoonose transmissível, então não precisa ter nenhum receio de continuar consumindo carne de frango, ovos, nada disso”.

    Ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro

    No dia 17 de julho, o Mapa confirmou o diagnóstico positivo para a Doença de Newcastle (DNC) em Anta Gorda (RS). O Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional, realizou a análise para o diagnóstico da doença. A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) conduziu a investigação epidemiológica do caso. A DNC é uma enfermidade viral que afeta aves domésticas e silvestres, causando sinais respiratórios, frequentemente seguidos por manifestações nervosas, diarreia e edema da cabeça nesses animais.

    ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade

    Em uma coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre (RS), presidentes da ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade após a detecção de um caso isolado de Doença de Newcastle no Rio Grande do Sul. Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e José Eduardo dos Santos, presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), destacaram a rápida ação de monitoramento e esclarecimento como fator crucial para minimizar os impactos nas exportações avícolas do Brasil.

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirmou que esperavam o autoembargo anunciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. Isso devido aos acordos sanitários internacionais, reforçando a transparência do país em relação aos cuidados sanitários na produção. Segundo Santin, a exportação brasileira de carne de frango representa, em média, 430 mil toneladas mensais. No pior cenário, os embargos poderiam afetar até 60 mil toneladas dessas exportações.

    Reprodução – ABPA

    “Isto não significa que este volume será destinado ao mercado interno. Provavelmente, os fluxos serão alocados para outros possíveis destinos demandantes destes produtos. Especialmente em um momento em que a demanda internacional está aquecida”, explicou Ricardo Santin.

    Impacto total na produção não chega a 10%

    Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, acrescentou que o impacto máximo representaria entre 5% e 7% da produção mensal brasileira. “Cabe reiterar que este é um cenário extremo e não é o que se espera em relação ao comportamento dos mercados. Já há indicativos de potenciais retomadas no curtíssimo prazo, graças ao célere e transparente trabalho de esclarecimento por parte das autoridades técnicas e de negociação dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores”, completou.

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    José Eduardo dos Santos, presidente da ASGAV, ressaltou a eficiência das autoridades sanitárias federais e estaduais na rápida notificação e ação, o que permitiu uma visualização clara do quadro. “Identificou-se rapidamente o entorno da propriedade, foram feitas as análises, seguiu-se o monitoramento. Não há sinalizações de ampliações da ocorrência e, sim, apenas uma amostra identificada na testagem de uma situação pontual. Por tudo isso, esperamos que o restabelecimento da normalidade ocorra no curto prazo. Vale lembrar, também, que não há qualquer risco para o consumidor. E que já foram realizadas todas as etapas de eliminação da ocorrência e desinfecção da granja”, afirmou.

    Suspensão faz parte de acordo internacional.

    A expectativa positiva dos líderes do setor avícola reflete a confiança na eficiência das medidas sanitárias. E também na capacidade do Brasil de manter a estabilidade das exportações, mesmo diante de desafios pontuais.

    Lembrando que a ABPA tem um trabalho muito importante no setor. Além disso, já tinha emitido uma nota de posicionamento desde o inicio da situação, nota essa reproduzida abaixo.

    POSICIONAMENTO SETORIAL – Doença de Newcastle

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) estão acompanhando e dando suporte à ação do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, em relação à uma amostra que testou positivo para o caso de Doença de Newcastle em granja do estado.

    As autoridades federais e do estado agiram rapidamente na identificação do caso com interdição da granja, garantindo que não houvesse saída de aves. As autoridades acionaram os protocolos oficiais para mitigar a situação pontual e continuam a monitorar o entorno.

    O governo notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a doença, cumprindo a obrigatoriedade de notificação. Como de praxe, o Brasil manteve e manterá total transparência no tratamento à situação, garantindo rápida solução a esta que é questão sanitária das aves.

  • ABPA e ASGAV se pronunciam sobre suspensão de exportações

    ABPA e ASGAV se pronunciam sobre suspensão de exportações

    Em uma coletiva de imprensa realizada em Porto Alegre (RS), presidentes da ABPA e ASGAV expressaram otimismo sobre a retomada da normalidade após a detecção de um caso isolado de Doença de Newcastle no Rio Grande do Sul. Ricardo Santin, presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), e José Eduardo dos Santos, presidente da Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV), destacaram a rápida ação de monitoramento e esclarecimento como fator crucial para minimizar os impactos nas exportações avícolas do Brasil.

    Ricardo Santin, presidente da ABPA, afirmou que esperavam o autoembargo anunciado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária do Brasil. Isso devido aos acordos sanitários internacionais, reforçando a transparência do país em relação aos cuidados sanitários na produção. Segundo Santin, a exportação brasileira de carne de frango representa, em média, 430 mil toneladas mensais. No pior cenário, os embargos poderiam afetar até 60 mil toneladas dessas exportações.

    “Isto não significa que este volume será destinado ao mercado interno. Provavelmente, os fluxos serão alocados para outros possíveis destinos demandantes destes produtos. Especialmente em um momento em que a demanda internacional está aquecida”, explicou Ricardo Santin.

    Impacto total na produção não chega a 10%

    Luís Rua, diretor de mercados da ABPA, acrescentou que o impacto máximo representaria entre 5% e 7% da produção mensal brasileira. “Cabe reiterar que este é um cenário extremo e não é o que se espera em relação ao comportamento dos mercados. Já há indicativos de potenciais retomadas no curtíssimo prazo, graças ao célere e transparente trabalho de esclarecimento por parte das autoridades técnicas e de negociação dos ministérios da Agricultura e das Relações Exteriores”, completou.

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    José Eduardo dos Santos, presidente da ASGAV, ressaltou a eficiência das autoridades sanitárias federais e estaduais na rápida notificação e ação, o que permitiu uma visualização clara do quadro. “Identificou-se rapidamente o entorno da propriedade, foram feitas as análises, seguiu-se o monitoramento. Não há sinalizações de ampliações da ocorrência e, sim, apenas uma amostra identificada na testagem de uma situação pontual. Por tudo isso, esperamos que o restabelecimento da normalidade ocorra no curto prazo. Vale lembrar, também, que não há qualquer risco para o consumidor. E que já foram realizadas todas as etapas de eliminação da ocorrência e desinfecção da granja”, afirmou.

    Suspensão faz parte de acordo internacional.

    A expectativa positiva dos líderes do setor avícola reflete a confiança na eficiência das medidas sanitárias. E também na capacidade do Brasil de manter a estabilidade das exportações, mesmo diante de desafios pontuais.

    Lembrando que a ABPA tem um trabalho muito importante no setor. Além disso, já tinha emitido uma nota de posicionamento desde o inicio da situação, nota essa reproduzida abaixo.

    POSICIONAMENTO SETORIAL – Doença de Newcastle

    A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) e a Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) estão acompanhando e dando suporte à ação do Ministério da Agricultura e Pecuária e da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, em relação à uma amostra que testou positivo para o caso de Doença de Newcastle em granja do estado.

    As autoridades federais e do estado agiram rapidamente na identificação do caso com interdição da granja, garantindo que não houvesse saída de aves. As autoridades acionaram os protocolos oficiais para mitigar a situação pontual e continuam a monitorar o entorno.

    O governo notificou a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) sobre a doença, cumprindo a obrigatoriedade de notificação. Como de praxe, o Brasil manteve e manterá total transparência no tratamento à situação, garantindo rápida solução a esta que é questão sanitária das aves.

    Doença de Newcastle

    Na última sexta-feira (19), o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) anunciou a publicação da Portaria MAPA Nº 702 que declara estado de emergência zoossanitária no Estado do Rio Grande do Sul. A medida terá validade de 90 dias e responde à detecção do vírus patogênico da doença de Newcastle em aves comerciais na região.

    A declaração de emergência também busca uma resposta epidemiológica ágil, seguindo os protocolos estabelecidos pelo Plano de Contingência de Influenza Aviária e doença de Newcastle. Entre as ações planejadas estão o sacrifício ou abate  de todas aves  onde houve confirmação do foco afetadas, a desinfecção rigorosa dos locais afetados, a implementação de medidas de biosseguridade, e a vigilância em propriedades num raio de 10km, além da criação de barreiras sanitárias.

    É importante ressaltar que não há contraindicação ao consumo de carne de frango e ovos inclusive na região afetada. O MAPA reforça que os produtos inspecionados pelo Serviço Veterinário Oficial (SVO) continuam seguros e próprios para consumo.

    Além disso, o Mapa elaborou um Projeto de Lei para fortalecer ações emergenciais fitossanitárias e zoossanitárias, atualmente em análise no Congresso Nacional. Se aprovado, o projeto permitirá uma mobilização mais rápida e eficaz de recursos governamentais para situações similares.

    Confirmaram o foco da doença no município de Anta Gorda (RS) em 17 de julho, após diagnóstico positivo realizado pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP), reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como referência internacional para o diagnóstico da doença.