Tag: assistência técnica

  • Distribuição de insumos ganha destaque no Congresso Andav 2026

    Distribuição de insumos ganha destaque no Congresso Andav 2026

    A distribuição de insumos agropecuários estará no centro dos debates do 15º Congresso Andav 2026, que será realizado entre os dias 11 e 13 de agosto, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. Um dos destaques da programação será o painel “Distribuidor: Acesso ao Mercado”. O encontro reunirá empresários do setor para discutir os desafios e as oportunidades da atividade diante das mudanças econômicas e das novas demandas do agronegócio brasileiro.

    O debate está marcado para o dia 12 de agosto, às 11h. Na ocasião, executivos que atuam em diferentes regiões do País compartilharão experiências sobre expansão de mercado, relacionamento com a indústria, acesso ao crédito, gestão empresarial e estratégias para ampliar a competitividade das empresas de distribuição.

    Além disso, o painel busca apresentar soluções práticas para um segmento que desempenha papel estratégico na conexão entre a indústria e o produtor rural.

    Distribuição amplia papel no agronegócio

    A distribuição de insumos ocupa uma posição estratégica na cadeia do agronegócio. O segmento conecta a indústria ao produtor rural, levando tecnologia, assistência técnica, soluções financeiras e serviços especializados ao campo.

    Nos últimos anos, as empresas ampliaram sua atuação para atender às novas exigências do mercado. Além da comercialização de insumos, passaram a oferecer ferramentas de agricultura digital, gestão de risco e consultoria técnica.

    Segundo o presidente executivo da Andav (Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários), Paulo Tiburcio, o distribuidor deixou de atuar apenas na venda de insumos. Hoje, ele exerce uma função mais ampla no desenvolvimento da atividade agrícola.

    “Além da comercialização de insumos, as empresas ampliaram sua atuação na oferta de assistência técnica, agricultura digital, soluções financeiras, gestão de risco e serviços especializados, tornando-se parceiras estratégicas do produtor rural em um ambiente de negócios cada vez mais complexo”, afirma.

    Ao mesmo tempo, o segmento enfrenta desafios importantes. Entre eles estão o aumento do custo do capital, a maior seletividade na concessão de crédito, a necessidade de ganhos de escala, a profissionalização da gestão e o processo de consolidação do mercado.

    Nesse cenário, Tiburcio avalia que a competitividade depende cada vez mais da capacidade de oferecer soluções integradas ao produtor rural.

    “Hoje, a competitividade da distribuição vai muito além da capacidade comercial. Ela passa pela qualidade do relacionamento com a indústria, pela proximidade com o produtor, pela oferta de serviços, pela gestão financeira e pela capacidade de compreender as diferentes realidades do mercado brasileiro. É essa visão prática que queremos levar ao Congresso”, destaca.

    Programação aborda desafios e oportunidades

    O painel integra a programação do Congresso Andav 2026, que terá como tema “Agroeconomia Brasileira: Reflexões para o Futuro”. Durante os três dias de evento, representantes do agronegócio, da indústria, do mercado financeiro e da economia discutirão temas considerados estratégicos para o setor.

    Entre os assuntos previstos estão economia, crédito, reforma tributária, geopolítica, gestão de pessoas, bioenergia, inteligência de mercado e inovação. Além disso, será apresentada a Pesquisa Nacional da Distribuição Andav 2026, desenvolvida em parceria com o Cepea/Esalq-USP. O levantamento é considerado uma das principais referências sobre o mercado brasileiro de distribuição de insumos agropecuários.

    Por fim, a edição deste ano contará com quatro pavilhões e mais de 24 mil metros quadrados de área de exposição. O congresso reunirá centenas de empresas, instituições e especialistas. Dessa forma, reforça seu papel como ambiente voltado à geração de conhecimento, relacionamento e oportunidades de negócios para o agronegócio.

    Serviço

    15º Congresso Andav 2026

    Data: 11 a 13 de agosto de 2026.

    Horário da plenária: 11 e 12 de agosto, das 10h às 16h45; 13 de agosto, das 10h às 16h.

    Horário da exposição: 11 e 12 de agosto, das 9h às 21h; 13 de agosto, das 9h às 18h.

    Local: Transamerica Expo Center.

    Endereço: Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo (SP), entrada pelo Pavilhão G.

    Outras informações: eventosandav.com.br

  • Oficina móvel leva assistência técnica para dentro da lavoura

    Oficina móvel leva assistência técnica para dentro da lavoura

    Uma máquina parada durante o plantio ou a colheita pode comprometer o cronograma da propriedade e gerar prejuízos ao produtor rural. Além disso, a mecanização das lavouras tornou as operações mais dependentes dos equipamentos. Por isso, reduzir o tempo de inatividade passou a ser um dos principais desafios da manutenção agrícola. Nesse cenário, a Milwaukee Tool Brasil e a Baldan apresentam uma oficina móvel voltada ao atendimento de máquinas e implementos diretamente no campo.

    A proposta reúne ferramentas profissionais sem fio, equipamentos de apoio e uma estrutura de atendimento móvel. Dessa forma, os reparos podem ser realizados onde a máquina está. Com isso, em muitos casos, o deslocamento até uma oficina deixa de ser necessário. A iniciativa já integra as operações de pós-venda da Baldan por meio dos Caminhões Oficina utilizados em atendimentos técnicos nas propriedades rurais.

    Segundo as empresas, o projeto será apresentado ao longo de 2026 nas principais feiras do agronegócio brasileiro. Parte da programação já passou pelo Show Rural Coopavel, Expodireto, Tecnoshow, Agrishow e mais recentemente pela Bahia Farm Show. As próximas datas já foram divulgadas: Coopercitrus Expo, de 27 a 31 de julho, em Bebedouro (SP), e para a Expointer, de 29 de agosto a 6 de setembro, em Esteio (RS).

    Manutenção mais ágil durante a safra

    A proposta da oficina móvel acompanha uma realidade cada vez mais presente nas propriedades rurais. Os equipamentos estão maiores, mais tecnológicos e indispensáveis para manter o ritmo das operações agrícolas. Ao mesmo tempo, qualquer interrupção pode afetar o desempenho da atividade, especialmente durante os períodos de maior demanda.

    Durante as demonstrações, a Milwaukee apresenta ferramentas desenvolvidas para intervenções em máquinas agrícolas. Entre os destaques estão equipamentos de alto torque para remoção de porcas de rodas de tratores, sistemas profissionais de fixação, iluminação portátil para trabalhos noturnos e a plataforma modular PACKOUT™, utilizada para organizar e transportar os equipamentos. Além disso, a tecnologia sem fio amplia a mobilidade das equipes de manutenção em campo.

    De acordo com Paula Cristina Dani, CEO da Milwaukee Brasil, o objetivo é aproximar a manutenção das operações agrícolas. “Cada minuto de inatividade durante a safra impacta diretamente a produtividade da operação. Nosso objetivo é aproximar a manutenção do campo com soluções profissionais que entregam potência, autonomia e rapidez para as equipes técnicas”, afirma.

    Paula Cristina Dani, CEO da Milwaukee Brasil – Foto: Reprodução/ Divulgação

    Além das ferramentas voltadas à manutenção pesada, a empresa também leva às feiras equipamentos utilizados na rotina das propriedades. Entre eles estão sopradores, motosserras e podadores a bateria destinados às atividades de manejo e conservação.

    Assistência técnica acompanha a evolução do agro

    A crescente mecanização da agricultura também elevou a importância dos serviços de pós-venda e da assistência técnica. Hoje, mais do que oferecer equipamentos, fabricantes e concessionárias buscam reduzir o tempo de resposta quando surgem falhas durante a operação. Dessa maneira, o atendimento passa a acompanhar o ritmo das atividades no campo.

    Nesse contexto, a oficina móvel surge como uma alternativa para acelerar os atendimentos e ampliar a disponibilidade das máquinas nas propriedades. Assim, as equipes técnicas conseguem atuar mais próximas do local onde o trabalho acontece, reduzindo o tempo de deslocamento e tornando os reparos mais ágeis.

    “Antes, a ferramenta estava restrita à oficina. Hoje, ela acompanha a operação onde o trabalho acontece: no campo, pronta para uso e preparada para responder rapidamente às demandas da manutenção agrícola”, conclui Paula Cristina Dani.

  • Assistência técnica impulsiona produção de pequi em MT

    Assistência técnica impulsiona produção de pequi em MT

    A assistência técnica fortalece a produção de pequi em Mato Grosso e amplia a renda no campo. O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato Grosso lidera esse avanço com a metodologia ATeG.

    ATeG melhora produtividade e gestão no campo

    A Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) promove melhorias do cultivo à comercialização do pequi.
    Além disso, o programa fortalece o extrativismo e estimula a agroindustrialização da fruta.

    A ATeG atua há anos na fruticultura do estado com planejamento e análise de custos. Também orienta práticas sustentáveis e alinhadas às exigências do mercado.

    O trabalho começa na implantação do pequizeiro com apoio na produção de mudas.
    Além disso, técnicos recomendam adubação, podas, irrigação e manejo fitossanitário.

    Programa integra técnica e gestão nas propriedades

    A supervisora Cristiani Santos Bernini destaca o diferencial da atuação integrada no campo.
    Segundo ela, o programa leva orientação técnica e gestão ao produtor rural.

    Ela afirma que a iniciativa organiza a produção e melhora a qualidade do pequi. Além disso, ajuda o produtor a identificar oportunidades de mercado.

    O acompanhamento técnico cobre colheita, pós-colheita e beneficiamento. Assim, o programa busca aumentar rendimento, qualidade e segurança nas operações.

    Produtora amplia renda com apoio técnico

    A produtora Miriam Gladki Petrenko, de Terra Nova do Norte, melhorou a produção com assistência técnica.
    Ela aperfeiçoou o manejo e estruturou sua agroindústria.

    Miriam afirma que as orientações organizaram a produção e elevaram a qualidade dos produtos.
    Além disso, ela já comercializa sua produção com mais eficiência.

    Os técnicos Beatriz Andrade Melo e Marcelo Soares de Oliveira acompanharam o processo.
    Eles orientaram podas, limpeza e adubação no estágio pré-floral das plantas. Essas práticas garantiram florescimento vigoroso e alta frutificação. Com isso, a produtividade avançou na propriedade.

    Acompanhamento contínuo garante resultados

    A técnica Beatriz Andrade Melo reforça a importância do planejamento e das boas práticas.
    Segundo ela, essas ações geram resultados consistentes e sustentáveis.

    Já o técnico Marcelo Soares de Oliveira destaca o impacto da aplicação correta das orientações.
    Ele afirma que a produtividade e a rentabilidade aumentam no campo.

    Cadeia do pequi cresce em Mato Grosso

    Atualmente, a ATeG atende 826 produtores e mantém 29 grupos no estado. Além disso, o diagnóstico aponta expansão da cadeia do pequi em Mato Grosso.

    O programa inclui diagnóstico produtivo e planejamento estratégico nas propriedades. Também promove capacitação, adequação tecnológica e avaliação de resultados. Os produtores participam de treinamentos práticos sobre cultivo do pequizeiro. As capacitações abrangem mudas, manejo, colheita e pós-colheita.

    O Senar-MT planeja ampliar trilhas de conhecimento em agroindustrialização. O foco inclui conservas, licores, óleo de amêndoa e geleias de pequi.

  • Governo firma contrato de gestão com Anater

    Governo firma contrato de gestão com Anater

    O Governo do Brasil, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), assinou hoje o novo contrato de gestão com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater). O acordo tem vigência de cinco anos, de 1º de janeiro de 2026 até 31 de dezembro de 2030.

    Para Camilo Capiberibe, presidente da Anater, a assinatura confirma a recuperação da agência e o alinhamento com as metas do governo do presidente Lula. “O contrato reforça o compromisso com a ampliação da assistência técnica e extensão rural pública, o fortalecimento da agricultura familiar, a produção de alimentos saudáveis e a melhoria da qualidade de vida nas áreas rurais do Brasil”, afirmou.

    O contrato orienta a atuação da Anater segundo as políticas do MDA e a legislação brasileira sobre agricultura familiar e assistência técnica e extensão rural. Entre os objetivos, destacam-se o aumento da produção, da produtividade e da qualidade dos produtos e serviços rurai. Bem como a melhoria das condições de renda e de vida, com ênfase no desenvolvimento sustentável do meio rural.

    O instrumento de gestão também define a adesão aos parâmetros de avaliação de desempenho e eficiência da Anater, alinhados à Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (PNATER). Além disso, incorpora o Plano de Ação e Orçamento Programa para 2026, discriminando as prioridades do ano e a previsão orçamentária para a execução.

    Atuação

    Atualmente, a Anater atua em todos os seis biomas brasileiros, com 12 programas em andamento ou em implantação. Eles atingem 47,5 mil unidades familiares de produção rural (UFPAs) e um contingente de famílias agricultoras ainda maior. Além dos programas do MDA, a agência executa quatro eixos para o setor rural do Novo Acordo do Rio Doce, em Minas Gerais e Espírito Santo. E coordena projetos de Assistência Técnica e Extensão Rural, Regularização Fundiária e Ambiental no âmbito do Programa União com Municípios, em 48 municípios da Amazônia. Também presta ATER aos beneficiários do Programa Bolsa Verde, ligado ao Ministério do Meio Ambiente e Mudanças do Clima (MMA).

    O primeiro contrato de gestão entre a Anater e o MDA foi assinado durante o governo Dilma Rousseff, em 2016, permitindo a instalação operacional da agência. Desde então, a Anater já levou ATER a mais de 120 mil famílias.

  • Senar impulsiona produção de banana e melhora renda de produtores

    Senar impulsiona produção de banana e melhora renda de produtores

    O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) tem fortalecido a produção de banana no Brasil por meio da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). Ou seja, a iniciativa beneficia pequenos produtores, responsáveis por 98% das unidades atendidas pelo programa.

    A banana é a fruta fresca mais consumida no país, com um consumo médio de 25 kg por pessoa ao ano. Portanto, para atender essa demanda, o Senar oferece suporte técnico, promovendo ganhos em produtividade e renda.

    Qualidade da fruta

    Entre 2018 e 2024, a ATeG garantiu a produção de 217,5 mil toneladas de banana com qualidade diferenciada. Além disso, o programa também elevou a renda de 2.551 famílias produtoras, proporcionando maior estabilidade econômica ao setor. Em resumo, os agricultores assistidos alcançaram uma produtividade média de 15,85 toneladas por hectare, superando a média nacional em cerca de uma tonelada por hectare.

    Ao mesmo tempo, a melhoria na gestão da produção também trouxe impactos financeiros. Enquanto outras regiões registraram aumento de 11,45% nos custos, os produtores acompanhados reduziram as despesas de custeio em 0,89%, tornando a atividade mais competitiva e sustentável.

    Resultados da qualificação do Senar

    O bananicultor Gleder Luiz Teixeira, da Estância São Francisco, em Tangará da Serra (MT), viu sua produção crescer com a ATeG. Desde 2020, sob orientação do engenheiro agrônomo Leandro Raphael Fachi, ele ampliou sua área plantada e multiplicou a produção.

    “A assistência do Senar fez toda a diferença. Quando comecei, tinha três a quatro mil covas de banana. Com o suporte técnico, expandi para oito mil, dobrando a área e quadruplicando a produção. As recomendações sobre manejo, administração, adubação e controle de pragas foram fundamentais”, destaca o produtor.

    Antes voltada ao arrendamento para soja, a propriedade agora se destaca no cultivo da banana-da-terra-anã. A decisão de investir na bananicultura surgiu após testes com um pequeno pomar irrigado em 2017. O resultado positivo incentivou a expansão da produção em escala comercial a partir de 2018.

    Segundo o coordenador técnico da ATeG, Adriano Araújo Pontes, a assistência técnica tem sido essencial para o desenvolvimento do agronegócio brasileiro.

    “A ATeG promove atendimentos com metodologia própria. O modelo do Senar prevê acompanhamento mensal das propriedades por 24 meses, com foco na melhoria dos processos produtivos, no ótimo econômico e no desenvolvimento social da família rural. Esse suporte garante mais sustentabilidade à produção”, explica Pontes.

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  • Governo Federal lança política para incentivo à cocoicultura de qualidade

    Governo Federal lança política para incentivo à cocoicultura de qualidade

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei nº 14.975, que estabelece uma Política de Incentivo à Cocoicultura de Qualidade. A lei foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira (19). Em resumo, o objetivo é contribuir para a produção, competitividade e sustentabilidade do setor, ampliando a produção e o processamento do coco no Brasil.

    Objetivos da nova lei

    A política também visa estimular o consumo doméstico, aumentar as exportações de coco e lucros, reduzir perdas ao longo da cadeia produtiva e apoiar a produção orgânica. Além disso, promove a integração com outras políticas públicas federais para coordenar recursos e esforços no desenvolvimento da cocoicultura.

    Entre as ações previstas estão o treinamento da mão de obra, a expansão das políticas de financiamento e crédito, a melhoria da infraestrutura produtiva e o fortalecimento da competitividade do setor. A pesquisa e a assistência técnica também são prioridades da nova política.

    Os recursos para implementar essas ações virão de doações orçamentárias da União, operações de crédito nacionais e internacionais, além de saldos de exercícios anteriores.

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    Cocoicultura

    Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2023 o Brasil produziu mais de 1 milhão de frutos de Coco-da-baía, com valor de produção superior a R$ 1,6 milhão. Os principais estados produtores são Ceará, Pará, Bahia, Pernambuco e Espírito Santo.

    De acordo com a Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI), no primeiro semestre de 2023 o Brasil exportou mais de US$ 672 mil em cocos, um aumento de 95% em relação ao mesmo período de 2022. Os principais destinos foram os Estados Unidos , Espanha e Argentina. Ao todo, o país comercializou cerca de 876 toneladas de coco para mais de 60 países.

    Portanto, a cocoicultura é uma atividade crucial para o Brasil, especialmente para o Nordeste, segundo a Embrapa.