Tag: arroba

  • Arroba do boi cai com avanço da cota chinesa

    Arroba do boi cai com avanço da cota chinesa

    Os preços da arroba do boi gordo registram queda neste mês no mercado brasileiro. O movimento ocorre mesmo diante dos baixos estoques globais de carne bovina. Segundo o Cepea, os estoques mundiais estão nos menores níveis desde 2006. Além disso, os preços internacionais da carne bovina permanecem próximos das máximas históricas.

    Apesar desse cenário, o mercado brasileiro enfrenta pressão devido ao ritmo das exportações para a China. Dados do governo chinês mostram que o Brasil já cumpriu cerca de 65% da cota de vendas de carne bovina ao país até maio. Com isso, a expectativa é que a totalidade da cota seja atingida até julho. O prazo considera que a carne brasileira pode levar até 60 dias para chegar ao mercado chinês.

    Diante desse cenário, frigoríficos habilitados para exportar à China reduziram o ritmo de compra de animais para abate. Além disso, o controle dos estoques internos na China influencia o mercado. Os importadores também adotam uma postura mais cautelosa nas negociações.

    Segundo o Cepea, esses fatores diminuíram a agressividade das compras chinesas no mercado internacional. Como resultado, os preços da arroba do boi gordo seguem pressionados no Brasil.

     

  • Arroba do boi melhora troca e atinge melhor nível

    Arroba do boi melhora troca e atinge melhor nível

    Os preços recordes da arroba do boi gordo melhoram as margens do pecuarista terminador. Além disso, o cenário favorece a reposição.

    Mesmo com a valorização do bezerro, a relação de troca apresenta melhora em abril. Assim, o produtor consegue maior poder de compra.

    Na parcial de abril, a quantidade de arrobas para comprar um bezerro caiu ao menor nível em 12 meses. Portanto, o indicador reforça o avanço da rentabilidade.

    O Indicador do boi gordo do Cepea/Esalq, em São Paulo, registra média de R$ 363,82 até 14 de abril. Além disso, o valor sobe 13% frente a janeiro.

    Na comparação anual, o indicador avança 14% em termos reais. Para isso, os dados consideram deflação pelo IGP-DI de março de 2026.

    Segundo pesquisadores do Cepea, a média atual fica apenas R$ 1 abaixo do recorde histórico. Em novembro de 2011, a arroba atingiu R$ 364,82.

    Por outro lado, o Indicador do bezerro também registra valorização relevante. No mercado sul-mato-grossense, o preço médio alcança R$ 3.316,71 em abril.

    O valor sobe 7,43% em relação a janeiro de 2026. Além disso, o preço avança expressivos 19,45% frente a abril de 2025.

    Apesar disso, o bezerro ainda não supera o recorde real de R$ 3.610,13, registrado em abril de 2021.

    Diante desse cenário, o pecuarista paulista precisa de 9,12 arrobas para comprar um bezerro em Mato Grosso do Sul. Assim, a relação de troca atinge o melhor nível em 12 meses.

    Em abril do ano passado, o produtor precisava de 8,71 arrobas para a mesma compra. Portanto, o indicador atual confirma a melhora nas condições de reposição.

     

  • Arroba do boi dispara e atinge maior valor desde 1997

    Arroba do boi dispara e atinge maior valor desde 1997

    O mercado pecuário brasileiro vive um momento decisivo. O preço do boi gordo atingiu o maior valor nominal da série histórica iniciada em 1997, segundo dados do Cepea, referência nacional em análises agropecuárias. Esse movimento, além de chamar a atenção dos produtores, também sinaliza mudanças importantes no ciclo da pecuária de corte.

    Recorde histórico e escalada recente dos preços

    O Indicador do boi gordo do Cepea superou patamares históricos ao longo de 2026. Em abril, a arroba já opera acima de R$ 360 em São Paulo, principal praça de referência do país.

    Além disso, os números mostram uma escalada consistente. No início de janeiro, a arroba estava próxima de R$ 318. Poucos meses depois, o valor avançou mais de R$ 40, evidenciando uma valorização expressiva no período.

    Esse movimento não ocorreu de forma isolada. Em fevereiro, o mercado já registrava forte alta mensal. Segundo dados recentes, a arroba chegou a R$ 325,80, com valorização de 7,92% apenas naquele mês.

    Virada do ciclo pecuário impulsiona valorização

    A alta do boi gordo está diretamente ligada à virada do ciclo pecuário. Após um período de maior abate de fêmeas, o mercado entra agora em uma fase de retenção de matrizes.

    Nesse sentido, a oferta de animais terminados diminui. Como resultado, os frigoríficos enfrentam dificuldade para compor escalas de abate, o que sustenta os preços em níveis elevados.

    Além disso, produtores mais capitalizados tendem a segurar os animais à espera de cotações melhores. Portanto, o mercado ganha ainda mais pressão de alta no curto prazo.

    Exportações aquecidas e demanda firme

    Ao mesmo tempo, a demanda internacional segue aquecida. A China continua como principal compradora da carne bovina brasileira, enquanto outros mercados ampliam participação.

    Assim, o cenário externo contribui diretamente para sustentar os preços domésticos. Mesmo quando há volatilidade cambial, o volume exportado ajuda a manter o equilíbrio entre oferta e demanda. Por outro lado, o consumo interno ainda enfrenta limitações devido ao poder de compra da população.

    Impactos diretos para o produtor rural

    Para o pecuarista, o cenário atual representa uma janela de rentabilidade relevante. Com preços mais altos, a margem tende a melhorar, principalmente para quem conseguiu reduzir custos ou travar insumos antecipadamente.

    Porém, nem todos os elos da cadeia se beneficiam igualmente. A reposição, especialmente de bezerros, também fica mais cara, o que pode pressionar sistemas de recria e engorda.

    Além disso, custos com nutrição, suplementação e confinamento seguem elevados. Dessa forma, a gestão eficiente continua sendo decisiva para capturar os ganhos desse ciclo.

    Reflexos na indústria e no consumidor

    Enquanto o produtor comemora, a indústria frigorífica enfrenta margens mais apertadas. O encarecimento da matéria-prima reduz a competitividade, sobretudo no mercado interno.

    Consequentemente, o preço da carne ao consumidor tende a subir. Esse movimento já aparece no atacado e pode ganhar força nos próximos meses.

    Ainda assim, o ritmo desse repasse depende do consumo doméstico. Se a demanda não reagir, parte da pressão pode ser absorvida pela indústria.

  • Preços da carne bovina caem no atacado

    Preços da carne bovina caem no atacado

    Os preços da carne bovina no atacado da Grande São Paulo registraram pequenas quedas nos últimos dias. Pesquisadores do Cepea apontam que os valores costumam enfraquecer na segunda quinzena do mês. Até o momento, não se observa impacto significativo da confirmação de foco da doença de Newcastle numa granja de frangos no Vale do Alto Taquari (RS) no mercado bovino.

    Preços da carne bovina

    Ao longo de julho, houve uma recuperação lenta das sucessivas baixas do primeiro semestre. Frigoríficos seguem preenchendo boa parte das escalas com animais já contratados. Em negociações spot, pecuaristas continuam firmes nos pedidos de preços maiores. Fora do estado de São Paulo, têm ocorrido alguns reajustes de preços.

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    Essas informações refletem a dinâmica atual do mercado bovino e os desafios enfrentados pelos frigoríficos e pecuaristas. As movimentações indicam que, apesar das quedas no atacado, o preço da arroba permanece estável.

     

  • Arroba do boi gordo dispara: preço chega a R$ 230

    Arroba do boi gordo dispara: preço chega a R$ 230

    O preço da arroba do boi gordo, medido pelo Indicador CEPEA/B3, recuperou-se em julho, voltando a ser negociado a R$ 230. Pesquisadores do Cepea apontam que a baixa oferta de animais a pasto é a principal causa desse reajuste.

    Arroba do boi gordo

    Além disso, os preços da carne também registram aumento. Os especialistas do Cepea explicam que, além da redução no número de animais prontos para o abate, houve um leve crescimento no consumo doméstico.

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    Recorde de carne bovina no mercado

    No entanto, no acumulado do primeiro semestre, os preços do boi e de outras categorias de animais apresentaram queda. Esse movimento reflete a disponibilidade recorde de carne bovina no mercado. Segundo cálculos do Cepea, baseados em dados do IBGE e da Secex, o volume de carne disponível de janeiro a junho foi 14,43% maior do que no mesmo período do ano passado, totalizando cerca de 3,58 milhões de toneladas.

  • Boi valorizado – oportunidade para confinamento

    Boi valorizado – oportunidade para confinamento

    Com menos animais prontos para o abate, aliados a baixa disponibilidade de pastagem e ao dólar valorizado, as cotações da arroba seguem em bom patamar, neste começo de segundo semestre. De acordo com pesquisadores do Cepea, a arroba valorizada, aliada a baixa no preço do boi magro e milho, podem animar confinadores.

    A intenção em aumentar ou não o número de animais para engorda tem bastante influência também dos preços futuros do boi gordo (receita) na B3. Os ajustes indicam valores 6,5% maiores que os atuais para Outubro/24 e cerca de 10% acima para Novembro/24 e Dezembro/24.

    Quanto ao boi magro, levantamento do Cepea aponta tendência de queda desde fevereiro/21, perdendo, desde então, 41,1% do seu valor em termos reais. Para o milho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) esteve em R$ 57,02/sc de 60 kg em junho. Em termos reais, houve recuo de 13,5% sobre o de janeiro.

    No mesmo comparativo, o boi (Indicador CEPEA/B3) se desvalorizou 12,4%, com a média indo para R$ 220,70

    Confinamento deve crescer 2,5% em 2024

    O setor pecuário brasileiro está se preparando para um ano de expansão no confinamento de gado em 2024. De acordo com dados preliminares do Censo de Confinamento da DSM-Firmenich, os pecuaristas devem elevar em 2,5% o volume de gado com terminação em confinamento, chegando a 7,379 milhões de bovinos

    Um levantamento realizado pela Scot Consultoria em 180 confinamentos de 12 estados brasileiros apontou que 42,8% dos pecuaristas consultados esperam que o volume de animais confinados cresça em 2024. Por outro lado,  38,3% acreditam que deve ficar praticamente estável.

    O Mato Grosso lidera a atividade de confinamento no Brasil em 2023. O estado responde por 1,47 milhão de cabeças, um avanço de 3% em relação ao ano passado. Logo atrás aparecem São Paulo, com 1,19 milhão de cabeças confinadas, e Goiás, com 1,16 milhão.

    Com perspectivas positivas para o mercado da carne e a melhora na rentabilidade do confinamento, o setor pecuário brasileiro se prepara para um ano de expansão em 2024. O objetivo é consolidar a tendência de crescimento da produção intensiva de bovinos.

  • Exportação de carne bovina surpreende setor em maio

    Exportação de carne bovina surpreende setor em maio

    O setor de carne bovina no Brasil está comemorando um desempenho excepcional nas exportações durante o mês de maio. Até o dia 17, o país enviou aproximadamente 138 mil toneladas de carne bovina ao mercado externo, surpreendendo especialistas e trazendo um alívio para o setor, que enfrentou desafios nos últimos meses.

    O acumulado de maio registrou um volume expressivo de exportações, com cerca de 128 mil toneladas escoadas na parcial do mês. Esse resultado representa uma média diária de 10 mil toneladas, um marco significativo que destaca o potencial competitivo do Brasil no mercado internacional de carne bovina. A demanda externa, especialmente de países asiáticos como China e Hong Kong, tem sido um dos principais motores desse crescimento.

    Diversos fatores contribuíram para esse aumento nas exportações. A qualidade reconhecida da carne bovina brasileira, aliada a um câmbio favorável, tornou o produto ainda mais atrativo no mercado internacional. Além disso, a recuperação econômica de vários países pós-pandemia impulsionou a demanda por proteína animal, beneficiando exportadores brasileiros.

    Impacto Econômico

    O desempenho robusto das exportações de carne bovina tem um impacto significativo na economia nacional. O setor de pecuária gera milhares de empregos diretos e indiretos, além de contribuir de maneira substancial para a balança comercial brasileira. A alta nas exportações reflete não apenas a eficiência dos produtores, mas também a eficácia das políticas de exportação e dos acordos comerciais firmados pelo Brasil.

    Com o sucesso registrado em maio, as expectativas para os próximos meses são otimistas. Especialistas projetam que o Brasil continuará a expandir sua presença no mercado global de carne bovina, consolidando-se como um dos principais fornecedores. A manutenção da qualidade e a abertura de novos mercados são estratégias-chave para sustentar esse crescimento.

    O mês de maio foi um período de destaque para a exportação de carne bovina no Brasil, com um desempenho que surpreendeu positivamente todo o setor. O envio de cerca de 138 mil toneladas ao exterior até o dia 17 reflete a força e a competitividade da pecuária brasileira, marcando um período de prosperidade e otimismo para os próximos meses. Com uma média diária de 10 mil toneladas, o país demonstra sua capacidade de atender à crescente demanda global por carne de alta qualidade.

    Por outro lado, para o produtor, é momento de ficar atento com o preço boi gordo, que está em queda e merece atenção. O ritmo de negócios envolvendo boi gordo no mecado nacional esta lento,

    A pressão sobre os valores do mercado pra abate se mantém, resultando e novas baixas no setor, com queda do valor para o criador.