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  • Araras-azuis são flagradas se refrescando no Pantanal

    Araras-azuis são flagradas se refrescando no Pantanal

    No coração do Pantanal, um grupo de araras-azuis foi flagrado se refrescando em um açude, em um momento crucial de hidratação. Conforme a ONG OnçaFari, que registrou a cena, a onda intensa de calor está impactando o dia-a-dia dos animais. Portanto, esses momentos de descanso são cada vez mais essenciais.

    Além disso, o vídeo publicado nas redes sociais mostra dezenas de araras-azuis ao redor da água, em uma harmonia impressionante. Em meio às altas temperaturas, elas voaram em direção ao açude para matar a sede. Sendo assim, a ONG destacou a importância da hidratação, comparando o momento a um “bloco de Carnaval”. Assim, a seca e o calor no Pantanal tornam esses encontros vitais para a fauna brasileira.

    No Pantanal, as araras-azuis são encontradas em áreas abertas e semiabertas, preferindo habitats com palmeiras e buritizais. Além disso, elas também habitam regiões do Cerrado e da Amazônia, onde são comuns em bordas de matas secas e florestas de galeria. Portanto, sua distribuição geográfica abrange principalmente o Brasil, com presença também na Bolívia e ParaguaiA

    Expectativa de vida

    Quanto à expectativa de vida, as araras-azuis podem viver até 40 anos na natureza, embora em cativeiro possam alcançar até 60 anos. Essa longevidade permite que os casais, que formam laços monogâmicos duradouros, possam completar décadas juntos, dividindo responsabilidades como cuidar dos filhotes e buscar alimentos.

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  • Araras-azuis chegam ao Brasil para reintrodução na natureza

    Araras-azuis chegam ao Brasil para reintrodução na natureza

    Quarenta e uma araras-azuis repatriadas da Alemanha chegaram ao Brasil na última terça-feira (28). O desembarque ocorreu no Aeroporto de Petrolina, em Pernambuco, sob fiscalização do Sistema de Vigilância Agropecuária Internacional (Vigiagro), vinculado à Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). As aves fazem parte do Projeto de Reintrodução das Ararinhas-Azuis (Cyanopsitta spixii). Ou seja, o objetivo é devolver a espécie ao habitat natural na região de Curaçá, na Bahia.

    Fiscalização preventiva

    O coordenador-geral do Vigiagro, Cleverson Freitas, destacou a importância da fiscalização para evitar riscos sanitários. “O trabalho do Mapa é essencial para garantir que a importação de animais não introduza doenças exóticas no Brasil, como a gripe aviária”, afirmou.

    Além disso, as araras passaram por quarentena e microchipagem para assegurar a correlação com o Certificado Veterinário Internacional (CVI). Ao mesmo tempo, no desembarque, os agentes fiscalizaram a documentação, emitiram a Guia de Trânsito Animal (GTA), inspecionaram bagagens e recolheram os resíduos da aeronave. O Vigiagro atuou em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Agência de Defesa e Fiscalização Agropecuária do Estado de Pernambuco (Adagro), responsáveis pela quarentena e pela incineração dos resíduos.

    A repatriação dessas araras segue os passos de 2020, quando 52 aves foram trazidas ao Brasil para serem soltas em uma área protegida na Bahia. O objetivo é garantir a reprodução e a manutenção da espécie fora do risco de extinção.

    As aves nasceram em cativeiro na Europa por meio de uma parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Association for the Conservation of Threatened Parrots (ACTP).

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