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  • Ana Castela anuncia pausa na carreira: “Vou ser fazendeira”

    Ana Castela anuncia pausa na carreira: “Vou ser fazendeira”

    Ela domina as paradas, vende shows em estádios e acumula hits que tocam em cada festa de peão do país. Mas Ana Castela, aos 22 anos, quer trocar os holofotes pela porteira. A cantora anunciou, na noite de sábado (25), que planeja pausar a carreira musical nos próximos dois anos para se dedicar à vida no campo, ao lado do pai.

    A declaração veio durante participação no “Altas Horas”, da Globo, quando Serginho Groisman perguntou sobre o futuro. A artista foi direta: “Vou parar daqui a uns dois anos, vou virar fazendeira. Uai! Vou cuidar da fazenda com o meu pai, aí eu lanço uma musiquinha assim…”, disse ela, entre risos. Mas por trás do tom descontraído, o plano é real.

    A fazenda não é metáfora, é patrimônio concreto

    Ana Castela não é “boiadeira” apenas no apelido. Ela é proprietária de uma fazenda em Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul, voltada para a criação de gado, além de um rancho em Londrina, no Paraná. São propriedades que já existem, já produzem e demandam gestão. A pausa, portanto, não é fuga, é transição.

    Para o setor do agronegócio, esse movimento tem uma leitura interessante. A cantora mais popular do sertanejo jovem está sinalizando, publicamente, que a terra tem mais peso do que o microfone. Isso diz algo sobre valores, sobre identidade e sobre o quanto o campo ainda atrai de volta quem cresceu nele.

    “Trabalha quatro meses e para dez”

    Serginho sugeriu uma grande turnê de despedida para “lotar estádios” antes do afastamento. Ana não garantiu a tour, mas propôs um modelo diferente: “A gente faz o seguinte: trabalha por uns quatro meses e para dez. Depois volta, trabalha mais uns dois meses. Acho bom, eu gosto assim.”

    É um ritmo que qualquer produtor rural reconhece. A lógica do campo raramente combina com a agenda da indústria cultural, e Ana parece ter internalizado isso com naturalidade. A ideia não é abandonar a música de vez, mas subordiná-la ao calendário da fazenda, e não o contrário.

    O projeto que já sinalizava essa virada

    A movimentação não surgiu do nada. Em 2025, durante a Festa do Peão de Barretos, Ana Castela lançou o projeto “Herança Boiadeira Rodeio”, criado para resgatar os clássicos sertanejos e honrar sua origem. Na época, ela explicou: “Eu vim da fazenda e queria ter um projeto que lembrasse a Ana Flávia do comecinho.”

    O nome de batismo escorrega na fala com facilidade. Ana Flávia é quem existe antes da marca, antes dos milhões de streams. E é essa Ana Flávia que quer voltar para a porteira.

    O que fica para os fãs, e para o agro

    Nos próximos meses, a cantora ainda cumpre alguns compromissos, incluindo o Ribeirão Rodeo Music, marcado para o dia 8 de maio. A agenda segue, mas já com prazo de validade declarado.

    Para o público do agronegócio, Ana Castela representa algo que vai além do entretenimento. Ela é uma das poucas figuras de alcance nacional que conecta o grande público urbano à realidade do produtor rural, da pecuária, do modo de vida sertanejo. Quando ela anuncia que vai “virar fazendeira”, não está apenas trocando de profissão. Está reafirmando, na frente de milhões de fãs, que o campo tem valor, tem futuro e tem orgulho de ser o que é.

  • Ana Castela volta a mostrar a F-150 e detalhe chama atenção

    Ana Castela volta a mostrar a F-150 e detalhe chama atenção

    Ana Castela voltou a chamar atenção nas redes sociais ao mostrar, desta vez em vídeo, sua Ford F-150 Custom. A caminhonete já tinha aparecido antes em fotos publicadas pela cantora, mas agora ganhou uma apresentação mais completa, com um tour que mostrou detalhes por dentro e por fora.

    A artista iniciou o vídeo em tom bem humorado, enquanto explicava sobre o carro. “Tour pela minha Ford F150 Custom. O que que é custom? É que ela custou bem caro”, disse, antes de seguir mostrando a picape com entusiasmo.

    Detalhes que chamaram atenção

    Além disso, vários detalhes chamaram atenção de quem assistiu ao vídeo. Ana mostrou o pneu, abriu espaço para observar o interior e ainda brincou com o visual da caminhonete. “Você pensa só, chique demais”, comentou. Depois, ela mesma apontou uma pista importante para descobrir o ano do modelo: “Pelo barulho da porta a gente vai descobrir o ano dela: 78.”

    https://www.instagram.com/reel/DXHabfMEabc/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Uma raridade com personalidade

    A cantora também foi direta ao falar do estado do veículo. “Tá velhinha, mas é minha”, disse, em um dos trechos que mais resumem a relação dela com a F-150. Em seguida, ela mostrou o volante gasto, o velocímetro que não funciona e até o rádio com defeito. “Mas pelo menos a placa é preta”, repetiu mais de uma vez, reforçando o peso da placa de coleção para o carro.

    Por outro lado, os pequenos defeitos da caminhonete acabaram virando parte do charme. Ana riu ao mostrar que o carro precisa de papelão embaixo porque vaza óleo. Mesmo assim, ela fez questão de destacar um detalhe curioso: “Sim, mas pelo menos o nosso óleo é rosa.”

    Fez mudanças!

    A cantora também comentou sobre conforto e praticidade. Ela explicou que o ar funciona bem, mostrou o cinto e até falou sobre o vidro de manivela. “Infelizmente o nosso vidro é a manivela. Dá uma demoradinha para subir, mas ele sobe”, disse. Em outro momento, revelou uma ideia diferente: “Tem chiqueirinho também. Eu pensei muito em colocar um freezer aqui, quem dirige não bebe, quem bebe não dirige.”

    “A garagem que eu sempre quis”

    Na última semana, a cantora complementou sua coleção de carros com mais uma aquisição quase milionária. Ana anunciou a compra de uma picape Dodge Ram avaliada em mais de R$ 670 mil, sendo necessário até tirar uma nova categoria da carteira de motorista para dirigi-la.

    “Gente, ela é minha, eu comprei com meu dinheiro, vocês têm noção? Olha que legal, olha como Deus é bom comigo. Foi para isso que eu tirei categoria D, para poder ter a minha Dodge Ram. Que lindo! Estou muito feliz!”, celebrou.

    Em uma postagem recente, inclusive, ela resumiu bem esse momento ao escrever que estava com a garagem que sempre quis. A frase combinou com a sequência de publicações, que passou a mostrar um pouco mais da relação da artista com seus carros e com a imagem que vem sendo construída nas redes.

    https://www.instagram.com/p/DXE5-sslv83/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

  • Ana Castela se apaixona por cabrito “Hélice” e vídeo fofo viraliza

    Ana Castela se apaixona por cabrito “Hélice” e vídeo fofo viraliza

    A cantora Ana Castela voltou a chamar atenção nas redes sociais, desta vez, não por um lançamento musical, mas por um momento espontâneo no campo. Em um vídeo publicado no Instagram, a artista aparece interagindo com um cabrito que rapidamente conquistou os fãs e ganhou até apelido: “Hélice”.

    Logo nas primeiras imagens, o animal demonstra um comportamento curioso e divertido. Ao balançar o rabo em alta velocidade, ele cria um efeito que lembra o movimento de uma hélice, o que arrancou risadas da cantora e de quem assistiu.

    Além disso, o vídeo reforça uma característica já conhecida do público: a forte conexão de Ana Castela com a vida rural. Ao longo da gravação, ela conversa com o cabrito e entra na brincadeira, pedindo que ele “balance o rabinho”, pedido que o pequeno atende com entusiasmo.

    Na legenda da publicação, a cantora também entrou no clima descontraído e deixou claro que ficou encantada com o animal. “Ficou bonitinho demais pra não postar kkkk. Se não 💩 no meu tapete eu levava embora pra casa”, escreveu.

    Repercussão nas redes

    O vídeo rapidamente viralizou e gerou uma onda de comentários. Muitos seguidores destacaram a espontaneidade da cena, enquanto outros se identificaram com o dilema da cantora.

    https://www.instagram.com/reel/DWtru3YiFhd/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    O que é esse tipo de cabrito?

    O cabrito que aparece no vídeo é um filhote de cabra doméstica (Capra aegagrus hircus), animal bastante comum em áreas rurais do Brasil. Apesar de não ser possível identificar com precisão a raça apenas pelas imagens, algumas características ajudam a entender o comportamento que viralizou.

    Cabritos jovens costumam ser extremamente ativos e brincalhões. Eles exploram o ambiente, correm com frequência e apresentam movimentos rápidos, como o famoso “rabinho acelerado”, que pode indicar excitação, curiosidade ou simplesmente energia acumulada.

    Além disso, esses animais criam vínculos com humanos com relativa facilidade, principalmente quando convivem desde cedo com pessoas. Por isso, não é raro vê-los interagindo de forma dócil e até “performática”, como no caso do apelido “Hélice”.

    No entanto, especialistas lembram que, apesar da aparência fofa, cabritos exigem cuidados específicos, espaço adequado e manejo correto, o que explica, ao menos em tom de brincadeira, a preocupação mencionada pela cantora.

    Imagem e posicionamento

    Esse tipo de conteúdo também fortalece a imagem pública de Ana Castela. Isso porque, além da carreira musical, ela construiu uma identidade fortemente ligada ao universo agro.

    Dessa forma, ao compartilhar momentos autênticos no campo, a artista se aproxima ainda mais do público e reforça sua marca pessoal. Ao mesmo tempo, amplia o alcance para além da música, explorando um estilo de vida que gera identificação, especialmente entre fãs do interior.

  • De rodeios a TikTok: o look sertanejo que todo jovem quer usar

    De rodeios a TikTok: o look sertanejo que todo jovem quer usar

    Há quem use chapéu, bota e fivela por tradição, quem use por pertencimento e quem descubra o estilo nas redes sociais. Mas, independentemente do motivo, esses três itens deixaram de ser apenas roupas de trabalho rural. Hoje, eles são uma das declarações de identidade mais fortes da cultura popular brasileira. Juntos, formam um visual que fala antes mesmo da primeira nota musical tocar. Além disso, nos últimos anos, esse estilo passou a aparecer cada vez mais nas plataformas de streaming, nos festivais agropecuários e nas ruas das grandes cidades.

    O chapéu: proteção que virou símbolo de autoridade

    A história do chapéu sertanejo começa nos tempos coloniais. Os vaqueiros precisavam se proteger do sol intenso durante longas cavalgadas pelo Nordeste. Inicialmente feito de couro bruto e moldado à mão, o chapéu tinha função prática. Mas rapidamente ganhou significado social. Tirar o chapéu ao cumprimentar alguém sempre foi sinal de educação e humildade. Além disso, nas festas e eventos, o modelo escolhido revela estilo e pertencimento. Assim, o chapéu virou uma linguagem silenciosa que indica origem, valores e grupo social.

    Com o tempo, os modelos se diversificaram. O chapéu de palha, leve e ventilado, é ideal para o calor do dia a dia no campo. Já o modelo em feltro, estruturado e elegante, se destaca em rodeios, festas sertanejas e eventos noturnos. Por sua vez, o chapéu country, inspirado no estilo americano com aba larga e copa alta, virou o favorito em competições e shows. Além disso, artistas como Ana Castela ajudaram a popularizar chapéus de cowboy e botas glamourosas entre o público jovem, levando o visual do campo para as tendências urbanas. O chapéu que protegia o vaqueiro do sol agora protege toda uma identidade cultural.

    A bota: do trabalho rural ao protagonismo urbano

    Enquanto o chapéu fala de autoridade e tradição, a bota representa trabalho e estilo. Além de prática no dia a dia, a bota complementa o visual sertanejo com autenticidade. Com calças jeans e camisas xadrez, cria um look coeso, reconhecido em todo o país. O couro é o material principal, e cada tipo transmite algo diferente. O nobuck, aveludado, é discreto e elegante. Já o couro tratado, com acabamento brilhante, é mais chamativo e usado em ocasiões especiais. Quem entende do assunto escolhe o material com cuidado, porque ele comunica personalidade e intenção.

    A fivela: história e conquista no cinto

    Entre os acessórios sertanejos, a fivela carrega a história mais curiosa. Nos primeiros rodeios nos Estados Unidos, nos anos 1920, as premiações eram grandes placas de ouro, entregues como medalhas. Com o tempo, essas placas foram diminuindo, até se tornarem fivelas para cintos, tradição que permanece. Hoje, a fivela é mais do que um item funcional. Ela simboliza conquista e orgulho. Quem exibe uma fivela elaborada está, de forma simbólica, mostrando um legado. Ele representa sucesso no rodeio ou identificação profunda com a cultura sertaneja.

    O agronejo: o campo na cultura pop

    O agronejo levou chapéu, bota e fivela a outro nível. Esse estilo mistura tradição sertaneja, funk carioca e música eletrônica, celebrando a vida rural de forma moderna. Surgido como brincadeira, o termo se consolidou como movimento musical relevante. Nas letras, o agro é protagonista: moderno, forte e símbolo do Brasil que quer afirmar sua cultura e economia. Temas como gado, tratores, festas de rodeio e orgulho da roça dominam as canções.

    Além disso, artistas jovens usam as redes sociais com a mesma habilidade que lidam com o campo. Ana Castela, por exemplo, foi a artista mais ouvida no Spotify Brasil em 2023. Ao lado de Luan Pereira, DJ Chris no Beat e a dupla Léo e Raphael, ela constrói um ecossistema musical que valoriza moda e identidade rural. Não é coincidência que os videoclipes do agronejo sejam verdadeiros catálogos de estilo: chapéu, bota e fivela aparecem junto a cavalos, tratores e paisagens rurais.

    Tradição que atravessa gerações

    Chapéu, bota e fivela representam mais que visual: carregam trabalho, conquista, pertencimento e visão de mundo. Essa carga simbólica explica por que os itens resistem ao tempo, atravessam fronteiras e atraem novos adeptos a cada geração. Hoje, quem usa o estilo nas ruas de São Paulo, Brasília ou do interior do Paraná não segue apenas uma tendência. Ele faz uma escolha de identidade. Com o agronejo, essa estética chegou ao centro da cultura pop nacional, mostrando que o campo nunca foi tão visto, e bem vestido.

  • Caminhonete rara de Ana Castela impressiona; saiba o motivo

    Caminhonete rara de Ana Castela impressiona; saiba o motivo

    A cantora Ana Castela voltou a chamar atenção nas redes sociais ao posar com uma caminhonete considerada rara. O veículo, avaliado em até R$ 325 mil, rapidamente ganhou destaque entre fãs e também entre quem acompanha o universo do agro.

    Além da repercussão, a escolha reforça a ligação da artista com o campo, já que caminhonetes desse porte fazem parte da rotina de produtores rurais em diferentes regiões do país.

    Caminhonete chama atenção pelo estilo

    O modelo exibido por Ana Castela chamou atenção pelo visual clássico e pela proposta robusta. Ao mesmo tempo, esse tipo de veículo segue associado tanto ao trabalho no campo quanto ao estilo de vida rural.

    Com isso, a caminhonete não só atraiu olhares nas redes, como também gerou identificação com um público que acompanha o dia a dia do agro.

    https://www.instagram.com/p/DWbkGXHgIul/?utm_source=ig_web_copy_link&igsh=MzRlODBiNWFlZA==

    Modelo é considerado raridade

    A cantora aparece com uma Ford F-150 Custom 1978, considerada um modelo raro, principalmente no Brasil. Como a marca não produziu esse modelo no país, poucos exemplares circulam por aqui. Por isso, o valor de mercado sobe, especialmente quando o veículo está em bom estado de conservação.

    A F-150 1978 faz parte da tradicional linha F-Series, conhecida pela durabilidade e pelo uso no trabalho pesado.

    O modelo traz design quadrado, típico da época, além de motor V8 e estrutura voltada para atividades mais exigentes. Em algumas versões, a tração 4×4 amplia ainda mais o uso em áreas rurais.

    Por isso, mesmo sendo um veículo clássico, ele continua ligado à resistência e à funcionalidade no campo.

    Ligação com o agro

    A presença da caminhonete na rotina da artista não acontece por acaso. Ao longo da carreira, Ana Castela construiu uma imagem ligada ao universo rural.

    Nesse sentido, o veículo reforça essa identidade e se conecta diretamente com o público que acompanha tanto a música quanto o estilo de vida no campo.

    Veículo também representa estilo de vida

    Além da função prática, a caminhonete também carrega um valor simbólico. No agro, ela representa trabalho, liberdade e conexão com o campo. Assim, modelos clássicos ganham destaque não apenas pelo uso, mas também pelo valor cultural que carregam.

  • Fazenda Boiadeira: Ana Castela revela sua nova propriedade rural e reforça identidade com o agro

    Fazenda Boiadeira: Ana Castela revela sua nova propriedade rural e reforça identidade com o agro

    Aos 22 anos, Ana Castela já é um dos maiores nomes do sertanejo brasileiro. Agora, a cantora acrescenta mais um capítulo à sua trajetória: a aquisição da Fazenda Boiadeira, localizada em Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul. Além disso, a propriedade reforça algo que vai muito além de um investimento financeiro. Isso porque ela reflete, acima de tudo, a identidade de uma artista que, desde o início da carreira, construiu sua história com raízes profundas no universo rural.

    A primeira visita: conhecendo a Fazenda Boiadeira

    Esta semana, Ana Castela visitou pela primeira vez sua nova propriedade. “Hoje é dia de conhecer minha fazenda nova, que eu ainda não conhecia”, afirmou a cantora durante a apresentação do espaço.

    (Imagem: Divulgação/Redes Sociais)

    A Fazenda Boiadeira conta com ampla estrutura voltada à criação de gado, com espaço generoso para o rebanho e um sistema de abastecimento de água de grande porte, pensado especialmente para os animais. Com bom humor, a cantora brincou sobre a estrutura: “Não é uma piscina, mas se quiser dá pra ser também.”

    A propriedade ainda deve passar por reformas, segundo a própria artista.

    A identidade da Boiadeira em cada detalhe

    Quem conhece Ana Castela sabe que o apelido “Boiadeira” é mais do que um nome artístico, mas uma marca. E isso se reflete em cada canto da fazenda.

    Logo na entrada, uma placa identifica o local como Fazenda Boiadeira. Itens personalizados com o apelido da cantora aparecem distribuídos pela propriedade, criando uma atmosfera que mistura agro e identidade pessoal. Para Ana, esses detalhes são um diferencial do espaço.

    A fé também está presente. A cantora destacou um elemento com referência a Nossa Senhora, reforçando que mantém a espiritualidade como parte do ambiente da fazenda.

    (Imagem/Divulgação: Redes Sociais)

    Um detalhe chamou atenção nas redes sociais: alguns bebedouros para o gado aparecem na cor rosa, escolha da própria cantora. A ideia original era adotar o padrão em todos os itens da propriedade, mas a decisão foi revertida após intervenção da família.

    Do palco ao campo: Ana Castela e a nova geração do agro

    A aquisição da Fazenda Boiadeira não é apenas uma curiosidade da vida pessoal de uma celebridade. Ela faz parte de um movimento maior que vem transformando o perfil do agronegócio brasileiro.

    Nomes como Gusttavo Lima, Luan Santana, Wesley Safadão, Marcos Palmeira e Galvão Bueno também figuram entre as personalidades que investiram em fazendas e produção rural nos últimos anos. Para especialistas, esse interesse não é modismo, é estratégia.

    “O que estamos vendo é a ‘financeirização’ positiva do campo”, explica Lutz Brito, CEO da Fx4 Agro. Segundo ele, a tecnologia transformou o agronegócio: sistemas de monitoramento via satélite, contratos digitais e rastreabilidade em tempo real permitem que investidores acompanhem seus ativos de qualquer lugar. “O campo virou tech, e o acompanhamento do retorno passou a ser quase em tempo real”, afirma.

    (Imagem/Reprodução: Redes Sociais)

    O agro como investimento inteligente

    Em um cenário econômico volátil, o setor rural surge como ponto de equilíbrio entre solidez e modernidade. A possibilidade de acompanhar cotações de arrobas de boi e commodities diretamente pelo smartphone abriu as portas do agro para um novo perfil de investidor, urbano, conectado e em busca de diversificação de patrimônio.

    “O setor rural combina segurança, potencial de crescimento e rentabilidade. Esse interesse reflete o papel do campo como alternativa para diversificar e proteger patrimônio, unindo tradição e inovação de forma consistente”, conclui Lutz Brito.

    Para Ana Castela, no entanto, o investimento vai além dos números. A Fazenda Boiadeira é, antes de tudo, a materialização de uma identidade construída desde o início da carreira de uma artista que nunca escondeu suas raízes no campo.

  • Ana Castela e Zé Felipe vivem dia de pesca no Pantanal

    Ana Castela e Zé Felipe vivem dia de pesca no Pantanal

    A cantora Ana Castela viveu dias de pura aventura e descontração durante seu passeio pelo Pantanal ao lado do cantor Zé Felipe e sua família. A viagem, que rapidamente se tornou o centro dos holofotes, mostrou que a sorte estava do lado do grupo desde o primeiro momento. Mal haviam chegado à beira do rio e já exibiram com orgulho os primeiros peixes fisgados, dando início a uma temporada de sorrisos e muito “pé quente” na pescaria.

     A estadia foi marcada por momentos de muita diversão e uma evidente sintonia entre todos. A pescaria foi o grande destaque da programação, com Ana Castela mostrando-se uma pescadora entusiasmada e de muita sorte. Ela mesma brincou ao compartilhar suas primeiras capturas, dizendo: “Peguei um tubarão também, mas não coube na foto… então deixei!”. Seu talento à beira do rio foi tão notável que Zé Felipe a batizou carinhosamente de “Pescadeira” em suas redes sociais, um trocadilho perfeito com seu famoso apelido “Boiadeira”.

    Clima familiar

    O que mais chamou a atenção, porém, foi a total e descontraída integração de Ana com a família de Zé Felipe. Os pais do cantor, Leonardo e Poliana Rocha, estiveram presentes em todos os momentos, criando um clima genuinamente familiar.

    A cumplicidade do grupo ficou ainda mais evidente quando todos apareceram usando looks personalizados e iguais, estampados com fotos de cada um deles. Ana, com seu bom humor característico, brincou sobre as roupas, escrevendo: “Agora estamos prontos pra pescar tubarão” e “O trem mais feio do mundo, vamos espantar os peixes”.

    Além das pescarias bem-sucedidas, a viagem foi recheada de cantorias, brincadeiras e muita alegria. Em um dos momentos mais divertidos, Ana pregaram uma peça em Leonardo, fazendo-o comer tomate com excesso de sal e se divertindo muito com sua reação.

    Esses momentos de descontração e convívio familiar tão próximo alimentaram ainda mais os rumores de um romance entre Ana Castela e Zé Felipe, que, apesar de não terem confirmado oficialmente um relacionamento, demonstraram uma sintonia que vai muito além dos palcos.

     

    O clima estava tão animado que a cantora postou uma montagem com um peixe gigante que ela pescou, totalmente feita por IA. Vale a brincadeira.

     

  • Embaixadora Ana Castela ganha palco principal em Barretos

    Embaixadora Ana Castela ganha palco principal em Barretos

    A Festa do Peão de Barretos, um dos maiores eventos da cultura sertaneja do Brasil, celebra seu 70º aniversário em 2025. Neste ano, Ana Castela assume o papel de embaixadora, destacando-se como uma das principais atrações do evento. Ela ganhou, portanto, o palco principal no primeiro sábado, dia 23 de agosto, ao lado de Zé Neto & Cristiano e Nattan.

    Foto: Reprodução – Instagram @anacastelacantora

    Ana Castela, conhecida por sua energia e talento, promete um show inesquecível para os fãs. Essa será sua quarta participação no evento, e ela se diz honrada e ansiosa para representar a festa. Além disso, no mesmo dia, o Palco Amanhecer contará com Guilherme & Benuto, Maria Cecília & Rodolfo, Léo & Raphael, Jiraya Uai e Diego & Arnaldo.

    Desde 2010, a Festa do Peão de Barretos nomeia um embaixador para representar o evento. Luan Santana foi o primeiro, seguido por Jorge e Mateus, Fernando e Sorocaba, Bruno e Marrone, Cristiano Araújo, entre outros. Gusttavo Lima também adotou o título em 2017, tornando-se um dos mais icônicos embaixadores. Em 2022, Adriano Moraes, um ex-peão premiado, foi escolhido, e em 2023, Cesar Menotti & Fabiano representaram a festa. Ou seja, a expectativa é grande pela Boiadeira como embaixadora.

    A edição de 2025 promete ser especial, com 11 dias de festa e um evento adicional no fim do ano, o Navio Barretos 70 anos, que contará com nomes como Simone Mendes e Maiara e Maraisa. Com Ana Castela à frente, a expectativa é que a festa seja ainda mais vibrante e memorável.

    Foto: Reprodução – Instagram @anacastelacantora

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  • Fenasoja 2024 divulga programação oficial da feira

    Fenasoja 2024 divulga programação oficial da feira

    A Fenasoja 2024, reconhecida como a maior feira multissetorial do Brasil, acontecerá de 29 de novembro a 8 de dezembro, no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson, em Santa Rosa, RS. Este evento é um marco para o agronegócio e a economia regional, pois reunirá 600 expositores e atrairá milhares de visitantes.

    A cerimônia de abertura será realizada no sábado, dia 30 de novembro, às 9h, com uma apresentação especial da Orquestra da ULBRA. Além disso, os pavilhões abrirão diariamente às 10h e encerrarão as atividades às 22h, com ingresso a R$ 10.

    O evento promete uma rica programação cultural, que incluirá música, dança, teatro e circo. Também haverá painéis comemorativos dos 100 anos da soja no Brasil, que ocorrerão entre os dias 2 e 6 de dezembro.

    Shows Nacionais

    Os shows nacionais são um dos destaques da programação. No dia 29 de novembro, o Grupo Raça Negra abrirá as festividades.

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    Seguindo a agenda, no dia 1º de dezembro, Pedro Sampaio se apresentará; no dia 5, as bandas Corpo e Alma e San Marino subirão ao palco; e no dia 6, Bruno e Marrone encantarão o público.

    A programação continua com Júlia e Rafaela e DJ GBR no dia 7, encerrando com Ana Castela no dia 8 de dezembro. Os ingressos para os shows podem ser adquiridos pelo site oficial da feira.

    A Fenasoja não é apenas uma vitrine para negócios, mas também um espaço para a troca cultural e a promoção do desenvolvimento regional.

    Além disso, com uma infraestrutura pensada para proporcionar uma experiência agradável aos visitantes, o evento se reafirma como um ponto crucial para o fortalecimento do agronegócio e das relações comerciais entre Brasil, Argentina e Paraguai.

    Fenasoja 2024
    Data: de 29 de novembro a 8 de dezembro
    Local:
    Santa Rosa/RS