Tag: Adapi

  • Expansão da carcinicultura impulsiona debates sobre produção de camarão no Piauí

    Expansão da carcinicultura impulsiona debates sobre produção de camarão no Piauí

    A carcinicultura ganhou destaque no Piauí durante o I Seminário de Carcinicultura em Águas Interiores. O evento ocorreu nesta semana na UFDPar, em Parnaíba. Ele reuniu especialistas, gestores e produtores do setor aquícola.

    O encontro discutiu a expansão da criação de camarão para o interior do estado. O foco principal ficou no semiárido e no sul do Piauí. A iniciativa também buscou fortalecer a produção em águas interiores e salobras.

    A Codevasf promoveu o seminário em parceria com universidades e instituições públicas. A Adapi participou ativamente das discussões. O evento também contou com apoio de entidades ligadas ao setor produtivo.

    O Piauí possui apenas 66 quilômetros de litoral. Esse fator torna a interiorização da atividade estratégica. Por isso, especialistas defenderam o avanço da produção no interior.

    No semiárido, a água de poços apresenta alta salinidade. Além disso, a vazão é considerada adequada para o cultivo de camarão. Esses fatores favorecem a expansão da atividade aquícola.

    No sul do estado, os rios Gurguéia e Parnaíba ampliam as possibilidades de produção. Esses recursos hídricos reforçam o potencial da região. Assim, o setor ganha novas áreas de desenvolvimento.

    Integração e inovação no setor aquícola

    Durante o seminário, os participantes também destacaram o policultivo. Esse sistema integra a criação de camarão e tilápia. Ele aumenta a produtividade e diversifica a renda dos produtores.

    A Adapi participou com técnicos da área de sanidade animal. Entre eles estiveram Idilio Moura e Janílson Lima. Eles acompanharam os debates ao longo dos dois dias de evento.

    Os participantes discutiram sanidade animal, produção e comercialização. Eles também abordaram a expansão da cadeia produtiva. O encontro reforçou a importância da organização do setor.

    Instituições como Embrapa, IFs, UFDPar, UFC e UFPE participaram do evento. O IBGE e outras entidades públicas também estiveram presentes. Produtores e estudantes completaram o público.

    Para os organizadores, a integração entre instituições e produtores é essencial. Essa união pode gerar empregos e renda, além de fortalecer o desenvolvimento econômico do Piauí.

  • Praga ameaça lavouras e governo endurece fiscalização de máquinas agrícolas

    Praga ameaça lavouras e governo endurece fiscalização de máquinas agrícolas

    O Governo do Piauí intensificou a fiscalização no trânsito de máquinas e implementos agrícolas para impedir a entrada de pragas que ameaçam as lavouras do estado. A ação, coordenada pela Agência de Defesa Agropecuária (Adapi), segue as determinações da Portaria nº 56/2025, que exige a higienização comprovada de equipamentos usados antes de ingressarem ou circularem pelo território piauiense.

    Durante essa semana fiscais do Posto de Vigilância Agropecuária (PVA) de Cristalândia barraram uma carga que transportava um trator e uma plantadeira em desacordo com a norma. Os equipamentos retornaram ao local de origem.

    A portaria determina que todas as máquinas agrícolas usadas com destino ao Piauí ou em trânsito pelo estado precisam apresentar laudo de higienização emitido por empresa especializada, acompanhado de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) assinada por profissional habilitado. A medida vale mesmo para equipamentos que apenas atravessem o território piauiense.

    O objetivo principal da ação preventiva é evitar a disseminação do Amaranthus palmeri, uma planta infestante classificada como praga quarentenária presente. A espécie já tem ocorrência confirmada em São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e representa alto risco para as culturas de milho, algodão e soja. A planta apresenta crescimento rápido, alta capacidade de multiplicação e resistência a diversos defensivos agrícolas.

    Participação do setor produtivo

    O gerente de Defesa Vegetal da Adapi, Ozael Valério, explica que a construção da portaria contou com participação do setor produtivo. Após a publicação, o órgão realizou um período de orientação educativa com produtores e transportadores. As novas regras entraram em vigor oficialmente em 1º de janeiro de 2026.

    A gerente de Trânsito da Adapi, Daniela Rabelo, adianta que a fiscalização vai aumentar em todo o estado. Principalmente durante o período de colheita de grãos, quando cresce significativamente o fluxo de máquinas agrícolas usadas.

    A Adapi reforça que o cumprimento das exigências não gera custos para produtores ou transportadores. As solicitações devem ser feitas pelos canais oficiais:

    O site da Adapi já disponibiliza um folder informativo sobre a Portaria nº 56/2025. A agência também prepara o lançamento de um vídeo institucional com orientações detalhadas sobre os procedimentos.

  • Agrotóxicos ilegais avaliados em R$ 7,3 milhões saem de circulação em dois estados brasileiros

    Agrotóxicos ilegais avaliados em R$ 7,3 milhões saem de circulação em dois estados brasileiros

    Agentes do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e da Receita Federal apreenderam cerca de 40 toneladas de agrotóxicos falsificados e contrabandeados em Minas Gerais no início de 2025.

    No Piauí, a Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adapi) interditou produtos irregulares em quatro municípios do norte do estado. Juntas, as operações reforçam o combate ao comércio ilegal de defensivos agrícolas no país.

    Uberaba: 21 toneladas e R$ 4,1 milhões em produtos ilegais

    Na segunda-feira (9/2), uma operação conjunta entre IMA, Mapa e Receita Federal identificou aproximadamente 21 toneladas de agrotóxicos falsificados e contrabandeados em três estabelecimentos de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Os produtos, avaliados em mais de R$ 4,1 milhões, estavam armazenados de forma irregular e prontos para entrar no mercado sem qualquer garantia de procedência.

    “Os agrotóxicos seriam destinados às áreas agrícolas, muitos deles adulterados, representando riscos à saúde humana e animal. Além de impactos significativos ao meio ambiente”, afirmou a coordenadora regional do IMA em Uberaba, Deise Macêdo. Segundo ela, a apreensão protege tanto o produtor rural quanto o consumidor final e fortalece a segurança de toda a cadeia produtiva.

    Sul de Minas: esquema de manipulação e importação ilegal é desarticulado

    Nos dias 3 e 4 de fevereiro, o IMA atuou junto ao Mapa e à Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) em Boa Esperança, no Sul do estado, onde desarticulou um esquema ilícito de importação, manipulação e comercialização de agrotóxicos. A operação revelou cerca de 17,5 toneladas de produtos sem registro, rótulo ou nota fiscal, armazenados em embalagens improvisadas. Tudo avaliado em mais de R$ 3,2 milhões.

    Foto: Acervo IMA

    A equipe também identificou produtos com rotulagem em língua estrangeira incompatível com a tradução das embalagens, o que indica possível tentativa de burlar exigências do processo de importação.

    “Quando um produto circula fora do controle oficial, não há garantias sobre sua composição, eficácia ou segurança”, destacou o gerente de defesa sanitária vegetal do IMA, Leonardo do Carmo. Ele ressaltou que o comércio ilegítimo compromete a economia do estado ao estimular a concorrência desleal e prejudicar a credibilidade do setor agropecuário mineiro.

    Em 15 de janeiro, o IMA participou de uma ação com a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros. A operação resultou no fechamento de um laboratório ilegal de manipulação e fracionamento de agrotóxicos em Patos de Minas. O coordenador regional do IMA no município, Sirley Crispim, informou que a equipe encontrou indícios de falsificação e adição de substâncias em desacordo com a legislação. Além de apreender mais de 500 kg de produtos irregulares.

    Piauí fiscaliza quatro municípios e interdita agrotóxicos irregulares

    Entre os dias 9 e 13 de fevereiro, a Adapi realizou uma operação de fiscalização nos municípios de Campo Maior, Jatobá do Piauí, Sigefredo Pacheco e Nossa Senhora de Nazaré. A equipe lavrou 14 termos de fiscalização, cinco notificações, cinco autos de interdição e dois autos de infração. Além de interditar 136 litros de agrotóxicos líquidos e 6 kg de produtos em pó com irregularidades de comercialização, armazenamento ou aplicação.

    A operação verificou a regularidade dos estabelecimentos comerciais, as condições de armazenamento e o uso adequado dos defensivos por produtores rurais. Além do caráter fiscalizatório, a ação incluiu orientações técnicas a comerciantes e produtores sobre normas legais e procedimentos seguros para o manuseio dos produtos.

    Foto: Ascom Adapi
  • PRF flagra tilápia transportada em contêineres de ácido sulfúrico

    PRF flagra tilápia transportada em contêineres de ácido sulfúrico

    A fiscalização da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi) descartou 1,5 tonelada de tilápia que estava imprópria para o consumo humano. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu a carga no km 70 da BR-343, no município de Piripiri, e a encaminhou à unidade da Agência em Parnaíba para realizar os procedimentos sanitários.

    Foto: Ascom Adapi

    Os fiscais identificaram como principal problema a forma de transporte do pescado: responsáveis acondicionaram os peixes em nove contêineres originalmente destinados ao transporte de produtos perigosos, inclusive com identificação do selo ONU 1831, utilizado para ácido sulfúrico. Há suspeita de que os responsáveis tenham usado anteriormente os recipientes para transportar a substância química, o que inviabiliza a reutilização para alimentos. Isso mesmo após qualquer tentativa de limpeza.

    De acordo com a gerente de Trânsito da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi), Daniela Rabelo, a carga não apresentava condições seguras para consumo, e a equipe eliminou o produto conforme determina a legislação sanitária. “Após a constatação das irregularidades, a Adapi adotou imediatamente as providências. Essa carga estava imprópria para consumo humano e foi totalmente inutilizada. Garantindo que não chegasse ao mercado e não representasse risco à saúde da população”, afirmou.

    Destino da carga

    Segundo informações que repassaram à fiscalização, o responsável adquiriu o pescado em Campo Maior e pretendia comercializá-lo no litoral do estado. A carga está avaliada em aproximadamente R$ 15 mil.

    O secretário da Assistência Técnica e Defesa Agropecuária do Piauí (Sada), Fábio Abreu, destacou a importância da atuação conjunta entre os órgãos. E também anunciou que as ações serão intensificadas nas próximas semanas. “A Adapi desempenha um papel fundamental na proteção da saúde pública e na garantia da qualidade dos alimentos que chegam à mesa dos piauienses. Com o início da Quaresma, período em que aumenta o consumo de pescado, vamos intensificar ainda mais as fiscalizações em todo o estado”, ressaltou.

    Foto: Ascom Adapi

    A legislação brasileira proíbe a reutilização de recipientes que tenham transportado produtos perigosos para o acondicionamento de alimentos. Portanto, as autoridades enquadraram inicialmente o caso como crime de comercialização de mercadoria imprópria para consumo. A Adapi segue acompanhando o processo até a destinação final adequada do material apreendido.

  • Piauí mapeia javalis e prepara vacinação inédita contra peste suína

    Piauí mapeia javalis e prepara vacinação inédita contra peste suína

    O Piauí se destaca como um dos primeiros estados brasileiros a concluir integralmente o levantamento nacional sobre a presença de javalis em seu território. A pesquisa, conduzida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) em parceria com as Unidades Veterinárias Locais (UVLs), teve 100% de adesão no estado graças à coordenação da Agência de Defesa Agropecuária (Adapi).

    O mapeamento inédito visa diagnosticar a circulação do javali no Brasil, animal considerado o principal reservatório e transmissor da Peste Suína Clássica (PSC) e da Peste Suína Africana (PSA) para rebanhos domésticos.

    Plano de vacinação aguarda liberação federal

    Com base nos dados coletados, o Serviço Veterinário Oficial do Piauí intensificou as ações de vigilância epidemiológica. E também desenvolveu estratégias estruturantes para proteger o setor suinícola. Entre as medidas está o Plano Estadual de Vacinação contra a Peste Suína Clássica, elaborado pela Adapi. E que aguarda autorização do MAPA para implementação em 2026.

    A iniciativa ganha relevância especial considerando que o Piauí já registrou casos da doença em seu território, tornando urgente a adoção de medidas preventivas eficazes.

    Mudança no sistema de criação no norte do estado

    Paralelamente ao plano de vacinação, a Secretaria da Assistência Técnica e Defesa Agropecuária (Sada) desenvolveu um Plano de Manejo Sustentável de Suínos, também encaminhado ao Ministério da Agricultura. Os dois projetos funcionam de forma integrada. E priorizam a transformação do sistema de criação na região norte piauiense, onde se concentram o maior rebanho e o maior número de focos da PSC.

    A estratégia prevê substituir o sistema extensivo tradicional, com animais criados soltos, por modelos mais seguros e controlados. As ações incluem educação sanitária, comunicação com produtores rurais e apoio técnico para adequação das instalações.

    Medidas estruturantes para a suinocultura

    Entre as melhorias propostas estão o aprimoramento da estrutura física das propriedades, manejo sanitário adequado, alimentação balanceada e controle rigoroso do trânsito de animais. Essas medidas são consideradas fundamentais para conter a disseminação da doença e garantir que a vacinação alcance máxima efetividade.

    A conclusão do levantamento sobre javalis e a elaboração dos planos estaduais representam um avanço significativo para a suinocultura piauiense. O Governo do Estado aguarda o aval do MAPA para dar início às ações que devem fortalecer toda a cadeia produtiva. Além de proteger a sanidade animal e impulsionar o desenvolvimento econômico do setor no Piauí.

  • Alerta: decretada emergência sanitária após confirmação de peste suína clássica

    Alerta: decretada emergência sanitária após confirmação de peste suína clássica

    O Piauí está em estado de emergência zoossanitária após a confirmação de um foco de Peste Suína Clássica (PSC) no município de Porto, região Norte do estado. O decreto do governador Rafael Fonteles, publicado no Diário Oficial do Estado (DOE), terá validade de 180 dias. E estabelece controles rigorosos para impedir a disseminação da doença viral.

    A medida emergencial foi tomada após laudos do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária, órgão vinculado ao Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), confirmarem a presença do vírus causador da PSC em animais da região. A doença representa grave ameaça à suinocultura brasileira e pode causar prejuízos econômicos significativos ao setor.

    Controle rigoroso de movimentação

    De acordo com o decreto estadual, o trânsito de suínos e produtos considerados de risco no território piauiense passará a seguir protocolos específicos estabelecidos por equipes técnicas. As autoridades só autorizarão a movimentação de animais após o cumprimento de normas sanitárias rigorosas, com foco na contenção e eliminação do agente viral.

    A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Piauí (Adapi), em conjunto com a Secretaria da Assistência Técnica e Defesa Agropecuária (Sada), coordenará todas as ações de vigilância, controle e erradicação da doença. O órgão estadual está autorizado a expedir diretrizes sanitárias, adotar manejo integrado da doença e adquirir insumos necessários às operações de campo.

    Criadores devem notificar imediatamente qualquer suspeita

    O secretário da Sada, Fábio Abreu, fez um apelo direto aos produtores rurais. “Ressaltamos que criadores que observarem qualquer anormalidade nos suínos informem imediatamente à Sada e à Adapi. Não omitam qualquer informação, para que sejam adotados os protocolos necessários. O criador será ressarcido em caso de detecção da doença”, alertou.

    Abreu também destacou que a legislação sanitária considera crime a omissão de informações sobre animais doentes, passível de multas e outras penalidades.

    O que é a Peste Suína Clássica?

    A Peste Suína Clássica é uma doença viral altamente contagiosa que afeta suínos domésticos e selvagens. Segundo o Ministério da Agricultura, a enfermidade não representa risco para humanos. Mas pode causar mortalidade de até 100% nos rebanhos infectados, especialmente em animais jovens.

    Os principais sintomas incluem febre alta, falta de apetite, apatia, manchas avermelhadas na pele, problemas respiratórios e neurológicos. O vírus se transmite por contato direto entre animais, através de alimentos contaminados ou por meio de equipamentos e veículos utilizados nas propriedades.

    O Brasil vinha avançando no controle da PSC nas últimas décadas. De acordo com dados do Mapa, várias regiões do país já conquistaram o status de zona livre da doença, reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). A confirmação de novos focos representa um alerta para todo o setor produtivo nacional.

    Impactos econômicos e comerciais

    A presença da Peste Suína Clássica pode afetar diretamente as exportações de carne suína brasileira, um setor que movimenta bilhões de reais anualmente. Países importadores adotam barreiras sanitárias rigorosas contra nações que registram focos da doença, o que pode resultar em perdas econômicas significativas para os produtores.

    O Piauí, embora não esteja entre os maiores produtores de suínos do país, conta com importante atividade de suinocultura familiar e comercial. A rápida contenção do foco identificado em Porto representa uma estratégia para preservar a sanidade do rebanho estadual e evitar a propagação para estados vizinhos.

    Ações coordenadas de prevenção

    As autoridades estaduais ressaltam que as medidas adotadas seguem protocolos técnicos rigorosos e contam com apoio de equipes especializadas. O foco das ações está na proteção do rebanho suíno, na preservação da atividade produtiva e na manutenção da sanidade animal em todo o território piauiense.

    Produtores rurais, técnicos agrícolas e a população em geral podem obter mais informações sobre os procedimentos de notificação e as medidas preventivas entrando em contato com a Adapi ou com escritórios regionais da Sada em seus municípios.

    As autoridades sanitárias estaduais e federais vão monitorar continuamente a situação durante todo o período de emergência.

  • Número de mortes após vacina sobe para 612, alerta Ministério

    Número de mortes após vacina sobe para 612, alerta Ministério

    O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) atualizou para 612 o total de mortes de caprinos, ovinos e bovinos que estão em investigação por possível relação com a vacina contra clostridiose EXCELL 10, produzida pela Dechra Brasil Produtos Veterinários Ltda. Os produtores notificam os casos conforme eles ocorrem.

    O Mapa pede que os produtores façam as notificações pelo sistema e-Sisbravet, plataforma oficial para registrar suspeitas de doenças e acompanhar investigações do Serviço Veterinário Oficial (SVO). O sistema vai transferir para o e-Sisbravet as notificações feitas pelo canal FalaBr.

    A empresa responsável pela vacina recomenda que os produtores registrem os casos diretamente em seus canais: telefone 0800 400 7997, WhatsApp (43) 99135-1168 e pelo e-mail [email protected].

    Apesar das investigações, a vacinação contra a clostridiose continua sendo uma estratégia eficaz para combater a doença, que apresenta alta mortalidade na pecuária. O consumo de produtos derivados de animais saudáveis e inspecionados é seguro.

    O caso começou após notificação da Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) sobre reações adversas em animais vacinados. O Mapa agiu rapidamente e determinou a apreensão dos lotes da EXCELL 10, além da suspensão da fabricação. Também ordenou auditoria na empresa fabricante e coleta de amostras para análise no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária.

    A Dechra Brasil iniciou o recolhimento dos lotes 016/2024 e 018/2024 conforme determinação do Ministério. Outros estados relataram mortes em animais e continuam investigando possível relação com a vacina.

    A causa das mortes ainda não foi confirmada. O Ministério da Agricultura segue trabalhando em conjunto com órgãos estaduais para esclarecer o caso e tomar medidas que protejam a pecuária nacional.