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  • Agronegócio brasileiro abre 29 mercados em abril

    Agronegócio brasileiro abre 29 mercados em abril

    O agronegócio brasileiro ampliou exportações ao abrir mercados em nove países nos primeiros dias de abril. Segundo o Ministério da Agricultura (Mapa), o país liberou embarques de 29 produtos diferentes em 17 dias.

    Entre os destinos, destacam-se Vietnã, Arábia Saudita, Etiópia e El Salvador, além de outros mercados estratégicos.

    Os acordos envolvem proteína animal, frutas, grãos e diversos itens da cadeia agropecuária. Além disso, o resultado se soma à abertura de 30 mercados nos três primeiros meses do ano. Com isso, o setor mantém ritmo consistente de expansão no comércio internacional.

    No primeiro trimestre, o agronegócio exportou US$ 38,1 bilhões, segundo dados oficiais. O valor representa recorde para o período entre janeiro e março. Além disso, o desempenho indica crescimento de 0,9% frente ao mesmo período de 2025.

    Especialistas destacam que a diversificação de destinos fortalece a competitividade do agro brasileiro. A seguir, veja os principais mercados abertos em abril:

    Etiópia

    O Brasil liberou exportações de sementes forrageiras, carnes bovina, suína e de aves. Também incluiu miúdos, produtos lácteos, pescado e itens para alimentação animal.

    Além disso, autorizou envio de animais vivos, ovos férteis, alevinos e material genético.

    Arábia Saudita

    O país abriu mercado para frutas como abacate, atemoia, goiaba e carambola. Também liberou citros, gengibre, mamão, maracujá e melancia.

    Vietnã

    O mercado passou a importar miúdos bovinos, além de pés e miúdos suínos.

    El Salvador

    O país autorizou a compra de maçã e carne de frango termoprocessada.

    Azerbaijão

    O Brasil conquistou acesso para exportação de uvas.

    Jordânia

    O mercado passou a importar feno brasileiro.

    Angola

    O país autorizou a entrada de oócitos ovinos e caprinos.

    Peru

    O acordo inclui sementes de pimenta da espécie *capsicum baccatum*.

    Filipinas

    O mercado abriu para grãos secos de destilaria de milho destinados à ração animal.

    Com esses avanços, o Brasil amplia sua presença global e fortalece o agronegócio.

  • Agronegócio brasileiro conquista superávit de US$ 9,2 bilhões em janeiro

    Agronegócio brasileiro conquista superávit de US$ 9,2 bilhões em janeiro

    O agronegócio brasileiro iniciou 2026 com resultados expressivos, registrando US$ 10,8 bilhões em exportações durante janeiro e garantindo um superávit comercial de US$ 9,2 bilhões no período. Os números consolidam o setor como principal motor das vendas externas do país, representando 42,8% do valor total exportado pelo Brasil no primeiro mês do ano.

    Apesar da ligeira queda de 2,2% no valor exportado em relação a janeiro de 2025, o volume de produtos embarcados cresceu 7,0%, demonstrando a crescente aceitação dos produtos brasileiros no mercado internacional. A redução no faturamento reflete principalmente a queda de 8,6% nos preços médios das commodities, tendência acompanhada pelo Índice de Preços de Alimentos da FAO, que recuou em janeiro na comparação com dezembro de 2024.

    China lidera compras e mercados asiáticos expandem participação

    A China manteve a liderança como principal destino das exportações agropecuárias brasileiras, adquirindo US$ 2,1 bilhões em produtos (20% do total). A União Europeia aparece em segundo lugar, com US$ 1,7 bilhão (11%), seguida pelos Estados Unidos, que importaram US$ 705 milhões (6,6%).

    Um destaque importante foi o desempenho nas vendas para países da ASEAN (Associação das Nações do Sudeste Asiático), que cresceram 5,7% em janeiro de 2026 comparado ao mesmo período do ano anterior, sinalizando a diversificação de mercados em uma região estratégica que inclui Filipinas, Indonésia, Malásia, Singapura, Tailândia e Vietnã, entre outros.

    Entre os mercados que mais ampliaram suas compras destacam-se Emirados Árabes Unidos (+58,5%), Filipinas (+90%), Turquia (+72,18%), Irã (+21,5%) e Iêmen (+336,9%).

    Recordes em carnes e diversificação de produtos

    O setor de carnes liderou as exportações, movimentando US$ 2,58 bilhões (24% do total) com crescimento de 24% em relação a janeiro de 2025. A carne bovina in natura foi o principal produto exportado, gerando US$ 1,3 bilhão em receitas com 231,8 mil toneladas destinadas a 116 países. Destaque para o aumento de 93% nas compras dos Estados Unidos.

    O complexo soja registrou US$ 1,66 bilhão (15,4% do total) com crescimento de 49,4%, seguido por produtos florestais (US$ 1,38 bilhão), cereais e preparações (US$ 1,12 bilhão), café (US$ 1,10 bilhão) e complexo sucroalcooleiro (US$ 0,75 bilhão).

    Novos produtos alcançam marcas históricas

    Janeiro de 2026 registrou recordes de exportação para diversos produtos que ampliam o portfólio do agronegócio brasileiro:

    • Glicerina em bruto: US$ 46,9 milhões (+114,9%)
    • Óleo de milho: US$ 21,8 milhões (+335,8%)
    • Cerveja: US$ 19,86 milhões (+3,6%)
    • Ovos: US$ 14,7 milhões (+9,2%)
    • Mamão papaia: US$ 6,36 milhões (+17,3%)
    • Pargos: US$ 5,84 milhões (+29,1%)

    Abertura de mercados e reconhecimento sanitário impulsionam resultados

    Segundo o ministro Carlos Fávaro, as ações de sanidade e negociação comercial do governo federal têm sido fundamentais para o desempenho positivo. O Brasil conquistou o reconhecimento da OMSA como livre de febre aftosa sem vacinação e recuperou rapidamente o status de livre de influenza aviária.

    No campo comercial, o país avançou em tratativas que resultaram na retirada da tarifa adicional dos Estados Unidos para produtos brasileiros, incluindo a carne bovina in natura.

    Conforme destacou o secretário Luis Rua, desde 2023 foram abertos 535 novos mercados para produtos do agronegócio brasileiro, sendo 10 apenas em janeiro de 2026. Iniciativas como AgroInsight, webinars e a Caravana do Agroexportador têm aproximado produtores e exportadores de oportunidades internacionais. E estimulando a participação de pequenos e médios empresários no mercado global.

  • Recorde histórico: exportações do agronegócio batem US$ 15,49 bi em outubro

    Recorde histórico: exportações do agronegócio batem US$ 15,49 bi em outubro

    .As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram US$ 15,49 bilhões em outubro de 2025, estabelecendo um novo recorde histórico para o mês. O resultado representa um crescimento de 8,5% em relação a outubro de 2024 e reforça o papel do setor como pilar da balança comercial brasileira, com superávit de aproximadamente US$ 13,7 bilhões.

    O desempenho foi impulsionado pelo aumento de 10,1% no volume embarcado, compensando a queda de 1,4% nos preços médios internacionais. Os números mantêm o patamar elevado observado no segundo semestre: em julho, as exportações atingiram US$ 15,6 bilhões, e em setembro, US$ 14,95 bilhões.

    Produtos tradicionais mantêm liderança com recordes

    Entre os destaques do mês, soja em grãos, carne bovina, café, açúcar, milho, celulose, carne de frango e carne suína registraram valores e/ou volumes recordes para meses de outubro na série histórica.

    A China segue como principal destino das exportações brasileiras, absorvendo US$ 4,95 bilhões (32% do total), principalmente em soja em grãos e carne bovina. União Europeia e Estados Unidos completam o pódio, enquanto mercados emergentes como Egito, Índia e Irã demonstram a estratégia bem-sucedida de diversificação geográfica, especialmente na Ásia, Oriente Médio e Norte da África.

    Nichos promissores: oportunidades além dos commodities

    Outubro trouxe surpresas positivas em produtos menos tradicionais da pauta exportadora, sinalizando novas oportunidades para empresas de diferentes portes:

    • Amendoim: crescimento de 85,3% em volume, totalizando 33 mil toneladas
    • Rações para animais de estimação: alta de 42,7%, atingindo US$ 43,2 milhões
    • Café solúvel: aumento de 32,8% em valor (US$ 101 milhões)
    • Sementes de oleaginosas: expansão de 77% em volume e 41,8% em valor
    • Sebo bovino: recordes em valor (US$ 431 milhões) e quantidade (390 mil toneladas)
    • Feijões secos: máximas históricas com US$ 379,7 milhões e 452,8 mil toneladas

    Esses produtos cresceram 9,1% em outubro e impressionantes 17,9% no acumulado de janeiro a outubro de 2025, superando o desempenho dos itens tradicionais.

    Abertura de mercados impulsiona diversificação

    O resultado é fruto da estratégia de abertura de mercados conduzida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). E conta com uma parceria com o Ministério das Relações Exteriores. Apenas em outubro, foram abertos 28 novos mercados. Portanto, quase uma oportunidade por dia para empresas brasileiras expandirem sua atuação internacional.

    No período de janeiro a outubro de 2025, as exportações do agronegócio somaram US$ 141,97 bilhões, crescimento de 1,4% em relação ao mesmo intervalo de 2024. As importações de produtos agropecuários totalizaram US$ 17 bilhões (alta de 4,9%), resultando em superávit de US$ 124,97 bilhões, ligeiramente superior ao registrado no ano anterior.

    Os números consolidam o agronegócio como motor da economia brasileira. E demonstram a capacidade do setor de aliar produtos tradicionais de alta demanda global com nichos emergentes de alto valor agregado. Abrindo caminhos para a diversificação e internacionalização de empresas de todos os portes.

  • Caranguejo ornamental vivo: Brasil abre mercado para o Japão

    Caranguejo ornamental vivo: Brasil abre mercado para o Japão

    O Brasil celebrou a aprovação sanitária que permite a exportação de caranguejo ornamental vivo ao Japão. A novidade dispensa o uso de Certificado Zoossanitário Internacional, facilitando o comércio.

    Parceria comercial com o Japão

    Em 2023, o Japão foi o quarto maior destino das exportações agrícolas brasileiras, movimentando US$ 4,1 bilhões. Em resumo, entre janeiro e outubro de 2024, o volume chegou a US$ 2,84 bilhões, reforçando a importância do mercado japonês para o agronegócio nacional.

    Além do caranguejo ornamental, outros sete produtos brasileiros receberam autorização para exportação ao Japão em 2024. Entre eles estão abacate Hass, farelo de mandioca, feno, polpa cítrica desidratada, flor seca de cravo-da-índia, folha seca de erva-mate e fruto seco de macadâmia.

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    Desde o início de 2023, o agronegócio brasileiro alcançou 284 aberturas de mercado em 62 países, sendo 206 delas realizadas apenas em 2024.

    Portanto, o avanço reflete a ação conjunta entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Ministério das Relações Exteriores (MRE), que têm trabalhado para expandir a presença brasileira no comércio internacional.

    Tilápia

    Ao mesmo tempo, o Brasil deu um passo importante para intensificar a exportação de tilápia fresca para os Estados Unidos (reportagem completa no link acima). A primeira carga de pescado para o mercado norte-americano sem a exigência da Certificação Sanitária Internacional (CSI), um procedimento que vigorava desde 2012. Em resumo, a medida, resultado de uma desburocratização anunciada em outubro, já mostra seus primeiros efeitos. Nos testes realizados desde a implementação, foram enviadas 34 toneladas de filé fresco de tilápia.

     

  • Entidades representativas do agro se reuniram com Ministro para balanço do setor

    Entidades representativas do agro se reuniram com Ministro para balanço do setor

    O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, se reuniu nesta terça-feira (12) com cerca de 20 entidades representativas do setor agropecuário para apresentar um balanço das ações do Ministério da Agricultura (Mapa) no último ano e discutir as prioridades para 2025. O encontro teve como foco os resultados do segundo ano do governo Lula, especialmente em relação à abertura de novos mercados para os produtos brasileiros.

    Na abertura da reunião, Fávaro expressou sua gratidão pela presença das entidades e enfatizou a importância de ouvir as demandas e sugestões do setor. “Queremos receber as demandas, as críticas e as sugestões dos setores. Também é importante prestarmos contas sobre o trabalho do Mapa ao longo desses dois anos e mostrar os resultados alcançados”, afirmou.

    Entre as entidades presentes estavam representantes da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa); Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg); Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec); Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo); Croplife Brasil; Associação Brasileira das Indústrias de Pescados (Abipesca); Associação Matogrossense dos Produtores de Algodão (Ampa); União Nacional do Etanol de Milho (Unem); Associação Brasileira de Laticínios (Viva Lácteos); Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (Citrus BR); Exportadores de Sucos Cítricos Ibiapaba Netto (diretor-executivo); Associação Brasileira da Indústria de Alimentos (Abia); Associação Brasileira do Agronegócio (Abag); Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé); Indústria Brasileira de Árvores (Ibá); Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA); Sociedade Rural Brasileira (SRB); Federação da Agricultura e Pecuária do Mato Grosso (Famato) e a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo).

    Abertura de mercados

    Um dos principais destaques da reunião foi a abertura de 274 novos mercados em 61 destinos desde o início de 2023. Fávaro atribuiu esse recorde à boa relação diplomática e ao trabalho das equipes técnicas do Mapa, do Ministério das Relações Exteriores e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). “Nosso foco é ampliar as relações comerciais para a agropecuária brasileira, especialmente em um cenário de preços de commodities achatados”, ressaltou o ministro.

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    O secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, apresentou dados que evidenciam o crescimento econômico do agronegócio no Brasil, destacando que, apesar da queda nos preços médios de exportação de alguns produtos, o desempenho geral tem sido positivo. O setor agrícola representa quase metade das exportações totais brasileiras em 2024, com 49,3% do total.

    Novas secretarias e lei antidesmatamento

    Durante a reunião, Fávaro anunciou a possível criação de duas novas secretarias no Mapa: uma para o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e outra para Promoção Comercial dos Produtos do Agro. “Teremos o melhor Instituto Meteorológico da América Latina”, garantiu.

    Outro assunto debatido foi a carta enviada pelo Brasil à União Europeia pedindo a suspensão da Lei Antidesmatamento. Fávaro enfatizou que o Brasil possui um código florestal rigoroso e que é fundamental respeitar a soberania nacional.

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    O presidente da Abrapa, Alexandre Schenkel, destacou a importância da interação entre o setor privado e o governo. “Essa interação faz com que tenhamos resultados para o Brasil”, afirmou.

    O presidente da Abiec, Jorge Camardelli, destacou o que ele chamou de excelência do processo comercial. “O Brasil é competitivo e tem oferta para o mundo. Nenhum player no mundo hoje ou nos próximos anos terá a produção que o Brasil tem para abastecer o mundo com qualidade proteica e principalmente com volume” afirmou.

    A reunião refletiu o compromisso do governo em fortalecer o agronegócio brasileiro e buscar soluções para os desafios enfrentados pelo setor.

  • Brasil quebra recordes no comércio agro: 72 novos mercados em 2024

    Brasil quebra recordes no comércio agro: 72 novos mercados em 2024

    O primeiro semestre de 2024 registrou o melhor desempenho histórico para o comércio exterior do agronegócio brasileiro. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) abriu 72 novos mercados para produtos agrícolas brasileiros, beneficiando 30 países. Este número supera os recordes anteriores, incluindo os totais de 35 aberturas em 2019 e 53 em 2022.

    Em junho, a expansão foi particularmente significativa, com 26 novos mercados abertos em 13 países, representando 32% de todas as aberturas realizadas no ano. Consequentemente, este desempenho foi crucial para o recorde semestral.

    “O Brasil é destaque para produtos de qualidade. Batemos todos os recordes de abertura de mercados – 18 meses, um ano e meio de governo Lula -, com 150 mercados abertos para produtos da agropecuária brasileira”, afirmou o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro.

    72 novos mercados em 2024

    As novas aberturas em 2024 contemplam todos os continentes. Na África, os países beneficiados foram África do Sul, Botsuana, Lesoto, Nigéria, Zâmbia e Egito. Já na Ásia, os novos mercados incluem Arábia Saudita, Armênia, Butão, Cazaquistão, China e Hong Kong, Coreia do Sul, Filipinas, Índia, Omã, Paquistão, Quirguistão, Singapura e Turquia. Na Europa, os países foram Belarus, Rússia e Grã-Bretanha. Além disso, na Oceania, o novo mercado foi a Austrália. Nas Américas, os países beneficiados foram Canadá, México, Estados Unidos, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Peru.

    Entre os principais produtos que tiveram acordos nos requisitos sanitários e fitossanitários estão pescados de cultivo e derivados, sementes de hortaliças, suínos vivos e seus derivados, carne suína, pescados, gelatina e colágeno de várias origens, proteínas processadas de aves, produtos à base de camarões, embriões bovinos, sêmen bovino, alevinos de tilápia, peixes ornamentais, carne e produtos cárneos de ovinos, extrato de carne bovina, café verde, ovos e milho não transgênico.

    Exportação

    A expansão dos mercados internacionais também impulsionou as exportações brasileiras. O agronegócio representou 49,6% do total das exportações nos primeiros cinco meses do ano, gerando US$ 67,17 bilhões em receita.

    “Atendendo ao pedido do presidente Lula e do ministro Fávaro, temos trabalhado incansavelmente e dialogado com diversos países para oferecer ainda mais oportunidades aos produtores rurais, facilitando a exportação e aumentando a competitividade dos produtos brasileiros no mercado global”, destacou o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Roberto Perosa.

    Desde o início de 2023, quando começou o terceiro mandato do presidente Lula e a gestão do ministro Carlos Fávaro no Mapa, o Brasil alcançou um total de 150 mercados em 52 países. Esses resultados são fruto do trabalho conjunto do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

    Evolução dos mercados e países atendidos (2019-2024)

    • 2019: 35 mercados | 18 países
    • 2020: 74 mercados | 24 países
    • 2021: 77 mercados | 33 países
    • 2022: 53 mercados | 26 países
    • 2023: 78 mercados | 39 países
    • 2024: 72 mercados | 30 países (até o momento)

    Este avanço no comércio exterior do agronegócio brasileiro destaca a crescente demanda global por produtos agrícolas de qualidade do Brasil.