Categoria: Cecafé

Acompanhe a cobertura completa do 10º Coffee Dinner & Summit, um dos maiores eventos da cafeicultura mundial, realizado pelo Cecafé, de 2 a 4 de julho de 2025, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP).

  • Com área 52% menor que na década de 60, produção de café cresce 400% no Brasil

    Com área 52% menor que na década de 60, produção de café cresce 400% no Brasil

    Durante a abertura do 10º Coffee Dinner & Summit, realizada nesta quarta-feira (2), em Campinas (SP), o presidente do Conselho Deliberativo do Cecafé, Márcio Cândido Ferreira, apresentou dados que reforçam o compromisso da cafeicultura brasileira com a preservação ambiental. A produção de café aumentou de forma expressiva mesmo com a redução da área cultivada. 

    “A área de cultivo atual é 52% menor do que na década de 1960, e mesmo assim, a produtividade aumentou mais de 400%”, afirmou. 

    Os números evidenciam a transformação do setor ao longo das últimas décadas, aliando produção em larga escala à sustentabilidade.

    Após a cerimônia, Márcio concedeu uma entrevista ao Agro em Campo, em que detalhou os avanços técnicos e ambientais da cafeicultura brasileira. Para ele, o aumento da produtividade aliado a redução da área de cultivo é fruto de um trabalho que envolve a ciência e a tecnologia, junto do compromisso com a sustentabilidade. 

    “Então você tem, obviamente, um adensamento que só é permitido em função de variedade, ciência e tecnologia. E entregando um café que enfrenta os desafios climáticos, oferece qualidade, resistente às pragas e, ao mesmo tempo, ele é carbono negativo”. 

    Ainda conforme explicou Márcio Cândido Ferreira, o café brasileiro faz parte de uma cultura regenerativa, que quanto maior a produção, mais se entrega ao meio ambiente em virtude do fator carbono negativo. Isso resulta em um impacto positivo no quesito sustentabilidade. 

    “O mundo quer isso, café com conceito: valorize esse café”, enalteceu. 

    Plataforma de rastreabilidade é resposta à legislação europeia

    Durante seu discurso, Ferreira também destacou o desenvolvimento de uma plataforma tecnológica de rastreabilidade, elaborada pelo Cecafé em parceria com a Serasa e a Xperia. A ferramenta foi criada para atender às exigências do novo regulamento europeu que proíbe a importação de produtos associados ao desmatamento.

    “A plataforma integra dados públicos e oficiais para comprovar que o café brasileiro não vem de áreas desmatadas após dezembro de 2020”, explicou. 

    A ferramenta atende a regulamentação europeia e busca fortalecer a posição do Brasil no mercado internacional por meio da transparência e da sustentabilidade.

    O 10º Coffee Dinner & Summit acontece até sexta-feira (4), com uma programação intensa voltada aos principais desafios e oportunidades do setor, envolvendo temas como logística, economia, consumo, ESG e comércio global.

  • Plataforma proíbe importação de produtos ligados a desmatamento

    Plataforma proíbe importação de produtos ligados a desmatamento

    A abertura do 10º Coffee Dinner & Summit contou com a apresentação de um avanço importante para o setor cafeeiro: a criação de uma plataforma tecnológica de rastreabilidade. 

    Desenvolvida pelo Cecafé, em parceria com a Serasa e a Xperia, a ferramenta atende às exigências do regulamento europeu que proíbe a importação de produtos associados ao desmatamento. 

    “A plataforma integra dados públicos e oficiais para comprovar que o café brasileiro não vem de áreas desmatadas após dezembro de 2020”, afirmou o presidente do Conselho Deliberativo do Cecafé, Márcio Cândido Ferreira.

    Segundo ele, a ferramenta atende ao artigo 9 do regulamento europeu e é uma resposta direta à nova legislação, que entrará em vigor nos próximos anos. 

    “O Cecafé atua junto à Comissão Europeia e outras organizações para regionalizar o risco de desmatamento, facilitando assim a adequação dos exportadores brasileiros”, explicou.

    Momento exige um debate profundo 

    Ferreira destacou ainda o protagonismo do Brasil na produção sustentável de café. 

    Em seu discurso, ressaltou os avanços do país em práticas agrícolas ambientalmente responsáveis, alinhadas às exigências dos mercados internacionais. A solenidade acontece nesta quarta-feira (2), em Campinas (SP). 

    “Nos 25 anos do Cecafé, escolhemos como tema o futuro do fluxo do comércio, protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, destacou Márcio Cândido Ferreira. 

    Segundo ele, o momento exige um debate profundo sobre os desafios econômicos, climáticos, regulatórios e logísticos que afetam a cafeicultura, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

    Durante sua fala, o presidente do Conselho Deliberativo do Cecafé destacou dados expressivos que evidenciam o compromisso da cafeicultura nacional com a preservação ambiental. 

    “A área de cultivo atual é 52% menor do que na década de 1960, e mesmo assim, a produtividade aumentou mais de 400%”, afirmou. 

    Os dados reforçam a combinação entre inovação tecnológica e sustentabilidade, que têm guiado o setor nos últimos anos.

    O Brasil, além de maior produtor e segundo maior consumidor mundial de café, também se consolidou como referência internacional em responsabilidade socioambiental. 

    “Produzimos um café sustentável e de alta qualidade, atendendo aos mercados mais exigentes do mundo”, enfatizou o presidente do Cecafé.

    Lavouras que sequestram carbono

    Um dos principais pontos abordados por Ferreira foi o avanço dos projetos voltados à captura de carbono nas lavouras brasileiras. Ele citou estudos conduzidos pelo professor Carlos Cerri, da Esalq USP, e Imaflora, que comprovaram que práticas como o uso de fertilizantes organominerais e cobertura vegetal geram um balanço negativo de carbono nas lavouras. Isso significa que as plantações de café sequestram mais carbono do que emitem.

    “As duas etapas do estudo, realizadas em Minas Gerais e no Espírito Santo, apontaram que o café arábica e o conilon são aliados no combate às mudanças climáticas”, lembrou Ferreira. 

    Além disso, o Cecafé concluiu um estudo de viabilidade para um programa pago de crédito de carbono, em parceria com a Stonex Carbon Solutions e a Allcot, confirmando o bom posicionamento do setor cafeeiro brasileiro frente aos desafios climáticos globais.

    Café como estilo de vida e símbolo de inovação

    Ferreira também falou sobre a transformação da cultura do café, que deixou de ser apenas uma commodity e passou a ser um símbolo de estilo de vida, principalmente entre os jovens consumidores. Segundo ele, o café brasileiro vem ganhando espaço justamente por unir qualidade, inovação e compromisso socioambiental.

    “O café se expandiu e se reinventou. Hoje é uma bebida que dialoga com o bem-estar, a sustentabilidade e a responsabilidade social”, afirmou. 

    Ele concluiu reforçando que o Coffee Dinner & Summit é um espaço essencial para que os principais players do setor compartilhem experiências, fomentem negócios e ampliem redes de relacionamento.

    Presença de autoridades e lideranças mundiais

    A cerimônia de abertura, que contou com a presença de autoridades, produtores, exportadores, pesquisadores e investidores, deu início ao que promete ser a edição mais robusta e estratégica do Coffee Dinner & Summit.

    Com uma programação intensa, o 10º Coffee Dinner & Summit segue até sexta-feira (04), discutindo temas como logística, economia, ESG, tendências de consumo e comércio internacional.

  • Café brasileiro em pauta: começa o 10º Coffee Dinner & Summit

    Café brasileiro em pauta: começa o 10º Coffee Dinner & Summit

    Um dos mais relevantes encontros da cafeicultura mundial começa nesta quarta-feira (2), em Campinas (SP), no Royal Palm Hall. O 10º Coffee Dinner & Summit é promovido pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé). O evento promete reunir cerca de 1.200 profissionais de toda a cadeia do café, incluindo produtores, exportadores, lideranças empresariais, entidades setoriais e autoridades públicas nacionais e internacionais.

    Com o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos Cafés do Brasil”, o encontro vai abordar os principais desafios e oportunidades para o setor cafeeiro global. Entre os temas, estão a sustentabilidade (ESG), a nova regulamentação europeia (EUDR), tendências de consumo e a logística que impacta o comércio internacional.

    A solenidade de abertura acontece na noite desta quarta-feira (2), com a presença de representantes do governo federal, lideranças dos estados produtores e autoridades do agronegócio. A programação seguirá até sexta-feira (4), com painéis estratégicos, palestras técnicas, rodadas de negócios, área de expositores e o tradicional jantar de gala que marcará o encerramento do evento.

    O Royal Palm Hall foi escolhido para oferecer melhor estrutura e logística aos participantes, favorecendo o networking e a participação de visitantes nacionais e internacionais. A expectativa da organização é de que os debates reforcem o papel do Brasil como líder global na produção e exportação de café.

    Confira a programação do 10º Coffee Dinner & Summit

    Quarta-feira – 2 de julho

    • 18h às 19h30 – Credenciamento e início da visitação aos estandes
    • A partir das 19h30 – Solenidade de abertura oficial

    Quinta-feira – 3 de julho

    • 8h30 – Credenciamento e visitação aos estandes
    • 8h30 – Palestras técnica: Evolução da Cafeicultura do Espírito Santo, com Sandro Rodrigues, Lúcio Herzog De Muner
    • 8h30 – Palestra técnica: O Risco Fiscal e a polêmica do FUNRURAL, com Marcelo Wanderley
    • 8h30 – Palestras técnicas: EUDR & ICE Commodity Traceability (ICE CoT) Service, com Clive de Ruig, Toby Brandon, Anthony Mangnall, Ed Mitchard, Camila Marques
    • 9h30 – Abertura oficial do Summit
    • 9h45 – Painel CEOs & Lideranças do Agronegócio Café Global, com Carlos Alberto Santana Jr., David Neumann, Nicolas A. Tamari, Teddy Esteve, Ben Clarkson
    • 11h00 – Painel Geopolítica Global, com Luiz Carlos Corrêa Carvalho, Ingo Plöger, Embaixador Fernando Meirelles de Azevedo Pimentel, Luis Rua
    • 12h15 – Almoço
    • 13h40 – Coffee Talks: Facilitando as exportações de café para a Europa no contexto do EUDR, com Clive de Ruig
    • 14h00 – Painel Organizações Globais do Café: EUDR e Novas Regras em Tempos de ESG, com Marcos Matos, Bill Murray, Paul Rooke, Hannelore Beerlandt, Holger Preibisch, Eileen Gordon, Dr. Krisztina Szalai
    • 15h15 – Painel Futuro da Cafeicultura Sustentável, com Flávia Barbosa, Dra. Charlotte Heyl, Vanúsia Nogueira, João Paulo Rodrigues Arciprete, Rodolfo Oliveira
    • 16h30 – Coffee-break
    • 16h50 – Painel Economia Brasileira: O que esperar do futuro?, com Marcos Troyjo
    • 18h30 – Palestra técnica: Produção de Créditos de Carbono sob demanda – Cumprindo normas e gerando riquezas, com José Marcelo Ferreira

    Sexta-feira – 4 de julho

    • 8h30 – Credenciamento e visitação aos estandes
    • 8h30 – Palestra técnica: Espírito Santo: novos investimentos para alavancar soluções logísticas, com Júlio César Lourenço, Carla Rios do Amaral, Claudio Pinheiro Melim
    • 8h30 – Palestra técnica: EUDR & ICE Commodity Traceability (ICE CoT) Service, com Clive de Ruig, Toby Brandon, Anthony Mangnall, Ed Mitchard
    • 9h30 – Abertura do segundo dia do Summit
    • 9h45 – Painel Coffee Market Outlook: O Futuro do Abastecimento, com Luiz Fernando dos Reis, Charles Chiapolino, Germán Bahamón, Oscar Schaps
    • 11h00 – Painel Desafios Logísticos no Abastecimento de Café, com Eduardo Heron, Claudio Oliveira, Elber Justo, Priscila Ceolin, Casemiro Tércio, Tetsu Köller, Júlio César Lourenço
    • 12h15 – Almoço
    • 13h30 – Coffee Talks: Cafés do Brasil: Branding em tempos de ESG, com Prof. Dr. José Luiz Tejon, Aguinaldo José de Lima
    • 14h00 – Painel Político: Futuro do Agro Brasileiro, com Márcio Cândido Ferreira, Tania Zanella, Romeu Zema, Deputado Arnaldo Jardim, Enio Bergoli
    • 15h15 – Painel Tendências de Consumo de Café, com Márcio Cândido Ferreira, Pavel Cardoso, Bill Murray, Stefan Dierks, Ryo Satomi, Marcel Motta
    • 19h30 – Jantar de encerramento

    A cobertura completa do evento será publicada aqui no Agro em Campo, com matérias especiais sobre os principais painéis, bastidores e entrevistas exclusivas com os nomes que movem a cafeicultura nacional e global.

  • Comunidade global discutirá mercado e futuro do abastecimento do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    Comunidade global discutirá mercado e futuro do abastecimento do café no 10º Coffee Dinner & Summit

    O futuro em relação ao abastecimento mundial do café é um tema que desperta atenção de toda comunidade global cafeeira. E por isso, está entre os assuntos a serem debatidos no 10º Coffee Dinner & Summit, evento que será realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), entre os dias 2 e 4 de julho, em Campinas (SP).

    O painel “Coffee Market Outlook: O Futuro do Abastecimento” acontece no último dia do encontro, com início às 9h45. E será moderado pelo superintendente comercial da Cooxupé, Luiz Fernando dos Reis. Para este debate, estão confirmadas as presenças de Charles Chiapolino, chefe Global de Pesquisa de Café da Louis Dreyfus Company, Germán Bahamón Jaramillo, CEO da Federação dos Cafeicultores da Colômbia, e Oscar Schaps, presidente da Divisão da América Latina da StoneX Financial Inc.

    A superintendência comercial da Cooxupé responde, dentre as atribuições, pelas exportações e relações da cooperativa com o comércio internacional. E também pela comercialização da commodity junto ao Brasil. Com sede em Guaxupé (MG), a Cooxupé possui trajetória com mais de 90 anos de cooperativismo brasileiro. E mais de 60 anos com atividades focadas no negócio café.

    20 mil cooperados

    Os mais de 20 mil cooperados produzem café arábica em mais de 360 municípios do Sul, Cerrado e Matas de Minas Gerais e da média mogiana do Estado de São Paulo. A commodity é exportada pela cooperativa para 50 países, em todos os continentes.

    “O Brasil é o maior produtor e exportador mundial de café. E isso significa que a responsabilidade do nosso país, bem como dos nossos produtores, é grande. Diante de um cenário de aumento populacional para os próximos anos e crescimento da demanda da produção de alimentos para o fornecimento global, é de suma importância evidenciar o futuro do abastecimento. Assim como debater, junto a especialistas do setor, o momento atual do mercado do café”, considera Reis.

    Além do foco no negócio café, a Cooxupé também anunciou, no início de 2025, sua entrada oficial no mercado de grãos. Especialmente em milho e soja, elevando sua representatividade no agronegócio nacional. Outro destaque é o compromisso com a Agenda ESG, por meio do Gerações, o protocolo próprio de sustentabilidade da cooperativa. Este protocolo, além de já ter sido mencionado em eventos internacionais no ano passado, obteve equivalência e reconhecimento como um programa que promove boas práticas agrícolas. Isso tanto pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), quanto pela Plataforma Global do Café (GCP, em inglês).

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas. Assim, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reúne, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial, além de autoridades governamentais. O objetivo é promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking. Além de aproximar os players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/.

    Sobre a Cooxupé

    Referência na cafeicultura mundial, a Cooxupé é a maior exportadora de café arábica do Brasil, de acordo com o ranking do CECAFÉ – Conselho dos Exportadores de Café do Brasil. Em 2024, a cooperativa mineira embarcou para os mercados interno e externo 6,6 milhões de sacas de café verde tipo arábica. Das quais 5,1 milhões foram destinadas para o mercado internacional, englobando mais de 50 países em cinco continentes. Entre os consumidores estão Alemanha, Argentina, Bélgica, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Itália, Japão, Suécia, entre outros. As exportações correspondem a 80% das atividades da Cooxupé. Para isso, a cooperativa mantém em Santos (SP) um escritório exclusivo para esta atividade.

    Em 2024, a Cooxupé registrou no recebimento de café 6,1 milhões de sacas. Ao considerar este volume, de acordo com a CONAB (Companhia Nacional de Abastecimento), o número representou 15% da produção nacional de café arábica e 22% da produção deste tipo de café do estado de Minas Gerais.

    Fundada em 1932 como cooperativa agrícola de crédito e transformada na Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé no ano de 1957, quando iniciou as atividades de recebimento, processamento e comercialização de café, a Cooxupé faz parte da história da cafeicultura brasileira e avança a passos largos, fazendo com que o seu café verde vá muito além da fronteira nacional. Sua sede está instalada no município mineiro de Guaxupé, onde também está situado o Complexo Industrial Japy.

    Mais informações à imprensa:

    Cooxupé: Phábrica de Ideias – Assessoria de Comunicação e relacionamento com a imprensa

    Contatos: (16) 9.8821-9990/ (17) 99731-3210 / (17) 99785-5669 / (16) 99732-1938 / (17) 99775-8666

    Cecafé – Gerência de Comunicação

    Paulo André C. Kawasaki

    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • Líderes globais debaterão tendências do consumo de café no Coffee Dinner & Summit

    Líderes globais debaterão tendências do consumo de café no Coffee Dinner & Summit

    Diante da disparada dos preços do café aos consumidores mundiais desde o ano passado, motivada por fatores diversos, como aperto entre oferta e demanda, novas regulações do comércio global e dificuldade de entregas devido a conflitos geopolíticos, o Conselho dos Exportadores do Café do Brasil (Cecafé) proporá um debate sobre “Tendências do Consumo de Café” no 10º Coffee Dinner & Summit. O evento será realizado de 2 a 4 de julho, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP).

    Nos Estados Unidos, maior consumidor mundial do produto, por exemplo, a taxação de produtos importados anunciada pelo presidente Donald Trump pode ser um fator de impacto. Porém, as lideranças do setor entendem que ainda é cedo para se avaliar o tamanho, conforme análise de Willian “Bill” Murray, presidente e CEO da National Coffee Association (NCA).

    “No geral, o consumo nos EUA tem apresentado uma trajetória ascendente há muitos anos, embora haja variações ano a ano. É muito cedo para dizer, a partir dos dados da NCA, se o consumo está em queda. Teremos uma melhor ideia no terceiro trimestre deste ano, quando realizarmos uma pesquisa de mercado”, conta.

    Murray recorda, contudo, que os consumidores americanos têm opções para continuar bebendo café mesmo diante de pressões financeiras. “Eles podem economizar comprando pacotes maiores de café, marcas diferentes ou buscando promoções e descontos. O café é, há muito tempo, a bebida favorita dos americanos e há muitas coisas que eles preferem fazer em vez de beber menos café”, explica.

    De toda forma, objetivando proteger o mercado consumidor local, o presidente e CEO da NCA informa que a Associação fez um pedido formal de isenção das tarifas ao governo Trump para o café, “mas é impossível prever se a isenção será concedida”.

    Europa

    A Europa é o maior consumidor mundial quando a análise é feita por continentes. E os apreciadores locais da bebida já sentem o impacto da disparada dos preços. Isso segundo o diretor de Estratégia de Sustentabilidade do Grupo Melitta, Stefan Dierks. “A maioria dos consumidores está comprando café quando há oferta especial. Uma parte menor vem buscando produtos mais baratos ou de marca própria, enquanto uma pequena minoria tem comprado e bebido menos café”, relata.

    Ainda no Velho Continente, a União Europeia vem trabalhando e implementando diversas regulamentações. Entre elas o Regulamento da UE para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR, em inglês), com foco na exigência de consumidores por produtos, como o café, cultivados e produzidos cada vez mais com respeito à preservação ambiental, à responsabilidade social e à transparência corporativa. Simultaneamente, contudo, emerge a preocupação quanto à implantação dessas leis sem o devido tempo para estudo e preparo.

    Questionado se essa celeridade na implementação pode ser um fator que também venha a impactar o desempenho do consumo de café no bloco, o diretor da Melitta pondera. “Primeiramente”, o objetivo dessas regulamentações é fundamentar acordos globais como o Acordo de Paris de 2015 ou os Princípios Globais da Organização das Nações Unidas (ONU) para Empresas e Direitos Humanos e pretendem apoiar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) do organismo.

    Desafios

    “Diante desse cenário, muitos países produtores de café, bem como os participantes da cadeia de valor, estão, atualmente, muito engajados no cumprimento desses requisitos legais de devida diligência. No entanto, estamos cientes que o cumprimento dos requisitos do EUDR até o final de 2025, particularmente, pode ser ainda um desafio para algumas regiões produtoras. A tarefa do setor cafeeiro global e dos membros é, e será, apoiar essas regiões em seus esforços para cumprir todos os requisitos relevantes em tempo hábil e evitar gargalos na disponibilidade”, comenta.

    Também perguntado se o Brasil, como principal fornecedor de café para a Europa, está preparado para atender a essas novas regulamentações, como EUDR, Diretiva de Reporte Corporativo de Sustentabilidade (CSRD), Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM) e Diretiva de Devida Diligência em Sustentabilidade Corporativa (CS3D), Dierks elogia a postura colaborativa que o país tem presentado.

    “O engajamento brasileiro na implementação de acordos e regulamentações globais, assim como de outros países, é muito apreciado. Reconhecemos o alto nível de implementação, bem como a abertura para colaboração e busca conjunta de soluções”, menciona. O diretor da Melitta completa também enaltecendo o trabalho árduo que muitas outras regiões produtoras de café estão realizando sobre esses tópicos. “Também respeitamos esse engajamento. Como as regulamentações, em caso de implementação útil na prática diária, apoiam a qualidade de vida futura da sociedade global, estamos apoiando essas atividades sempre que possível”, conclui.

    Brasil

    O Brasil é destacadamente o maior produtor de café do mundo, mas não deixa de se destacar quando o assunto é consumo, ocupando o segundo lugar no ranking mundial, atrás apenas dos EUA. E, sim, a elevação dos preços também afeta o consumo dos brasileiros. “O aumento do café foi superior a 83% na ponta, para o consumidor. E considerando essa alta em um curto espaço de tempo, o peso no bolso foi e é grande. Lembrando que ainda houve aumento de outros alimentos também importantes”, conta Pavel Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Indústria de Café (ABIC).

    Ele aponta que, com base em informações da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), a população nacional, para continuar apreciando o café, mudou o comportamento e as formas de consumo diante do encarecimento. “Consumidores trocaram suas categorias habituais, mas mantiveram o seu consumo de café. Naturalmente, dentro dos lares, o consumidor optou por evitar o desperdício, fazer menos quantidade de café, deixando de lado a prática do desperdício. Nós, da ABIC, batemos muito nessa tecla do consumo consciente”, revela.

    Ainda assim, Cardoso reporta que houve queda no consumo de café entre janeiro e abril de 2025. “Troca de gramaturas maiores para uma menor, substituição de marca, de um blend mais caro para um blend mais barato, são comportamento que observamos e entendemos como natural nesse cenário. O consumidor fez revisão. Na ponta da gôndola, o que sentimos é uma redução, daí o motivo do primeiro quadrimestre ter tido essa retração de 5,13%”, explica.

    Redução nos preços

    Sobre uma eventual redução nos preços, Cardoso comenta que já foi observada, à medida que revisões para cima nas safras de robusta do Brasil e do Vietnã afastaram rapidamente os fundos não comerciais, “os chamados head funds“. Os mesmos que impactaram exponencialmente os preços para cima em novembro de 2024. “Com a saída desses fundos, as cotações baixaram consideravelmente. De modo que o consumidor já visualizará preços menores nas prateleiras nos próximos 30 a 60 dias”, projeta.

    Para 2025, considerando a redução de consumo do primeiro quadrimestre, a mencionada queda nas cotações e a estimativa que a ABIC faz diante do comportamento das commodities e das indústrias e das visualizações de comportamento de preço pela própria dinâmica do varejo na ponta da gôndola, o presidente da entidade analisa que pode ocorrer alguma recuperação no consumo de café no Brasil, mas pondera que é necessário ter cautela. “Ainda é cedo para estimarmos algo concreto. Precisamos aguardar o fechamento do próximo quadrimestre”, conclui.

    Pavel Cardoso, Bill Murray e Stefan Dierks apresentarão essas e outras considerações no painel “Tendências do Consumo de Café” do 10º Coffee Dinner & Summit, previsto para as 15h15 do dia 4 de julho. A mediação será do presidente do Cecafé, Márcio Ferreira. E também estarão presentes o chefe da Divisão de Gestão de Sustentabilidade da UCC Japan, Ryo Satomi, para analisar o mercado asiático. Além do Country Manager Latam da Euromonitor, Marcel Motta, para uma abordagem específica sobre China e países árabes.

    Autoridades confirmadas

    O Coffee Dinner & Summit 2025 contará com a presença de importantes lideranças públicas e privadas do Brasil e do mundo. No campo político, estão confirmadas as participações dos governadores dos Estados de Minas Gerais, Romeu Zema, e do Espírito Santo, Renato Casagrande, no “Painel Político: Futuro do Agro Brasileiro”, às 14h do dia 4 de julho.

    Na macroeconomia, o evento contará com a expertise de um dos negociadores brasileiros do acordo União Europeia-Mercosul e ex-presidente do “Banco do BRICS”, o economista político Marcos Troyjo. Ele fará suas considerações no painel “Economia Brasileira: O que esperar do Futuro?”, previsto para as 16h50 do dia 3 de julho.

    Patrocinadores e apoio

    A 10ª edição do Coffee Dinner & Summit caminha para se tornar histórica com o suporte dos patrocínios “Diamante”, do Grupo Tristão; “Ouro”, de ApexBrasil, Autoridade Portuária de Santos (APS), Cooxupé / SMC, ICE, LIV Logística / Porto Seco Sul de Minas, Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do Espírito Santo, Sicoob e StoneX; “Prata”, de Bayer, ofi e Serasa Experian; e patrocínio do Sebrae.

    O evento conta com o apoio internacional da British Coffee Association (BCA), European Coffee Federation (ECF), German Coffee Association (Deutscher Kaffeeverband – DKV). International Coffee Organization (ICO), National Coffee Association (NCA) e Swiss Coffee Trade Association (SCTA).

    Como apoiadores nacionais, o 10º Coffee Dinner & Summit conta com as Associações Brasileiras da Indústria de Café (Abic). Indústria de Café Solúvel (Abics) e de Cafés Especiais (BSCA). Associação Comercial de Santos (ACS); os Centros do Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG) e de Vitória (CCCV). Conselho Nacional do Café (CNC); e o Museu do Café.

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas. Desta forma, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reúne, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial. Além de autoridades governamentais, para promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking. E assim, aproximar players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem adversidades, mas, também, oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, em relação a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio.

    Para mais informações sobre o evento: https://coffeedinner.com.br/.

    Para se inscrever: https://register.jalanlive.com/coffeedinner2025/corporate.

    Mais informações à imprensa:

    Gerência de Comunicação – Cecafé
    Paulo André C. Kawasaki
    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • ApexBrasil e Cecafé fortalecem exportação de cafés do Brasil

    ApexBrasil e Cecafé fortalecem exportação de cafés do Brasil

    A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) é patrocinadora ouro do 10º Coffee Dinner & Summit, um dos mais relevantes eventos mundiais da cafeicultura. O evento será realizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), entre 2 e 4 de julho. E reunirá, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), importadores e exportadores de mais de 30 países para debater “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos Cafés do Brasil”.

    A agência tem um papel fundamental no apoio à exportação de café, com iniciativas que vão desde o auxílio ao produtor na obtenção de certificados e documentação até serviços de capacitação e promoção do produto no exterior. O tema central de sua participação no evento será o protagonismo e a liderança dos cafés do Brasil no cenário internacional. Com foco em iniciativas sustentáveis e o abastecimento global.

    Parceria

    “Desde 2002, a ApexBrasil atua em diversas frentes de apoio à exportação de café. Um exemplo notável é a parceria com a (Associação Brasileira de Cafés Especiais) BSCA, iniciada em 2013. O projeto ‘Brazil. The Coffee Nation’ apoiou 288 empresas, incluindo 75 exportadoras, que venderam para mais de 100 destinos. O convênio atual, renovado em setembro de 2023, tem como meta alcançar a exportação de US$ 2,5 bilhões, com 9,5 milhões de sacas sendo remetidas ao exterior, e ampliar o número de participantes para 80 empresas exportadoras”, destaca Alberto Costa Bicca, especialista em agronegócio da entidade.

    De acordo com ele, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior. Além de atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira.

    “Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial, que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil”, completa.

    A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil. Com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do país. “Alinhando a busca por investimentos com o fomento à exportação de café, temos conseguido excelentes resultados à cafeicultura e evidenciaremos esse protagonismo e essa liderança dos cafés do Brasil no cenário internacional no Coffee Dinner & Summit“, conclui Bicca.

    Evento Carbono Zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.

    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes. Fez isso através do plantio de 69 árvores nativas. E assim, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).

    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro. E reune, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial. Além de autoridades governamentais para promover a prospecção de negócios e criar oportunidades comerciais. Além compartilhar experiências e fazer networking, aproximando players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/.

    Mais informações à imprensa:

    Cecafé – Gerência de Comunicação
    Paulo André C. Kawasaki
    (61) 98114-6632 / [email protected]

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  • Ingressos esgotando para o 10º Coffee Dinner & Summit 2025

    Ingressos esgotando para o 10º Coffee Dinner & Summit 2025

    O 10º Coffee Dinner & Summit, um dos principais eventos da cafeicultura no mundo, está se aproximando rapidamente de sua capacidade máxima.

    Com expectativa de reunir 1.200 pessoas entre os dias 2 e 4 de julho de 2025, em Campinas (SP), o encontro organizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé) tem alta procura por ingressos e, segundo os organizadores, as vagas devem se esgotar ainda nesta semana.

    A décima edição do evento promete ser a mais grandiosa da história, com uma programação completamente renovada e distribuída em três dias intensos de debates, networking e oportunidades de negócios.

    O Royal Palm Hall, novo local escolhido para sediar o encontro, oferece uma infraestrutura moderna e estrategicamente localizada para facilitar o deslocamento dos participantes de todo o Brasil e exterior.

    “Nosso evento cresceu ao longo dos anos e entendemos que é necessário um local mais espaçoso, em uma cidade que facilite a questão logística dos participantes, além de ampliarmos o leque de temas de discussão diante de cenários desafiadores para todos os segmentos da cafeicultura mundial”, explica Marcos Matos, diretor-geral do Cecafé.

    Programação de peso internacional atrai líderes globais

    O Coffee Dinner & Summit 2025 terá como tema central das discussões “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”. Para esse debate, que ampliará as discussões a subtemas como tendências de consumo, desafios logísticos e socioambientais,o evento reunirá os principais executivos e tomadores de decisão do mercado cafeeiro mundial.

    A solenidade de abertura, marcada para as 19h30 do dia 2 de julho, contará com a presença de representantes dos governos federal e dos principais Estados produtores de café do Brasil, além das lideranças da cadeia produtiva mundial.

    O segundo dia promete ser o mais intenso, com uma programação que se estenderá das 10h30 às 18h15. O painel “CEO’s & Lideranças do agronegócio café global” trará à mesa representantes de gigantes como Neumann Gruppe, Sucafina, ECOM, Louis Dreyfus Company e EISA, que debaterão o cenário atual do mercado e os desafios futuros que moldarão a indústria.

    Discussões estratégicas sobre regulamentações europeias

    Um dos temas mais aguardados será abordado no painel “Organizações globais do café”, que trará discussões fundamentais sobre o Regulamento da União Europeia para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR) e as novas regras do comércio em tempos de ESG.

    Este painel contará com contribuições de autoridades da National Coffee Association (NCA), dos Estados Unidos; European Coffee Federation (ECF); British Coffee Association (BCA), do Reino Unido; Swiss Coffee Trade Association (SCTA), da Suíça; Federación Nacional de Cafeteros (FNC), da Colômbia; e do próprio Cecafé.

    O “Futuro da Cafeicultura Sustentável” ganhará espaço com a visão e as contribuições de Silvia Massruhá, presidente da Embrapa; Vanusia Nogueira, diretora executiva da Organização Internacional do Café (OIC); Dra. Charlotte Heyl, diretora de Sustentabilidade da Associação Alemã do Café (Deutscher Kaffeeverband – DKV); e Flavia Barbosa, diretora executiva da Exportadora Guaxupé.

    Análise econômica e perspectivas de mercado

    O evento também dedicará atenção especial às análises econômicas e perspectivas de mercado. O painel “Economia brasileira: o que esperar do futuro” contará com a expertise de um dos negociadores brasileiros do acordo União Europeia-Mercosul e ex-presidente do “Banco do BRICS”, o economista político Marcos Troyjo, e de alguns dos principais bancos do país.

    A “Geopolítica global” também estará em pauta com a apresentação dos posicionamentos de representantes dos Ministérios das Relações Exteriores (MRE – Itamaraty) e da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) e do Conselho Empresarial da América Latina.

    Coffee Market Outlook: visão dos principais players

    No terceiro dia, os debates serão retomados às 09h45 no painel “Coffee market outlook”, com o presidente da Federación Nacional de Cafeteros, da Colômbia, Germán Bahamón, e profissionais da StoneX, Louis Dreyfus Company e Cooxupé fazendo suas considerações sobre o futuro do abastecimento do mercado cafeeiro. Essas empresas e entidade, que movimentam bilhões de dólares no mercado internacional de café, compartilharão suas projeções e estratégias para os próximos anos.

    Os desafios logísticos no abastecimento do café também ganharão destaque especial, com representantes do Cecafé, Brasil Terminal Portuário (BTP), MSC – Mediterranean Shipping do Brasil, JDE Peet´s Brazil e 4Infra debatendo soluções para gargalos que afetam a competitividade do café brasileiro.

    A dimensão política do evento ganha destaque com as presenças dos governadores dos dois principais Estados produtores de café no Brasil: Romeu Zema, de Minas Gerais, e Renato Casagrande, do Espírito Santo. E, ainda, com o painel “Futuro do agro brasileiro”, que apresentará a visão dos governadores, deputados e senadores da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), da presidente do Instituto Pensar Agro (IPA), Tania Zanella, sob mediação do presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

    Tendências de consumo e sustentabilidade

    O último painel do Coffee Dinner & Summit 2025 abordará as “Tendências de consumo do café”, com profissionais de empresas e entidades que representam os continentes onde o produto é mais consumido. Participarão representantes da NCA (EUA), Melitta Group (Europa) e Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), oferecendo uma visão global dos hábitos de consumo e suas evoluções.

    Compromisso ambiental e compensação de carbono

    O Cecafé demonstra seu compromisso com a sustentabilidade através da compensação de 9,8 toneladas de gases de efeito estufa que serão geradas pelo evento. A iniciativa inclui o plantio de 69 árvores nativas na Fazenda do Lobo, em Três Corações (MG), contribuindo para o reflorestamento de Áreas de Preservação Permanente e incentivando práticas regenerativas nos cafezais.

    “Após o cálculo das emissões de CO2 e equivalentes que serão geradas nos três dias do evento, o Cecafé realizou o plantio de árvores nativas, contribuindo para o reflorestamento e para a recuperação da vegetação nativa”, destaca Marcos Matos.

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    Networking e oportunidades de negócios

    Além da programação técnica, o evento oferece múltiplas oportunidades de networking através do coquetel de boas-vindas no primeiro dia e do jantar de gala que encerra as atividades. Estes momentos são tradicionalmente aproveitados pelos participantes para estabelecer novos econtatos comerciais, firmar parcerias e explorar oportunidades de negócios no mercado cafeeiro.

    “Nosso intuito é abordar o importante papel do café brasileiro e suas iniciativas no desenvolvimento sustentável, geração de renda e contribuição para o equilíbrio climático no que se refere às boas práticas e ao sequestro de carbono da atmosfera”, explica o diretor-geral do Cecafé.

    Apoio institucional e patrocinadores de peso

    A 10ª edição do Coffee Dinner & Summit caminha para se tornar histórica com o suporte dos patrocínios “Diamante”, do Grupo Tristão; “Ouro”, de ApexBrasil, Autoridade Portuária de Santos (APS), Cooxupé / SMC, ICE, LIV Logística / Porto Seco Sul de Minas, Secretaria de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca (Seag) do Espírito Santo, Sicoob e StoneX; “Prata”, de Bayer, ofi e Serasa Experian; e patrocínio do Sebrae.

    O evento conta com o apoio internacional da British Coffee Association (BCA), European Coffee Federation (ECF), German Coffee Association (Deutscher Kaffeeverband – DKV), International Coffee Organization (ICO), National Coffee Association (NCA) e Swiss Coffee Trade Association (SCTA).

    Como apoiadores nacionais, o 10º Coffee Dinner & Summit conta com as Associações Brasileiras da Indústria de Café (Abic), da Indústria de Café Solúvel (Abics) e de Cafés Especiais (BSCA); a Associação Comercial de Santos (ACS); os Centros do Comércio de Café de Minas Gerais (CCCMG) e de Vitória (CCCV); o Conselho Nacional do Café (CNC); e o Museu do Café.

    Como garantir sua participação

    Com a demanda crescente por vagas e a proximidade do evento, interessados em participar dos três dias de Summit, do coquetel de abertura e do jantar de gala devem garantir seus convites o quanto antes. As inscrições estão disponíveis através do link oficial, e organizadores alertam que as vagas remanescentes tendem a se esgotar rapidamente.

    Para empresas interessadas em patrocinar um dos maiores eventos da cafeicultura mundial, o Cecafé disponibiliza o contato [email protected], oferecendo diferentes modalidades de apoio e visibilidade durante os três dias de atividades.

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  • Espírito Santo impulsiona cafeicultura com inovação e sustentabilidade

    Espírito Santo impulsiona cafeicultura com inovação e sustentabilidade

    O Espírito Santo vai apresentar sua transformação na cafeicultura durante o 10º Coffee Dinner & Summit. O evento será realizado de 2 a 4 de julho, no Royal Palm Hall, em Campinas (SP), e reunirá lideranças globais do setor.

    O Estado integra os elos da cadeia produtiva por meio do Programa de Desenvolvimento Sustentável da Cafeicultura. Com isso, se tornou referência mundial em sustentabilidade, produtividade e logística no setor cafeeiro.

    Expectativa de safra no Espírito Santo

    Nesta safra, o Espírito Santo deve colher 21 milhões de sacas de 60 kg. A produção abrange, com qualidade e escala, arábica e canéfora (conilon e robusta).

    O governo investe fortemente em ciência, tecnologia e difusão do conhecimento. Essa estratégia tem elevado a produtividade e a qualidade dos cafés. Além disso, aumenta a renda das famílias e garante mais prosperidade no campo.

    A sustentabilidade é prioridade na gestão pública. Até 2030, a meta é implantar currículos sustentáveis em 35 mil propriedades. A medida facilita o acesso a mercados exigentes e valoriza o produto capixaba.

    Todas essas ações fazem parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento da Agricultura Capixaba (Pedeag 4). O plano orienta o futuro do agro capixaba com metas ousadas, sustentáveis e inovadoras.

    O trabalho conjunto entre órgãos públicos, setor privado e instituições de pesquisa transformou o Espírito Santo em modelo internacional de cafeicultura sustentável. Organizações e autoridades internacionais reconhecem esse protagonismo.

    Hoje, os cafés capixabas estão presentes em cerca de 90 países. No entanto, desafios logísticos ainda limitam o avanço das exportações.

    Para resolver esse gargalo, o governo estadual lançou o programa ParklogBR. A iniciativa público-privada investe em infraestrutura logística com foco em portos, ferrovias, rodovias, aeródromos e áreas empresariais.

    Nos próximos meses, o Estado vai inaugurar um novo porto e ampliar dois portos já existentes. Com isso, pretende se tornar um hub logístico estratégico do agro nacional.

    Essas medidas integram uma estratégia coordenada para moldar o futuro da cafeicultura. O objetivo é unir sustentabilidade, industrialização e eficiência logística.

    Durante o evento, o Espírito Santo convida os visitantes a conhecerem sua jornada de transformação. No estande do Estado, será possível trocar experiências, fazer conexões e degustar cafés que simbolizam esse novo momento do setor.

    Evento terá selo de neutralização de carbono

    O Coffee Dinner & Summit recebeu o Selo Verde da startup Ecooar Biodiversidade. A ação compensa as emissões de gases de efeito estufa (GEE) do evento.

    A organização calculou as emissões de carbono dos três dias de evento. Para compensá-las, realizou o plantio de 69 árvores nativas, neutralizando 9,8 toneladas de CO₂ equivalente.

    O reflorestamento ocorre em Áreas de Preservação Permanente (APP), na Fazenda do Lobo, em Três Corações (MG), produtora de café especial. A iniciativa reforça o compromisso do Cecafé com responsabilidade socioambiental.

    Fórum global reúne lideranças da cafeicultura

    O Coffee Dinner & Summit ocorre a cada dois anos e reúne mais de mil participantes. O evento atrai líderes do agronegócio cafeeiro, autoridades governamentais e representantes de diversos elos da cadeia.

    A 10ª edição tem como tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”. A proposta é discutir desafios econômicos, climáticos, regulatórios e logísticos, sob a ótica da sustentabilidade.

    Os debates vão explorar o papel do Brasil no abastecimento global e nas práticas ESG. As inscrições estão disponíveis no site oficial: https://coffeedinner.com.br.

    Seag lidera políticas públicas sustentáveis no agro

    A Secretaria de Agricultura do Espírito Santo (Seag) promove o desenvolvimento da agropecuária, pesca e aquicultura. A pasta elabora e executa políticas públicas com foco em sustentabilidade, segurança sanitária e inclusão produtiva.

    Entre suas atribuições estão o incentivo à pesquisa, à conservação de recursos naturais e à fiscalização sanitária. A Seag também coordena ações fundiárias alinhadas ao Plano Nacional de Reforma Agrária.

    Com essas ações, a secretaria fortalece o agro capixaba e contribui para a melhoria da qualidade de vida nas comunidades rurais.

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  • Conheça o Porto do café brasileiro

    Conheça o Porto do café brasileiro

    Maior corredor de exportação de café do Brasil, o Porto de Santos respondeu, em 2024, por 71% do valor das exportações nacionais do grão em dólares Free on Board (US$ / FOB). No mesmo período, mais de 1,8 milhão de toneladas foram movimentadas pelo complexo santista, representando um crescimento de 20% em relação a 2023.

    A expectativa é que o volume continue aumentando até 2030, com crescimento médio anual (CAGR) de 2,5%. Os dados, extraídos do sistema Comex, reforçam o papel do Porto como vetor essencial da cadeia logística e motor da liderança global do país na produção e na exportação do produto.

    “A relação entre Santos e o café é histórica. No final do século XIX, foi o cultivo e o comércio do grão que impulsionaram o desenvolvimento da cidade e tornaram o porto uma referência nacional. Esse vínculo permanece até hoje, fortalecendo a identidade econômica e cultural da região”, destaca o presidente da Autoridade Portuária de Santos (APS), Anderson Pomini.

    Como reconhecimento da importância do café para o setor, a APS – responsável por administrar a infraestrutura pública do complexo santista – será uma das patrocinadoras do 10º Coffee Dinner & Summit. Organizado pelo Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o evento será realizado entre os dias 2 e 4 de julho de 2025, em Campinas (SP), reunindo autoridades, especialistas e empresários do setor.

    Evento carbono zero

    Honrando seu pilar de atuação voltado a responsabilidade socioambiental, sustentabilidade e segurança alimentar, o Cecafé obteve o Selo Verde da startup de reflorestamento Ecooar Biodiversidade para neutralizar a emissão de gases de efeito estufa (GEE) com a realização do 10º Coffee Dinner & Summit.
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    Através do cálculo das emissões de carbono geradas nos três dias do evento, a entidade compensou mais de 9,8 toneladas de CO2 e equivalentes através do plantio de 69 árvores nativas, contribuindo para o reflorestamento e a regeneração da biodiversidade em Áreas de Preservação Permanente (APP) na Fazenda do Lobo, produtora de café especial em Três Corações (MG).
    Coffee Dinner & Summit

    Realizado pelo Cecafé, o evento se destaca como um dos principais fóruns globais do setor cafeeiro, reunindo, a cada dois anos, mais de mil pessoas e líderes de todos os segmentos da cafeicultura brasileira e mundial, além de autoridades governamentais. O objetivo é promover a prospecção de negócios, criar oportunidades comerciais, compartilhar experiências e fazer networking, aproximando players do agronegócio e apaixonados pelo café em um ambiente espaçoso e aconchegante.

    Sob o tema “O futuro do fluxo do comércio: protagonismo e liderança dos cafés do Brasil”, a 10ª edição do Coffee Dinner & Summit tem por objetivo promover o debate e a reflexão sobre os desafios econômicos, climáticos, socioambientais, regulatórios e logísticos, que trazem desafios e oportunidades às nações cafeeiras, principalmente ao maior produtor mundial de café, o Brasil, no que tange a iniciativas sustentáveis estruturadas sob critérios ESG e o abastecimento global, na expectativa de analisar o futuro do fluxo do comércio. Os interessados podem obter mais informações e realizar suas inscrições no site https://coffeedinner.com.br/.

    Sobre a Autoridade Portuária de Santos

    A Autoridade Portuária de Santos é uma empresa pública vinculada ao Ministério dos Portos e Aeroportos. É responsável pelo planejamento logístico e pela administração da infraestrutura do Porto Organizado de Santos, o maior da América Latina, por onde passam aproximadamente 30% das trocas comerciais brasileiras. O complexo portuário está localizado a 70 quilômetros da Grande São Paulo e possui 53 terminais, sendo 41 arrendamentos, 8 retroportuários e 6 terminais de uso privado (TUPs), situados em duas margens, uma em Santos (direita) e outra em Guarujá (esquerda).

    Para saber mais:

    www.portodesantos.com.br
    www.linkedin.com/company/portodesantosbr
    www.facebook.com/portodesantosbr
    www.instagram.com/portodesantosbr
    www.twitter.com/portodesantosbr
    www.threads.net/@portodesantosbr

    Mais informações à imprensa:

    Autoridade Portuária de Santos
    (13) 3202.6410
    [email protected]

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  • Brasil exporta 2,963 milhões de sacas de café em maio, uma queda de 33% em relação à maio de 2024

    Brasil exporta 2,963 milhões de sacas de café em maio, uma queda de 33% em relação à maio de 2024

    De acordo com o boletim estatístico mensal do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o país embarcou 2,963 milhões de sacas de 60 kg do produto em maio deste ano. O volume implica queda de 33,3% em relação aos 4,446 milhões registrados no mesmo mês de 2024. A receita cambial, contudo, cresceu 21,1% no mesmo intervalo comparativo, saindo de US$ 1,027 bilhão para os atuais US$ 1,243 bilhão.

    No acumulado dos 11 meses do ano safra 2024/25, o Brasil exportou 42,968 milhões de sacas de café. E obteve o valor recorde de US$ 13,691 bilhões com essas transações comerciais. Na comparação com o período de julho de 2023 a maio de 2024, essa performance representa leve recuo de 2% em volume, mas expressiva alta de 52,3%em receita

    Ano civil

    Entre janeiro e o fim de maio de 2025, os embarques brasileiros de café totalizaram 16,790 milhões de sacas, aferindo declínio de 19,2% na comparação com os cinco primeiros meses do ano passado. Já os valores arrecadados com as exportações atuais cresceram 44,3% ante 2024, alcançando US$ 6,483 bilhões, o maior montante da história para o período.

    “O recuo observado nas exportações do Brasil reflete à menor disponibilidade de café. Principalmente da espécie arábica, cuja colheita começou a ganhar corpo somente agora neste mês de junho. E o fato de nossos canéforas (conilon e robusta) estarem menos competitivos, atualmente, em relação a outras origens produtoras, como Vietnã e Indonésia”, explica o presidente do Cecafé, Márcio Ferreira.

    A respeito dos recordes registrados nos valores arrecadados, ele relata que resultam das cotações elevadas no mercado internacional. “Vivemos um período de perdas de potencial produtivo de café ao longo de praticamente cinco safras, devido aos extremos climáticos, com menores ofertas dos principais produtores mundiais, como Brasil, Vietnã, Colômbia e Indonésia, por exemplo. Isso gerou a disparada nos preços em todo o mundo e, consequentemente, a evolução da receita cambial com nossas exportações”, analisa.

    Principais destinos

    Os Estados Unidos lideram o ranking das exportações brasileiras de café no acumulado de 2025, com a importação de 2,874 milhões de sacas até o fim de maio. Esse montante corresponde a 17,1% do total remetido pelo Brasil ao exterior e implica queda de 17,4% em relação ao mesmo intervalo de 2024.

    A Alemanha, respondendo por 12,6% dos embarques nos cinco primeiros meses deste ano, adquiriu 2,112 milhões de sacas de café, o que representa redução de 28,7% na comparação anual. Fechando o top 5, aparecem Itália, com 1,375 milhão de sacas (-17,5%); Japão, com 1,089 milhão de sacas (+10,6%); e Bélgica, com 809.897 sacas (-61,7%).

    Tipos de café

    O café arábica foi o mais exportado nos cinco primeiros meses de 2025, com as remessas ao exterior somando 14,116 milhões de sacas. O segmento do café solúvel veio na sequência, com embarques equivalentes a 1,641 milhão de sacas. Ele é seguido pela espécie canéfora (conilon + robusta), com 1,011 milhão de sacas. E pelo setor industrial de café torrado e torrado e moído, com 22.128 sacas.

    Portos

    O Porto de Santos (SP) permanece como o principal exportador dos cafés do Brasil no primeiro quinquemestre, com o embarque de 13,562 milhões de sacas e representatividade de 80,8% no total. Na sequência, aparecem o complexo portuário do Rio de Janeiro, que respondeu por 14,9% ao enviar 2,5 milhões de sacas para fora do país. E o Porto de Paranaguá (PR), que exportou 170.596 sacas e teve representatividade de 1%.

    Cafés diferenciados

    Os cafés que possuem certificados de práticas sustentáveis ou qualidade superior responderam por 22,1% das exportações totais brasileiras nos cinco primeiros meses de 2025, com a remessa de 3,703 milhões de sacas ao exterior. Esse volume é 7,2% inferior ao registrado no acumulado de janeiro a maio do ano passado.

    A um preço médio de US$ 440,44 por saca, a receita cambial com os embarques dos cafés diferenciados foi de US$ 1,631 bilhão. Isso correspondeu a 25,2% do total obtido com os embarques de café no primeiro quinquemestre do ano. No comparativo anual, o valor é 70,5% maior do que o registrado no mesmo período de 2024.

    Os EUA lideraram o ranking dos principais destinos dos cafés diferenciados, com a compra de 709.586 sacas. Isso é o equivalente a 19,2% do total desse tipo de produto remetido ao exterior pelo Brasil. Fechando o top 5, aparecem Alemanha, com 514.163 sacas e representatividade de 13,9%; Bélgica, com 344.118 sacas (9,3%); Itália, com 275.403 sacas (7,4%); e Holanda (Países Baixos), com 270.114 sacas (7,3%).

    O relatório completo das exportações dos cafés do Brasil, com a atualização referente a maio de 2025, está disponível no site do Cecafé: https://www.cecafe.com.br/.

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